Detectados sinais da caixa-preta
Investigadores franceses confirmaram que foram detectados sinais da caixa-preta do Airbus A-310 da Yemenia.
O BEA informou que as transmissões foram detectadas hoje, durante uma busca submarina.
O voo IY626 caiu próximo à costa da ilha comorense de Ngazidja, em 30 de junho; poucas milhas do aeroporto de Moroni, destino do voo. O avião fazia a rota Sana-Moroni.
Dos 153 passageiros e tripulates à bordo, somente houve 1 sobrevivente.
Fonte: AFP - BGA
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Mostrando postagens com marcador voo Yemenia Y626. Mostrar todas as postagens
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Yemenia suspende voos a Paris
Companhia não teria explicado a medida, diz autoridade aeroportuária. Escritório parisiense da Yemenia não confirmou a informação.
A companhia iemenita dona da aeronave do Iêmen que caiu nesta semana no Oceano Índico, próximo às Ilhas Comores, suspendeu seus voos com partida de Paris, disse nesta sexta-feira (3) uma porta-voz da autoridade aeroportuária da capital francesa.
A porta-voz disse que a autoridade aeroportuária recebeu uma carta da companhia aérea Yemenia informando da decisão de suspender os voos.
"Eles não deram uma razão, apenas disseram que os voos estarão cancelados até segunda ordem", disse ela.
O escritório da Yemenia em Paris não comentou a decisão.
A Yemenia, que já havia suspendido os voos da cidade francesa de Marselha, enfrenta sérios protestos de expatriados comorenses na França de que seus aviões são sujos e com manutenção ruim.
Há tempos comorenses reclamam da situação dos voos da França às ilhas Comores, e grupos de manifestantes bloquearam os balcões da Yemenia nos aeroportos de Marselha e Paris desde o acidente, impedindo a decolagem de alguns voos.
Fontes: G1- REUTERS
A companhia iemenita dona da aeronave do Iêmen que caiu nesta semana no Oceano Índico, próximo às Ilhas Comores, suspendeu seus voos com partida de Paris, disse nesta sexta-feira (3) uma porta-voz da autoridade aeroportuária da capital francesa.
A porta-voz disse que a autoridade aeroportuária recebeu uma carta da companhia aérea Yemenia informando da decisão de suspender os voos.
"Eles não deram uma razão, apenas disseram que os voos estarão cancelados até segunda ordem", disse ela.
O escritório da Yemenia em Paris não comentou a decisão.
A Yemenia, que já havia suspendido os voos da cidade francesa de Marselha, enfrenta sérios protestos de expatriados comorenses na França de que seus aviões são sujos e com manutenção ruim.
Há tempos comorenses reclamam da situação dos voos da França às ilhas Comores, e grupos de manifestantes bloquearam os balcões da Yemenia nos aeroportos de Marselha e Paris desde o acidente, impedindo a decolagem de alguns voos.
Fontes: G1- REUTERS
Garota que sobreviveu a queda de avião no Oceano Índico volta para a França
Baya Bakari, de 14 anos, embarcou para Paris na noite desta quarta. Ela foi resgatada após ficar mais de dez horas à deriva e recupera-se.

Ambulância leva Baya Bakari, por enquanto a única sobrevivente do acidente com o Airbus da Yemenia Airlines, para embarcar em avião nesta quarta-feira (1º) em Moroni, capital das Ilhas Comores. A franco-comorense Bakari, que passou mais de 10 horas à deriva no Oceano Índico antes de ser resgatada, já embarcou rumo à França, onde mora sua família. A garota, de 14 anos, teve queimaduras no joelho e fraturou a clavícula. Ela perdeu a mãe no acidente. (Foto: Reuters)
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Fontes: Reuters - G1

Ambulância leva Baya Bakari, por enquanto a única sobrevivente do acidente com o Airbus da Yemenia Airlines, para embarcar em avião nesta quarta-feira (1º) em Moroni, capital das Ilhas Comores. A franco-comorense Bakari, que passou mais de 10 horas à deriva no Oceano Índico antes de ser resgatada, já embarcou rumo à França, onde mora sua família. A garota, de 14 anos, teve queimaduras no joelho e fraturou a clavícula. Ela perdeu a mãe no acidente. (Foto: Reuters)
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Fontes: Reuters - G1
Busca por sobreviventes da queda de Airbus no Índico segue sem sucesso
Empresa iemenita dona do avião anuncia indenização de 20 mil euros.
Única sobrevivente, que ficou 10 horas agarrada a destroços, recupera-se.
As buscas por corpos e possíveis sobreviventes da queda do Airbus A310 próximo às Ilhas Comores seguiu sem resultados nesta quarta-feira (1º).
A companhia dona do avião acidentado na véspera, a Yemenia, anunciou indenizações de pelo menos 20 mil euros (cerca de R$ 54,7 mil) para as famílias de cada vítima. O prazo para o pagamento não foi divulgado.
As autoridades comorenses receberam ajuda de França, EUA e do vizinho Madagascar, que enviaram barcos, aviões, helicópteros e pessoal para procurar os 152 passageiros ainda desaparecidos.
A única sobrevivente achada até agora é Baya Bakari, uma adolescente que viajava com sua mãe. Ela teve um fratura na clavícula e queimaduras no joelho, segundo sua família. Baya foi encontrada em alto mar, depois de ter permanecido pelo menos 10 horas agarrada a destroços.
Também foram achados três corpos que devem ser de vitimas do acidente.
A Justiça da França abriu nesta quarta-feira uma investigação para apurar se houve "homicídio involuntário" no acidente. Havia 66 franceses a bordo.
Além da busca por sobreviventes, as equipes tentam achar as caixas-pretas, essenciais para apurar as causas do acidente. Autoridades francesas chegaram a anunciar que os sinais de uma das caixas foram captados, mas a informação foi desmentida em seguida.
A empresa iemenita tem sido bastante criticada por usuários e pelas autoridades, que questionam o cumprimento de normas de segurança. Mas a empresa e o governo do Iêmen rebatem as críticas.
Pai conta como adolescente conseguiu sobreviver a acidente de avião
Fontes: G1- France - Presse
Única sobrevivente, que ficou 10 horas agarrada a destroços, recupera-se.
As buscas por corpos e possíveis sobreviventes da queda do Airbus A310 próximo às Ilhas Comores seguiu sem resultados nesta quarta-feira (1º).
A companhia dona do avião acidentado na véspera, a Yemenia, anunciou indenizações de pelo menos 20 mil euros (cerca de R$ 54,7 mil) para as famílias de cada vítima. O prazo para o pagamento não foi divulgado.
As autoridades comorenses receberam ajuda de França, EUA e do vizinho Madagascar, que enviaram barcos, aviões, helicópteros e pessoal para procurar os 152 passageiros ainda desaparecidos.
A única sobrevivente achada até agora é Baya Bakari, uma adolescente que viajava com sua mãe. Ela teve um fratura na clavícula e queimaduras no joelho, segundo sua família. Baya foi encontrada em alto mar, depois de ter permanecido pelo menos 10 horas agarrada a destroços.
Também foram achados três corpos que devem ser de vitimas do acidente.
A Justiça da França abriu nesta quarta-feira uma investigação para apurar se houve "homicídio involuntário" no acidente. Havia 66 franceses a bordo.
Além da busca por sobreviventes, as equipes tentam achar as caixas-pretas, essenciais para apurar as causas do acidente. Autoridades francesas chegaram a anunciar que os sinais de uma das caixas foram captados, mas a informação foi desmentida em seguida.
A empresa iemenita tem sido bastante criticada por usuários e pelas autoridades, que questionam o cumprimento de normas de segurança. Mas a empresa e o governo do Iêmen rebatem as críticas.
Pai conta como adolescente conseguiu sobreviver a acidente de avião
Fontes: G1- France - Presse
TV francesa divulga primeiras imagens de sobrevivente de queda de avião
Garota de 14 anos foi resgatada quando nadava em meio a destroços no Oceano Índico.
Uma TV francesa divulgou as primeiras imagens de Baya Bakari, a garota de 14 anos que sobreviveu à queda do Airbus A310 da companhia aérea Yemenia no Oceano Índico na terça-feira (30).
Baya foi encontrada perto do local onde o avião caiu, na costa de Comores, nadando em meio aos corpos das vítimas do acidente e destroços do avião.



A garota se recupera em um hospital de Moroni, em Cosmores. Médicos dizem que ela sofreu apenas cortes no rosto e teve uma clavícula quebrada, mas está fora de perigo.
O homem que resgatou Baya disse que a adolescente se agarrou a um pedaço do avião por várias horas até ser resgatada. Ela não usava um colete salva-vidas e quase não sabia nadar. O homem disse que ela estava muito fraca para segurar à boia que foi jogada para a menina e que teve que se jogar na água para salvá-la.
Kassim Bakari, pai da menina, disse à Associated Press que ela havia sido jogada para fora do avião quando o veículo caiu.
"Ela é uma garota muito tímida, eu nunca pensei que ela fosse escapar dessa maneira," disse Bakari, descrevendo a menina como "frágil".
Baya é a única sobrevivente confirmada do acidente até agora.
Fontes: G1-
Uma TV francesa divulgou as primeiras imagens de Baya Bakari, a garota de 14 anos que sobreviveu à queda do Airbus A310 da companhia aérea Yemenia no Oceano Índico na terça-feira (30).
Baya foi encontrada perto do local onde o avião caiu, na costa de Comores, nadando em meio aos corpos das vítimas do acidente e destroços do avião.

Imagem de TV francesa mostra paciente identificada como Baya Bakari, sobrevivente do acidente com o Airbus no Oceano Índico, recuperando-se em hospital nas Ilhas Comores. (Foto: BBC)

Única sobrevivente do acidente com o Airbus 310 é fotografada em hospital de Moroni, capital das Ilhas Comores, nesta quarta-feira (1). (Foto: AFP)

Única sobrevivente do acidente com o Airbus 310 é fotografada rodeada por equipe médica em hospital de Moroni. (Foto: AP)
A garota se recupera em um hospital de Moroni, em Cosmores. Médicos dizem que ela sofreu apenas cortes no rosto e teve uma clavícula quebrada, mas está fora de perigo.
O homem que resgatou Baya disse que a adolescente se agarrou a um pedaço do avião por várias horas até ser resgatada. Ela não usava um colete salva-vidas e quase não sabia nadar. O homem disse que ela estava muito fraca para segurar à boia que foi jogada para a menina e que teve que se jogar na água para salvá-la.
Kassim Bakari, pai da menina, disse à Associated Press que ela havia sido jogada para fora do avião quando o veículo caiu.
"Ela é uma garota muito tímida, eu nunca pensei que ela fosse escapar dessa maneira," disse Bakari, descrevendo a menina como "frágil".
Baya é a única sobrevivente confirmada do acidente até agora.
Fontes: G1-
Jovem que sobreviveu a queda de avião mora na França

Grupo espera notícias sobre vítimas de queda de avião iemenita em frente ao principal hospital de Moroni, a capital das ilhas Comores
Um membro da comunidade comorense na França, citando informações das autoridades aeroportuárias de Moroni, afirmou nesta terça-feira, à agência de notícias France Presse, que a adolescente de 14 anos que sobreviveu à queda de um Airbus da companhia aérea Yemenia Airways no Oceano Índico, na noite desta segunda-feira (29), perto de Comores (costa africana), vive na cidade de Marselha, na França, e viajava na companhia da mãe.
De acordo com informações da associação Comores Solidariedade e do Crescente Vermelho e governo comorenses, a sobrevivente é Bakari Baya e, após ser resgatada por socorristas, foi internada no hospital El Maarouf. Ela passa bem.
Inicialmente, o único sobrevivente do acidente havia sido identificado como um menino de 5 anos. Depois, a informação foi corrigida, e o porta-voz do governo comorense, Kamaleddin Afraitane, explicou que a adolescente é "oriunda da aldeia de Niumadzaha", que é localizada no sudeste de Comores, na costa africana.
Segundo uma fonte aeroportuária, a adolescente embarcou no aeroporto de Roissy-Charles de Gaulle, em Paris.
Os representantes diplomáticos do Iêmen em Washington ouvidos pela agência de notícias Associated Press confirmaram também o resgate de cinco corpos.
O avião, um Airbus A310-300, transportava 142 passageiros e 11 tripulantes quando caiu no Oceano Índico, à 1h50 (19h50 de segunda-feira em Brasília), poucos minutos antes do pouso. O avião tinha saído da capital do Iêmen, Sanaa, com destino às Comores. Como o aeroporto original do voo era na França, é grande o número de cidadãos franceses entre as vítimas, 66.
Conforme o porta-voz das Forças Armadas da França, Christophe Prazuck, um barco e um navio de reconhecimento foram enviados para o local do acidente para apoiar os trabalhos de recolhimento dos escombros. Equipes de mergulhadores e médicos também irão colaborar.
Mau tempo
O vice-chefe de aviação civil do Iêmen, Mohammed Abdul Qader, disse que a caixa-preta da aeronave ainda está desaparecida e que é cedo para especular sobre as razões do acidente. Há, porém, suspeitas de que o mau tempo influenciou. Conforme o próprio Qader, os ventos estavam a 61 km/h quando o avião se preparava para pousar, no meio da noite.
O avião decolou pouco depois das 21h30 desta segunda-feira (15h30 no horário de Brasília), em Sanaa, e deveria voar durante 4h30 antes de pousar em Moroni, a capital comorense.
Nesta terça-feira, o mau tempo ainda prejudicava as operações no local do acidente. "O mar agitado e o vento forte prejudicam as operações de busca e resgate", explicou o diretor-geral adjunto da Yemenia Airways, Mohamed al Sumairi.
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Fontes: Folha - France Presse
Garota de 14 anos sobrevive após queda de Airbus no Índico
Avião da Yemenia levava 153 pessoas e viajava do Iêmen a Comores, na costa leste da África
SANA - Uma grande operação de resgate foi organizada nesta terça-feira, 30, depois que uma jovem de 14 anos foi resgatada com vida em meio aos destroços do Airbus A310 da companhia aérea Yemenia, que caiu no Oceano Índico com 153 pessoas a bordo. Mais cedo, autoridades informaram que o único sobrevivente encontrado até o momento seria uma criança de 5 anos.
Ibrahim Abdourazak, uma autoridade no centro de crise em Comores, disse à Reuters que a menina de 14 anos era de um vilarejo no centro do arquipélago no oceano Índico. Hadji Madi Ali, diretor do aeroporto internacional em Morini, havia dito anteriormente à rádio nacional que a menina resgatada tinha 5 anos. Ele disse também que cinco corpos também foram encontrados.
Entre as 153 pessoas que viajavam no avião, havia 11 membros da tripulação e 142 passageiros, entre eles três bebês. A autoridade aeroportuária de Paris disse que 66 franceses estavam a bordo do avião, que percorria o trecho final de um voo que levava passageiros de Paris e Marseille para Comores, via Iêmen. Um grande número de iemenitas também estava a bordo.
Dois aviões militares e um navio franceses deixaram as ilhas de Reunião e Mayotte, no oceano Índico, para ajudar nas buscas. "Os aviões viram destroços no suposto ponto de impacto", disse Ibrahim Kassim, uma autoridade do organismo regional de segurança aérea ASECNA, à Reuters.
O ministro dos Transportes da França, Dominique Bossereau, disse que falhas haviam sido detectadas durante inspeções na França no A310 da Yemenia e que a aeronave não havia retornado ao país europeu desde então. O ministro dos Transportes do Iêmen disse que o avião da Yemenia passou por uma inspeção em maio sob supervisão da Airbus. A prioridade do Iêmen se concentra em encontrar mais sobreviventes, disse o ministro, acrescentando que a busca pela caixa-preta ainda não começou.
Fontes: Efe- AFP - Reuters - Folha - Estadao - G1
SANA - Uma grande operação de resgate foi organizada nesta terça-feira, 30, depois que uma jovem de 14 anos foi resgatada com vida em meio aos destroços do Airbus A310 da companhia aérea Yemenia, que caiu no Oceano Índico com 153 pessoas a bordo. Mais cedo, autoridades informaram que o único sobrevivente encontrado até o momento seria uma criança de 5 anos.
Ibrahim Abdourazak, uma autoridade no centro de crise em Comores, disse à Reuters que a menina de 14 anos era de um vilarejo no centro do arquipélago no oceano Índico. Hadji Madi Ali, diretor do aeroporto internacional em Morini, havia dito anteriormente à rádio nacional que a menina resgatada tinha 5 anos. Ele disse também que cinco corpos também foram encontrados.
Entre as 153 pessoas que viajavam no avião, havia 11 membros da tripulação e 142 passageiros, entre eles três bebês. A autoridade aeroportuária de Paris disse que 66 franceses estavam a bordo do avião, que percorria o trecho final de um voo que levava passageiros de Paris e Marseille para Comores, via Iêmen. Um grande número de iemenitas também estava a bordo.
Dois aviões militares e um navio franceses deixaram as ilhas de Reunião e Mayotte, no oceano Índico, para ajudar nas buscas. "Os aviões viram destroços no suposto ponto de impacto", disse Ibrahim Kassim, uma autoridade do organismo regional de segurança aérea ASECNA, à Reuters.
O ministro dos Transportes da França, Dominique Bossereau, disse que falhas haviam sido detectadas durante inspeções na França no A310 da Yemenia e que a aeronave não havia retornado ao país europeu desde então. O ministro dos Transportes do Iêmen disse que o avião da Yemenia passou por uma inspeção em maio sob supervisão da Airbus. A prioridade do Iêmen se concentra em encontrar mais sobreviventes, disse o ministro, acrescentando que a busca pela caixa-preta ainda não começou.
Fontes: Efe- AFP - Reuters - Folha - Estadao - G1
Voo Yemenia 626
Alguns dados referentes ao voo Y626 da Yemenia.
As condições de tempo reinantes no horário estimado para o pouso, apresentavam condições desfavoráveis em função dos ventos, contudo, nao chovia na região.
O Metar para o horário apresentava-se da seguinte forma:
FMCH 292300Z 21025G35KT 9999 FEW020 25/16 Q1017 TEMPO 18015G30KT

Esta mesma aeronove, já foi operada pela Passaredo, com o prefixo PP-PSE entre jun/98 a set/99, quando foi repassada para a Yemenia Airways.

Fontes: Air Safety Network - Google Earth
As condições de tempo reinantes no horário estimado para o pouso, apresentavam condições desfavoráveis em função dos ventos, contudo, nao chovia na região.
O Metar para o horário apresentava-se da seguinte forma:
FMCH 292300Z 21025G35KT 9999 FEW020 25/16 Q1017 TEMPO 18015G30KT

O voo foi executado pela aeronave da foto, um Airbus A-310-324, prefixo 70-AJD,operado pela Yemenia.
Esta mesma aeronove, já foi operada pela Passaredo, com o prefixo PP-PSE entre jun/98 a set/99, quando foi repassada para a Yemenia Airways.Mapa do local estimado da queda

Fontes: Air Safety Network - Google Earth
Sobrevivente é encontrado após queda de Airbus no Índico
Airbus A310 da Yemenia levava 153 pessoas e viajava do Iêmen a Comores, na costa leste da África
SANA - Um porta-voz da companhia aérea Yemenia informou que as equipes de resgate encontraram um sobrevivente do acidente com o Airbus A310, que caiu no Oceano Índico nesta terça-feira,30. Uma criança teria sido o primeiro sobrevivente do acidente com o avião, que levava 142 passageiros e 11 tripulantes e caiu quando se aproximava do aeroporto internacional de Moroni, na ilha Grande Comore, a principal do arquipélago. O voo era procedente de Paris, com escalas em Marselha e em Sana, capital do Iêmen.
Segundo a agência de notícias Reuters, um médico do hospital militar que estava a bordo dos botes de resgate teria avisado que um menino de cinco anos foi retirado das águas. A aeronave caiu cerca de 30 minutos antes de aterrissar, ao norte do arquipélago africano. Autoridades de aviação do Iêmen anunciaram ter retirado do mar alguns corpos de possíveis ocupantes do Airbus A310. O avião caiu por volta da 1h51 desta terça-feira (hora local, 19h51 da segunda-feira em Brasília).
O trecho Paris-Marseille-Iêmen do voo da Yemenia foi percorrido em um Airbus A330. Em Sanaa, os passageiros que se destinavam a Comores trocaram de aeronave, embarcando no A310 que acabou caindo. A Airbus informou que o avião datava de 1990 e tinha 51,9 mil horas de voo. Ele foi comprado "de segunda mão" pela companhia Yemenia em outubro de 1999.
O voo IY626 era o trecho final de uma rota que se iniciou em Paris, na França, com conexão no Iêmen até Comores. Em entrevista coletiva, o vice-presidente da aviação civil iemenita, Mohammed Abdel-Rahman Abdel Qadir, confirmou que as equipes de salvamento deslocadas ao local resgataram uma pessoa com vida, cuja identidade é desconhecida.
Abdel-Rahman também disse que, entre as 153 pessoas que viajavam no avião, havia 11 membros da tripulação: seis iemenitas - o piloto, o copiloto, três aeromoças e um técnico -, dois marroquinos, um filipino, um etíope e um indonésio. Além disso, havia 54 cidadãos de nacionalidade comorense, 26 franceses, um palestino e um canadense. No entanto, o secretário de Estado de Transportes francês, Dominique Bussereau, afirmou que o voo, que saiu originalmente de Paris, transportava 66 pessoas de nacionalidade francesa.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu às Forças Armadas do país para fazer o máximo possível para prestar assistência aos passageiros e à tripulação do avião. Em entrevista à emissora de rádio Europe 1, o ministro dos Transportes da França, Dominique Bussereau, disse que "está se falando" no mau tempo como possível causa do acidente. "Mas neste momento, tudo ainda está muito vago", afirmou.
A maioria dos passageiros era das Ilhas Comores e voltava de Paris, disse o vice-chefe do departamento de aviação civil do Iêmen, Mohammed Abdul Qader. Estavam a bordo famílias com crianças e havia pelo menos três bebês, acrescentou. O funcionário iemenita informou ainda que as investigações do acidente estavam sob coordenação de equipes da França, do Iêmen e das Ilhas Comores.
Segundo Abdul Qader, uma mancha de óleo foi detectada no Oceano a cerca de 25 km do aeroporto de Moroni, capital das Ilhas Comores. "A velocidade do vento era de 61 km/h quando o avião estava pousando", afirmou. Autoridades comorenses teriam afirmado ainda que já foram avistados destroços da aeronave.
A companhia aérea Yemenia colocou uma mensagem em seu site na internet, lamentando "o desaparecimento do voo IY626". Em 1996, um avião de uma companhia aérea etíope foi sequestrado e caiu na mesma região, matando a maioria das 175 pessoas a bordo.
Comores, um país formado por três das quatro ilhas do arquipélago de Comores, fica a cerca de 300 km a noroeste de Madagascar, no canal de Moçambique, na África. O país foi protetorado e território ultramarino da França, tendo conquistado a independência em 1975. A grande maioria da população - 98% - é islâmica.
O acidente com o Airbus A310 ocorre no momento em que o acidente com o A330 da Air France, que havia decolado do Rio de Janeiro em 31 de maio com 228 pessoas a bordo, completa um mês. Apenas 51 corpos foram encontrados e as buscas por corpos foram encerradas na última sexta-feira.
França constatou "defeitos" em avião que caiu no Índico
A Direção Geral de Aviação Civil (DGAC) da França constatou em uma investigação de 2007 "um certo número de defeitos" no avião Airbus A310-300 iemenita que caiu no oceano Índico nesta segunda-feira, próxima às Ilhas Comores, com 153 pessoas a bordo. As equipes de resgate procuram os destroços da aeronave após encontrarem, com vida, um menino que estava entre os passageiros.
Segundo o secretário de Transportes francês, Dominique Bussereau, o avião da companhia Yemenia Airways "tinha passado por um controle da DGAC na França em 2007 e foi constatado um certo número de defeitos".
Em entrevista à emissora de TV i-Télé, Bussereau afirmou que, a partir de então, a aeronave foi proibida de voar na França.
A aeronave, contudo, segundo informações das agência, partiu de Paris, na França. Ela fez uma escala em Sana, capital do Iêmen, antes de seguir para o arquipélago --a cerca de 300 km de Madagascar. O avião decolou pouco depois das 21h30 (15h30 no horário de Brasília) e deveria voar durante 4h30 antes de pousar em Moroni, capital comorense.
Não há informações sobre o que teria derrubado a aeronave. Autoridades comorenses e iemenitas afirmam que o mau tempo pode ter contribuído.
A Yemenia Airways usava o aparelho, construído em 1990, desde outubro de 1999, com 51.900 horas de voo acumuladas, segundo um comunicado divulgado pela Airbus.
Um funcionário da Comissão Europeia afirmou, em condição de anonimato, que a mesma aeronave iemenita foi objeto de um inquérito em 2007 sobre seu registro de segurança.
"Em julho de 2007, o avião nos deu motivos para começar um inquérito sobre os registros de segurança da Yemenia", disse o funcionário.
"A preocupação era com os relatórios incompletos de procedimentos e acompanhamentos. Os Estados membros fizeram 24 inspeções nos últimos dois anos, mostrando que os registros estavam melhorando", disse, sobre a Yemenia, que não está na lista negra da União Europeia.
A Airbus disse também que vai fornecer toda a ajuda necessária às autoridades e especialistas do Escritório de Investigação e Análise (BEA) da França, encarregados de esclarecer o acidente.
A BEA anunciou nesta terça-feira o envio de uma equipe de investigadores, que será acompanhada de especialistas da Airbus, às Ilhas Comores, na costa do continente africano.
Lista negra
O chefe de Transporte da União Europeia, Antonio Tajani, afirmou nesta terça-feira que especialistas farão uma investigação para determinar se a companhia aérea deve ser incluída na lista negra de segurança do bloco.
Tajani afirmou ainda que, até o momento, a companhia passou pelos padrões de segurança impostos pelo bloco europeu e por isso não havia entrado para lista de companhias a serem evitadas.
Contudo, ele afirmou que especialistas entrarão em contato com a Yemenita Airways "para ver o que aconteceu e verificar o nível de segurança" de suas operações na Europa.
Sobrevivente
Até o momento, o único sobrevivente da queda do Airbus A310-300 da companhia Yemenia Airways foi um menino, que estava nas águas da costa das Ilhas de Comores. Seu resgate foi intitulado de "milagre" pela imprensa.
"Encontramos um menino com vida. Está atualmente em um barco das equipes de resgate", declarou por telefone o médico Ben Imani, cirurgião no hospital El Maaruf da capital comorense, Moroni.
A informação foi confirmada por Arfachad Salim, coordenador das operações de emergência do Crescente Vermelho (Cruz Vermelha nos países islâmicos) comorense.
Segundo Mohamed al-Sumairi, diretor geral adjunto da Yemenia, que citou informações obtidas com o escritório da empresa em Moroni, outros três corpos foram resgatados pela equipe.
Um avião de reconhecimento encontrou destroços da aeronave nas águas da costa da cidade de Mitsamiouli na manhã desta terça-feira, afirmou o vice-presidente de Comores, Idi Nadhoim.
As operações de busca, contudo, são prejudicadas pelas condições meteorológicas ruins.
Fontes: Folha - Estadão - G1 - AFP - Reuters - AP
SANA - Um porta-voz da companhia aérea Yemenia informou que as equipes de resgate encontraram um sobrevivente do acidente com o Airbus A310, que caiu no Oceano Índico nesta terça-feira,30. Uma criança teria sido o primeiro sobrevivente do acidente com o avião, que levava 142 passageiros e 11 tripulantes e caiu quando se aproximava do aeroporto internacional de Moroni, na ilha Grande Comore, a principal do arquipélago. O voo era procedente de Paris, com escalas em Marselha e em Sana, capital do Iêmen.
Segundo a agência de notícias Reuters, um médico do hospital militar que estava a bordo dos botes de resgate teria avisado que um menino de cinco anos foi retirado das águas. A aeronave caiu cerca de 30 minutos antes de aterrissar, ao norte do arquipélago africano. Autoridades de aviação do Iêmen anunciaram ter retirado do mar alguns corpos de possíveis ocupantes do Airbus A310. O avião caiu por volta da 1h51 desta terça-feira (hora local, 19h51 da segunda-feira em Brasília).
O trecho Paris-Marseille-Iêmen do voo da Yemenia foi percorrido em um Airbus A330. Em Sanaa, os passageiros que se destinavam a Comores trocaram de aeronave, embarcando no A310 que acabou caindo. A Airbus informou que o avião datava de 1990 e tinha 51,9 mil horas de voo. Ele foi comprado "de segunda mão" pela companhia Yemenia em outubro de 1999.
O voo IY626 era o trecho final de uma rota que se iniciou em Paris, na França, com conexão no Iêmen até Comores. Em entrevista coletiva, o vice-presidente da aviação civil iemenita, Mohammed Abdel-Rahman Abdel Qadir, confirmou que as equipes de salvamento deslocadas ao local resgataram uma pessoa com vida, cuja identidade é desconhecida.
Abdel-Rahman também disse que, entre as 153 pessoas que viajavam no avião, havia 11 membros da tripulação: seis iemenitas - o piloto, o copiloto, três aeromoças e um técnico -, dois marroquinos, um filipino, um etíope e um indonésio. Além disso, havia 54 cidadãos de nacionalidade comorense, 26 franceses, um palestino e um canadense. No entanto, o secretário de Estado de Transportes francês, Dominique Bussereau, afirmou que o voo, que saiu originalmente de Paris, transportava 66 pessoas de nacionalidade francesa.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu às Forças Armadas do país para fazer o máximo possível para prestar assistência aos passageiros e à tripulação do avião. Em entrevista à emissora de rádio Europe 1, o ministro dos Transportes da França, Dominique Bussereau, disse que "está se falando" no mau tempo como possível causa do acidente. "Mas neste momento, tudo ainda está muito vago", afirmou.
A maioria dos passageiros era das Ilhas Comores e voltava de Paris, disse o vice-chefe do departamento de aviação civil do Iêmen, Mohammed Abdul Qader. Estavam a bordo famílias com crianças e havia pelo menos três bebês, acrescentou. O funcionário iemenita informou ainda que as investigações do acidente estavam sob coordenação de equipes da França, do Iêmen e das Ilhas Comores.
Segundo Abdul Qader, uma mancha de óleo foi detectada no Oceano a cerca de 25 km do aeroporto de Moroni, capital das Ilhas Comores. "A velocidade do vento era de 61 km/h quando o avião estava pousando", afirmou. Autoridades comorenses teriam afirmado ainda que já foram avistados destroços da aeronave.A companhia aérea Yemenia colocou uma mensagem em seu site na internet, lamentando "o desaparecimento do voo IY626". Em 1996, um avião de uma companhia aérea etíope foi sequestrado e caiu na mesma região, matando a maioria das 175 pessoas a bordo.
Comores, um país formado por três das quatro ilhas do arquipélago de Comores, fica a cerca de 300 km a noroeste de Madagascar, no canal de Moçambique, na África. O país foi protetorado e território ultramarino da França, tendo conquistado a independência em 1975. A grande maioria da população - 98% - é islâmica.
O acidente com o Airbus A310 ocorre no momento em que o acidente com o A330 da Air France, que havia decolado do Rio de Janeiro em 31 de maio com 228 pessoas a bordo, completa um mês. Apenas 51 corpos foram encontrados e as buscas por corpos foram encerradas na última sexta-feira.
França constatou "defeitos" em avião que caiu no Índico
A Direção Geral de Aviação Civil (DGAC) da França constatou em uma investigação de 2007 "um certo número de defeitos" no avião Airbus A310-300 iemenita que caiu no oceano Índico nesta segunda-feira, próxima às Ilhas Comores, com 153 pessoas a bordo. As equipes de resgate procuram os destroços da aeronave após encontrarem, com vida, um menino que estava entre os passageiros.
Segundo o secretário de Transportes francês, Dominique Bussereau, o avião da companhia Yemenia Airways "tinha passado por um controle da DGAC na França em 2007 e foi constatado um certo número de defeitos".
Em entrevista à emissora de TV i-Télé, Bussereau afirmou que, a partir de então, a aeronave foi proibida de voar na França.
A aeronave, contudo, segundo informações das agência, partiu de Paris, na França. Ela fez uma escala em Sana, capital do Iêmen, antes de seguir para o arquipélago --a cerca de 300 km de Madagascar. O avião decolou pouco depois das 21h30 (15h30 no horário de Brasília) e deveria voar durante 4h30 antes de pousar em Moroni, capital comorense.
Não há informações sobre o que teria derrubado a aeronave. Autoridades comorenses e iemenitas afirmam que o mau tempo pode ter contribuído.
A Yemenia Airways usava o aparelho, construído em 1990, desde outubro de 1999, com 51.900 horas de voo acumuladas, segundo um comunicado divulgado pela Airbus.
Um funcionário da Comissão Europeia afirmou, em condição de anonimato, que a mesma aeronave iemenita foi objeto de um inquérito em 2007 sobre seu registro de segurança.
"Em julho de 2007, o avião nos deu motivos para começar um inquérito sobre os registros de segurança da Yemenia", disse o funcionário.
"A preocupação era com os relatórios incompletos de procedimentos e acompanhamentos. Os Estados membros fizeram 24 inspeções nos últimos dois anos, mostrando que os registros estavam melhorando", disse, sobre a Yemenia, que não está na lista negra da União Europeia.
A Airbus disse também que vai fornecer toda a ajuda necessária às autoridades e especialistas do Escritório de Investigação e Análise (BEA) da França, encarregados de esclarecer o acidente.
A BEA anunciou nesta terça-feira o envio de uma equipe de investigadores, que será acompanhada de especialistas da Airbus, às Ilhas Comores, na costa do continente africano.
Lista negra
O chefe de Transporte da União Europeia, Antonio Tajani, afirmou nesta terça-feira que especialistas farão uma investigação para determinar se a companhia aérea deve ser incluída na lista negra de segurança do bloco.
Tajani afirmou ainda que, até o momento, a companhia passou pelos padrões de segurança impostos pelo bloco europeu e por isso não havia entrado para lista de companhias a serem evitadas.
Contudo, ele afirmou que especialistas entrarão em contato com a Yemenita Airways "para ver o que aconteceu e verificar o nível de segurança" de suas operações na Europa.
Sobrevivente
Até o momento, o único sobrevivente da queda do Airbus A310-300 da companhia Yemenia Airways foi um menino, que estava nas águas da costa das Ilhas de Comores. Seu resgate foi intitulado de "milagre" pela imprensa.
"Encontramos um menino com vida. Está atualmente em um barco das equipes de resgate", declarou por telefone o médico Ben Imani, cirurgião no hospital El Maaruf da capital comorense, Moroni.
A informação foi confirmada por Arfachad Salim, coordenador das operações de emergência do Crescente Vermelho (Cruz Vermelha nos países islâmicos) comorense.
Segundo Mohamed al-Sumairi, diretor geral adjunto da Yemenia, que citou informações obtidas com o escritório da empresa em Moroni, outros três corpos foram resgatados pela equipe.
Um avião de reconhecimento encontrou destroços da aeronave nas águas da costa da cidade de Mitsamiouli na manhã desta terça-feira, afirmou o vice-presidente de Comores, Idi Nadhoim.
As operações de busca, contudo, são prejudicadas pelas condições meteorológicas ruins.
Fontes: Folha - Estadão - G1 - AFP - Reuters - AP
Localizados destroços do Airbus A-310 da Yemenia

O Airbus A-310 prefixo 70-ADJ envolvido no acidente de hoje.
Avião Airbus A310-300 estava com 153 pessoas a bordo no momento do acidente entre o Iêmen e Comores
Foto de arquivo de avião no Aeroporto de SanáSANA - Os primeiros passageiros do Airbus A310, prefixo 7O-ADJ,que caiu no Oceano Índico, na costa das Ilhas Comores, foram localizados nesta terça-feira. O anúncio foi feito pelo vice-presidente da aviação civil iemenita, Mohamed Abdelrahman Abdelqader.
Abdelrahman disse ainda para a imprensa que o Airbus 310-300, tinha decolado da cidade de Sana às 18h45 local (12h45 de Brasília) com 153 pessoas a bordo entre passageiros e tripulação, fazendo o voo 626.
O vice-presidente da aviação civil iemenita, Mohammed Abdel-Rahman Abdel Qadir, anunciou que foram encontrados os primeiros corpos de ocupantes do avião da companhia Yemenia Air que caiu na noite (local) desta segunda-feira no Oceano Índico em frente à costa das ilhas Comores.
A bordo viajavam 142 passageiros e 11 tripulantes, reporta a agência France Press. Haviam também 3 bebês na aeronave. Da tripulação, 66 franceses eram franceses, confirmou o ministro das Relações Exteriores, Bernard Kouchner.
Em entrevista coletiva, Abdel-Rahman informou que o avião, um Airbus 310-300, tinha decolado de Sana às 18h45 locais (12h45 de Brasília), no voo IY-626, com 153 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulação.
O funcionário disse ainda que as causas do acidente são desconhecidas.
O avião perdeu contato com a torre de controle à 1h51 local (19h51 de Brasília), quando se preparava para a aterrissagem. Um funcionário das Nações Unidas no aeroporto, que não quis ser identificado, disse que a torre de controle havia recebido notificação de que a aeronave se dirigia a terra, e então perdeu o contato com ela.
O aparelho caiu no Oceano Índico, a 30 quilômetros de seu destino, o aeroporto de Moroni, capital de Comores. "Uma equipe técnica iemenita viajará imediatamente às ilhas Comores para investigar as causas do acidente", disse Abdel-Rahman.
O vice-presidente da aviação civil iemenita informou ainda que nomomento do acidente era registrada uma tempestade com ventos de 61 km/h.
Além disso, disse que vários helicópteros e duas embarcações de guerra francesas começaram os trabalhos de resgate.
A França enviou dois barcos da armada e um avião de transporte militar do tipo Transall a Comores, onde esta madrugada ocorreu o acidente.
Os barcos, equipados com lanchas rápidas, estão perto das costas de Madagáscar e não chegarão até o local do acidente até quarta-feira.
Parentes de passageiros de voo que seguia para Comores chegam ao aeroporto Charles de Gaulle, nos arredores de Paris, para obter informações sobre a vítimas do acidente. (Foto: Reuters)As autoridades francesas abriram um centro de ajuda psicológica nos aeroportos de Paris e Marselha para atender aos familiares das vítimas. França e Comores estabeleceram laços estreitos desde que as ilhas ficaram independentes em 1975. O Ministério de Relações Exteriores da França estima que 200 mil pessoas provenientes de Comores vivam na França.
No momento se desconhece a nacionalidade dos passageiros, mas as autoridades francesas não descartam que haviam outras nacionalidades no avião.
A primeira escala ocorreu em Marselha, onde embarcaram mais passageiros. O voo aterrissou depois em Sana, Capital do Iêmen, onde foram apanhados alguns passageiros que haviam embarcado em Marselha e onde o resto trocou de avião para embarcar em um A 310 para ir até Yibuti, última escala antes da chegada a Moroni. A dez minutos da aterrissagem, o avião se despedaçou no mar.
Este é o segundo Airbus que cai no mar neste mês. Um Airbus A330-200 da Air France se estatelou em 1º de junho no Oceano Atlântico, próximo a costa de Fernando de Noronha, no Brasil, matando seus 228 passageiros.
Atualização - 07:39
Sobrevivente é encontrado após queda de Airbus no Índico
Um porta-voz da companhia aérea Yemenia informou que as equipes de resgate encontraram um sobrevivente do acidente com o Airbus A310, que caiu no Oceano Índico nesta terça-feira.
"Há informações de que o sobrevivente seja uma criança, mas não temos mais detalhes", disse à BBC Brasil um porta-voz da Yemenia.
O avião levava pelo menos 142 passageiros a bordo, além de 11 tripulantes, e havia decolado de Sanaa, no Iêmen, com destino a Moroni, em Comores. A aeronave caiu cerca de 30 minutos antes de aterrissar, ao norte do arquipélago africano.
Autoridades de aviação do Iêmen anunciaram ter retirado do mar alguns corpos de possíveis ocupantes do Airbus A310. O avião caiu por volta da 1h51 desta terça-feira (hora local, 19h51 da segunda-feira em Brasília).
O voo IY626 era o trecho final de uma rota que se iniciou em Paris, na França, com conexão no Iêmen até Comores. A maioria de passageiros era de comorenses, mas também havia 66 franceses a bordo.
A marinha francesa vai enviar dois navios e um avião de transporte militar, que irá transportar até Comores mergulhadores franceses, lanchas infláveis rápidas e uma equipe de médicos e enfermeiros, segundo Christophe Prazuck, porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu às Forças Armadas do país para fazer o máximo possível para prestar assistência aos passageiros e à tripulação do avião.
Em entrevista à emissora de rádio Europe 1, o ministro dos Transportes da França, Dominique Bussereau, disse que "está se falando" no mau tempo como possível causa do acidente. "Mas neste momento, tudo ainda está muito vago", afirmou.
O vice-presidente de Comores, Idi Nadhoim, disse que ainda não se sabe se há sobreviventes.
Destroços
Segundo o correspondente da BBC para a África Oriental, Will Ross, militares da França estão ajudando o governo de Comores nas operações de resgate.
Autoridades comorenses teriam afirmado ainda que já foram avistados destroços da aeronave.
A companhia aérea Yemenia colocou uma mensagem em seu site na internet, lamentando "o desaparecimento do voo IY626".
Fontes: Estadão - Folha - Efe- AFP - Reuters - G1
Avião da Yemenia cai no Oceano índico com 154 a bordo
Ainda não há informação sobre sobreviventes; arquipélago fica a 300 quilômetros de Madagáscar, na África
Report: Yemeni plane crashes with 154 aboard
MORONI - Um avião comercial modelo Airbus A-310 da companhia aérea estatal do Iêmen, Yemenia Air, fazendo o voo Y626 , caiu no Oceano Índico com 154 pessoas a bordo, informou uma importante autoridade governamental nesta terça-feira, 30.
"Não sabemos se há sobreviventes entre as 150 pessoas a bordo do avião", disse o vice-presidente de Comores Idi Nadhoim à agência Reuters do aeroporto da capital da ilha principal, Moroni.
Nadhoim afirmou que a tragédia aconteceu nas primeiras horas de terça-feira, mas ressaltou que não pode dar mais detalhes. Ainda não se sabe a localização exata do acidente, mas um funcionário médico na cidade de Mitsamiouli, na ilha principal Grande Comore, disse que foi chamado para o hospital.
"Eles me chamaram para ir ao hospital, dizendo que um avião se acidentou", afirmou ele.
Uma fonte policial de Comores disse que acreditava que o avião havia caído no mar.
"Nós realmente não temos capacidade de salvamento marítimo", afirmou.
A aeronave procedia de Sana, de onde partiu às 21:30 ( horário local ), com destino a Moroni, capital de Comores. Ao que tudo indica, o acidente ocorreu faltando meia hora para a chegada ao destino. Normalmente o voo dura 4 horas e meia.
O avião transportava 143 passgeiros, em sua maioria comorenses e 11 tripulantes, ou seja 154 pessoas à bordo. O avião iniciou seu voo em Paris e fez escala em Sana para em seguida seguir para Moroni.
A Yemenia faz 3 voos semanais nesta rota.
A frota da companhia é composta por dois Airbus 330-200s, quatro Airbus 310-300s e quatro Boeing 737-800s, segundo o site da empresa.
O arquipélago de Comores cobre três pequenas ilhas vulcânicas, Grande Comore, Anjouan and Moheli, no Canal do Moçambique, a 300 quilômetros de Madagáscar.
Mais Informações:
Ibrahim Kassim, representante do organismo de segurança aérea da África francófona, ASECNA, informou que a aeronave provavelmente caiu entre 5 e 10 km da costa da principal ilha das Comores e que embarcações civis e militares foram mobilizadas para iniciar as buscas.
" Achamos que o local da queda está em algum trecho da aproximação inicial ao aeroporto", Kassim declarou à Reuters. " As condições de tempo no local não são favoráveis e o mar está muito agitado".
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Aeroporto Moroni-Prince Said Ibrahim In, em Moroni
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Local de acidente aéreo é destino turístico na costa da África
As Ilhas Comores são um destino turístico na costa oriental da África, no Oceano Índico, muito procurado por causa da pesca e do mergulho e conhecido por suas praias de areia branca e exuberantes paisagens. Nesta segunda-feira, um avião da companhia estatal iemenita Yemenia Air caiu no mar, com 150 pessoas a bordo, perto do arquipélago.
Moroni é a capital da União das Comores (antiga República Federal Islâmica de Comores), que conta com uma população de 613.606 habitantes e que desde sua independência da França, em 1975, sofreu vários golpes de Estado.
Comores é formada por três pequenas ilhas vulcânicas, Grande Comores, Anjouan e Moheli, no Canal de Moçambique, 300 km a noroeste de Madagáscar e a uma distância semelhante do litoral leste do continente africano.
O árabe e o francês são as línguas oficiais do território, e 86% de sua população professam o islamismo. Povoado por muçulmanos e portugueses nos séculos 12 e 14, respectivamente, o arquipélago de Comores passou a ser um Protetorado francês em 1886.
Em 1961, as ilhas conquistaram a autonomia interna, e em 1974, com exceção de Mayotte, os moradores de Comores votaram em plebiscito sua independência, que no ano seguinte a Câmara dos Deputados proclamaria unilateralmente.
O islamita Abdallah Mohammed Sambi é o atual chefe de Estado, e a Presidência da União é rotatória entre as três ilhas a cada quatro anos.
A nova Carta Magna, aprovada em referendo em 2001, rebatizou o país como União das Comores e estabelece que cada uma das três ilhas tem garantida sua autonomia, seu próprio presidente e Constituição.
Fonte: Reuters - G1 - Folha - Estadão - CNN - AirdisarterCom
Report: Yemeni plane crashes with 154 aboard
MORONI - Um avião comercial modelo Airbus A-310 da companhia aérea estatal do Iêmen, Yemenia Air, fazendo o voo Y626 , caiu no Oceano Índico com 154 pessoas a bordo, informou uma importante autoridade governamental nesta terça-feira, 30."Não sabemos se há sobreviventes entre as 150 pessoas a bordo do avião", disse o vice-presidente de Comores Idi Nadhoim à agência Reuters do aeroporto da capital da ilha principal, Moroni.
Nadhoim afirmou que a tragédia aconteceu nas primeiras horas de terça-feira, mas ressaltou que não pode dar mais detalhes. Ainda não se sabe a localização exata do acidente, mas um funcionário médico na cidade de Mitsamiouli, na ilha principal Grande Comore, disse que foi chamado para o hospital.
"Eles me chamaram para ir ao hospital, dizendo que um avião se acidentou", afirmou ele.
Uma fonte policial de Comores disse que acreditava que o avião havia caído no mar.
"Nós realmente não temos capacidade de salvamento marítimo", afirmou.
A aeronave procedia de Sana, de onde partiu às 21:30 ( horário local ), com destino a Moroni, capital de Comores. Ao que tudo indica, o acidente ocorreu faltando meia hora para a chegada ao destino. Normalmente o voo dura 4 horas e meia.
O avião transportava 143 passgeiros, em sua maioria comorenses e 11 tripulantes, ou seja 154 pessoas à bordo. O avião iniciou seu voo em Paris e fez escala em Sana para em seguida seguir para Moroni.
A Yemenia faz 3 voos semanais nesta rota.
A frota da companhia é composta por dois Airbus 330-200s, quatro Airbus 310-300s e quatro Boeing 737-800s, segundo o site da empresa.
O arquipélago de Comores cobre três pequenas ilhas vulcânicas, Grande Comore, Anjouan and Moheli, no Canal do Moçambique, a 300 quilômetros de Madagáscar.
Mais Informações:
Ibrahim Kassim, representante do organismo de segurança aérea da África francófona, ASECNA, informou que a aeronave provavelmente caiu entre 5 e 10 km da costa da principal ilha das Comores e que embarcações civis e militares foram mobilizadas para iniciar as buscas.
" Achamos que o local da queda está em algum trecho da aproximação inicial ao aeroporto", Kassim declarou à Reuters. " As condições de tempo no local não são favoráveis e o mar está muito agitado".
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Aeroporto Moroni-Prince Said Ibrahim In, em Moroni
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Um Airbus A-310 da Yemenia
Local de acidente aéreo é destino turístico na costa da África
As Ilhas Comores são um destino turístico na costa oriental da África, no Oceano Índico, muito procurado por causa da pesca e do mergulho e conhecido por suas praias de areia branca e exuberantes paisagens. Nesta segunda-feira, um avião da companhia estatal iemenita Yemenia Air caiu no mar, com 150 pessoas a bordo, perto do arquipélago.
Moroni é a capital da União das Comores (antiga República Federal Islâmica de Comores), que conta com uma população de 613.606 habitantes e que desde sua independência da França, em 1975, sofreu vários golpes de Estado.
Comores é formada por três pequenas ilhas vulcânicas, Grande Comores, Anjouan e Moheli, no Canal de Moçambique, 300 km a noroeste de Madagáscar e a uma distância semelhante do litoral leste do continente africano.
O árabe e o francês são as línguas oficiais do território, e 86% de sua população professam o islamismo. Povoado por muçulmanos e portugueses nos séculos 12 e 14, respectivamente, o arquipélago de Comores passou a ser um Protetorado francês em 1886.
Em 1961, as ilhas conquistaram a autonomia interna, e em 1974, com exceção de Mayotte, os moradores de Comores votaram em plebiscito sua independência, que no ano seguinte a Câmara dos Deputados proclamaria unilateralmente.
O islamita Abdallah Mohammed Sambi é o atual chefe de Estado, e a Presidência da União é rotatória entre as três ilhas a cada quatro anos.
A nova Carta Magna, aprovada em referendo em 2001, rebatizou o país como União das Comores e estabelece que cada uma das três ilhas tem garantida sua autonomia, seu próprio presidente e Constituição.
Fonte: Reuters - G1 - Folha - Estadão - CNN - AirdisarterCom
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