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Google testa busca em tempo real

No começo do mês, quando o Google anunciou que acabaria com o Wave, foi avisado que algumas funcionalidades do serviço permaneceriam.

Bem, parece que uma delas vai aparecer em breve no sistema de buscas da empresa: a escrita em tempo real. A informação é de Danilo Amoroso, do Baixaki.

A descoberta foi feita pelo consultor de marketing Rob Ousbey no sábado (21). Ele escreveu em seu blog que ia fazer uma busca no Google quando percebeu que estava recebendo os resultados enquanto digitava. Sem precisar teclar "Enter", tudo o que escrevia era mostrado.

Para provar o acontecimento, Ousbey fez um vídeo que mostra as alterações. Na página que apareceu para ele tanto os resultados quanto os anúncios eram atualizados à medida que digitava os termos. O campo de busca também foi deslocado para a parte superior da tela.

O recurso, atrelado pela companhia à palavra “streaming”, pode ser habilitado ou não pelo usuário, mas ainda não está disponível a todos – como sempre acontece com as novidades do Google.

Apesar de não haver notícias nos sites de notícias do Google, o porta-voz da empresa, Gabriel Stricker, confirmou ao site TechCrunch a veracidade do vídeo e disse que a qualquer momento eles estão testando entre 50 e 200 experimentos de busca.

Veja o vídeo:


Fonte: ADNEWS

Google compra rede social Slide por US$182 milhões

Google reforça sua concorrência com Facebook

Google comprou 22 empresas no primeiro semestre de 2010/(Getty Images)

San Francisco - O Google comprou a empresa de rede social Slide, em mais um passo do gigante de buscas na Internet para reforçar sua concorrência com o Facebook.

O Google pagou 182 milhões de dólares pela Slide, fundada pelo co-fundador do PayPal, Maz Levchin, além de 46 milhões de dólares em bônus em retenção de funcionários, segundo uma pessoa próxima ao acordo.

"Conforme a equipe da Slide se incorpora ao Google, investiremos ainda mais para melhorar os serviços sociais do Google e ampliar essas capacidades para nossos usuários na rede", afirmou o diretor de engenharia do Google, David Glazer, no blog da empresa nesta sexta-feira.

O acordo é o mais recente de uma série de aquisições feitas pelo Google, incluindo os planos de comprar a ITA Software por 700 milhões de dólares.

O Google comprou 22 empresas no primeiro semestre de 2010, segundo documentos mais recentes enviados pela empresa à SEC, que regula o mercado mobiliário norte-americano.

Fontes: EXAME -MREUTERS/Alexei Oreskovic

Brasileiros já podem personalizar página inicial do Google

É possível usar fotos pessoais para deixar site de buscas com jeito do usuário. Ao ser lançado na semana passada, recurso estava disponível só nos EUA.


Usuário pode escolher foto que quiser.(Foto: Reprodução)

O recurso de personalização lançado pelo Google exclusivamente para usuários dos EUA na semana passada, já pode ser usado pelos brasileiros para deixar a página inicial de buscas com o seu toque pessoal.

Para isso, basta selecionar a opção "Alterar o plano de fundo", localizada no canto inferior esquerdo da tela. Ao clicar na opção, é aberta uma caixa na qual o usuário pode selecionar uma imagem para o fundo da sua página inicial do Google de quatro fontes diferentes: do próprio computador, do álbum pessoal on-line do Picasa, da galeria pública ou a partir das recomendações do editor.

Se quiser trocar de imagem ou voltar à página inicial original do Google, basta clicar na opção "Remover imagem de plano de fundo", localizada no mesmo canto inferior esquerdo da tela.

Uma das imagens escolhidas a partir da opção 'Galeria pública' para mudar página do Google. (Foto: Reprodução)

Fonte: G1

Fundador do Google pede que EUA pressionem governo da China

Sergey Brin quer que questão da censura seja tratada como 'alta prioridade' na Casa Branca


Impasse começou com invasão de contas de serviço de email do Google/Alexander F. Yuan/AP

WASHINGTON - O co-fundador do Google Sergey Brin pediu a Washington que intervenha na censura da China sobre o conteúdo da internet do país e que faça disso um assunto de "alta prioridade", segundo texto publicado nesta quarta-feira, 24, pelo jornal britânico The Guardian.

Brin pediu ao governo e aos empresários que ajam para pressionar Pequim. "Certamente espero que eles façam disso uma prioridade. Assuntos de direitos humanos merecem a mesma atenção que assuntos comerciais e são prioridade agora. Espero que levem isso com seriedade", disse o americano.

Na segunda-feira, o Google levantou os filtros de conteúdo de seu buscador na China depois de longas discussões com o governo chinês que começaram com a invasão de hackers em algumas contas do serviço de email da empresa. O site redirecionou os internautas da página chinesa (google.cn) automaticamente para seu servidor em Hong Kong (google.com.hk), onde não há censura.

O governo americano minimizou o caso, dizendo que as relações entre os EUA e a China "são maduras o bastante para não serem abaladas com o episódio". Brin, porém, disse ser vital que a Casa Branca pressione Pequim. "Como serviços e informação são nossos mais promissores negócios, as regulações na China se revelam barreiras comerciais, já que nos previnem de sermos competitivos", argumentou o empresário.

Brin, de 36 anos, que fundou o Google com o companheiro Larry Page em 1998, também criticou as empresas que cooperam com Pequim. Segundo ele, essas companhias deveriam refletir se fornecem serviços éticos para os cidadãos chineses. "Gostaria que as grandes empresas não colocassem o lucro à frente de todo o resto. Elas deveriam prestar atenção em como seus produtos são usados", disse.

Na terça-feira, o governo chinês deu sua primeira resposta oficial sobre a decisão do Google e informou que a medida adotada pelo buscador não afetará as relações entre Pequim e Washington "a menos que alguém a torne política" e ainda advertiu o site que sua manifestação "prejudica a imagem da empresa, não a do país."


China mantém censura na internet após saída do Google

A decisão do Google de fechar seu site na China e deixar de censurar os resultados de suas buscas não aumentou o acesso dos internautas chineses a informações proibidas pelas autoridades de Pequim. O Google deixou de praticar a censura, mas o governo chinês, não.

A diferença é que antes o site tinha a obrigação de incorporar a seu sistema de buscas os filtros impostos pelas autoridades locais - ou seja, a censura era "terceirizada" para a empresa. Agora, o bloqueio é realizado pelo mecanismo oficial que impossibilita a abertura dos milhares de sites que trazem informações "sensíveis", como a independência do Tibete ou a defesa do pluripartidarismo.

A prática da censura foi uma das condições aceitas pela companhia norte-americana para entrar na China, em 2006, e criar o google.cn, específico para os chineses. Ontem, esse site deixou de existir e seus usuários passaram a ser redirecionados para o google.com.hk, com sede em Hong Kong.

Apesar da nova roupagem, as restrições de acesso às informações continuaram a ser as mesmas, em razão da "grande muralha de fogo" erguida em torno da internet. A pesquisa com o nome da seita "falun gong", banida pelo governo chinês nos anos 90, trazia como resposta uma página em branco e a mensagem "O Internet Explorer não pode exibir a página da Web".

O tema é sensível, mas há períodos em que pelo menos os resultados da busca aparecem - só que os links exibidos não podem ser abertos. No google.cn, a mensagem que era exibida como resultado de buscas bloqueadas era "de acordo com leis, regulamentos e políticas locais, parte da pesquisa não pode ser mostrada".


Fontes: AE/Agências

China: Google redireciona site chinês e diz que continua no país

Companhia parou de censurar endereço nesta segunda-feira (22). Chineses já acessam página com conteúdo livre baseada em Hong Kong.


Sede do Google na China. (Foto: Jason Lee/Reuters)

Após mais de dois meses de embates com o governo chinês, o Google passou a oferecer nesta segunda-feira (22) conteúdo livre de censura para os usuários da China.

Pela manobra implementada por sua unidade dos EUA, os chineses que buscam o endereço “Google.cn” são redirecionados para “Google.com.hk”, a página da companhia em Hong Kong.

“Hoje cedo paramos de censurar os nossos serviços de busca Google Search, Google News e Google Images – no Google.cn. Os usuários que visitam o Google.cn agora são redirecionados para o Google.com.hk, onde estamos oferecendo busca não censurada em chinês simplificado, projetado especificamente para usuários na China continental e entregues através de nossos servidores em Hong Kong”, informou o vice-presidente sênior de desenvolvimento corporativo e diretor jurídico, David Drummond, no blog da companhia.

“Em virtude do aumento da carga em nossos servidores em Hong Kong e à natureza complexa dessas mudanças, os usuários podem notar alguma lentidão no serviço ou encontrar alguns produtos temporariamente inacessíveis até concluirmos todas as mudanças”, continuou o executivo.

“Acreditamos que esta nova abordagem de oferecer busca não censurada em chinês simplificado a partir de Google.com.hk é uma solução sensata para os desafios que temos enfrentado – é perfeitamente legal e vai aumentar significativamente o acesso à informação para as pessoas na China”.

“Esperamos sinceramente que o governo chinês respeite nossa decisão, mas nós estamos cientes de que poderia bloquear o acesso a qualquer tempo aos nossos serviços”, frisou, acrescentando que a gigante da internet fará um monitoramento cuidadoso do novo endereço para evitar problemas futuros.

Além disso, Drummond afirmou que o Google pretende manter seus negócios na China, dando continuidade ao trabalho de pesquisa e desenvolvimento no país asiático, acrescentando que todas as medidas foram tomadas fora do território chinês.

“Finalmente, gostaríamos de deixar claro que todas essas decisões foram implementadas por nossos executivos nos Estados Unidos, e que nenhum dos nossos funcionários na China pode, ou deve, ser responsabilizado por isso”, concluiu o executivo.

Governo chinês acusa Google de ser ferramenta política dos EUA

O governo chinês fez duras acusações ao Google em editoriais da agência de notícias oficial Xinhua, publicados neste fim de semana.

Nos textos, a empresa é acusada de ser usada como ferramenta política dos Estados Unidos. Segundo o governo chinês, o Google mantém ligação com os serviços de inteligência americanos, fornecendo inclusive informações sobre o país.

Os editoriais acusam o Google de se infiltrar na cultura local para impor valores americanos, exportando “cultura, valores e ideias”. Um dos textos diz ainda que o Google afirma injustamente que a China apoia os ataques de hackers à empresa.

Em comentário assinado por três colunistas, a agência também tentou defender a censura à internet pelo governo chinês, que o Google mencionou como um dos motivos para que o maior serviço mundial de buscas possa deixar a China.

"É injusto que o Google tente impor seus valores e padrões à regulamentação da internet na China, que tem tradições, culturas e valores veneráveis," acrescentaram os jornalistas.

O impasse entre o governo chinês e a gigante das buscas se arrasta há meses. Em janeiro, o Google e outras empresas foram vítimas de ciberataques supostamente feitos por hackers chineses. A empresa anunciou que não aceitaria mais a censura imposta pelo governo para as buscas feitas no país e pode deixar o mercado chinês.

Segundo o jornal local “China Businnes News”, a empresa deve anunciar nesta segunda-feira (22) sua saída da China, que ocorreria no dia 10 de abril. O Google não comentou a afirmação, publicada no jornal na semana passada.

O Google é o segundo maior site de buscas na China, atrás do local Baidu. Recentemente, a Microsoft anunciou que, caso o Google deixe o país, não seguirá o mesmo caminho.

Fonte: G1 - Agências

Previsão de que Google saia da China é especulação, declara empresa

A censura corresponde, além de conteúdos políticos, à pornografia, que prolifera na maioria dos portais locais.

A assessoria do Google no Brasil comunicou que a notícia publicada pelo jornal econômico chinês "China Business News", afirmando que a empresa sairia do país em abril, compõe-se apenas de especulações.

"Não há nada oficial por enquanto, nem previsão sobre quando haverá uma decisão", diz a assessoria. "O executivo-chefe da empresa, Eric Schmidt, deve se pronunciar quando for o caso", e "as conversas com o governo chinês estão em andamento", completa a assessoria.

De todo modo, o jornal chinês prevê que o Google deve anunciar nesta segunda-feira (22) a decisão de abandonar seus negócios no país asiático, após dois meses de brigas com a censura do regime de Pequim.

As fontes citadas pelo jornal são um empregado e um agente de vendas do Google, que pediram anonimato e atuariam no país asiático.

No dia 12 de janeiro, a empresa acusou Pequim de estar ligado aos ataques sofridos por dissidentes políticos, empresários e jornalistas em contas de e-mail hospedadas em seus servidores, e ameaçou abandonar o país asiático, caso o regime não retrocedesse em sua censura na internet.

O regime chinês, que negou sua participação nos ataques, censura conteúdos relacionados com temas "delicados", como o massacre de estudantes da Praça da Paz Celestial, a repressão no Tibete e Xinjiang.

A censura corresponde, além destes conteúdos políticos, à pornografia, que prolifera na maioria dos portais locais.

Fonte: FOLHA

Google deve fechar operações na China em abril, diz imprensa estatal

Anúncio será oficializado na segunda; tensão começou com invasão de contas de email

Tensão começou com invasão de contas de email do servidor do Google/Jason Lee/Reuters

PEQUIM - O Google, maior site de buscas do mundo, poderá encerrar suas operações na China no dia 10 de abril, segundo reportagem veiculada ontem pelo jornal estatal "China Business News".

De acordo com a publicação, a empresa norte-americana poderá fazer na segunda-feira um anúncio oficial de seus planos em relação ao país asiático.

No dia 12 de janeiro, a companhia surpreendeu o mundo e o governo Pequim com o anúncio de que poderia fechar o google.cn, seu site em chinês, caso não chegasse a um acordo com as autoridades locais para operar sem o crivo da censura.

Desde então, representantes do governo afirmaram em diversas ocasiões que empresas estrangeiras devem obedecer às leis do país e deixaram claro que não há possibilidade de acordo com o Google nesse ponto.

Apesar de ter condicionado sua permanência no país à suspensão da censura, o site apontou como razão para sua possível saída uma série de ataques de hackers que operam a partir da China.

O comunicado divulgado em janeiro disse que essas ações levaram ao roubo de propriedade intelectual do Google e atingiram pelo menos outras 20 companhias norte-americanas.

A eventual saída do país de uma das maiores empresas do mundo representa um duro golpe para a imagem da China como destino preferencial de investimentos estrangeiros.

Essa posição começou a ser abalada em agosto do ano passado, quando quatro executivos da mineradora australiana Rio Tinto foram presos sob a acusação de roubarem segredo de Estado, uma das mais graves do país _posteriormente a denúncia foi modificada para corrupção e roubo de segredo de empresas, punidos com penas mais brandas.

O julgamento dos funcionários da Rio Tinto está marcado para a segunda-feira e é será observado de perto por empresas estrangeiras que realizam negócios na China, onde o Judiciário não possui nenhuma independência em relação ao Partido Comunista.

O caso Google também se transformou em um forte ingrediente do recente aumento das tensões no relacionamento entre a China e os Estados Unidos. Poucos dias depois que a empresa anunciou que poderia deixar o país asiático, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, fez um contundente discurso em defesa da liberdade do fluxo de informações na internet, no qual criticou nominalmente a China.

Quando criou o google.cn, em 2006, o site de buscas concordou em incorporar a seu sistema os mecanismos de censura de Pequim, que bloqueiam o acesso a temas considerados "sensíveis" pelas autoridades locais, entre os quais estão a independência de Taiwan, o dalai-lama, a controvérsia sobre o Tibete e a seita falun gong, banida do país nos anos 90.

Na época, havia a expectativa de que as autoridades chinesas iriam com o tempo tornar mais flexíveis os limites da censura e ampliar o acesso às informações online. Mas ocorreu exatamente o contrário.

Desde 2008, sites como Youtube, Twitter e Facebook são inacessíveis na China. Nesse período, também aumentou a repressão aos dissidentes, que culminou com a condenação a 11 anos de prisão do ativista de direitos humanos Liu Xiabo, em dezembro.

Os sinais de que o Google está prestes a concretizar sua ameaça de deixar a China cresceram nos últimos dias. Há uma semana, o "Financial Times" publicou reportagem, com fontes não identificadas, segundo a qual há uma probabilidade de "99,9%" de o google.cn deixar de existir.

Na quarta-feira, jornais chineses disseram que clientes do Google haviam recebido comunicado de que a empresa encerraria suas atividades no país no fim de março.

Fontes: O ESTADO/Cláudia Trevisan

Opinião BGN

Apoiamos a iniciativa do Google, em encerrar as atividades na China e defendemos que outras companhias ocidentais passem a nortear suas relações com aquele país, levando em conta as questões relativas aos direitos humanos e civis.

Google deve encerrar operações na China em breve, diz jornal 'Financial Times'

China impede que internautas façam buscas sem filtros, e Google discorda. Empresa deve tomar decisão em breve, revelou fonte à reportagem.

As conversas com a China a respeito da censura chegaram a um aparente impasse e o Google diz ter "99,9%" de certeza de que vai encerrar suas operações no país, disse o jornal "Financial Times" neste sábado (13).

O jornal citou uma fonte familiarizada com o pensamento da empresa, segundo a qual, embora uma decisão possa ser tomada em breve, o Google deve esperar algum tempo para levar seus planos adiante.

Isso seria o ideal para concretizar um fechamento apropriado, enquanto a empresa toma medidas para proteger seus empregados locais de retaliações das autoridades, informa o jornal.

A China alertou o Google na sexta-feira contra o desrespeito às leis do país, e aumentam as expectativas de uma resolução para uma disputa pública sobre a censura e a segurança na rede.

Busca sem filtros

O Google chocou os círculos empresariais e políticos em janeiro, quando ameaçou se retirar da China se não pudesse oferecer um mecanismo de busca local sem filtros. A ameaça surgiu após ataques cibernéticos originários da China contra o site e cerca de 30 outras empresas.

"Se não respeitar as leis chinesas, você está sendo hostil e irresponsável, e sofrerá as consequências," disse o ministro chinês da Indústria e Tecnologia da Informação, Li Yizhong, a repórteres na sexta-feira, respondendo uma pergunta sobre o que a China fará se o Google simplesmente parar de filtrar os resultados das buscas.

A resposta veio depois de o executivo-chefe do Google, Eric Schmidt, ter dito na quarta-feira que espera anunciar em breve o resultado das conversas com autoridades chinesas sobre um mecanismo de busca sem censura na China.

Fontes: G1- Reuters

Usuários relatam problemas de acesso a sites do Google

Portais como Orkut, YouTube e Gmail estão inacessíveis para alguns internautas

Internautas brasileiros relatam ter problemas de acesso a sites relacionados ao Google, como YouTube, Gmail e Orkut, na noite desta quinta-feira (11).

Procurada pelo R7, a empresa disse estar ciente do problema e que há suspeitas de que o problema tenha se originado na Espanha, mas a informação não é oficial – no Twitter, há mensagens em português e em espanhol que indicam a falta de conexão com os serviços.

Assim como acontece toda vez que os serviços do Google travam, internautas mostram desespero por não conseguir acessar seus dados armazenados nesse site. Alguns usuários do Twitter falam em dependência.

– Descobri que sou 100% dependente do Google. Fui abrir e-mail, não foi. Fui entrar no Orkut, não entrou. Fui pesquisar no Google, não deu.

Isso acontece porque os serviços do Google são bastante usados no Brasil. Dados de dezembro do Ibope Nielsen Online indicam que o Orkut teve 27 milhões de visitantes em dezembro (74% do total de internautas no mês), o que torna o site a maior rede social do país.

Fonte: R7

Google modifica rede social Buzz por problema de confidencialidade

Rede social Buzz sofre mudanças

O Google anunciou modificações em seu novo serviço de rede social Buzz depois de recber queixas dos internautas sobre a falta de proteção da confidencialidade de sua correspondência, informou a equipe encarregada do funcionamento do Gmail.

O Buzz foi lançado na terça-feira (9) e desde então os usuários começaram a se queixar da falta de confidencialidade.

Em resposta às críticas, o Google anunciou na véspera várias mudanças no serviço, com a aplicação de uma "opção mais visível para não mostrar no perfil do usuário a lista de quem ele segue ou a de seus seguidores.

A empresa também anunciou que acrescentará a possibilidade de bloquear os seguidores.

O site TechCrunch analisa que "o perigo em se criar uma rede social em torno de contatos de e-mail, como faz o Google Buzz no Gmail, é que as fronteiras entre o que é privado e público não estão sempre claras".

Um problema levantado pelo site é que as pessoas que um usuário segue e que são seguidas por ele são automaticamente tornadas públicas na página de perfil.

Mas a lista é baseada em lista de pessoas a quem o internauta manda mensagens em geral privativamente.


"Você pode fazer com que estas listas fiquem invisíveis, mas isso continua um processo de descartar recurso ao invés de incluir recurso", comenta o site.

O Buzz já alcançou mais de nove milhões de posts e comentários, anunciou o Google.


Fontes: FOLHA - France Presse

Google investiga colaboração interna em invasão virtual sofrida na China

O Google está investigando se um ou mais funcionários podem ter facilitado um ataque virtual do qual a empresa norte-americana diz ter sido vítima em meados de dezembro, afirmaram duas fontes à Reuters nesta segunda-feira (18).

O mecanismo de busca mais popular da internet afirmou na semana passada que estaria pensando em se retirar do mercado chinês depois de a empresa reportar que foi atingida por um "sofisticado" ataque contra sua rede, o que resultou em roubo de propriedade intelectual.

Chinês usuário do Google deixa flores em frente à sede em Pequim da empresa, que ameaçou abandonar a China por ataques virtuais/Vincent Thian/AP

As fontes, próximas à situação, disseram à Reuters que o ataque, que visava pessoas com um acesso específico a partes da rede do Google, pode ter sido facilitado por funcionários do escritório da empresa na China.

"Não comentamos rumores ou especulação. Essa investigação está sendo feita e simplesmente não podemos comentar os detalhes", disse uma porta-voz do Google.

Analistas de segurança disseram que o malware (software de invasão) usado no ataque ao Google era uma modificação de um cavalo de troia chamado Hydraq.

Um cavalo de troia é um malware que, uma vez dentro do computador, permite o acesso de alguém não autorizado. A sofisticação no ataque era em saber quem atacar, não o malware em si, dizem analistas.

A mídia local, citando fontes anônimas, afirma que alguns funcionários do Google China tiveram acesso negado à rede interna depois de 13 de janeiro, enquanto partes da equipe foram colocadas de férias e outras transferidas para diferentes escritórios do Google nas operações da Ásia Pacífico. O Google preferiu não comentar este assunto.

Google afirma que continua trabalhando normalmente na China

O Google afirmou nesta segunda-feira (18) à France Presse que continua trabalhando normalmente e sem alterações na China, desmentindo informações sobre a paralisação de algumas atividades ou o envio de funcionários para Hong Kong depois do anúncio de uma possível retirada do mercado chinês.


"Demos aos nossos empregados um dia de descanso para realizar testes de controles internos a fim de garantirmos que a rede está segura", informou um e-mail do Google.

Há uma semana, o Google ameaçou interromper todas suas operações na China devido à censura e a ataques virtuais, correndo o risco de ficar privado de um mercado de 380 milhões de usuários da internet.

O jornal "Notícias de Pequim", citando fontes internas da companhia que pediram para não ser identificados, havia afirmado que os engenheiros do Google China não tinham mais acesso à base de dados do grupo e não estavam em condições de realizar seu trabalho.

Outro jornal, o "National Business Daily", afirmou, por sua vez, que alguns funcionários haviam sido transferidos para Hong Kong; além disso, os que continuavam em Pequim "não tinham nada para fazer".

A China tentou acabar com a polêmica ao afirmar que o caso Google não iria afetar as relações comerciais com os Estados Unidos.

No entanto, o governo chinês alertou que o Google deve respeitar as leis do país.

China diz que há meios de resolver problema criado com Google

A China tentou atenuar a ameaça do Google de que poderia deixar o país devido a preocupações quanto a piratas virtuais e censura nesta sexta-feira (15), afirmando que qualquer decisão do gigante das buscas não afetará seus elos comerciais com os Estados Unidos.

Os EUA afirmaram que é cedo para dizer de que maneira as relações comerciais poderiam ser afetadas, mas acrescentaram que o livre intercâmbio de informações é crucial para a economia chinesa em seu amadurecimento.

Um porta-voz do Ministério do Comércio chinês disse que há muitos meios de resolver a questão do Google, mas reiterou que todas as empresas estrangeiras, entre as quais o Google, devem respeitar as leis chinesas.


"Qualquer decisão tomada pelo Google não afetará as relações econômicas e comerciais entre China e EUA, já que as duas partes têm muitas formas de se comunicar e negociar uma com a outra", declarou o porta-voz Yao Jian em pronunciamento regular em Pequim.


"Estamos confiantes quanto ao desenvolvimento de elos comerciais e econômicos saudáveis com os Estados Unidos", acrescentou.

A questão pode se tornar um novo fator de irritação no relacionamento entre a China e os Estados Unidos, já desgastado pelas discussões sobre a taxa de câmbio chinesa, o protecionismo comercial e as vendas de armas norte-americanas a Taiwan.

Os EUA expressaram apoio à decisão do Google de não mais permitir a censura chinesa à buscas de internet, e tocaram no assunto em nível diplomático.


"Parece-me que os princípios que o Google está tentando defender são importantes não apenas em termos morais ou de direitos, mas também economicamente, e de forma considerável", afirmou Lawrence Summers, assessor econômico sênior da Casa Branca.

"Creio que seja cedo demais para avaliar que efeitos totais isso terá", acrescentou ele, quando perguntado se a disputa seria um ponto de inflexão no relacionamento econômico entre China e Estados Unidos.

Washington há muito se preocupa com o programa de ciberespionagem de Pequim. Um comitê consultivo do Congresso norte-americano disse em novembro que o governo chinês parecia estar envolvido em número cada vez maior de invasões de computadores dos EUA, em busca de informações úteis às suas forças armadas.

EUA farão queixa formal à China por ciberataque ao Google

O governo dos EUA promete interpor uma queixa formal na próxima semana, por via diplomática, perante o governo chinês pelo ciberataque dirigido a contas de e-mail do Google, informou nesta sexta-feira (15) o porta-voz do departamento de Estado, Philip Crowley, em declarações à imprensa.

Na queixa, o governo americano expressará sua preocupação pelo incidente e solicitará informações sobre o ciberataque, assim como uma resposta da China sobre o que pretende fazer a respeito da denúncia do Google.

A decisão dos EUA acontece depois de um pedido de explicações, na quinta-feira passada, a funcionários chineses da embaixada da China em Washington.

"Queríamos e precisávamos falar com os funcionários chineses sobre este ciberataque", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, em uma entrevista coletiva.

Ele disse também que os EUA apoiam os esforços do Google por operar seu buscador sem censuras na China.

Na terça-feira (12), o Google ameaçou encerrar suas operações na China após descobrir que contas de e-mail de ativistas em direitos humanos foram invadidas.

Em seu blog oficial, a companhia afirmou que detectou um "ataque altamente sofisticado na infraestrutura da nossa corporação, originado da China".

Ainda de acordo com a empresa, investigações posteriores indicaram que "pontos primários de ataques acessaram as contas de Gmail de ativistas em direitos humanos chineses".

Fontes: FOLHA - Efe- Reuters - AP

Google anuncia oficialmente o esperado Nexus One, novo celular da companhia

Modelo fabricado pela HTC foi anunciado nesta terça-feira (5), nos EUA.
Aparelho roda sistema operacional Android 2.1 e tem câmera de 5MP.


O vice-presidente de gerência de produtos do Google, Mario Queiroz, segura o smartphone Nexus One. (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

O Google anunciou nesta terça-feira (5) o seu aguardado telefone celular Nexus One. Com sistema operacional Android 2.1, o novo celular fabricado pela HTC tem tela sensível ao toque de 3,7 polegadas e resolução de 480 x 800 pixels, processador Snapdragon de 1GHz, da Qualcomm, 512MB de RAM, cartão microSD de 4GB (expansível para 32GB), GPS, Wi-Fi e 3G.

Além disso, o smartphone conta com câmera de 5 megapixels com flash LED, que também faz vídeos que poderão ser postados diretamente no YouTube, popular site de compatilhamento de vídeos, de propriedade do Google.

"Hoje revelamos o próximo estágio de evolução do Android", disse Erick Tseng, gerente de produto sênior do Google, logo na abertura do evento para jornalistas.

Com o lançamento, o Google acredita ter aberto um novo nicho no mercado de celulares - o dos “superphones”, como o novo Nexus One foi chamado durante a apresentação. O aparelho, que será vendido diretamente pelo Google, é concorrente direto do iPhone, da Apple, e do Blackberry, da RIM.

Inicialmente, o Nexus One será vendido on-line, desbloqueado, por US$ 530 (cerca de R$ 913), nos EUA. Já quem optar por um plano de operadora T-Mobile pagará US$ 180 (em torno de R$ 310). Ainda no primeiro trimestre, o aparelho também deverá chegar às lojas norte-americanas pelas operadoras Verizon e Vodafone.

Além disso, o Google testará seu novo smartphone em outros três mercados: Reino Unido, Cingapura e Hong Kong. Ainda não há previsão para comercialização do Nexus One no Brasil.


O Nexus One, novo celular do Google, em destaque. (Foto: Robert Galbraith/Reuters)

Esse é o sétimo modelo com sistema operacional do Google comercializado pela HTC. Anteriormente, foram lançados pela fabricante os modelos Dream, Magic, Hero (Global), Tattoo, Hero (EUA) e Droid Eris.

Assim como outros aparelhos baseados no sistema operacional do Google, o Nexus One também conta com acesso ao Android Market, a loja de aplicativos do Google.

O sistema de reconhecimento de voz engloba os recursos Search by Voice e Voice Command, lançados anteriormente. Isso permite que o usuário dite uma mensagem para ser digitada automaticamente pelo aparelho ou que tire suas dúvidas sobre localização ou como chegar a determinado ponto.

As dimensões e o peso do Nexus One também foram destacados durante a apresentação, que mostrou que o aparelho é tão fino quanto um lápis do tipo número 2 e tão leve quanto um pequeno canivete suíço, pesando cerca de 130 gramas (incluindo a bateria).


Site oficial do Nexus One foi liberado na tarde desta terça (5), logo após Google anunciar detalhes sobre o novo celular da companhia. (Foto: Reprodução)

Fontes: G1 - Google 

Carros do Google começam a fotografar ruas de São Paulo e Rio de Janeiro

Serviço vai mapear espaços públicos e colocar fotos em 3D na internet


A ideia do Google é fotografar as ruas e rodovias que cortam São Paulo até o final de 2010/Foto por Daia Oliver/R7

O Google anunciou nesta segunda-feira (4) em São Paulo que começou a colocar nas ruas da capital paulista e na cidade do Rio de Janeiro 30 automóveis responsáveis por fotografar os espaços públicos como ruas, avenidas, pontos turísticos e rodovias para o Street View.

Além do Brasil, 28 países já receberam os carros a serviço do Street View. São Paulo será fotografada por aproximadamente 20 veículos. No Rio, dez automóveis fazem os registros.

Os primeiros testes brasileiros aconteceram desde julho do ano passado em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde fica o centro de engenharia do Google no país.

O serviço surgiu em 2007 como uma evolução do Google Maps, que permite a localizar países, cidades, ruas e lugares específicos com a vantagem de ter ainda imagens em três dimensões de cidades e principais pontos históricos do mundo como o Coliseu, em Roma, na Itália.

O Google usa veículos que carregam câmeras superpotentes para registrar as imagens dos locais escolhidos pela companhia. Em alguns lugares de difícil acesso, o registro é feito pelo Trike, um triciclo equipado com câmera.

A ideia da empresa é que até o final de 2010 todas as ruas e rodovias que cortam a cidade de São Paulo façam parte do recurso, mas o Google admite que o prazo pode ser prorrogado devido a diversos fatores como condições climáticas, geografia e tamanho da população.

Geralmente, a equipe leva três ou quatro meses para fotografar as áreas e mais três meses aproximadamente para o tratamento e postagem na internet.

Os 30 carros foram equipados cada um com oito câmeras a partir de uma adaptação dos automóveis conseguida via parceria com a montadora Fiat, que usará os carros do modelo Stilo para registrar as imagens. A montadora é a primeira a selar um acordo com o gigante de buscas para o fornecimento de automóveis ao Street View.

As fotos são “costuradas” até formar a imagem final com 360º na horizontal e 290º na vertical, e como são feitas em lugares abertos e públicos, a empresa já se envolveu em polêmicas sobre a garantia da privacidade das pessoas fotografadas.





Automóvel apresentado nesta segunda (4) que vai captar imagens de SP para o projeto Street view, do Google



Mesmo que o Google desfoque o rosto das pessoas e as placas dos veículos antes das imagens serem publicadas, a empresa já foi acusada de fotografar muitos moradores das cidades por onde passam seus carros em situações constrangedoras.



Logo que uma área é fotografada e colocada na rede, o site permite que internautas solicitem a remoção no sistema de sua própria foto no sistema, de seu carro ou casa.

Fonte: R7

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