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Facebook lança "nova cara" para perfis de usuários

O site Facebook lançou um novo formato de perfil para usuários que desejarem renovar a sua página de apresentação na rede social.

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, anunciou as mudanças numa entrevista à rede CBS/Eric Risberg/AP

Entre as principais novidades do novo perfil, está a possibilidade de acrescentar uma pequena biografia, em tópicos, na parte superior da página, logo acima de um carrossel com as últimas fotos em que o usuário foi marcado.

Ao explicar as mudanças no site, um dos engenheiros do Facebook, Josh Wiseman, disse aos usuários que as mudanças "tornarão mais fácil contar a sua história e conhecer os seus amigos".

Na nova versão, os inscritos no Facebook poderão dar mais detalhes sobre o tipo de atividade em que estão envolvidos, incluindo projetos específicos na área profissional.

Alguns analistas avaliam que as modificações têm como finalidade aumentar a competitividade do Facebook em relação à rede LinkedIn, voltada para contatos profissionais, que conta com 85 milhões de usuários. O Facebook tem 500 milhões de usuários.

Os interessados no novo perfil devem ativar a "cara nova" da página pelo link http://www.facebook.com/about/profile.

Entrevista com Zuckerberg

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, fez o anúncio da novidade durante uma entrevista veiculada para o público americano na rede de televisãoCBS, no domingo.

Na entrevista, Zuckerberg falou sobre ter recusado a venda do Facebook em 2006 para o Yahoo, que, na época, fez uma oferta de U$ 1 bilhão.

"Acho que, naquele momento, muita gente pensou que deveríamos ter vendido a companhia", afirmou. "Agora, acho que, em geral, as pessoas acham que foi uma boa decisão (não ter vendido)."

Zuckerberg também rebateu as críticas feitas ao site por conta de questões envolvendo a privacidade e disse que jamais venderia informações sobre os seus usuários.

"Os anunciantes que usam o site nunca têm acesso à informação dos usuários. É contra as nossas políticas que um aplicativo compartilhe informações com os anunciantes", afirmou o empresário.

A vida de Zuckerberg e a expansão do Facebook - incluindo as ações legais movidas por seus supostos co-criadores - são o tema do filmeA Rede Social, dirigido pelo americano David Fincher.

O longa, que ficou duas semanas como o mais visto nos Estados Unidos, já arrecadou US$ 180 milhões (R$ 302 milhões) em todo o mundo.

Agora é possível acrescentar uma pequena biografia, em tópicos, na parte superior da página, logo acima de um carrossel com as últimas fotos em que o usuário foi marcado

Fontes: FOLHA - Agências

Agência abandona site e se muda para o Twitter

Kamchatka criou uma conta no microblog e, em apenas dois tweets, resumiu tudo aquilo que geralmente contém nos sites


A Migração só foi possível graças ao novo Twitter, que permite a visualização de outros perfis na barra que se estende à direita da timeline

Seria possível ter um site inteiro dentro de uma rede social? Aqui no Brasil, isso já foi feito pela agência Africa - que transferiu todo o seu conteúdo para o Facebook -, mas a social media da vez é mesmo o Twitter, então por que não se mudar para lá? Foi justamente essa a ideia da agência argentina Kamchatka.

A Kamchatka criou uma conta no microblog e, em apenas dois tweets, resumiu tudo aquilo que geralmente contém nos sites. O primeiro post atua como se fossem botões, com tópicos no estilo "quem somos", "cases" ou "contatos" e o segundo mostra um vídeo explicando como funciona a ideia.

A migração só foi possível graças ao novo Twitter, que permite a visualização de outros perfis na barra que se estende à direita da timeline. Cada tópico corresponde a uma nova conta, então quando a pessoa clica uma aba se abre e revela mais tópicos. O novo layout do microblog também possibilitou a visualização de mídia, então a agência pode publicar seus cases e o internauta consegue conferi-los sem ter de sair do Twitter.


Kamchatka Site Demo from KAMCHATKA on Vimeo.

Fonte: EXAME

Maior site social do mundo, Facebook sofre pane nesta quarta

O Facebook, site de relacionamentos que aglutina meio bilhão de pessoas, está tendo problemas de acesso na tarde desta quarta-feira (22).

Aparentemente, se trata de uma pane global que impede os usuários de entrarem em seus respectivos perfis.
A Folha procurou a assessoria do site, que ainda não se pronunciou a respeito.

No serviço de microblogs Twitter, entretanto, já havia milhares de reclamações sobre a pane. Usuários de diferentes nacionalidades e locais do planeta perguntavam se o site estava fora do ar.

O blog da companhia --também instável-- ainda não traz nenhum comunicado a respeito.

Facebook diz que provedor terceirizado tirou site do ar

O site já retornou ao funcionamento parcial, mas ainda apresenta problemas.

Em nota encaminhada à Folha, a assessoria de imprensa do Facebook declarou que "a instabilidade é decorrente de um provedor terceirizado, que está causando problemas para algumas pessoas, e não todos os usuários, que tentam conectar o Facebook".


"Estamos em contato com este servidor para solucionar a instabilidade e, ao mesmo tempo, trabalhamos para implantar modificações para que as conexões afetadas voltem a funcionar", diz o comunicado.

Fonte: FOLHA

Público com mais de 50 anos é o que mais cresce em redes sociais

O uso de redes sociais por pessoas com mais de 50 anos quase dobrou nos EUA, aponta estudo da Pew Internet divulgado nesta sexta-feira. 

Segundo relatório, entre o público de 50 a 64 anos, sites como Facebook e LinkedIn são usados hoje por 47% dos internautas ativos. Já entre o público com mais de 65 anos, esses serviços são adotados por 26%.

Embora os números não sejam comparáveis ao público de 18 a 29 anos (86%), que continua a ser o principal grupo que utiliza redes sociais, mostra que internautas com mais de 50 anos são, hoje, o grupo que mais cresce nesses serviços. Pelo estudo, em um ano, o número de usuários com idades entre 18 e 29 anos cresceu 13%. Já, entre 50 e 64 anos, 88%. E com mais de 60, 100%.


E o Twitter?

A pesquisa também trouxe um outro dado interessante: se Facebook, MySpace e cia. já estão se tornando populares entre internautas com mais de 50 anos, o Twitter ainda não pegou de fato. Só 11% dos internautas entre 50 e 64 anos usaram o serviço, que foi adotado apenas por 5% dos que possuem mais de 60 anos.

Fonte: O ESTADO DE S PAULO/Rodrigo Martins

Desmontada rede de pedofilia no Facebook

Desarticulada rede internacional de pedofilia  que se utilizava do Facebook

Uma rede internacional de pornografia infantil que operava via Facebook foi desativada com a ajuda do site, disse a polícia australiana nesta sexta-feira, 27.  Onze pessoas foram indiciadas na Austrália, Grã-Bretanha e Canadá. O grupo utilizava a rede social para expor e distribuir as imagens.

O jornal The Sydney Morning Herald informou que o Facebook sabia sobre a pornografia e teria desativado as contas dos usuários envolvidos, mas não havia informado à polícia.

O Facebook e a Polícia Federal australiana emitiram uma declaração conjunta em resposta ao relatório dizendo que “o site tomou atitudes imediatamente após o início da investigação policial e sua ajuda foi essencial para desmantelar o grupo internacional de pornografia infantil”.

A declaração reconhece as dificuldades da rede social em deter o grupo, já que os usuários poderiam criar novas contas falsas após terem as suas desativadas.

“É importante que os prestadores de serviços de conteúdo, incluindo o Facebook, procurem constantemente por material contendo exploração infantil em seus sites, e, em seguida, informem as autoridades sobre seus resultados”.

A polícia australiana disse que começou a investigar o caso em março após um agente secreto ter criado um perfil online no Facebook e ter sido abordado por um membro do grupo ilegal.

Em junho, a investigação passou a agir também nos Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha, Alemanha, África do Sul e Suíça. Segundo a polícia, a investigação continua.

Joe Sullivan, chefe de segurança do Facebook, disse que um membro da sua equipe irá visitar a Austrália, onde a empresa não tem funcionários, em setembro para reuniões com a polícia e defensores de segurança infantil.

Ele disse que o Facebook e a polícia australiana estavam produzindo protocolos a fim de garantir que atividades ilegais sejam relatadas o mais rapidamente à polícia.

Fontes: Filipe Tavares Serrano/O ESTADO DE S PAULO - AP

Brasil aparece em quinto lugar na lista dos países que mais usam redes sociais

Orkut perde a liderança em número de acessos para o Facebook na Índia

O Brasil é o quinto país que mais acessa redes sociais no mundo. A informação faz parte de uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (25) pela comScore, uma empresa que anlisa tendências da internet e do mercado digital.

Em comparação aos dados de julho do ano passado, o Brasil cresceu 47% e passou de 23,9 milhões de visitantes únicos para 35,2 milhões em julho deste ano.

Em primeiro lugar está os Estados Unidos, com 174,4 milhões de visitantes. A China aparece em segundo com 97,1 milhões, seguida da Alemanha (37,9 mi) e Rússia com 35,3 milhões.

O total mundial é de 945 milhões de visitantes a sites de redes sociais no período de análise.

Em relação ao ano passado, a Rússia foi o país que mais cresceu: 74%.

Orkut perde a liderança em visitas na Índia

A mesma pesquisa mostra que o Orkut teve em julho deste ano 19,8 milhões de visitantes, contra 20,8 milhões do Facebook. É a primeira vez que a rede social do Google perde a liderança para o site de Mark Zuckerberg.

O Facebook cresceu 179% em quantidade de visitantes em relação a julho de 2009. O Orkut também cresceu, mas menos: 16%.

O estudo não leva em conta acessos feitos em computadores públicos, como de LAN houses, ou feitos por celulares.



Fontes: R7 - Agências

Orkut se renova e apresenta a criação de 'círculos' de amizade

Grupos separados podem aumentar a privacidade dos usuários. Google afirma que rede social cresce 12% ao ano.

Organizar e interagir com grupos de amigos, com a família e com colegas de trabalho ao mesmo tempo, na mesma página e com mais privacidade. Este é o novo conceito do Orkut, uma das redes sociais mais populares do Brasil, apresentando pelo Google Brasil nesta terça-feira (24), na cidade de São Paulo.

Agora, o site foca em apresentar círculos que podem ser criados pelo usuário para se comunicar de forma privada com sua rede de amizades, sem que internautas de outros grupos possam visualizar as mensagens, como ocorria nos ‘scraps’.

Orkut apresenta círculos de amizades para o usuário. (Foto: Divulgação)

A novidade já está disponível para alguns usuários e, até o final da semana, deve estar aberta para toda a rede social, segundo a companhia. Diferente da mudança anterior, desta vez não é necessário convite para aderir ao novo formato. Porém, o usuário pode optar por navegar no site como era anteriormente.

De acordo com o Google, a mudança foi feita porque as pessoas possuem diversas personalidades e círculos de amizades durante o dia. Desse modo, o usuário compartilha informações e fotos apenas com o grupo de trabalho, no período da tarde, e com a família durante a noite, por exemplo. Com isso, o campo de compartilhamento ganha destaque na página inicial do Orkut, bem como as atualizações dos outros grupos criados pelo usuário.

Com a ideia “Você não é igual a toda hora. Por que na internet seria diferente?”, o Google produziu um vídeo especial para explicar o novo conceito. Confira.


“A essência do Orkut mudou. A ideia agora é ter vários círculos dentro da mesma rede social”, disse Vitor Ribeiro, diretor de produtos do Google Brasil. O Orkut, analisando cada amizade do internauta, ajuda com sugestões de grupos que podem ser criados.

Segundo o Google, o Orkut continua crescendo no Brasil. Desde novembro do ano passado, o site se tornou lucrativo e, em número de usuários, o Orkut cresce 12% ao ano. Hoje, a rede social tem mais de 52 milhões de usuários. E, semanalmente, mais de 200 milhões de fotos são enviadas e cerca de 6 bilhões são visualizadas.

Organização dos grupos

Usuário pode gerenciar seus círculos e aceitar sugestões do Orkut (Foto: Divulgação)

Os usuários têm a liberdade de criar, gerenciar e organizar grupos entre os amigos com os quais ele já está conectado, com a possibilidade de adicionar a mesma pessoa em mais de um grupo. A forma como o internauta nomeia cada círculo só pode ser visualizada por ele. Os outros amigos conseguem apenar ver quem também está copiado naquela conversa.

No momento do envio de um recado, o usuário pode, inclusive, deletar uma pessoa do grupo, caso não queira que ela receba certa mensagem.

Acima da caixa de compartilhamento estão os principais círculos do internauta. Na seção de gerenciamento, é possível selecionar os grupos que o usuário considere mais importante.

Outra mudança na página inicial é a remoção da barra “o que há de novo”, onde ficavam os aniversários. Agora, os aniversariantes do dia aparecem na própria lista de atualizações. E a “sorte do dia”, que havia sido retirada na última alteração, está de volta.

Conceito

O novo conceito de rede social apresentado pelo Google nesta terça-feira (24) teve como princípio a ideia de que as pessoas estão usando serviços diferentes para separar seus círculos sociais.

“Quando uma rede social cresce, as pessoas perdem o controle do que é publicado e quem está vendo as informações”, disse Ribeiro. Esse é o motivo que leva os internautas a buscarem outras redes.

O Google apresentou como exemplo o caso de uma jovem que entra em uma rede social para se conectar com os amigos da faculdade. Logo depois, ela encontra os colegas de trabalho, assim como alguns familiares. Durante esse processo, ela deixa de publicar certas fotos porque não quer que o pai ou o chefe veja. Para aumentar a privacidade do usuário, o Orkut criou os círculos, permitindo que o internauta direcione ainda mais o conteúdo publicado.


Blog do Orkut


Fonte: G1/Laura Brentano

"Places", do Facebook, permite acompanhar amigos e serviços

Recurso estará disponível inicialmente apenas nos EUA

Os mais de 500 milhões de usuários do Facebook poderão em breve rastrear o paradeiro de seus amigos nos Estados Unidos, com a adoção de tecnologia que permitirá que o maior serviço de redes sociais da Internet vincule seu mundo virtual à vida cotidiana.

O novo recurso "Places" --que foi lançado na quarta-feira para alguns usuários e estará à disposição do público norte-americano em geral dentro de algumas semanas-- é definido como ferramenta que ajudará os usuários a divulgar sua localização, identificar pessoas próximas e acompanhar a agenda e os serviços disponíveis no local.

A adição dos chamados serviços localizados ao Facebook --um avanço sobre o qual os observadores do setor especulavam há meses-- abre novas oportunidades de receita para a companhia, mas também oferece desafios delicados em termos de privacidade.

O "Places" será acessível por meio de um aplicativo para o iPhone da Apple que o Facebook distribuirá a partir de quinta-feira, ou de uma versão móvel criada pela rede social para outros celulares inteligentes dotados de telas de toque.

"O ponto não é que o usuário divulgue ao mundo onde está, mas que revele aos seus amigos o seu paradeiro", disse o gerente de produto do "Places", Michael Sharon.

Os usuários poderão declarar sua localização sempre que desejarem, e portanto se exporão a ofertas, sugestões e publicidade de negócios na área. O Facebook informou na quarta-feira que não tinha planos imediatos, no entanto, de explorar essas oportunidades de faturamento.

Os usuários podem "se registrar" com seus celulares inteligentes, divulgando sua localização --por exemplo em um restaurante ou parque-- à sua lista de amigos no Facebook. A localização será transmitida por meio das populares atualizações de status do serviço.

Os usuários poderão procurar pela localização de amigos igualmente "registrados", quer via atualizações, quer por uma página separada na Web, ou usar um tag para identificar amigos que estejam em sua companhia física, revelando a localização deles.

Mas, tendo em mente a privacidade, o Facebook permitirá que os usuários bloqueiem a função "Places", como parte de um conjunto amplo de controles de privacidade e outras salvaguardas.

Fontes: UOL Tecnologia/Alexei Oreskovic - REUTERS

Brasil entre os 20 maiores países no Facebook

Um levantamento da consultoria de marketing digital Pingdom mostra que o Brasil está entre os 20 países com mais usuários no Facebook.

Segundo os dados, que foram levantados a partir de uma pesquisa no Google Ad Planner e não incluem números oficiais, o Brasil teria 6,2 milhões de usuários na rede social. Ao lado do País, estão Chile e Tailândia, com a mesma quatidade.


Pelo tamanho da população brasileira, o Brasil ainda tem poucos usuários no Facebook e perde para outros países latino-americanos, como Argentina, Colômbia e México.

Os Estados Unidos lideram o uso do Facebook, com 130 milhões de usuários entre os 500 milhões que a rede social afirma ter. O país tem 4,6 vezes mais usuários que o segundo colocado, o Reino Unido, com 28 milhões.

O ranking completo fica assim:

1 – Estados Unidos: 130 milhões

2- Reino Unido: 28 milhões

3- Indonésia: 26 milhões

4- Itália: 26 milhões

5- França: 21 milhões

6- Índia: 21 milhões

7- Alemanha: 18 milhões

8- México: 16 milhões

9- Turquia: 16 milhões

10 – Canadá: 15 milhões

11- Malásia: 12 milhões

12- Espanha: 12 milhões

13- Filipinas: 10 milhões

14- Austrália: 9,1 milhões

15- Argentina: 8,2 milhões

16- Taiwan: 8,2 milhões

17- Colômbia: 7,5 milhões

18- Brasil: 6,2 milhões

19- Chile: 6,2 milhões

20- Taiwan: 6,2 milhões.


Fonte: O ESTADO DE S PAULO

"Redes sociais substituem cartão de visita", diz CEO da Hearsay Labs

Um ‘bom dia’ em português abriu a palestra da CEO da Hearsay Labs, Clara Shih, no primeiro dia de Digital Age em São Paulo.

Autora do livro “The Facebook Era”, ela contou sobre como as redes sociais estão mudando a maneira como executivos e empresas agem e deu algumas das alterações que já entraram em curso.

“As pessoas nos Estados Unidos não têm mais cartão de visita”, disse Clara, ao explicar que hoje em dia não basta divulgar número de telefone, cargo e endereço, a demanda por informações aumentou. E tudo isso pode ser encontrado em um perfil no Facebook.

O nível de compartilhamento vivido atualmente transformou o relacionamento entre empresas e clientes, segundo a CEO. Informações nunca antes divulgadas pelo consumidor, “tão sonhadas” por vendedores, agora estão à distância de um clique: endereço, contatos, preferências das mais diversas, tudo está contido nas redes sociais; basta acessar o Facebook ou o Orkut para conseguir os dados. “Os relacionamentos estão se acelerando”, disse.

Empresas e redes sociais

A “era Facebook” mexeu com a visão do empreendedor, que passa a enxergar realmente o que o consumidor pensa justamente por olhar pelo seu ponto de vista. “Você precisa estar onde seu cliente está”, afirmou Clara. Ela deu exemplos de sucesso com o uso de redes sociais, como um piloto feito em parceria entre Facebook e McDonald’s nos EUA: o cliente podia fazer seu pedido através do aplicativo móvel do site.

Com outros casos, a executiva montou um esquema de cinco passos para empresas se darem bem na rede social de Mark Zuckerberg: escutar; customizar; usar as páginas do Facebook; usar os aplicativos do Facebook; e, por último, usar os jogos do Facebook – caminho escolhido pelo Google para montar sua próxima estratégia rumo às redes sociais.

“Você pode até pedir pizza pelo Facebook!”, disse Clara, contando o caso da Pizza Hut, que tem um aplicativo na rede social que permite ao cliente escolher, pedir e pagar. Além disso, uma mensagem é postada na conta do usuário e seus amigos ficam sabendo daquilo na mesma hora.

Tudo isso só se tornou possível face à mudança nos hábitos dos consumidores. Por causa da ‘social media’, as pessoas deixam de lado as maneiras convencionais de relacionamento. “O custo de contato diminui, é muito mais fácil ser amigo de alguém no Orkut ou no Facebook, ou seguir alguém no Twitter, do que mandar um e-mail ou ligar”, afirmou Clara.

Ela ainda alertou para uma possível reviravolta no Brasil. O Orkut só fazia sucesso aqui e na Índia onde, nos últimos seis meses, o Facebook cresceu vertiginosamente e arrancou o primeiro lugar em popularidade. A CEO disse que não sabe se isso acontecerá com os brasileiros, mas é um quadro que pode explicar o desespero do Google em criar outra rede social – fato que motivou as especulações sobre o possível ‘Google Me’.

Fonte: ADNEWS/Leonardo Pereira

Brasil está perto de ser o único país onde o Orkut lidera

Na Índia, o Facebook cresceu mais que a rede social do Google em 2009


Foto por Arte/R7

Um estudo feito recentemente e com trechos publicados nesta quinta-feira (8) no blog americano de tecnologia Tech Crunch mostra que o Orkut deve perder em breve para o Facebook o primeiro lugar como a rede social mais acessada na Índia.

Brasil e Índia são os únicos países em que o Orkut lidera como rede social mais usada por internautas.

Em maio deste ano, o Facebook registrou na Índia - de acordo com os dados – 18 milhões de visitantes únicos, contra 19,7 milhões do Orkut.

A quantidade nunca foi tão próxima e a rede Mark Zuckerberg tem um histórico de crescimento contínuo pelo menos desde maio de 2009. Já o Orkut, teve desde o mesmo mês e ano queda no número de acessos por dois meses não consecutivos.

O Orkut cresceu 35% em 2009 e o Facebook aumentou em 177% seus visitantes únicos na Índia, onde deve contratar até 500 pessoas.

No Brasil, a situação do Orkut é bem mais tranquila. Dados da empresa Ibope Nielsen Online indicam que, de maio de 2009 a abril deste ano, o percentual de usuários brasileiros do Facebook cresceu quase quatro vezes, de 7,9% para 26%. Nesse período, o Orkut se manteve estável, em torno dos 70% do total de internautas, que chega a 38 milhões de pessoas com acesso de casa ou do trabalho.


Fonte: R7

Juiz dos EUA decide que aluno tem direito de criticar professor na internet

Decisão se baseou em direito constitucional de liberdade de expressão. Aluna foi suspensa em 2007 por falar de professora no Facebook.

Em um caso considerado importante para a liberdade de expressão na web, um juiz federal dos Estados Unidos decidiu que uma ex-aluna de uma escola da Flórida tinha o direito de criticar uma professora em uma página no Facebook.

Para o magistrado, a primeira emenda da constituição americana, que assegura a liberdade de expressão, permite que alunos divulguem sua opinião sobre professores pela internet.

De acordo com reportagem da CNN desta terça-feira (16), Katherine Evans, de 19 anos, foi suspensa pelo diretor da escola onde estudava, em 2007, após criar uma página na rede social com o título “Ms. Sarah Phelps is the worst teacher I've ever met” [“Sr. Sarah Phelps é a pior professora que eu conheci”, em inglês].

Depois do episódio, a estudante entrou na Justiça para limpar a suspensão de seu histórico escolar, alegando que a liberdade de expressão é garantida pela constituição.

O diretor da escola tentou se defender dizendo que a acusação da ex-aluna não teria fundamento e pediu que a ação fosse desconsiderada. Agora, o juiz Barry Garber determinou que a jovem tinha mesmo o direito de usar a página na internet para demonstrar seu descontentamento com a professora.

Para o magistrado, a página da estudante “era a opinião de uma aluna sobre uma professora, que foi publicada fora do campus e não foi vulgar, ameaçadora nem defendeu comportamento ilegal ou perigoso”.

Na opinião do advogado Ryan Calo, do Centro para Internet e Sociedade da escola de Direito de Stanford, a decisão é um marco importante. "[A decisão] assegura aos usuários da internet e estudantes que eles podem falar o que pensam. Uma coisa é usar aquela informação para identificar conduta ilegal ou perigosa. É outra bem diferente punir a opinião fora da sala de aula, que não interfere nas atividades em aula”, afirmou à CNN.

Fontes: FOLHA - Agências

Ex-guarda reencontra ex-detentos de Guantánamo após contato pelo Facebook

O encontro jamais imaginado

Uma das mensagens mais inusitadas enviadas através do site de relacionamentos Facebook levou a um reencontro extraordinário entre um ex-soldado da base militar americana de Guantánamo e dois ex-prisioneiros.

Os três homens ficaram cara a cara em Londres, oito anos depois de terem se conhecido em lados opostos da famosa prisão.

O encontro aconteceu quando Brandon Neely, hoje um policial no Texas, entrou em contato com Shafiq Rasul e Ruhal Ahmed pelo Facebook.

Durante o reencontro, Brandon disse que os Estados Unidos só conseguirão restaurar sua reputação internacional se o país passar a reconhecer os abusos que acontecem em Guantánamo.


"Para mim, tortura é retirar um homem inocente e prendê-lo em uma cela por dois anos e meio", disse. "Qualquer um que jamais pisou em Guantánamo deveria responder por tortura, inclusive eu mesmo."

Os dois ex-prisioneiros, que moram em Tipton, na região central da Inglaterra, disseram que ficaram profundamente comovidos com a visita, que segundo eles corrobora com as acusações que ambos faziam de maus tratos em Guantánamo.


"Quando pessoas como você saem de lá e basicamente dizem as mesmas coisas que nós vínhamos dizendo, isso ajuda muito as outras pessoas a acreditarem que estamos falando a verdade", disse Shafiq a Brandon, no encontro em Londres.

Já Ruhal Ahmed, de 28 anos, disse: "É preciso muita coragem para dizer 'Eu estava errado'. Muita coragem".

Clima estranho


O encontro de Ruhal, Brandon e Shariq aconteceu a convite da BBC

O ex-soldado viajou do Texas até Londres para apertar as mãos dos ex-prisioneiros, a convite de um documentário da BBC.

As câmeras de televisão deixaram o ambiente de reconciliação ainda mais estranho.

Brandon, que tem 29 anos, estava nervoso quando entrou na sala onde encontraria Ruhal e Shafiq.

"Como vocês estão?", perguntou Brandon ao chegar.

Ruhal e Shafiq começaram a sorrir.

"Você está diferente sem seu quepe", disse Ruhal.

"Vocês estão diferentes sem os seus uniformes de prisioneiros", respondeu Brandon, em referência aos famosos macacões laranjas.

A risada nervosa dos três revela que a tensão começa a se dissipar na sala.

Vergonha

A jornada para esta reconciliação começou há um ano em Huntsville, no Texas, cidade famosa nos Estados Unidos pela prisão onde muitos condenados à pena de morte são executados.

O orgulho de Brandon em servir ao seu país, como fizera seu pai e avô, transformou-se em revolta em 2004, quando o americano deixou o Exército. Ele começou a trabalhar como policial enquanto ainda tentava aceitar a culpa de trabalhar em Guantánamo.

Brandon conta que testemunhou inúmeros abusos e que sente muita vergonha de um incidente no qual se envolveu.

"As notícias sempre tentavam mostrar Guantánamo como esse lugar ótimo", diz ele. "Como se os prisioneiros fossem muito bem tratados. Não eram. Eu basicamente estava colocando pessoas inocentes em celas."

Ele diz que sempre era informado que os prisioneiros chegando ao local em macacões laranjas direto do Afeganistão estavam entre "os piores dos piores".

Depois de conhecer melhor alguns dos detentos que falavam inglês, ele passou a ter dúvidas de que todos eram mesmo terroristas fanáticos.

Brandon disse que quando conversou com Ruhal, ele percebeu que tinha muitas coisas em comum com o britânico.

"Não era diferente de estar sentado em um bar conversando com um amigo sobre mulheres ou música", lembra Brandon.

"Ele perguntou uma vez 'você gosta de ouvir Eminem e Dr Dre' e começou a cantar rap, o que foi muito engraçado. E eu pensei: 'como pode alguém estar aqui fazendo as mesmas coisas que eu faço em casa'."

Facebook

Depois de seis meses, Brandon deixou a base americana em Cuba e serviu no Iraque. Foi só depois de deixar as Forças Armadas que suas dúvidas sobre Guantánamo passaram a se cristalizar. Isso levou a uma decisão espontânea de procurar os ex-detentos.


"Eu era novo no Facebook e decidi digitar os nomes para ver se os perfis de ambos apareciam, quando encontrei a página de Shafiq. Eu decidi mandar a ele uma pequena mensagem."

Shafiq conta: "Quando vi, eu não consegui acreditar. Receber uma mensagem de um ex-guarda dizendo que o que aconteceu em Guantánamo era errado foi surpreendente, mais do que qualquer coisa".

Brandon encontrou os ex-detentos através do site Facebook

Para o espanto de Brandon, Shafiq respondeu e ambos passaram a trocar mensagens. Ao saber das mensagens, a BBC abordou ambos, perguntando se eles estavam dispostos a se encontrar pessoalmente.

Inicialmente, Shafiq ainda sentia receio.


"Algumas pessoas da minha família disseram 'o que você quer encontrando uma pessoa assim, que tratou você daquele jeito, você deveria se afastar dele'. Muitos diziam que se fosse com eles, eles gostariam de bater nele."

Receio

Quando Brandon chegou no aeroporto de Heathrow, ele estava pensativo e lacônico, visivelmente nervoso.

No estúdio da BBC, Shafiq e Ruhal, que é geralmente falante, estavam quietos, esperando diante das câmeras. Ninguém sabia o que esperar, e o ambiente era tenso.

Depois de uma apresentação constrangida, eles passaram a conversar sobre o motivo da visita. Brandon disse que pensou nisso um milhão de vezes. Ele disse que queria expressar seu sentimento de culpa pela detenção e reconheceu que ambos foram injustiçados.

Shafiq e Ruhal foram perguntados sobre os seus motivos de irem ao Afeganistão, que levou a captura de ambos.

Ambos disseram que eram adolescentes e tomaram a decisão espontânea e inocente de viajar de graça junto com um comboio humanitário para depois seguir para o Paquistão, onde acontecia o casamento de um amigo.

Ruhal admite que eles tinham intenções secretas de entrar no Afeganistão, mas que não pretendiam se juntar à Al-Qaeda.

"Ajuda humanitária era só cinco por cento. Nosso motivo principal era ir, visitar e usar drogas."

Eles dizem que foram presos no Afeganistão e vendidos às autoridades americanas.

Brandon disse que acredita na história de ambos, que seria comum entre outros detentos. Um caso típico de lugar errado na hora errada, segundo ele.

Revelação incômoda

Quando todos estavam começando a se dar bem, Brandon fez uma revelação que quase acabou com o clima de reconciliação.

Ele admitiu que no incidente que mais o tormenta, ele bateu com a cabeça de um detento mais velho contra o chão. Brandon diz que se sentiu que estava sendo ameaçado, já que o homem ficava se levantando, contrariando ordens.

Depois de algumas semanas, Brandon descobriu que o detento achava que seria executado toda vez que era colocado de joelhos, e se levantava apenas para tentar salvar a própria vida.

Ruhal ficou sem palavras, visivelmente abalado com a revelação e sem saber se deveria perdoar Brandon ou não.

No fim, ele decidiu perdoar. Perguntado se Brandon deveria ser processado por seus atos, Ruhal pensou e disse: "Ele reconhece que o que fez estava errado, e ele está vivendo com isso e sofrendo com isso. Ele sabe que estava errado. Isso é o que importa."

Depois do encontro, todos disseram ter conseguido ficar com um sentimento de encerramento. O alívio no rosto de todos era evidente.

No final, o que ficou foi o clima amistoso de ambos os lados. Em um novo encontro posterior, um jantar em um restaurante indiano, a mulher de Ruhal ainda brincou com Brandon: "Espero que você leve alguma coisa para casa, além de dor de estômago com essa comida picante".



Fonte: BBC

Facebook faz aniversário e chega a 400 milhões de usuários

Site ainda tem grande potencial de crescimento no Brasil

O Facebook teve 7,2 milhões de visitantes, o que representa 20% do total de 36 milhões de internautas que acessaram a web em dezembro

O Facebook, maior rede social do mundo, completou nesta quinta-feira (5) seu sexto aniversário e seu fundador, Mark Zuckerberg, anunciou que até o final desta semana o site deve bater seu próprio recorde e chegar a 400 milhões de usuários em todo o mundo.

Zuckerberg escreveu um post no blog oficial da rede em que agradece aos internautas usuários do serviço.

- É gratificante ver que o Facebook tem crescido, as pessoas ao redor do mundo estão usando o serviço para compartilhar informações sobre grandes e pequenos acontecimentos para que fiquem conectados a todas as pessoas que gostam.

No Brasil, no entanto, o site ainda não ameaça a liderança do Orkut, apesar de crescer.

Dados do Ibope Nielsen Online referentes a dezembro do ano passado apurados pelo R7 mostram que nesse mês, o Facebook teve 7,2 milhões de visitantes, o que representa 20% do total de 36 milhões de internautas que acessaram a web de casa ou do trabalho. Em maio de 2009, a porcentagem de participação do Facebook era de apenas 9%.

O Orkut teve 27 milhões de visitantes em dezembro (74% do total de internautas no mês).

José Calazans, analista de mídia do Ibope Nielsen Online, diz que o Facebook deve continuar crescendo no Brasil.

- O site mantém uma tendência de crescimento, com um grande potencial pela frente. Nos Estados Unidos, o Facebook é um sucesso, mas já não encontra mais tanto espaço para crescer. É similar ao que acontece atualmente com o Orkut no Brasil.

Mudanças para facilitar a navegação

O site de Zuckerberg começou a promover mudanças em sua página para atrair novos membros e manter cada vez mais os já atuais participantes dentro da rede. A ideia é oferecer uma novidade a cada mês. Uma delas é a notificação de atualização recente, que foi parar na barra de navegação do site, tornando mais fácil a visualização do que os contatos atualizaram recentemente.

O menu esquerdo foi reorganizado para facilitar a busca por fotos – do usuários e de seus amigos – e contatos sem sair da página inicial.

Com o sucesso do jogo Farmville, que simula o cotidiano em uma fazenda, o Facebook tem um botão de acesso instantâneo à lista geral de games e um sistema que avisa quando alguma ação está pendente em algum jogo do qual o dono do perfil já faz parte.

As alterações serão feitas aos poucos em todos os perfis.

Fonte: R7

Um Facebook ainda mais distribuído

Facebook, aos poucos, quer ir a todos os caminhos possíveis feitos por um internauta.

O Facebook revelou em seu blog oficial a possibilidade de responder mensagens e notificações da rede social mais popular do mundo por e-mail. Com o recurso, não há mais a necessidade de conectar-se ao site para manter e ampliar laços on-line, artifício que pode gerar uma nova discussão sobre a permissão ou bloqueio de sites e o quanto seus usos derrubam a produtividade dos funcionários.



Todas as produções de conteúdo consideradas como comentários (atualizações pessoais como perfis, vídeos ou fotos) podem ser respondidas agora pelo correio eletrônico. O recurso está disponível às pessoas cadastradas que permitem o envio de notificações por e-mail no campo “Configurações da conta”.

A iniciativa chama a atenção por uma preocupação específica do próprio Facebook em sair de um único site - no caso, facebook.com - para ampliar possibilidades de conexão entre pessoas.



Trata-se da positiva estratégia de tornar-se mais distribuído e menos centralizado em rede: não esperar que seus fieis fãs venham até você. O objetivo é transcender este atributo. Facebook, aos poucos, quer ir a todos os caminhos possíveis feitos por um internauta. O e-mail, uma das ferramentas mais populares na web, é um dos atalhos que mostram que uma rede social ou um site noticioso é um meio e não um fim.

Veja também:
Números do Facebook que impressionam

Fonte: Veja

"Penetras" em jantar na Casa Branca publicam foto no Facebook

Fotos do evento foram parar no ´´Facebook´´

O casal de "aspirantes a estrelas de reality show" Tareq e Michaele Salahi, mesmo sem ser convidado, entrou em um jantar de Estado na Casa Branca, na noite desta terça-feira (24), e depois publicou na rede social Facebook uma foto deles no evento, divulgou o jornal "The Washington Post".

"Honrados de estar na Casa Branca para o jantar de Estado em honra da Índia com o presidente [Barack] Obama e nossa primeira-dama!", escreveu um deles em sua página no Facebook às 21h08 do dia.

O Serviço Secreto está investigando como o casal, do norte do Estado da Virgínia, conseguiu quebrar níveis de segurança, entrar e se misturar aos convidados, sem estar na lista oficial.


Facebook de Michaele Salahi (dir.), que também mostra Tareq (esq.) e o vice-presidente dos EUA Joe Biden

No entanto, eles não se sentaram na mesa da tenda no chamado Gramado Sul da Casa Branca, onde acontecia o jantar oferecido ao primeiro-ministro da Índia Manmohan Singh, relatou o jornal "The Washington Post", que divulgou primeiro o caso.

Um porta-voz do Serviço Secreto disse ao jornal que ninguém esteve sob risco, porque são todos revistados antes de entrar.

Fonte: FOLHA

Orkut de cara nova

O Orkut passou por uma reformulação completa, que mexeu tanto com o visual do site quanto em sua estrutura.

A novidade foi anunciada pelo Google hoje de manhã, e apesar das novas funcionalidades já estarem no ar, elas se encontram disponíveis apenas para alguns usuários selecionados. Demais usuários poderão ser convidados a usar o novo layout, numa estratégia similar a do Google Wave e que, anos atrás, ajudou a lançar o próprio Orkut na rede.



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