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Veja mapa e saiba mais sobre os fatores que causam chuva em SP

As chuvas que atingem São Paulo causaram, desde o dia 1º de janeiro de 2009, 65 mortes no Estado, segundo a Defesa Civil.

Mais de 20 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas no período, de acordo com o balanço. No total, 29 cidades decretaram situação de emergência e duas em estado de calamidade pública (Cunha e São Luiz do Paraitinga).

Saiba porque chove tanto em São Paulo










Fonte: FOLHA

Atibaia "enlata" desabrigados das enchentes em contêineres

O transbordamento de duas represas na região transformou 15 bairros de Atibaia (a 64 km de São Paulo) em lagoas, atingindo 900 famílias, com 66 delas desabrigadas.

Retiradas de barracos da Vila São José --favela que virou um braço do rio Atibaia--, 14 famílias passaram a morar em contêineres, montados em um campo de futebol localizado no alto de um morro vizinho.

A idéia de alugar os contêineres habitacionais partiu da própria Defesa Civil da cidade. O plano da Prefeitura é resguardar essas pessoas no local por seis meses, até conseguir casas de alvenaria. Outras 50 famílias estão alojadas em quadras de escola.

Com a vazão e desbordamento de represas rio acima, a cidade paulista está em estado de emergência, com 15 bairros alagados, 900 famílias afetadas, sendo 66 delas desabrigadas. Além do refúgio em escolas, a prefeitura local alugou contêineres para receber os flagelados.



Fontes: FOLHA - TV UOL

Chuva alaga ruas de São José do Rio Preto

Na capital, chove sem parar desde a noite de quinta-feira. Previsão é de mais chuva ao longo desta sexta.

Uma chuva forte de 30 minutos fez a água subir até 50 centímetros nas principais ruas e avenidas de São José do Rio Preto, a 438 quilômetros da capital paulista.

Pessoas ficaram ilhadas com a enxurrada que alagou a cidade. Os bombeiros foram acionados para resgatar pessoas ilhadas..

Previsão do tempo

Nesta sexta-feira (15), o dia vai ser de tempo fechado e chuvoso em quase todo o estado. Em alguns momentos, a chuva vem com mais força. Em outros, enfraquece. Apenas na região entre Presidente Prudente e Marília é que vai ter sol durante a manhã. Entretanto, a tarde as pancadas voltam fortes.

A frente fria que trouxe a chuva para o estado já se afastou para o sul do Rio de Janeiro. A partir de agora, o estado está agora sob a influencia de um canal de umidade que vem da amazônia. Por isso as chuvas fortes persistem.

Com o céu nublado e a chuva, as temperaturas caem um pouco. As máximas previstas são de 25ºC na capital paulista, 27ºC em São Vicente e 28ºC em Barretos.

No fim de semana, a chuva continua, principalmente no sábado (16). As temperaturas também caem, mas voltam a subir no domingo (17), quando o sol chega a aparecer na capital. No interior, o fim de semana será de chuva forte.




Fontes: G1- TV Globo

Enchente danificou 300 imóveis em Paraitinga (SP)

IPT vistoriou 80 edificações históricas e diz que metade tem de ser reformada


Moradores começaram o trabalho de limpeza dos imóveis que foram liberados somente para a entrada/Daia Oliver/R7

Levantamento do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), órgão do governo do Estado, aponta que 300 imóveis foram afetados pela enchente que alagou São Luís do Paraitinga (182 km de São Paulo) no dia 1º deste ano. Documentos históricos, como os registros da cidade, podem ter se perdido com a inundação do Fórum e do cartório da cidade de São Luís.

O IPT deve analisar todo o conjunto arquitetônico histórico de São Luís, com 437 imóveis tombados pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico).

Das 80 construções vistoriadas, todas que pertencem ao patrimônio histórico, ao menos metade precisará ser restaurada, entre elas, 28 casas que ficam na praça Oswaldo Cruz, praça central da cidade, onde ficava a igreja matriz que foi destruída totalmente pela força das águas. A capela das Mercês também foi destruída. Metade do prédio da prefeitura terá de ser restaurado. A construção que abrigava a biblioteca da cidade também ruiu completamente, de acordo com os técnicos.

Os pesquisadores do IPT estão no município para verificar a segurança estrutural das construções remanescentes, das encostas e taludes [morros] nas áreas urbana e rural.

O IPT fará um relatório com recomendações para a recuperação dos imóveis da área urbana. Serão investigados os fatores que fizeram com que o rio chegasse a um nível sem precedentes históricos. Antes, a pior inundação havia chegado ao pé da escada da igreja matriz, o que representa aproximadamente sete metros.


Fonte: R7

Vale do Paraíba é a região mais afetada pelas chuvas em SP, diz Defesa Civil

Segundo órgão, estado tem 3.887 desalojados e 990 desabrigados.
Em Cunha, 12 mil pessoas estão isoladas na área rural.


São Luiz do Paraitinga ( parte histórica ) foi tomada pelas águas e tem 2.400 pessoas desalojadas (Foto: Juliana Cardilli/G1)

O Vale do Paraíba é a região mais afetada pelas chuvas no estado de São Paulo desde o dia 1º de janeiro, segundo balanço da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil. De acordo com o órgão, até 10h desta terça-feira (5), o estado tinha o registro de 3.887 pessoas desalojadas, 990 desabrigadas e dez mortes provocadas pelas chuvas.

A maior parte dos desabrigados e desalojados está em cidades da região do Vale do Paraíba. A mais afetada é São Luiz do Paraitinga, a 182 km de São Paulo, onde o nível do rio que corta a cidade subiu 10 metros causando inundações e desabamentos. O centro histórico da cidade ficou destruído, e 4 mil pessoas chegaram a ser retiradas de casa.

Nesta terça, segundo a Defesa Civil, 30 pessoas permaneciam desabrigadas e 2.400 desalojadas. Outra cidade bastante afetada é Cunha, na mesma região. Os números de desabrigados e desalojados são mais baixos – 13 e 356, respectivamente – mas 12 mil pessoas estão isoladas nas áreas rurais devido às quedas de barreiras e pontes. A prefeitura decretou estado de calamidade pública.

De acordo com a Defesa Civil, essas pessoas só conseguem sair das áreas afetadas a pé. Na noite do dia 1º, um desabamento causou a morte de seis pessoas da mesma família. Apenas uma mulher sobreviveu.



Leia também:



Fonte: G1 - TV Globo

Chuvas deixam 20 mil desabrigados em São Paulo

Cerca de 20 mil pessoas de 15 municípios paulistas tiveram que deixar suas casas devido às fortes chuvas que atingem o Estado desde quinta-feira, onde já foram registradas 15 mortes.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), visitou domingo a região do Vale do Paraíba, onde várias cidades foram atingidas. O Vale e Ubatuba juntos somam 7.200 desalojados, que estão hospedados em casas de amigos e parentes e cinco mil desabrigados que estão dependendo de abrigos públicos.

De acordo a Defesa Civil, São Luiz de Paraitinga (SP) foi a cidade mais afetada pelos temporais, com mais de nove mil pessoas desabrigadas. O município está sem água potável, telefone, energia elétrica e continua isolado devido à elevação do nível da água do rio Paraitinga que transbordou e obrigou a interdição da Rodovia Oswaldo Cruz, que liga Taubaté a Ubatuba, no litoral Norte, fechando os acessos à cidade.

Um homem morreu soterrado ao tentar desobstruir parte da estrada no distrito de Santa Cruz do Rio Abaixo. Alimentos, material de higiene e limpeza, roupas e colchões para as vítimas já foram enviados à cidade, que virou a prioridade da Defesa Civil do estado. Dois helicópteros e 12 embarcações estão sendo utilizados pela Polícia Militar nas buscas dos desabrigados. Aproximadamente 80 homens do Corpo de Bombeiros foram destacados para trabalhar na cidade.

Em Guaratinguetá (SP), a Defesa Civil já começou a receber doações. O município tem aproximadamente 350 desabrigados que precisam principalmente de leite e toalha de banho.

Cunha, Aparecida, Cruzeiro, Campos de Jordão, Caçapava, São José dos Campos, Bananal, Paraibuna, Natividade da Serra são outros municípios do Estado que enfrentam problemas com deslizamentos e enchentes.

Fonte: Terra

Danos por chuva superam R$ 50 mi em São Luiz do Paraitinga; Serra promete ajuda


Escombros da igreja matriz, destruída pela chuva em São Luiz do Paraitinga; centro histórico da cidade ficou totalmente alagado/Joel Silva/Folha Imagem

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse neste domingo em São Luiz do Paraitinga (182 km de São Paulo) que é possível reconstruir a cidade e recuperar ao menos parte do patrimônio histórico destruído pelas chuvas. Sem falar em dinheiro, ele afirmou que o governo do Estado vai ajudar no que for preciso para a reconstruir o município.

Segundo o governador, é preciso fazer um levantamento para saber quanto será necessário para a reconstrução da cidade, que ficou totalmente alagada. A prefeita Ana Lúcia Bilard Sicherle (PSDB) estima em ao menos R$ 50 milhões a verba necessária, sem incluir a recuperação do patrimônio histórico.

Em visita à cidade, Serra pediu que o município não cancele a sua programação de Carnaval --uma das que mais atraem foliões no Estado. A prefeita disse, no entanto, que não há clima para a cidade realizar a festa, e confirmou o cancelamento.

Serra disse também que técnicos da Secretaria de Estado da Cultura vão fazer um estudo para saber se é possível e como deverá ser feita a restauração dos imóveis históricos.

Vítima

Um deslizamento de terra ocorrido neste domingo no bairro do Bom Retiro deixou uma pessoa soterrada. Segundo a Defesa Civil Estadual, a situação continua crítica na região, e até o início da noite a vítima ainda não havia sido removida.

Estragos

Com o grande volume de chuva, o rio Paraitinga, que corta a cidade, transbordou. Imóveis ficaram praticamente cobertos pela água. Todo o centro histórico --que abriga o conjunto arquitetônico de casas térreas e sobrados-- foi inundado. De acordo com informações da prefeitura, a área tem cerca de 90 imóveis tombados pelo patrimônio histórico de São Paulo.

Prédios históricos estão danificados, entre eles a igreja matriz São Luiz de Tolosa, construída no século 19, que desabou no sábado.


Enchente deixa São Luiz do Paraitinga debaixo d'água; prédios históricos na cidade ficaram danificados/ Mario Angelo/Folhapress

Com a chuva, o nível do rio subiu quase 15 metros. As águas já baixaram cerca de 3,5 metros desde ontem, e a expectativa é que sejam necessários mais três dias para voltar à normalidade, afirma a Defesa Civil.

Ao todo, a cidade tem mais de 9.000 pessoas desabrigadas ou desalojadas. Mais de 3.000 pessoas, entre turistas e moradores, estão ilhados na região alta da cidade. Botes enviados pela Polícia Militar e pelo Exército levam alimentos e bebidas e, na volta, trazem as pessoas para a rodovia, onde a Defesa Civil Estadual montou uma base de apoio.

Ainda há riscos de muitos deslizamentos na cidade, que estão sendo analisados por geólogos no local. Os telefones fixos não funcionam, as ligações por celular estão instáveis e não há iluminação na parte alta da cidade. "Quase metade da cidade está submersa. No centro histórico, até o telhado está debaixo d'água", disse o coronel Luiz Massao Kita, coordenador da Defesa Civil Estadual.

Fonte: FOLHA - ROGÉRIO PAGNAN, da Folha de S.Paulo e ESTELITA HASS CARAZZAI

São Luís do Paraitinga decreta estado de calamidade pública por causa da chuva

20% da população do município tiveram de sair de casa, interior de SP.
Em Aparecida, 135 residências foram atingidas por temporal de sexta (1º)

A prefeitura de São Luís do Paraitinga, a 182 quilômetros de São Paulo, decretou estado de calamidade pública depois de mais de 2 mil pessoas da cidade (20% da população) ficarem desabrigadas. Suas casas ficaram alagadas por causa da chuva que atingiu o estado na sexta-feira (1º).

Segundo a Defesa Civil, os acessos a São Luis do Paraitinga estão interditados. Na zona rural, alguns bairros estão isolados por conta de alagamentos e queda de barreiras e nem os técnicos conseguem chegar aos locais atingidos. O Rio Paraitinga subiu dez metros. A cidade está sem comunicação e o abastecimento de água e luz está prejudicado.

Todo o comércio e cerca de 500 casas do centro histórico foram atingidas pela água. Botes foram usados para retirar os moradores que ficaram ilhados. Os agentes da Defesa Civil pedem doações de mantimentos, água, colchão, cesta básica e medicamentos.




Aparecida


A Basílica de Aparecida do Norte (Foto: Divulgação/Santuário de Aparecida)

O chefe da Defesa Civil de Aparecida, João Paulo Bittencourt do Amaral, disse ao G1 na tarde desta sexta-feira (1) que pelo menos 133 famílias tiveram que deixar suas casas nos últimos dois dias por causa das fortes chuvas na cidade, que provocaram o transbordamento do Rio Paraíba do Sul. Outras 155 famílias abandoram suas casas em Guaratinguetá, a 187 km de São Paulo, por causa de enchentes e alagamentos.
De acordo com o chefe da Defesa Civil de Aparecida,  ainda não há informações sobre vítimas. A chuva forte não atingiu a Basílica Nacional de Aparecida.

Na quarta-feira (30) Aparecida recebeu 85 milímetros de chuva. Na quinta-feira (31), a chuva atingiu 65 milímetros. Nesta sexta-feira (1º), a chuva diminuiu e a situação começa a ficar sob controle.

Guaratinguetá
 
O coordenador interino da Defesa Civil de Guaratinguetá, a 187 km de São Paulo, André Luiz de Paula Marques, disse ao G1 que pelo menos 150 famílias foram obrigadas a deixar suas casas por causa das fortes chuvas que atingiram a região desde quarta-feira (30).

A maioria das famílias teve as casas alagadas pela cheia no rio Paraíba do Sul, cujo nível está quatro metros acima do normal por uma extensão de dois quilômetros, embora a chuva tenha perdido intensidade. Entre 50 e 60 famílias foram retiradas de suas casas pela Defesa Civil por causa do risco de deslizamento de terra em áreas próximas ao centro da cidade, construído em um vale.

Segundo o chefe da Defesa Civil, os números oficiais não contabilizam as famílias que deixaram as casas espontaneamente, sem ajuda da Defesa Civil. Ainda não há informações sobre vítimas, mas parte das casas mais próximas ao rio Paraíba foram arrastadas pela correnteza. 
De acordo com a Defesa Civil Estadual de São Paulo, os problemas provocados pelas chuvas durante a virada do ano se concentram no Vale do Paraíba, mas ainda não há um balanço da situação. O chefe da Defesa Civil em Aparecida, disse que houve problemas também em Cunha e em Guaratinguetá. Nesta última cidade, segundo a Polícia Militar Rodoviária, houve queda de barreira, mas os acessos à cidade não foram afetados.
  
Queda de barreira provoca interdição na Rio-Santos no litoral norte de SP

Uma queda de barreira causava interdição de uma faixa da Rodovia Rio-Santos no km 7, no sentido capital paulista, nesta sexta-feira (1º) em Ubatuba, a 226 quilômetros da cidade de São Paulo, no litoral norte do estado.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o problema ocorreu por volta das 9h deste sexta e a terra que ficou na rodovia interditava também o acostamento.

Às 13h40, não havia previsão de liberação da faixa interditada, segundo a PRF, pois ainda chovia forte na região. No horário, não havia congestionamento no local.




Fontes: G1- TV Globo

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