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Com temperaturas gélidas, Peru decreta estado de emergência

Situação agravou-se ainda mais depois de tremor na última madrugada, em Lulahuaná

As temperaturas de -20 °C, nevascas e frio intenso fizeram o presidente do Peru, Alan Garcia, decretar estado de emergência em 16 regiões do país neste domingo (24).

A situação agravou-se ainda mais na madrugada, quando um terremoto de 3 graus de magnitude na escala Richter, considerado pequeno, atingiu a área de Lulahuaná, segundo a Presidência da República e Instituto de Geofísica do Peru.

 Habitantes da capital Lima vestem roupas pesadas para se proteger do frio intenso; 16 regiões no Peru estão em estado de emergência/Paolo Aguiar/Efe

Preocupado com as vítimas e as perdas na agricultura, Garcia convocou uma reunião ministerial no sábado (23) para discutir o assunto. Na reunião, ficou decidido que os ministérios da Mulher e da Saúde vão ampliar o programa de apoio nas áreas que estão a mais de 3.000 m de altitude.

Também ficou acertado que o Ministério da Agricultura instalará abrigos e distribuirá fertilizantes nos locais atingidos pelo frio e neve.
 
Os ministros da Mulher do Peru, Nidia Vilchez, e da Agricultura, Adolfo de Córdova, confirmaram que o governo quer garantir comida, segurança e abrigo para as vítimas.

Outra preocupação é com a saúde, assegurando a aplicação das vacinas. Para Córdova, é fundamental ainda que os produtores consigam salvar o gado.

América Latina sofre com mortes por conta do frio

Aproximadamente 100 pessoas na América do Sul já morreram por conta da onda de frio que tem afetado vários países e criado problemas econômicos, principalmente nas zonas rurais.

Além do Peru, onde dezenas de crianças morreram nas últimas semanas no planalto andino, também foram registradas 14 mortes por causa do frio na Bolívia, sete no Paraguai, 11 na Argentina e duas no Uruguai no começo desta semana.


Fontes: R7 - Agências

Embarcação com mais de 200 passageiros afunda no rio Amazonas

Uma embarcação com mais de 200 passageiros afundou na madrugada desta quarta-feira quando navegava pelo rio Amazonas, próximo à cidade peruana de Iquitos, informaram fontes oficiais.

Iquitos, Perú, região próxima oa local do acidente/Diario Correo

O almirante Rodolfo Rodríguez, chefe do Comando Geral de Operações da Amazônia confirmou à emissora RPP que, até o momento, dezenas de pessoas já foram resgatadas com vida do mar, assim como os corpos de outras duas pessoas.

Segundo a emissora, ao menos 40 pessoas permanecem presas dentro do barco. Outras 80 já foram resgatadas e cem continuam desaparecidas.

A embarcação, que partiu com 150 passageiros, afundou por volta das 2h40 (03h40 de Brasília), quando seguia para o distrito de Indiana, perto da fronteira com a Colômbia.

Rodríguez disse que a embarcação partiu por volta das 20h de ontem, e que se presume que no caminho, pegou mais passageiros, assim como combustível e carga ilegal.


"Há uma evidência de que mais passageiros embarcaram", ressaltou, e dizendo que especialistas da Marinha continuam buscando por desaparecidos.

O almirante confirmou que, entre os passageiros, havia ao menos um cidadão alemão e quatro brasileiros.

"O comando enviou uma embarcação para transportar os sobreviventes para Iquitos, e na zona também está uma embarcação-hospital", acrescentou.

Segundo a imprensa local, a embarcação "Camila" tinha 12 anos e afundou parcialmente.

Um dos sobreviventes, identificado como Héctor Freitas, relatou à RPP que no segundo andar do barco viajavam cerca de 150 passageiros, e que no terceiro havia outros cem.

O proprietário do barco, Camilo Montoya, disse que a embarcação estava em boas condições e que a Capitania de Portos deve informar o número exato de passageiros.



Exibir mapa ampliado

Fontes: FOLHA - Efe - Diario Correo - Google Maps

Resgate de turistas que estavam 'ilhados' na região de Machu Picchu termina

Segundo embaixada, 68 brasileiros foram resgatados nesta sexta. Ferrovia que dá acesso à cidade inca peruana pode ficar fechada 2 meses.

Terminou nesta sexta-feira (29) a operação de resgate dos cerca de 2 mil turistas que estavam ‘ilhados’ na região de Machu Picchu, no Peru, por conta das enchentes que deixaram pelo menos 10 mortos no país.

Segundo a assessoria de imprensa da Embaixada do Brasil em Lima, o último helicóptero com turistas deixou a cidade de Aguas Calientes pouco antes dasolta das 17h locais (20h de Brasília), a caminho de Cusco.

De acordo com a embaixada, 68 dos quase 200 brasileiros que estavam na cidade foram resgatados nesta sexta.

Turistas protegem-se durante decolagem de helicóptero militar nesta sexta-feira (29) na região peruana de Machu Picchu. (Foto: AP)


Fontes: G1 - AP

Primeiro grupo brasileiro é resgatado de helicóptero após cheia em Machu Picchu

Cerca de 120 turistas do país ficaram ilhados por conta da chuva. Cheias e deslizamentos mataram pelo menos 5 pessoas na região.


Reprodução/TV Globo

O primeiro grupo de brasileiros resgatado de helicóptero da cidade de Aguas Calientes, na região de Machu Picchu, chegou no início da noite desta terça-feira (26) à cidade de Ollantaytambo. Todos passam bem.

As chuvas dos últimos dias na região de Cusco provocaram mataram cinco pessoas, feriram 50, deixaram milhares de desabrigados e interromperam as ligações com a antiga cidade sagrada dos incas, deixando cerca de 2 mil turistas brasileiros. Pelo menos 120 brasiileiros estavam em Aguas Calientes, dormindo em barracas em situação precária.

O governo peruano informou que começou de helicóptero a resgatar os quase 2 mil turistas isolados próximo à cidade.

Mapa localiza a região do bloqueio no Peru. (Foto: Arte G1)

A estatal Instituição Nacional de Cultura confirmou a morte da turista argentina Lucila Ramballo Sarlo, de 23 anos, que morreu em um deslizamento de terra. Três argentinos ficaram feridos. Em outro local, o guia peruano Washington Huaralla, 33, morreu também em um deslizamento.


Foto de arquivo mostra a cidade inca de Machu Picchu. (Foto: AFP)



Fontes: G1 - TV Globo - Agências

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