Empresa lança quatro versões diferentes que podem ser compradas em lojas
A Microsoft lançou nesta quarta-feira (28) no Brasil uma nova versão do pacote de aplicativos Office, famoso por programas como Word, Excel, PowerPoint e Outlook. Um dos destaques do pacote é a possibilidade de conectar os programas à web e trabalhar em arquivos de maneira compartilhada. Também dá para salvar arquivos na web, como uma espécie de Google Docs.
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Índia apresenta tablet de US$ 35
Aparelho móvel é destinado a estudantes indianos. Produto roda Linux, tem tecla touchscreen e conexão Wi-Fi.
O governo indiano apresentou nesta quinta-feira (22) um tablet que será usado por estudantes da Índia a partir do ano que vem. O aparelho portátil, semelhante ao iPad, da Apple, custará em torno de US$ 35.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento de Recursos Humanos indiano, Kapil Sibal, o governo vai subsidiar 50% do custo do produto, que custará então cerca de US$ 17 para os estudantes.
O aparelho, com tela touchscreen, conexão Wi-Fi e sistema operacional baseado em Linux foi desenvolvido em colaboração com especialistas de institutos de tecnologia de diversas cidades indianas, e se tiver apoio de grandes companhias, poderá ser produzido em massa.
Com parcerias, o governo indiano pretende ter tablets com preços ainda mais populares, chegando a US$ 10.
No que deu os computadores populares aos estudantes brasileiros? Alguém lembra do assunto?
Fontes: G1- REUTERS
O governo indiano apresentou nesta quinta-feira (22) um tablet que será usado por estudantes da Índia a partir do ano que vem. O aparelho portátil, semelhante ao iPad, da Apple, custará em torno de US$ 35.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento de Recursos Humanos indiano, Kapil Sibal, o governo vai subsidiar 50% do custo do produto, que custará então cerca de US$ 17 para os estudantes.
Ministro indiano Kapil Sibal mostra mostra tablet de US$ 35 destinado a estudantes da Índia. (Foto: AFP)
O aparelho, com tela touchscreen, conexão Wi-Fi e sistema operacional baseado em Linux foi desenvolvido em colaboração com especialistas de institutos de tecnologia de diversas cidades indianas, e se tiver apoio de grandes companhias, poderá ser produzido em massa.
Com parcerias, o governo indiano pretende ter tablets com preços ainda mais populares, chegando a US$ 10.
Comentário
No que deu os computadores populares aos estudantes brasileiros? Alguém lembra do assunto?
Fontes: G1- REUTERS
Firefox 4.0 pré-beta já pode ser baixado
Versão pré-beta do navegador tem abas no topo da página
Aa Mozilla lançou na terça-feira, 29, a versão pré-beta do Firefox 4.0, que pode ser baixado gratuitamente aqui (tanto para Windows, Linux e Apple; fique atento ao nome do link antes de baixar, para que você faça o download da versão compatível com seu sistema operacional).
Navegação no Firefox 4.0: abas no topo/Foto: Reprodução do site Gizmodo
Mas lembre-se, está é uma versão pré-beta. Ou seja, ela deve conter diversos problemas e funções ainda não totalmente desenvolvidas. A Fundação Mozilla compara a versão de testes de “campo minado”. Quem ainda assim arriscar vai encontrar como principal mudança a localização das abas no topo da página (como na imagem acima). Abaixo, Alex Faaborg, da Mozilla, explica em vídeo a opção de deixar as abas no topo (o que pode ser desabilitado por qualquer um que queira voltar ao antigo modo).
Fontes: O ESTADO DE S PAULO - GIZMODO
Microsoft aposta seu futuro no celular e em games pela internet
Empresa muda para competir com Apple e Google e retomar liderança nesses mercados
Microsoft corre contra o tempo para retomar sua liderança no mercado de smartphones com o lançamento do Windows Phone 7/Getty Images
As alterações executivas da Microsoft na chefia de suas unidades móvel e de games, na semana passada.
As mudanças também deram maior controle a Steve Ballmer, executivo-chefe da companhia, sobre as iniciativas de concorrência com Apple e Google, além de revelar a determinação da empresa em seguir a moda no mercado de computação.
Poucos esperam que essas mudanças transformem o setor de entretenimento e aparelhos da Microsoft em um líder de mercado, superando iPhones e Wiis do dia pra noite.
Mas a Microsoft - famosa por sua capacidade de absorver novas tecnologias - não vai parar de investir nos setores de móveis e videogames, explica o analista do setor de tecnologia da McAdams Wright Ragen, Sid Parakh.
- O fracasso não é uma opção. O Android e o iPhone estão bem na frente, será uma batalha difícil. Mas é algo que a Microsoft precisa fazer.
Há alguns anos, a Microsoft decidiu focar seus negócios futuros no que chamou de "três telas e uma nuvem" - televisão, computador e telefone - todos conectados pela internet, conta Parrakh. Segundo ele,o setor móvel é uma parte essencial disso porque "estamos todos cada vez mais ligados a nossos aparelhos móveis".
A fabricante de softwares tem de brigar para conseguir retomar a liderança no mercado de smartphones, após cair para o quinto lugar, atrás dos sistemas operacionais Android, do Google, o iPhone da Apple, o BlackBerry da RIM e o Symbian da Nokia.
O novo Windows Phone 7, que será lançado em aparelhos novos em meados do ano, pode ser a última chance para a Microsoft conquistar consumidores com as formas de computação em constante mutação.
As pessoas estão usando cada vez mais seus smartphones, que geralmente não operam com o Windows, e cada vez menos seus PCs, que na grande maioria ainda rodam no sistema operacional da Microsoft.
O iPad da Apple - lançado em outros nove países fora dos EUA na última quinta-feira (27) - já se tornou um campeão de vendas, e fabricantes de hardware estão correndo atrás do sucesso do tablet com seus próprios aparelhos, muitos dos quais não usarão o Windows como sistema operacional.
Já os negócios com entretenimento gerando grande parte, senão todo o lucro operacional de R$ 1,5 trilhão (US$ 851 milhões) da unidade de móveis e entretenimento nos primeiros nove meses do ano fiscal.
A Microsoft vendeu 40 milhões de consoles do Xbox 360 e afirma ter 23 milhões de assinantes da rede Xbox Live, em que jogadores podem jogar uns contra os outros em tempo real.
Após um grande fluxo de investimento, o Xbox Live é hoje o melhor exemplo de um negócio "em nuvens" de sucesso para a Microsoft, segundo Parakh, e já se tornou o principal aparelho de entretenimento da empresa.
Em vendas mensais, o Xbox ainda fica atrás do Wii, da Nintendo, mas a Microsoft espera mudar isso com o lançamento do Natal em meados deste ano. Ao contrário do Wii, o novo console conta com sensor de movimento sem controle manual.
Fontes: R7- Agências
O mundo recebe o iPad
Como era de se esperar, o lançamento internacional do iPad provocou filas e correria nas lojas da Apple pelo planeta, como já acontecera nos Estados Unidos em seu lançamento.
Na galeria de fotos abaixo, você confere como o aparelho foi recebido nos países que foi lançado. Não há previsão de lançamento do aparelho no Brasil.
Fontes: O ESTADO - Agências
Na galeria de fotos abaixo, você confere como o aparelho foi recebido nos países que foi lançado. Não há previsão de lançamento do aparelho no Brasil.
Takechiyo Yamanaka foi o primeiro a comprar um iPad em Tóquio (foto: Reuters)
Fila de compradores na loja da Apple no Louvre, em Paris, na França (foto: EFE)
Em Frankfurt, na Alemanha, Simone Straehle foi a primeira consumidora a levar o iPad para casa (foto: EFE)
Em Copenhagen, na Dinamarca, Hans-Henrik Duessel levou seu Apple Classic na hora de comprar seu iPad (foto: Reuters)
Em Zurique, na Suíça, as filas se estendiam horas antes da loja da Apple abrir suas portas (foto: AP)
Em Londres, na Inglaterra, uma fã da Apple exibe seu iPad recém-comprado (foto: EFE)
As filas também eram enormes em Montreal, no Canadá (foto: AP)
E também Roma, na Itália (foto: EFE)
Em Barcelona, na Espanha, clientes da Apple testam o aparelho na loja (Foto: AP)
Fontes: O ESTADO - Agências
Windows 7 já supera Vista em número de usuários, diz pesquisa
Windows 7 se populariza
Menos de sete meses depois de seu lançamento, o Windows 7 já conta com 14,8% do mercado mundial de sistemas operacionais, superando com vantagem seu antecessor Vista (com pouco mais de 6%), de acordo com recente estudo da empresa da pesquisa Janco Partners.
“Há agora mais usuários de Windows 7 do que de Vista. Esse é um fator importante em sua receita recorde. O último sistema operacional aceito tão rapidamente no mercado foi o XP”, disse o CEO da Janco, Victor Janulaitis, em comunicado nesta segunda-feira (3).
A pesquisa com dados obtidos em abril também mostra a liderança da Microsoft no mercado de navegadores com o Internet Explorer (cerca de 68%). O Firefox, da Fundação Mozilla, vem num distante segundo lugar, com aproximadamente 18% do mercado, enquanto o Chrome, do Google, está em terceiro, com 5,4%.
Ainda assim, em comparação com o mesmo período de 2009, o IE registrou retração de 3,71%, enquanto Firefox e Chrome tiveram alta de 0,79% e 1,49%, respectivamente.
Fonte: AdNews
Exército francês produz software livre para e-mails com Mozilla
Governo francês prioriza softwares livres na área da defesa
Um novo programa de e-mail revelado pela Mozilla nesta semana contém código proveniente de uma fonte incomum: as forças armadas francesas. Elas decidiram que o produto de fonte aberta era mais seguro que o Outlook, oferecido pela Microsoft.
A história de como o governo francês se envolveu com o movimento do software de código aberto começou seis anos atrás.
As forças armadas francesas escolheram o software de fonte aberta depois de um debate interno no governo que começou em 2003 e culminou em uma diretiva promulgada em 6 de novembro de 2007 que dispunha que as agências do governo "procurassem a máxima independência tecnológica e comercial".
Os militares descobriram que o projeto de fonte aberta adotado pela Mozilla permitia que a França instalasse extensões de segurança, enquanto o software fechado e exclusivo da Microsoft não admitia alterações.
"Começamos com um projeto militar, mas o generalizamos rapidamente", disse o tenente-coronel Frederic Suel, do Ministério da Defesa, um dos encarregados do projeto.
A Gendameria Nacional, força policial francesa que na época integrava as forças armadas e cuidou do projeto, oferece parte do seu trabalho ao público sob o nome TrustedBird, e divide os créditos de marca com a Mozilla.
As forças armadas francesas usam o software de e-mail Mozilla Thunderbird e, em certos casos, a extensão TrustedBird em 80 mil computadores. O uso do programa se espalhou aos ministérios das Finanças, Interior e Cultura.
O governo francês está começando a adotar também outros softwares de código aberto. Entre eles, estão distribuições do sistema operacional Linux, no lugar do Windows; e o editor de textos OpenOffice, no lugar do Microsoft Office.
Os grupos sem fins lucrativos que produzem a maioria desses programas, incluindo o software Samba para servidores e o produto mais conhecido da Mozilla, o navegador Firefox, dependem de programadores voluntários em todo o mundo.
O Thunderbird 3 usa parte do código do TrustedBird, e também aproveita o trabalho de mil outros programadores e usuários de computadores em todo o mundo.
Fontes: FOLHA/MARIE MAWAD e DAVID LAWSKY da Reuters
Um novo programa de e-mail revelado pela Mozilla nesta semana contém código proveniente de uma fonte incomum: as forças armadas francesas. Elas decidiram que o produto de fonte aberta era mais seguro que o Outlook, oferecido pela Microsoft.
A história de como o governo francês se envolveu com o movimento do software de código aberto começou seis anos atrás.
As forças armadas francesas escolheram o software de fonte aberta depois de um debate interno no governo que começou em 2003 e culminou em uma diretiva promulgada em 6 de novembro de 2007 que dispunha que as agências do governo "procurassem a máxima independência tecnológica e comercial".
Os militares descobriram que o projeto de fonte aberta adotado pela Mozilla permitia que a França instalasse extensões de segurança, enquanto o software fechado e exclusivo da Microsoft não admitia alterações.
"Começamos com um projeto militar, mas o generalizamos rapidamente", disse o tenente-coronel Frederic Suel, do Ministério da Defesa, um dos encarregados do projeto.
TrustedBird
A Gendameria Nacional, força policial francesa que na época integrava as forças armadas e cuidou do projeto, oferece parte do seu trabalho ao público sob o nome TrustedBird, e divide os créditos de marca com a Mozilla.
As forças armadas francesas usam o software de e-mail Mozilla Thunderbird e, em certos casos, a extensão TrustedBird em 80 mil computadores. O uso do programa se espalhou aos ministérios das Finanças, Interior e Cultura.
O governo francês está começando a adotar também outros softwares de código aberto. Entre eles, estão distribuições do sistema operacional Linux, no lugar do Windows; e o editor de textos OpenOffice, no lugar do Microsoft Office.
Os grupos sem fins lucrativos que produzem a maioria desses programas, incluindo o software Samba para servidores e o produto mais conhecido da Mozilla, o navegador Firefox, dependem de programadores voluntários em todo o mundo.
O Thunderbird 3 usa parte do código do TrustedBird, e também aproveita o trabalho de mil outros programadores e usuários de computadores em todo o mundo.
Fontes: FOLHA/MARIE MAWAD e DAVID LAWSKY da Reuters
Polícia dos EUA apreende computadores de editor do site que revelou iPhone 4G
Chen escreveu sobre o iPhone 4G, que foi perdido por um engenheiro da
A polícia da Califórnia (EUA) entrou na casa do editor do site Gizmodo, Jason Chen, e apreendeu quatro computadores e dois servidores. Segundo informações do site, o editor não estava no domicílio quando policiais entraram no local. A ação teria ocorrido na noite de sexta-feira (23), e foi divulgada no final da tarde de hoje.
As autoridades obtiveram um mandado de busca com um juiz estadual da Suprema Corte. O Gizmodo questiona o documento. "O mandado de busca para remover estes computadores foi invalidado sob a seção 1524 do Código Penal da Califórnia."
Chen escreveu sobre o iPhone 4G, que foi perdido por um engenheiro da Apple.
O Gawker, grupo responsável pelo Gizmodo, escreveu uma carta para o detetive do caso, informando que a casa de Chen é uma "redação de fato", o que pode fazer com que o mandado seja invalidado.
O site de tecnologia Gizmodo afirmou ter encontrado e confirmado a existência do iPhone 4G em 19 de abril, cujo lançamento deve ocorrer em 22 de junho.
Há mudanças no design do aparelho, além de mais resolução na tela, inserção de uma câmera frontal e flash para fotografias.
Trata-se, aparentemente, de um protótipo, já que capacidade de armazenamento e número de série, por exemplo, não estão descritos.
O aparelho foi encontrado perdido dentro de um bar em Redwood City, e estaria camuflado como um iPhone 3GS, segundo o Gizmodo.
O site não fornece detalhes sobre como localizou o dispositivo --mas garante a autenticidade do produto.
Segundo informa o site, as peças tinham características já conhecidas da companhia, além de já estar rodando na quarta versão do sistema operacional.
Mas, de acordo com a pessoa que achou o dispositivo, houve formatação remota do iPhone, e todas as informações foram perdidas.
Fonte: FOLHA
A polícia da Califórnia (EUA) entrou na casa do editor do site Gizmodo, Jason Chen, e apreendeu quatro computadores e dois servidores. Segundo informações do site, o editor não estava no domicílio quando policiais entraram no local. A ação teria ocorrido na noite de sexta-feira (23), e foi divulgada no final da tarde de hoje.
As autoridades obtiveram um mandado de busca com um juiz estadual da Suprema Corte. O Gizmodo questiona o documento. "O mandado de busca para remover estes computadores foi invalidado sob a seção 1524 do Código Penal da Califórnia."
Chen escreveu sobre o iPhone 4G, que foi perdido por um engenheiro da Apple.
O Gawker, grupo responsável pelo Gizmodo, escreveu uma carta para o detetive do caso, informando que a casa de Chen é uma "redação de fato", o que pode fazer com que o mandado seja invalidado.
Phone 4G, que o site de tecnologia Gizmodo localizou em um bar californiano; aparelho muda design/Reprodução/Gizmodo
Entenda o caso
O site de tecnologia Gizmodo afirmou ter encontrado e confirmado a existência do iPhone 4G em 19 de abril, cujo lançamento deve ocorrer em 22 de junho.
Há mudanças no design do aparelho, além de mais resolução na tela, inserção de uma câmera frontal e flash para fotografias.
Trata-se, aparentemente, de um protótipo, já que capacidade de armazenamento e número de série, por exemplo, não estão descritos.
O aparelho foi encontrado perdido dentro de um bar em Redwood City, e estaria camuflado como um iPhone 3GS, segundo o Gizmodo.
O site não fornece detalhes sobre como localizou o dispositivo --mas garante a autenticidade do produto.
Segundo informa o site, as peças tinham características já conhecidas da companhia, além de já estar rodando na quarta versão do sistema operacional.
Mas, de acordo com a pessoa que achou o dispositivo, houve formatação remota do iPhone, e todas as informações foram perdidas.
Parte traseira do suposto iPhone 4G, que tem logomarca da Apple e detalhes de fabricação da empresa/Reprodução/Gizmodo
Fonte: FOLHA
Biblioteca do Congresso dos EUA arquivará mensagens do Twitter
A instituição afirma que armazena hoje 167 Tbytes (cerca de 171 mil Gbytes) de informação baseada na rede
A Biblioteca do Congresso dos EUA, em Washington, anunciou que arquivará todas as mensagens públicas postadas no Twitter desde o início do serviço de microblog, em março de 2006. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (14).
Os tuítes ficarão arquivados digitalmente nos servidores da instituição.
O anúncio foi feito primeiramente no perfil da biblioteca no Twitter e, depois, no blog oficial.
Tuíte do perfil oficial do presidente Barack Obama, quando ele foi eleito nos EUA no final de 2008
A instituição afirmou que divulgará mais tarde um comunicado à imprensa com detalhes sobre a aquisição. "Espere ver uma ênfase nas implicações acadêmicas e de pesquisa", escreveu Matt Raymond, diretor de comunicação da biblioteca.
Entre os tuítes destacados pela instituição como os mais importantes, estão o primeiro de todos, escrito pelo cofundador do Twitter Jack Dorsey, a mensagem postada no perfil de Barack Obama quando ele foi eleito presidente dos EUA e uma série de tuítes de um fotojornalista preso no Egito e libertado depois da repercussão no serviço de microblog.
Segundo a Biblioteca do Congresso, o próprio Twitter anunciará a novidade hoje em seu blog oficial, durante a primeira conferência para desenvolvedores do serviço, a Chirp, que ocorre hoje e amanhã em San Francisco.
"Se você pensa que a Biblioteca do Congresso é 'só para livros', pense nisto: ela tem coletado materiais da web desde que começou a colher sites de campanha à Presidência e ao Congresso dos EUA em 2000", escreveu Raymond.
A instituição afirma que armazena hoje 167 Tbytes (cerca de 171 mil Gbytes) de informação baseada na rede, como blogs, sites de candidatos à presidência dos EUA e páginas de membros do Congresso.
Fonte: FOLHA/RAFAEL CAPANEMA
Mozilla confirma existência de bug crítico no Firefox 3.6
Falha foi detectada por pesquisador de segurança russo; correção está prevista para 30/3, mas versão beta 3.6.2 já traz solução.
A Mozilla confirmou na quinta-feira (18/3) a existência de uma vulnerabilidade crítica na mais nova versão do Firefox, e afirmou que consertará a falha no fim de março.
Apesar de a correção não ser adicionada ao Firefox antes do concurso hacker Pwn2Own, previsto para a semana que vem, os pesquisadores não terão permissão para explorar a falha, segundo os organizadores do concurso.
"A vulnerabilidade foi definida como crítica e poderia resultar na execução de código remoto por um invasor", reconheceu a Fundação Mozilla em nota publicada em seu blog de segurança na quinta-feira. "A vulnerabilidade já foi solucionada pelos desenvolvedores. Estamos atualmente aplicando testes de certificação de qualidade à correção."
O Firefox 3.6, lançado pela Mozilla em janeiro, é afetado pela falha, e a correção virá na versão 3.6.2, que tem data de lançamento prevista para 30 de março.
O bug foi descoberto pelo pesquisador russo Evgeny Legerov um mês atrás, em uma mensagem publicada em um fórum patrocinado pela Immunity, uma empresa de desenvolvimento da Flórida (EUA) que é mais conhecida pelo framework de teste de invasão Canvas. Legerov trabalha para a empresa Intevydis, de Moscou, que produz o add-on VulnDisco para o Canvas.
Legerov não publicou o código-fonte, e no começo recusou-se a fornecer detalhes à Mozilla, de acordo com uma nota publicada em 4/3 em seu blog. "Eu tenho ignorado e-mails... da Mozilla, por favor não gaste mais seu tempo nem o meu", escreveu. O blog foi apagado, mas ainda está disponivel no cache do Google.
Comentários de usuários no site da empresa dinamarquesa de segurança Secunia, que publicou um alerta de vulnerabilidade sobre o caso, questionam os motivos que levaram Legerov a fazer o anúncio, enquanto outros perguntam por que a Secunia não chegou a testar a falha para conformar se era ou não um boato.
Na quinta-feira, a Mozilla disse que mais tarde Legerov enviou "detalhes suficientes para reproduzir e analisar a questão".
Até que a correção de 30 de março seja liberada, os usuários podem atualizar o Firefox para a versão beta 3.6.2, que inclui a correção.
Fonte: PC WORLD
A Mozilla confirmou na quinta-feira (18/3) a existência de uma vulnerabilidade crítica na mais nova versão do Firefox, e afirmou que consertará a falha no fim de março.
Apesar de a correção não ser adicionada ao Firefox antes do concurso hacker Pwn2Own, previsto para a semana que vem, os pesquisadores não terão permissão para explorar a falha, segundo os organizadores do concurso.
"A vulnerabilidade foi definida como crítica e poderia resultar na execução de código remoto por um invasor", reconheceu a Fundação Mozilla em nota publicada em seu blog de segurança na quinta-feira. "A vulnerabilidade já foi solucionada pelos desenvolvedores. Estamos atualmente aplicando testes de certificação de qualidade à correção."
O Firefox 3.6, lançado pela Mozilla em janeiro, é afetado pela falha, e a correção virá na versão 3.6.2, que tem data de lançamento prevista para 30 de março.
Colaboração
O bug foi descoberto pelo pesquisador russo Evgeny Legerov um mês atrás, em uma mensagem publicada em um fórum patrocinado pela Immunity, uma empresa de desenvolvimento da Flórida (EUA) que é mais conhecida pelo framework de teste de invasão Canvas. Legerov trabalha para a empresa Intevydis, de Moscou, que produz o add-on VulnDisco para o Canvas.
Legerov não publicou o código-fonte, e no começo recusou-se a fornecer detalhes à Mozilla, de acordo com uma nota publicada em 4/3 em seu blog. "Eu tenho ignorado e-mails... da Mozilla, por favor não gaste mais seu tempo nem o meu", escreveu. O blog foi apagado, mas ainda está disponivel no cache do Google.
Comentários de usuários no site da empresa dinamarquesa de segurança Secunia, que publicou um alerta de vulnerabilidade sobre o caso, questionam os motivos que levaram Legerov a fazer o anúncio, enquanto outros perguntam por que a Secunia não chegou a testar a falha para conformar se era ou não um boato.
Na quinta-feira, a Mozilla disse que mais tarde Legerov enviou "detalhes suficientes para reproduzir e analisar a questão".
Até que a correção de 30 de março seja liberada, os usuários podem atualizar o Firefox para a versão beta 3.6.2, que inclui a correção.
Fonte: PC WORLD
Universidade de Coimbra vai investir em novo supercomputador
A aquisição de uma máquina mais potente poderá dar novo impulso às actividades de investigação de várias disciplinas
Ao cabo de três anos, o Milipeia chegou ao limite das capacidades.
A Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) começou a preparar a compra de um supercomputador 20 vezes mais potente.
Um comunicado da FCTUC informa que está em curso uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) com vista a instalação de um novo supercomputador.
A aquisição de uma máquina mais potente poderá dar novo impulso às actividades de investigação de várias disciplinas, que recorrem aos ambientes de simulação e à capacidade de cálculo para acelerar a obtenção de resultados e reduzir custos relacionados com ensaios experimentais.
Em três anos, o Milipeia suportou um total de oito milhões de horas de processamento para projectos de equipas de investigadores de vários pontos do País (Universidades de Coimbra, Aveiro, Minho, Évora, e Nova e Técnica de Lisboa, Instituto Tecnológico e Nuclear e Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas, entre outros).
Com a inclusão de 33 projectos que deverão exigir três milhões de horas de processamento, o mais poderoso supercomputador do País deverá ficar saturado (a máquina dispõe actualmente de 520 processadores).
No rol dos últimos projectos de investigação encontram-se o estudo de propriedades de nanomateriais e moléculas para fins farmacológicos; dobragem de proteínas relacionada com as doenças de Alzheimer e "dos pezinhos"; simulação de evolução de galáxias e a dinâmica de buracos negros, entre outras áreas da ciência.
Fonte: EXAME Informática -Pt
Ao cabo de três anos, o Milipeia chegou ao limite das capacidades. A Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) começou a preparar a compra de um supercomputador 20 vezes mais potente.
Um comunicado da FCTUC informa que está em curso uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) com vista a instalação de um novo supercomputador.
A aquisição de uma máquina mais potente poderá dar novo impulso às actividades de investigação de várias disciplinas, que recorrem aos ambientes de simulação e à capacidade de cálculo para acelerar a obtenção de resultados e reduzir custos relacionados com ensaios experimentais.
Em três anos, o Milipeia suportou um total de oito milhões de horas de processamento para projectos de equipas de investigadores de vários pontos do País (Universidades de Coimbra, Aveiro, Minho, Évora, e Nova e Técnica de Lisboa, Instituto Tecnológico e Nuclear e Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas, entre outros).
Com a inclusão de 33 projectos que deverão exigir três milhões de horas de processamento, o mais poderoso supercomputador do País deverá ficar saturado (a máquina dispõe actualmente de 520 processadores).
No rol dos últimos projectos de investigação encontram-se o estudo de propriedades de nanomateriais e moléculas para fins farmacológicos; dobragem de proteínas relacionada com as doenças de Alzheimer e "dos pezinhos"; simulação de evolução de galáxias e a dinâmica de buracos negros, entre outras áreas da ciência.
Fonte: EXAME Informática -Pt
Steve Jobs recusa loja da Apple no Brasil
O executivo-chefe da Apple, Steve Jobs, teria recusado um convite do governo do Rio de Janeiro para abrir a primeira loja oficial da Apple no Brasil.
O secretário Washington Fajardo, da Secretaria do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro, teria oferecido espaço na região da Zona Portuária ou em prédio histórico do centro da cidade.
No entanto, Jobs respondeu que "Não podemos nem exportar os nossos produtos com a política maluca de taxação superalta do Brasil. Isso faz com que seja muito pouco atraente investir no país." Ele teria dito ainda que "muitas companhias high-tech se sentem assim também".
A informação consta na coluna "Gente Boa", do jornal "O Globo", deste sábado. A assessoria da Apple no Brasil disse que ainda não pode confirmar a informação.
Fonte: FOLHA
O secretário Washington Fajardo, da Secretaria do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro, teria oferecido espaço na região da Zona Portuária ou em prédio histórico do centro da cidade.
No entanto, Jobs respondeu que "Não podemos nem exportar os nossos produtos com a política maluca de taxação superalta do Brasil. Isso faz com que seja muito pouco atraente investir no país." Ele teria dito ainda que "muitas companhias high-tech se sentem assim também".
A informação consta na coluna "Gente Boa", do jornal "O Globo", deste sábado. A assessoria da Apple no Brasil disse que ainda não pode confirmar a informação.
Fonte: FOLHA
Empresas preferem migrar para o Windows 7 e manter hardware atual
Pesquisa mostra que muitas organizações enfrentam dilema na hora de se atualizar por incompatibilidade do IE6.
Entre 70% das empresas norte-americanas ouvidas por Computerworld que pretendem migrar para o Windows 7x, a maioria prefere fazer a migração sem atualizar o parque de hardware.
Para o hardware atual que atende aos requerimentos do Windows 7, todos os problemas comuns de atualização se aplicam. “Instalações do zero são rápidas“, afirma o vice-presidente de infraestrutura da ModusLink Global Solutions, Art Sebastiano.
Por outro lado, enquanto a atualização do Vista para o Windows 7 é direta, mover perfis e arquivos do XP é um pouco mais trabalhoso. Sebastiano pretende utilizar o software PCmover, da Laplink Software, para agilizar o processo.
A compatibilidade de aplicativos também é um problema em potencial, particularmente para softwares mais antigos. A farmácia online Axium Healthcare Pharmacy está usando algumas aplicações internas desenvolvidas em Visual Basic 6 que não rodam no Windows 7, nem mesmo no Modo XP. “Muitos dos controles ActiveX não funcionam”, afirma o diretor de TI da empresa, Norbert Cointerpoix.
Fonte: PCWORLD
Entre 70% das empresas norte-americanas ouvidas por Computerworld que pretendem migrar para o Windows 7x, a maioria prefere fazer a migração sem atualizar o parque de hardware.Para o hardware atual que atende aos requerimentos do Windows 7, todos os problemas comuns de atualização se aplicam. “Instalações do zero são rápidas“, afirma o vice-presidente de infraestrutura da ModusLink Global Solutions, Art Sebastiano.
Por outro lado, enquanto a atualização do Vista para o Windows 7 é direta, mover perfis e arquivos do XP é um pouco mais trabalhoso. Sebastiano pretende utilizar o software PCmover, da Laplink Software, para agilizar o processo.
A compatibilidade de aplicativos também é um problema em potencial, particularmente para softwares mais antigos. A farmácia online Axium Healthcare Pharmacy está usando algumas aplicações internas desenvolvidas em Visual Basic 6 que não rodam no Windows 7, nem mesmo no Modo XP. “Muitos dos controles ActiveX não funcionam”, afirma o diretor de TI da empresa, Norbert Cointerpoix.
Fonte: PCWORLD
Google apresenta Buzz, novo aplicativo social da companhia
O Google anunciou a criação e desenvolvimento do Google Buzz, aplicativo de rede social para pessoas compartilharem dados e informações na rede e nos celulares. O anúncio foi feito em um evento nesta terça-feira (9), na sede da companhia, em Mountain View, na Califórnia.
O Google Buzz é integrado ao serviço de e-mails da companhia, o Gmail. A plataforma estará disponível para apenas 1% dos usuários de Gmail hoje. A ampliação da base de usuários acontece no decorrer desta semana, informou a empresa. O acesso ocorre dentro da própria conta de e-mail, por meio de um ícone dedicado ao Buzz
"Nossa convicção é que organizar a informação social na web --encontrar o que é interessante entre tanto ruído-- se converteu em um desafio de grande escala, que o Google, com sua experiência na organização da informação, pode ajudar a resolver", explicou o responsável pelo produto, Todd Jackson, no blog oficial da empresa.
A partir do Gmail, usuários vão escrever atualizações de status que outros usuários poderão ver. Segundo o jornal "The New York Times", se o usuário tiver um perfil na página do Google, os posts estarão disponíveis na internet também.
O novo serviço da companhia também permite o compartilhamento de links, vídeos do YouTube e fotos do serviço Picasa, que também é de propriedade da companhia. No lançamento, executivos do Google informaram que as pessoas poderão agregar suas respectivas páginas no Flickr e no Twitter --e, futuramente, no Facebook.
Analistas de mercado preveem que o lançamento do Google tem o intuito de ser um agregador do que outro concorrente de redes sociais e sites de compartilhamento --Facebook, Twitter, LinkedIn e MySpace são claramente líderes do mercado, e o Google deve tentar algo diferente.
Fonte: FOLHA
O Google Buzz é integrado ao serviço de e-mails da companhia, o Gmail. A plataforma estará disponível para apenas 1% dos usuários de Gmail hoje. A ampliação da base de usuários acontece no decorrer desta semana, informou a empresa. O acesso ocorre dentro da própria conta de e-mail, por meio de um ícone dedicado ao Buzz
Tela do Google Buzz, apresentado pela companhia norte-americana hoje; serviço estará disponível nesta semana
"Nossa convicção é que organizar a informação social na web --encontrar o que é interessante entre tanto ruído-- se converteu em um desafio de grande escala, que o Google, com sua experiência na organização da informação, pode ajudar a resolver", explicou o responsável pelo produto, Todd Jackson, no blog oficial da empresa.
A partir do Gmail, usuários vão escrever atualizações de status que outros usuários poderão ver. Segundo o jornal "The New York Times", se o usuário tiver um perfil na página do Google, os posts estarão disponíveis na internet também.
O novo serviço da companhia também permite o compartilhamento de links, vídeos do YouTube e fotos do serviço Picasa, que também é de propriedade da companhia. No lançamento, executivos do Google informaram que as pessoas poderão agregar suas respectivas páginas no Flickr e no Twitter --e, futuramente, no Facebook.
Analistas de mercado preveem que o lançamento do Google tem o intuito de ser um agregador do que outro concorrente de redes sociais e sites de compartilhamento --Facebook, Twitter, LinkedIn e MySpace são claramente líderes do mercado, e o Google deve tentar algo diferente.
Fonte: FOLHA
Película fina transforma qualquer tela em touchscreen
Displax lança filme sensível que promete revolucionar a indústria
Fazer com que seu monitor se torne uma tela sensível ao toque vai ser muito simples em breve: a empresa portuguesa Displax desenvolveu uma película fina que é capaz de transformar telas de diversas tecnologias --incluindo e-Ink, OLED e LCD-- em touchscreen.
"É extremamente poderoso, preciso e versátil", diz Miguel Fonseca, diretor de negócios da Displax. "Você pode usar nosso filme com qualquer tela."
De acordo com o site da revista Wired, a tecnologia sensível ao toque se tornou uma forma como interagimos com nossos dispositivos e aparelhos. A tendência é que aparatos como o mouse, teclado e demais botões físicos sejam eliminados.
Os filmes da Displax variam entre 3 e 120 polegadas. Em uma superfície de 50 polegadas, a película detecta até 16 dedos. A capacidade de resposta táctil também é grande, afirma Fonseca. As vendas do filme devem começar em julho.
"Se a Displax pode fazer isso em telas maiores, realmente será uma das primeiras companhias a fazer o que chamamos de multitoque maciço", diz Daniel Wigdor, arquiteto de experiência do usuário na Microsoft, cujo enfoque de trabalho se concentra em computação gestual e multitoque.
"Se você observar a tecnologia existente em telas grandes, vai ver que eles usam uma câmera infravermelha que sente apenas dois a quatro pontos de contato. A Displax nos leva ao próximo passo", declarou.
As últimas tecnologias da Displax trabalham com superfícies opacas e transparentes. A película tem uma transparência de 98% (trata-se de uma medida da quantidade de luz refletida pela superfície). "É uma taxa de transmissão bastante decente", disse Wigdor.
Uma grade de nanofios é incorporada na película fina do filme de polímero, cuja espessura é de 100 microns, ou 100 milésimos de milímetro. Um dedo ou dois posicionados na tela causam um distúrbio elétrico.
O microcontrole analisa isto, e decodifica o local tocado na grade de nanofios. A película é acompanhada de driver e painel de controle para configuração.
Fazer com que seu monitor se torne uma tela sensível ao toque vai ser muito simples em breve: a empresa portuguesa Displax desenvolveu uma película fina que é capaz de transformar telas de diversas tecnologias --incluindo e-Ink, OLED e LCD-- em touchscreen.
"É extremamente poderoso, preciso e versátil", diz Miguel Fonseca, diretor de negócios da Displax. "Você pode usar nosso filme com qualquer tela."
Empresa portuguesa Displax desenvolveu uma película fina, que é capaz de transformar telas em touchscreen/Divulgação/Displax
De acordo com o site da revista Wired, a tecnologia sensível ao toque se tornou uma forma como interagimos com nossos dispositivos e aparelhos. A tendência é que aparatos como o mouse, teclado e demais botões físicos sejam eliminados.
Os filmes da Displax variam entre 3 e 120 polegadas. Em uma superfície de 50 polegadas, a película detecta até 16 dedos. A capacidade de resposta táctil também é grande, afirma Fonseca. As vendas do filme devem começar em julho.
"Se a Displax pode fazer isso em telas maiores, realmente será uma das primeiras companhias a fazer o que chamamos de multitoque maciço", diz Daniel Wigdor, arquiteto de experiência do usuário na Microsoft, cujo enfoque de trabalho se concentra em computação gestual e multitoque.
"Se você observar a tecnologia existente em telas grandes, vai ver que eles usam uma câmera infravermelha que sente apenas dois a quatro pontos de contato. A Displax nos leva ao próximo passo", declarou.
As últimas tecnologias da Displax trabalham com superfícies opacas e transparentes. A película tem uma transparência de 98% (trata-se de uma medida da quantidade de luz refletida pela superfície). "É uma taxa de transmissão bastante decente", disse Wigdor.
Uma grade de nanofios é incorporada na película fina do filme de polímero, cuja espessura é de 100 microns, ou 100 milésimos de milímetro. Um dedo ou dois posicionados na tela causam um distúrbio elétrico.
O microcontrole analisa isto, e decodifica o local tocado na grade de nanofios. A película é acompanhada de driver e painel de controle para configuração.
Fonte: FOLHA
Funcionário do Google mostra projeto de tablet concorrente ao iPad
Um designer do Google mostrou no site da empresa sobre desenvolvimento de software livre Chromium imagens sobre o que poderia ser o próprio tablet do Google, concorrente ao iPad, da Apple.
Arquivos do site, para o jornal "Telegraph", indicam que os aparelhos tablet do Google com o sistema Chrome OS vão precisar de uma tela entre 5 e 10 polegadas; já o site "TechCrunch" avalia que o aparelho do Google teria tela ainda maior que as 9,7 polegadas do iPad da Apple.
O tablet do Google também teria uma interface de toque na tela para permitir aos usuários manipular facilmente programas e softwares, arrastando e alterando tamanho de janelas com as mãos.
O site Chromium refere-se ao desenvolvimento tanto do navegador Google Chrome como do sistema operacional Chrome OS.
O Google está em rota de colisão com a Apple. O próprio Steve Jobs, executivo-chefe desta última, teria até mesmo se mostrado nervoso com o Google por a empresa ter "invadido seu território" ao lançar o celular Nexus One, concorrente ao iPhone --da Apple.
Há um registro na página de que o vídeo foi publicado na segunda-feira passada (25), portanto dois dias antes do lançamento do iPad, o tablet da Apple.
No entanto, somente entre esta segunda e terça-feira (2) os sites internacionais o divulgaram.
Veja galeria com todas as imagens divulgadas sobre o projeto.
Fonte: FOLHA
Arquivos do site, para o jornal "Telegraph", indicam que os aparelhos tablet do Google com o sistema Chrome OS vão precisar de uma tela entre 5 e 10 polegadas; já o site "TechCrunch" avalia que o aparelho do Google teria tela ainda maior que as 9,7 polegadas do iPad da Apple.
O tablet do Google também teria uma interface de toque na tela para permitir aos usuários manipular facilmente programas e softwares, arrastando e alterando tamanho de janelas com as mãos.
Projeto de aparelho tablet do Google com seu sistema operacional Chrome OS divulgado por funcionário/Divulgação
O site Chromium refere-se ao desenvolvimento tanto do navegador Google Chrome como do sistema operacional Chrome OS.
O Google está em rota de colisão com a Apple. O próprio Steve Jobs, executivo-chefe desta última, teria até mesmo se mostrado nervoso com o Google por a empresa ter "invadido seu território" ao lançar o celular Nexus One, concorrente ao iPhone --da Apple.
Há um registro na página de que o vídeo foi publicado na segunda-feira passada (25), portanto dois dias antes do lançamento do iPad, o tablet da Apple.
No entanto, somente entre esta segunda e terça-feira (2) os sites internacionais o divulgaram.
Veja galeria com todas as imagens divulgadas sobre o projeto.
Projeto de aparelho tablet do Google com seu sistema operacional Chrome OS divulgado por funcionário/Divulgação
Fonte: FOLHA
Um Facebook ainda mais distribuído
O Facebook revelou em seu blog oficial a possibilidade de responder mensagens e notificações da rede social mais popular do mundo por e-mail. Com o recurso, não há mais a necessidade de conectar-se ao site para manter e ampliar laços on-line, artifício que pode gerar uma nova discussão sobre a permissão ou bloqueio de sites e o quanto seus usos derrubam a produtividade dos funcionários.
Todas as produções de conteúdo consideradas como comentários (atualizações pessoais como perfis, vídeos ou fotos) podem ser respondidas agora pelo correio eletrônico. O recurso está disponível às pessoas cadastradas que permitem o envio de notificações por e-mail no campo “Configurações da conta”.
A iniciativa chama a atenção por uma preocupação específica do próprio Facebook em sair de um único site - no caso, facebook.com - para ampliar possibilidades de conexão entre pessoas.
Trata-se da positiva estratégia de tornar-se mais distribuído e menos centralizado em rede: não esperar que seus fieis fãs venham até você. O objetivo é transcender este atributo. Facebook, aos poucos, quer ir a todos os caminhos possíveis feitos por um internauta. O e-mail, uma das ferramentas mais populares na web, é um dos atalhos que mostram que uma rede social ou um site noticioso é um meio e não um fim.
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Números do Facebook que impressionam
Fonte: Veja
Firefox está 20% mais rápido, diz Mozilla
Conheça a versão 3.6
Principal concorrente do Internet Explorer, o navegador Mozilla Firefox ganhou uma nova versão na semana passada, a 3.6, que pode ser baixada gratuitamente em www.getfirefox.com.
Além das costumeiras atualizações de segurança, o novo navegador está 20% mais rápido do que a versão anterior, a 3.5, afirma a Mozilla.
Versão 3.6 do Firefox, lançada na semana passada, com tema personalizado; Mozilla diz que navegador está 20% mais rápido/Reprodução
O Firefox 3.6 também traz suporte a um novo tipo de temas visuais, o Personas, que podem ser instaladas sem precisar reiniciar o navegador.
Para usar esses temas, instale o Firefox 3.6 e vá a www.getpersonas.com. Passando o mouse sobre a imagem de um tema, você vê automaticamente como ele ficará. Se encontrar uma Persona de seu agrado, clique em Wear It.
Atualmente há mais de 35 mil temas disponíveis, divididos em categorias como abstrato, filme e televisão, música, natureza e moda.
Outra novidade da versão 3.6 é o recurso de avisar se plugins para o navegador, como o Flash (para reproduzir conteúdo multimídia), estão desatualizados --o que pode acarretar problemas de segurança e estabilidade no navegador.
Para verificar se os seus plugins estão atualizados no Firefox 3.6, clique em Ferramentas e em Complementos. Na aba Plugins, clique em Localizar atualizações.
Um dos trunfos do Firefox é o suporte a milhares de extensões, pequenos programas que acrescentam funcionalidades ao navegador.
Ao atualizar o Firefox para a versão 3.6, algumas delas podem deixar de funcionar.
A extensão Nightly Tester Tools (bit.ly/firenight) permite usar extensões não compatíveis com a nova versão do Firefox -sua utilização, porém, pode causar mau funcionamento de alguns complementos e instabilidade.
Se você não quiser esperar que as extensões que usa sejam atualizadas e está disposto a se arriscar, instale a Nightly Tester Tools e reinicie o Firefox. Clique em Ferramentas e em Complementos. Na aba Extensões, clique em Override all compatibility para tornar compatíveis os complementos não suportados. Para finalizar o processo, reinicie o navegador.
Com 24,61% do mercado de navegadores até dezembro do ano passado, o Firefox continua sendo a maior ameaça para o reinado do Internet Explorer, que detém 62,69% do setor, de acordo com a Net Applications.
Mas um outro concorrente tem se mostrado cada vez mais forte: o Chrome, do Google. Atualmente, ele tem 4,63% do setor, número que tende a crescer com a exibição ostensiva de anúncios na página inicial de produtos populares do Google como o mecanismo de busca, o YouTube e o Orkut.
Ainda segundo a Net Applications, o Safari, da Apple, tem 4,46% do mercado, seguido pelo Opera, com 2,4%. O Opera Mini, para celulares, chega a 0,53%; outros navegadores, somados, não passam da marca de 0,63%.
Fonte: FOLHA/ RAFAEL CAPANEMA
Postado por Angélica
Principal concorrente do Internet Explorer, o navegador Mozilla Firefox ganhou uma nova versão na semana passada, a 3.6, que pode ser baixada gratuitamente em www.getfirefox.com.
Além das costumeiras atualizações de segurança, o novo navegador está 20% mais rápido do que a versão anterior, a 3.5, afirma a Mozilla.
Versão 3.6 do Firefox, lançada na semana passada, com tema personalizado; Mozilla diz que navegador está 20% mais rápido/ReproduçãoO Firefox 3.6 também traz suporte a um novo tipo de temas visuais, o Personas, que podem ser instaladas sem precisar reiniciar o navegador.
Para usar esses temas, instale o Firefox 3.6 e vá a www.getpersonas.com. Passando o mouse sobre a imagem de um tema, você vê automaticamente como ele ficará. Se encontrar uma Persona de seu agrado, clique em Wear It.
Atualmente há mais de 35 mil temas disponíveis, divididos em categorias como abstrato, filme e televisão, música, natureza e moda.
Outra novidade da versão 3.6 é o recurso de avisar se plugins para o navegador, como o Flash (para reproduzir conteúdo multimídia), estão desatualizados --o que pode acarretar problemas de segurança e estabilidade no navegador.
Para verificar se os seus plugins estão atualizados no Firefox 3.6, clique em Ferramentas e em Complementos. Na aba Plugins, clique em Localizar atualizações.
Compatibilidade
Um dos trunfos do Firefox é o suporte a milhares de extensões, pequenos programas que acrescentam funcionalidades ao navegador.
Ao atualizar o Firefox para a versão 3.6, algumas delas podem deixar de funcionar.
A extensão Nightly Tester Tools (bit.ly/firenight) permite usar extensões não compatíveis com a nova versão do Firefox -sua utilização, porém, pode causar mau funcionamento de alguns complementos e instabilidade.
Se você não quiser esperar que as extensões que usa sejam atualizadas e está disposto a se arriscar, instale a Nightly Tester Tools e reinicie o Firefox. Clique em Ferramentas e em Complementos. Na aba Extensões, clique em Override all compatibility para tornar compatíveis os complementos não suportados. Para finalizar o processo, reinicie o navegador.
Mercado
Com 24,61% do mercado de navegadores até dezembro do ano passado, o Firefox continua sendo a maior ameaça para o reinado do Internet Explorer, que detém 62,69% do setor, de acordo com a Net Applications.
Mas um outro concorrente tem se mostrado cada vez mais forte: o Chrome, do Google. Atualmente, ele tem 4,63% do setor, número que tende a crescer com a exibição ostensiva de anúncios na página inicial de produtos populares do Google como o mecanismo de busca, o YouTube e o Orkut.
Ainda segundo a Net Applications, o Safari, da Apple, tem 4,46% do mercado, seguido pelo Opera, com 2,4%. O Opera Mini, para celulares, chega a 0,53%; outros navegadores, somados, não passam da marca de 0,63%.
Fonte: FOLHA/ RAFAEL CAPANEMA
Postado por Angélica
China, EUA e Rússia estão em corrida armamentista na internet, diz empresa
A Google ameaçou abandonar a China devido aos ciberataques sofridos pela empresa
China, Estados Unidos e Rússia e outros estão em corrida armamentista na web/Pichi Chuang/ReutersChina, Estados Unidos e Rússia fazem parte dos 20 países que estão envolvidos em uma corrida armamentista no ciberespaço e que se preparam para possíveis hostilidades via internet, indicou o presidente da empresa de segurança na internet McAfee.
Dave DeWalt, diretor executivo e presidente da companhia norte-americana, disse que a tradicional posição defensiva das estruturas de informática dos governos havia mudado nos últimos anos.
"Este movimento de uma posição defensiva para uma postura agressiva é muito evidente", disse DeWalt no Fórum Econômico Mundial (WEF) realizado até domingo na estação de esqui do leste da Suíça.
A McAfee indicou ter identificado pelo menos cinco países com ciberarmas: Estados Unidos, China, Rússia, Israel e França.
"Estamos vendo agora mais de 20 países. Os governos estão se equipando para uma ciberguerra, com ciberespionagem e com capacidades de ciberofensiva", afirmou Dewalt.
"Há uma corrida armamentista em marcha no ciberespaço", observou.
Alertas precedentes
DeWalt não é o primeiro a advertir para uma ciberguerra.
O diretor da agência da ONU para as Telecomunicações, Hamadoun Toure, indicou em outubro passado que a próxima guerra mundial poderá ser travada no ciberespaço.
DeWalt deu como exemplo o recente ataque contra a empresa de buscas na internet norte-americana Google e assegurou que ilustra a mudança da estrutura dos governos em matéria de espionagem e ataques para uma ofensiva que é "comercial por natureza".
A Google ameaçou abandonar a China devido aos ciberataques sofridos pela empresa e que, segundo denunciou, são procedentes do gigante asiático. A polêmica gerou um problema diplomático entre ambas as potências.
DeWalt disse que o ataque contra a Google foi "um dos primeiros de um governo no setor comercial", e destacou a "altamente sofisticada ciberespionagem centrada na propriedade intelectual muito valiosa de empresas" --como a ferramenta de buscas ou a Adobe.
O ataque, denominado "Operação Aurora", atingiu cerca de 30 companhias e o número de empresas afetadas poderá continuar crescendo, advertiu DeWalt.
Mas foi apenas um de "uma série de ataques de grande escala dos últimos doze meses".
A McAfee detectou um aumento no último ano de "mais de 500%" de malwares, ou seja, vírus ou programas de informática destinados a espionar ou destruir informações.
"Há mais 'malware' agora do que vimos nos últimos cinco anos juntos", ressaltou.
O último relatório da McAfee, que reúne informações de cerca de 600 empresas de telecomunicações e informática, revelou que 60% dos consultados acreditam que representantes de governos estrangeiros estão envolvidos em operações para invadir suas estruturas.
Quase 36% afirmou que os Estados Unidos são a maior ameaça, seguido dos 33% que citam a China.
Fontes: FOLHA - France Presse
Google investiga colaboração interna em invasão virtual sofrida na China
O Google está investigando se um ou mais funcionários podem ter facilitado um ataque virtual do qual a empresa norte-americana diz ter sido vítima em meados de dezembro, afirmaram duas fontes à Reuters nesta segunda-feira (18).
O mecanismo de busca mais popular da internet afirmou na semana passada que estaria pensando em se retirar do mercado chinês depois de a empresa reportar que foi atingida por um "sofisticado" ataque contra sua rede, o que resultou em roubo de propriedade intelectual.
Chinês usuário do Google deixa flores em frente à sede em Pequim da empresa, que ameaçou abandonar a China por ataques virtuais/Vincent Thian/APAs fontes, próximas à situação, disseram à Reuters que o ataque, que visava pessoas com um acesso específico a partes da rede do Google, pode ter sido facilitado por funcionários do escritório da empresa na China.
"Não comentamos rumores ou especulação. Essa investigação está sendo feita e simplesmente não podemos comentar os detalhes", disse uma porta-voz do Google.
Analistas de segurança disseram que o malware (software de invasão) usado no ataque ao Google era uma modificação de um cavalo de troia chamado Hydraq.
Um cavalo de troia é um malware que, uma vez dentro do computador, permite o acesso de alguém não autorizado. A sofisticação no ataque era em saber quem atacar, não o malware em si, dizem analistas.
A mídia local, citando fontes anônimas, afirma que alguns funcionários do Google China tiveram acesso negado à rede interna depois de 13 de janeiro, enquanto partes da equipe foram colocadas de férias e outras transferidas para diferentes escritórios do Google nas operações da Ásia Pacífico. O Google preferiu não comentar este assunto.
Google afirma que continua trabalhando normalmente na China
O Google afirmou nesta segunda-feira (18) à France Presse que continua trabalhando normalmente e sem alterações na China, desmentindo informações sobre a paralisação de algumas atividades ou o envio de funcionários para Hong Kong depois do anúncio de uma possível retirada do mercado chinês.
"Demos aos nossos empregados um dia de descanso para realizar testes de controles internos a fim de garantirmos que a rede está segura", informou um e-mail do Google.
Há uma semana, o Google ameaçou interromper todas suas operações na China devido à censura e a ataques virtuais, correndo o risco de ficar privado de um mercado de 380 milhões de usuários da internet.
O jornal "Notícias de Pequim", citando fontes internas da companhia que pediram para não ser identificados, havia afirmado que os engenheiros do Google China não tinham mais acesso à base de dados do grupo e não estavam em condições de realizar seu trabalho.
Outro jornal, o "National Business Daily", afirmou, por sua vez, que alguns funcionários haviam sido transferidos para Hong Kong; além disso, os que continuavam em Pequim "não tinham nada para fazer".
A China tentou acabar com a polêmica ao afirmar que o caso Google não iria afetar as relações comerciais com os Estados Unidos.
No entanto, o governo chinês alertou que o Google deve respeitar as leis do país.
China diz que há meios de resolver problema criado com Google
A China tentou atenuar a ameaça do Google de que poderia deixar o país devido a preocupações quanto a piratas virtuais e censura nesta sexta-feira (15), afirmando que qualquer decisão do gigante das buscas não afetará seus elos comerciais com os Estados Unidos.
Os EUA afirmaram que é cedo para dizer de que maneira as relações comerciais poderiam ser afetadas, mas acrescentaram que o livre intercâmbio de informações é crucial para a economia chinesa em seu amadurecimento.
Um porta-voz do Ministério do Comércio chinês disse que há muitos meios de resolver a questão do Google, mas reiterou que todas as empresas estrangeiras, entre as quais o Google, devem respeitar as leis chinesas.
"Qualquer decisão tomada pelo Google não afetará as relações econômicas e comerciais entre China e EUA, já que as duas partes têm muitas formas de se comunicar e negociar uma com a outra", declarou o porta-voz Yao Jian em pronunciamento regular em Pequim.
"Estamos confiantes quanto ao desenvolvimento de elos comerciais e econômicos saudáveis com os Estados Unidos", acrescentou.
A questão pode se tornar um novo fator de irritação no relacionamento entre a China e os Estados Unidos, já desgastado pelas discussões sobre a taxa de câmbio chinesa, o protecionismo comercial e as vendas de armas norte-americanas a Taiwan.
Os EUA expressaram apoio à decisão do Google de não mais permitir a censura chinesa à buscas de internet, e tocaram no assunto em nível diplomático.
"Parece-me que os princípios que o Google está tentando defender são importantes não apenas em termos morais ou de direitos, mas também economicamente, e de forma considerável", afirmou Lawrence Summers, assessor econômico sênior da Casa Branca.
"Creio que seja cedo demais para avaliar que efeitos totais isso terá", acrescentou ele, quando perguntado se a disputa seria um ponto de inflexão no relacionamento econômico entre China e Estados Unidos.
Washington há muito se preocupa com o programa de ciberespionagem de Pequim. Um comitê consultivo do Congresso norte-americano disse em novembro que o governo chinês parecia estar envolvido em número cada vez maior de invasões de computadores dos EUA, em busca de informações úteis às suas forças armadas.
EUA farão queixa formal à China por ciberataque ao Google
O governo dos EUA promete interpor uma queixa formal na próxima semana, por via diplomática, perante o governo chinês pelo ciberataque dirigido a contas de e-mail do Google, informou nesta sexta-feira (15) o porta-voz do departamento de Estado, Philip Crowley, em declarações à imprensa.
Na queixa, o governo americano expressará sua preocupação pelo incidente e solicitará informações sobre o ciberataque, assim como uma resposta da China sobre o que pretende fazer a respeito da denúncia do Google.
A decisão dos EUA acontece depois de um pedido de explicações, na quinta-feira passada, a funcionários chineses da embaixada da China em Washington.
"Queríamos e precisávamos falar com os funcionários chineses sobre este ciberataque", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, em uma entrevista coletiva.
Ele disse também que os EUA apoiam os esforços do Google por operar seu buscador sem censuras na China.
Na terça-feira (12), o Google ameaçou encerrar suas operações na China após descobrir que contas de e-mail de ativistas em direitos humanos foram invadidas.
Em seu blog oficial, a companhia afirmou que detectou um "ataque altamente sofisticado na infraestrutura da nossa corporação, originado da China".
Ainda de acordo com a empresa, investigações posteriores indicaram que "pontos primários de ataques acessaram as contas de Gmail de ativistas em direitos humanos chineses".
Fontes: FOLHA - Efe- Reuters - AP
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