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A candidata que sonha com a telefonia estatizada ainda não chegou ao século 21

 Augusto Nunes

Dilma Rousseff recita de meia em meia hora que o processo de privatização da telefonia foi mais que um erro: foi um crime contra a nação, tramado por traidores da pátria a serviço de Fernando Henrique Cardoso. Se em 1998 fosse ela a presidente, proclama a candidata do PT, o setor estaria até hoje sob o controle do Estado. Pode-se deduzir, portanto, que caso chegue à chefia do governo tentará desfazer o que foi feito. Dilma sonha com a telefonia estatizada.

Nos debates do segundo turno, José Serra precisa mostrar aos eleitores — sobretudo aos jovens que já nascem com um celular na mão e um telefone fixo ao lado do berço — como era o Brasil da Telebrás, da Telesp, da Telerj e de outras teles eternizadas na memória de quem conviveu com tais siglas como símbolos da inépcia, da corrupção, da barganha política, do preenchimento de cargos de direção pelos critérios do compadrio e da pouca vergonha.

A paisagem que deixa Dilma grávida de nostalgia incluía, por exemplo, o monumento ao primitivismo resumido nestas duas páginas da edição de 4 de dezembro de 1994 do jornal O Estado de S. Paulo.

(Clique nas imagens para ampliá-las)



Parece mentira: no tempo dos mamutes estatais, anúncios de compra e venda de linhas fixas, ofertas de aluguel de mesas de PABX e negócios congêneres inundavam quatro ou cinco páginas dos classificados de domingo. Nas áreas urbanas especialmente congestionadas, um aparelho custava mais de 3.000 dólares. A existência de linhas adicionais encarecia o preço de qualquer apartamento. A posse de aparelhos telefônicos era declarada no imposto de renda. Quem não tinha dinheiro para enfrentar o mercado anabolizado pelo excesso de demanda devia conformar-se com dois ou três anos de espera na fila dos “planos de expansão”.

Se ressuscitasse por aqui em julho de 1998, quando foram privatizados os paquidermes estatais, Alexander Graham Bell, o inventor do telefone, imaginaria que o século 19 não chegara ao fim. Havia 16,6 milhões de aparelhos fixos. Hoje passam de 50 milhões. Celular era coisa de americano ou extravagância de bilionário. Hoje todo brasileiro tem um. Graças à concorrência, os preços dos aparelhos e das ligações estão permanentemente em queda. A privatização da telefonia tornou o Brasil extraordinariamente mais moderno.

A aprendiz de candidata afirma que os eleitores terão de escolher, no segundo turno da disputa presidencial, entre o novo Brasil e o velho. Verdade. O antigo é o da mulher que pilota uma máquina do tempo que só viaja para trás. Ideologicamente, a cabeça da militante Dilma Rousseff continua estacionada em 1968. A discurseira sobre a privatização da telefonia reafirma que a visão da administradora ainda não enxergou o século 21.

Fonte: Augusto Nunes/Veja

Franklin Martins vai à Europa tratar de regulação da mídia

Governo petista quer cercear a liberdade de imprensa antes do fim do mandato

O ministro Franklin Martins (Secretaria de Comunicação) viajou nesta quarta-feira para a Europa para conhecer modelos de regulação da mídia e para convidar instituições a participarem, em novembro, de seminário sobre o tema.

Franklin visitará instituições em Londres e Bruxelas até o dia 10. Ele está organizando o Seminário Internacional Marco Regulatório da Radiodifusão, Comunicação Social e Telecomunicação, ainda sem data e local definidos porque dependem da agenda dos convidados internacionais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer enviar até dezembro ao Congresso uma proposta de marco regulatório dos serviços de telecomunicação e radiodifusão. Um grupo de trabalho coordenado pela Casa Civil está analisando as propostas aprovadas durante a Confecom (Conferência Nacional de Comunicação), que ocorreu em dezembro passado.

Patrocinada pelo governo, a conferência aprovou 633 sugestões para regular os meios de comunicação.

Os principais eixos são o marco regulatório da internet, direitos autorais, legislação geral para a comunicação pública, regulamentação do artigo 221 da Constituição (pelo qual as TVs devem priorizar conteúdo nacional) e o marco regulatório para o setor de comunicação.

A Confecom contou com a participação do governo e da sociedade civil. As principais entidades representativas das empresas de mídia no Brasil não participaram por considerar que muitas das teses defendidas pelas entidades sociais, em maioria no evento, eram restritivas à liberdade de expressão e de livre associação empresarial.

Havia propostas como a criação de um "tribunal de mídia" e a criação de punições para jornalistas "que excluam a sociedade civil e o governo da verdadeira expressão da verdade". 

Comentário

O governo petista visa com o marco regulatório, cercear a imprensa e os meios de comunicação em geral. Nem o regime militar teve coragem de criar monstros como os contidos neste projeto.

Impressionante, que mesmo a candidata governista tendo sofrido um revés no dia 3, não se elegendo no primeiro turno, ainda assim este governo tente impor controles sobre a mídia.

O governo deveria decidir coisas importantes e das quais vem fugindo, tais como a compra dos caças para a FAB e a decisão sobre a extradição de Cesare Battisti, o conhecido terrorista.


Fonte: FOLHA/SIMONE IGLESIAS

Iphone 4 chega nesta sexta-feira por R$ 1.799

Nove lojas nas principais capitais venderão o novo modelo do smartphone da Apple

A partir da meia-noite desta sexta feira (17), a Tim começará a vender o novo modelo do iPhone em nove lojas do país. A empresa ainda não forneceu a lista completa de preços.

Até agora, apenas uma versão já tem preço disponível: o iPhone 4 de 16 gigabytes (desbloqueado) deverá custar R$ 1.799 reais no plano Tim Liberty + 50. O aparelho pode ser parcelado em 12 vezes.

O novo modelo do iPhone é mais fino, tem borda de aço inoxidável, uma bateria útil para até 10 horas de vídeo, 40 de música e 7 de uso de telefone/Getty Images

Veja abaixo a lista das lojas da TIM que terão o aparelho a partir de 0h do dia 17/9:

New York City Center – Rio de Janeiro (RJ)
Shopping Eldorado - São Paulo (SP)
BH Shopping – Belo Horizonte (MG)
Park Shopping – Brasília (DF)
Shopping Barigui – Curitiba (PR)
Shopping Iguatemi – Porto Alegre (RS)
Shopping Recife – Recife (PE)
Shopping Iguatemi – Salvador (BA)
Shopping Iguatemi – Belém (PA)

Procurada pelo R7, a assessoria da Vivo não foi encontrada.


Fonte: R7

HumaNets, uma rede clandestina de envio de mensagens por celular



A internet foi construída para ser descentralizada. Ninguém tem controle sobre ela, e se você desligar alguns provedores, grande parte da rede continua funcionando. O mesmo não acontece com os celulares. Qualquer que seja o país, meia dúzia de operadoras controlam a rede. Elas dizem o que pode passar por ali, quando e por que custo. Por um lado, isso garante que vírus ou spam não se espalhem e incomodem o usuário. Por outro, limita a inovação (porque não é sempre que as empresas concordam com a novidade que você quer transmitir pelo celular), pode sofrer censura e cria uma instabilidade: se a operadora de celular deixar de funcionar, o seu aparelho vira um tijolo high-tech.

O principal problema acontece em países como o Irã, que em 2009 derrubou as comunicações por telefone para esfriar as manifestações populares. Outro caso é o de catástrofes como a do Haiti, em que um terremoto praticamente acabou com as comunicações no país.

Por esse motivo, alguns pesquisadores estão tentando criar sistemas de telefonia móvel descentralizados, que não dependem de antenas ou estações. O mais recente deles se chama HumaNets, feito por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia. Ele funciona só com smartphones, e usa o GPS deles para estudar os movimentos que você costuma fazer no dia-a-dia. Ao escrever uma mensagem, você diz também a área ou o endereço do local onde deve estar o destinatário. Pode ser para alguém em específico ou para qualquer pessoa em uma região. O celular então analisa se você provavelmente vai transitar perto do destino. Se, no caminho, encontrar outro celular com maior probabilidade de chegar lá, ele passa a mensagem para frente. O sistema vai então trocando o recado de mão em mão até chegar ao destinatário. Em testes, 85% das mensagens foram recebidas com sucesso em menos de um dia.

É claro que o sistema tem um bilhão de problemas: da possibilidade de hackers descobrirem todos os lugares por onde você passa até a necessidade de milhares de pessoas terem esse software instalado no smartphone. Mas é interessante como uma prova de que os telefones não precisam ser controlados pelas operadoras. A vantagem é não só aumentar a liberdade de expressão como também salvar vidas em caso de catástrofes.

Leia mais aqui

Fonte: Rafael Kenski/Super Interessante Blogs

Supremo libera humor com candidatos

A decisão, em caráter liminar, também deu uma nova interpretação a outro dispositivo questionado na ação direta de inconstitucionalidade.

BRASÍLIA - O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou ontem as emissoras de rádio e televisão para fazer humor com os candidatos, partidos e coligações envolvidos nas eleições.

A decisão suspendeu os efeitos de norma que diz que a partir do dia 1º de julho de ano eleitoral as emissoras ficam proibidas de "usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação".

A decisão, em caráter liminar, também deu uma nova interpretação a outro dispositivo questionado na ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pela Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) no começo da semana.

Segundo a Lei das Eleições, de 1997, questionada pela entidade, as emissoras também ficavam proibidas, pelo mesmo período, de "difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido, coligação, a seus órgãos ou representantes".

Para Ayres Britto, a nova interpretação para esse dispositivo é que se "considera conduta vedada, aferida a posteriori pelo Poder Judiciário, a veiculação, por emissora de rádio e televisão, de crítica ou matéria jornalísticas que venham a descambar para a propaganda política, passando, nitidamente, a favorecer uma das partes na disputa eleitoral, de modo a desequilibrar o ´princípio da paridade de armas´", afirma o ministro.

A decisão entra em vigor imediatamente devido ao pedido de liminar e deverá ser analisada no mérito, posteriormente, pelos demais ministros.



Fonte: Agência Brasil, via Valor Online

TIM lança serviço de internet para celular pré-pago

Por R$ 0,50 por dia será possível acessar serviços como o MSN e o Twitter

Tráfego de dados deve ser a maior fonte de faturamento da TIM/Paulo Liebert/14.jul.2009/AE

A TIM Brasil apresentou nesta quinta-feira (26) seu serviço de dados para clientes pré-pagos, numa tentativa de conquistar um nicho pouco explorado no ramo de telefonia móvel no país e fortalecer sua imagem.

A partir de R$ 0,50 por acesso diário, preço que deve vigorar pelo menos até novembro, cerca de 31 milhões de clientes pré-pagos da operadora (planos Infinity e Controle) poderão ter acesso à internet de seus celulares e alguns smartphones, com a opção ainda de fazer download de aplicativos para facilitar a navegação e o uso de serviços como MSN Messenger, Twitter e Orkut, diz o diretor de marketing da TIM Brasil, Rogério Takayanagi.

– A qualidade da rede não será afetada, pois a banda exigida por um celular em acesso à Internet é dez vezes menor do que a usada por um modem. A ideia é educar o cliente da classe C para usar o celular para consultar o e-mail em vez de ir a uma LAN house.

A operadora diz que o plano é um passo importante para ajudar na receita obtida com tráfego de dados, que no futuro deve ser a maior fonte de faturamento da empresa.

A TIM concentra seus esforços na plataforma de serviços de telecomunicações, enquanto concorrentes como Oi e Telefônica estão apostando na convergência de serviços e oferta integrada de telefonia móvel e fixa, banda larga e TV por assinatura.

Fontes: R7 - REUTERS

Banda Larga: Salto adiado

Míriam Leitão

O governo teve duas ideias sobre banda larga: uma ruim, outra pior. Primeiro, a de ressuscitar uma estatal; a outra, que tem rondado certas cabeças coroadas, é a de entregar tudo para uma empresa privada, a Oi. Ampliar os serviços da internet rápida é importante, os caminhos é que são discutíveis. Há países com maior ou menor intervenção estatal, mas competição é fundamental.

Funcionários da Anatel estão indo para a Telebrás. Como eles têm hoje acesso a informações confidenciais prestadas pelas operadoras ao órgão regulador, as empresas não querem mais enviar seus dados à Agência.

Técnicos do setor dizem que ainda não se sabe o que é o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Provavelmente, nem o governo ainda sabe. A reportagem do repórter Valdo Cruz, da “Folha de S.Paulo”, esta semana, mostrando que algumas alas brigam para entregar a operação do PNBL à Oi é um exemplo disso. Só há uma coisa pior do que o monopólio estatal: o monopólio privado.

Nada aconteceu nos quase oito anos do governo Lula. Dinheiro sempre houve, no Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, o Fust, formado com um percentual do faturamento das empresas. Essa foi uma das boas heranças recebidas do governo anterior. Inicialmente se pensou num programa de informatização e conexão das escolas do país, mas isso nunca foi executado. Agora, o governo oscila no dilema entre recriar uma estatal ou privilegiar uma empresa privada para executar seu plano, mal formulado, mas com o objetivo declarado de ampliar dos atuais 14 milhões de residências com internet rápida para 32 milhões de residências em 2014. Tenta fazer um plano piloto em algumas cidades em tempo de usar no palanque.

A meu ver, não temos um Plano de Banda Larga como em outros países, como Itália, Estados Unidos e Austrália. O que foi apresentado é um conjunto de intenções. O governo primeiro recriou uma estatal para depois pensar num plano — afirmou o presidente da Teleco, Eduardo Tude.

Advogados como Cláudia Domingues, especialista em telecomunicações, continuam explicando que a recriação da estatal fere a lei.

Quando a Telebrás foi criada, em 1972, ficou definido que seu objetivo social seria o de promover a implantação dos serviços de telecomunicações por meio das subsidiárias. O governo mudou isso por decreto. Um decreto não pode alterar o que está definido por lei — diz.

E é ela que conta também o outro problema preocupante:

A Anatel tem acesso a informações confidenciais. Algumas operadoras estão reclamando que não vão mandar seus dados à agência porque seus funcionários estão indo para a Telebrás.

O analista José Roberto Mavignier, da consultoria Frost & Sullivan, acha que a recriação da Telebrás tem três problemas: a empresa possui limites de investimentos, os funcionários não estão qualificados pela nova função, e a perda de quadros pela Anatel enfraquece a agência.

A Fundação Getúlio Vargas fez um estudo sobre os programas de banda larga no mundo e concluiu que fundamental é que haja competição.

A literatura mostra que a concorrência entre as empresas é mais importante que a estrutura da propriedade — diz Luiz Schymura, ex-presidente da Anatel e autor da Carta do IBRE da FGV sobre o assunto.

“Países como Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Espanha, Dinamarca, Nova Zelândia adotaram a intervenção mínima, com incentivos gerados por forças de mercado para suprir os gaps” (de conexão) — diz a Carta do IBRE.

Mas, Coreia do Sul, Austrália, Cingapura e Noruega estão executando planos de mais intervenção estatal e planejamento sócio-econômico do Estado. Em todos eles, há um plano objetivo com metas, financiamento, e escolhas tecnológicas claras. A Austrália, por exemplo, oferece internet banda larga de segunda geração, com velocidade de 100 Mbps. Aqui no Brasil, toda essa discussão é para oferecer um serviço de apenas 512 Kbps.

Ainda no exemplo australiano, lembra Schymura, a Telstra é dominante na oferta de banda larga tanto fixa quanto através de cabo. É a proprietária da única rede nacional de comunicações. Não há competição entre plataformas. “A Austrália, então, criou uma empresa estatal com o objetivo de construir e operar a infraestrutura de uma rede de acesso aberto que atinja 90% das residências e dos negócios de fibra ótica com tecnologia wireless para o restante dos usuários”, explica a FGV. Essa empresa será privatizada no futuro.

Em alguns países, os planos incluem esforços de alfabetização digital da população, porque não basta o acesso. Todos têm incentivos financeiros para a população de baixa renda. Em nenhum país há uma carga tributária sobre os serviços de telecomunicações como no Brasil: os impostos somam mais de 40% do custo do serviço.

Estudos da GSM consultoria trazem comparações internacionais que mostram que o país está se atrasando e não resolveu um problema básico: apenas 32% dos domicílios brasileiros têm computador e isso é um limitador ao uso dos serviços.

Há várias questões técnicas sobre plataformas de oferta dos serviços, a melhor regulação para universalizar o acesso. Em vez de tratar isso à sério, o governo se perde entre a recriação de uma estatal ou a escolha de uma empresa privada para ser beneficiada. E tenta achar um jeito de usar esse plano apressado no palanque.

A privatização, no governo Fernando Henrique, permitiu que o país saísse de 1 milhão de celulares, no começo dos anos 90, para 180 milhões e permitiu que 82% dos domicílios tivessem telefone celular ou fixo. Esse foi o primeiro grande salto. O governo Lula está atrasando o segundo salto.

Comentário:

Míriam disse: ´´Nada aconteceu nos quase oito anos do governo Lula. Dinheiro sempre houve, no Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, o Fust, formado com um percentual do faturamento das empresas. Essa foi uma das boas heranças recebidas do governo anterior. Inicialmente se pensou num programa de informatização e conexão das escolas do país, mas isso nunca foi executado..´´

Nada foi feito na área das telecomunicações e nem em nenhuma outra área. Na verdade, este governo só soube fazer propaganda.

Fonte: O Globo

4G deve chegar ao Brasil em 2013

Homologação das empresas vencedoras da licitação das faixas de radiofrequência deve acontecer até o fim de 2012


São Paulo - A direção da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na semana passada alterações no regulamento sobre as condições de uso de radiofrequências nas faixas de 2.170 MHz a 2.182 MHz e de 2.500 MHz a 2.690 MHz

Atualmente, essas faixas são utilizadas para a prestação de serviços de comunicação multimídia e TV por assinatura via MMDS (Serviço de Distribuição de Sinais Multiponto Multicanais).

Com as mudanças, as faixas poderão ser usadas também para telefonia fixa e móvel.

De acordo com o cronograma estabelecido pelo conselho diretor da Anatel, a assinatura dos termos de autorização devem ocorrer até 31 de dezembro de 2012, após realização de processo licitatório.

Do total de 190 MHz disponível na faixa de 2,5 GHz, as operadoras de celular devem ficar com 140 MHz. A proposta é que a partir de 2013, um ano antes da Copa do Mundo, o país já ofereça a tecnologia de acesso móvel 4G.

O conselheiro da Anatel, João Rezende, ressaltou que o número de assinantes de TV paga por MMDs é de apenas 400 mil assinantes, em 311 municípios, enquanto a evolução crescente da telefonia celular responde por uma base de 180 milhões de usuários.

Em compensação, as empresas de TV por assinatura também poderão ofertar banda larga móvel.

O início da análise dos editais devem começar em novembro. Até fevereiro, a minuta do projeto deve estar disponível para consulta pública. A publicação deve ficar para setembro de 2011. A homologação das empresas vencedoras deve acontecer até o fim de 2012.

O 4G é uma evolução dos padrões de telefonia atual. As tecnologias que são mais exploradas na indústria são WiMax e LTE (Long Term Evolution).

Fontes: Exame - Infonline/Vinicius Aguiari

Embratel fará oferta milionária por ações preferenciais da NET

Investidores estão de olho no aumento do mercado consumidor de TV a cabo e banda larga

A operadora de telefonia fixa Embratel anunciou nesta quinta-feira (5) que lançará uma Oferta Pública de Ações para adquirir até 100% das ações preferenciais da empresa de TV a cabo e internet banda larga NET, uma operação que pode chegar a R$ 4,580 bilhões.

Controlada pela América Móvil, do milionário mexicano Carlos Slim, a Embratel é líder no mercado brasileiro de longa distância e de transmissão de dados e tem uma participação de 49% no capital da NET. Pelo comunicado divulgado hoje, a Embratel oferece R$ 23 por ação preferencial da NET, o que representa um prêmio de 23,1% sobre a média de fechamento das ações da companhia nos últimos 30 dias.

Nesta quinta-feira, após o anúncio da oferta, as ações preferenciais da NET subiam 13,81% na metade do pregão na bolsa de São Paulo. A Embratel assinalou que o Itaú BBA será o intermediário da operação, cuja data não foi definida.

A oferta tem por objetivo permitir uma maior participação da Embratel no capital social da NET, em função da confiança da Embratel e de seus acionistas no aumento do mercado consumidor de TV a cabo de banda larga no país, segundo o diretor de Relações com Investidores de Embratel, Isaac Berensztejn.

A NET, que tem participação de 48% do mercado da TV por assinatura e 25% do mercado de internet por banda larga, atende mais de 11 milhões de domicílios.

O anúncio da Embratel ocorre oito dias depois de a espanhola Telefónica fechar acordo com a Portugal Telecom para assumir os 30% que o grupo luso têm na Vivo por 7,5 bilhões de euros, o que reforçará sua presença no mercado nacional das telecomunicações. Paralelo ao acordo, a Portugal Telecom anunciou uma sociedade "estratégica" com o grupo brasileiro Oi, o que permitirá ter até 22,38% dessa companhia mediante o pagamento de até R$ 8,4 milhões.

Fontes: R7 - Efe

Emirados Árabes anunciam que vão barrar mensagens de BlackBerry

A partir de outubro, usuários não poderão trocar mensagens ou navegar. Agência diz que aparelho permite uso 'sem qualquer responsabilidade legal'.

Os Emirados Árabes, durante muito tempo considerado uma das economias mais amigáveis para os negócios no Oriente Médio, anunciou neste domingo (1º), que a partir de outubro irá impedir os proprietários de BlackBerry a enviarem e receberem e-mails e outras mensagens e a navegar na Internet.

Segundo o governo, a segurança nacional não consegue acompanhar adequedamente os recursos do dispositivo eletrônico cada vez mais popular no país.

"A decisão de hoje é baseada no fato de que, em sua versão atual, alguns serviços do BlackBerry permitem que seus usuários ajam sem qualquer responsabilidade legal, causando problemas judiciais, sociais e nacionais para a segurança dos Emirados Árabes Unidos", diz o comunicado no site da agência que controla as telecomunicações no país.

Aparelho opera 'além da jurisdição da legislação nacional', diz governo (Foto: Divulgação)

De acordo com o "New York Times", a proibição não teria qualquer efeito sobre outros smartphones que podem acessar e-mail e navegar na internet, já que o serviço do BlackBerry é o único que permite enviar dados a outros usuários no exterior, ficando fora do monitoramento do país.

O serviço de mensagens, que permite a usuários enviar torpedos para outros aparelhos BlackBerry gratuitamente usa dados criptografados que são processados em um servidor no Canadá. O comunicado não esclarece se os usuários de aparelhos que estivem fora do país serão prejudicados.

A companhia canadense Research In Motion, fabricante do BlackBerry, ainda não se manifestou.

Riscos à segurança

Há um semana, o governo já havia informado que o BlackBerry poderia ser usado para atividades que representem riscos à segurança dos Emirados Árabes Unidos.

O governo do Barein fez um alerta em abril contra o uso do BlackBerry Messenger para distribuição de notícias locais, atraindo críticas sobre liberdade de imprensa feitas pela associação Repórteres Sem Fronteiras, que considerou o alerta como um ato de censura.

O aviso do Barein disparou preocupações de que outros países do Golfo Pérsico também possam considerar medidas para redução no uso de certos aplicativos do BlackBerry, que tem 20% de participação no mercado global de smartphones, atrás da Nokia.

"Em decorrência da maneira como os dados do BlackBerry são administrados e armazenados, certos aplicativos do BlackBerry permitem que as pessoas façam uso indevido do aparelho, causando sérias repercussões sociais, judiciais e à segurança nacional", disse o comunicado.

Neste mês, a RIM informou que estava se preparando para lançar uma loja de aplicativos e serviços de internet na China, como parte da estratégia da empresa para reforçar suas operações no maior mercado celular do mundo.

Fontes: G1 - Agências

Celulares ganham carregador universal na UE

A partir de 2011 todos os aparelhos de celulares vendidos na União Europeia deverão funcionar com o mesmo carregador, informou nesta sexta-feira (30) a Comissão Universal.


"O desenvolvimento de normas técnicas para garantir a compatibilidade e a segurança dos novos carregadores avança bem", assinalou um porta-voz do executivo comunitário.

Telefónica assume 60% da Vivo e vai à Bolsa por mais 3,8%

Telefônica assume controle da Vivo

A Telefônica do Brasil divulgou comunicado no final da manhã desta quarta-feira confirmando a aquisição do controle da Vivo pela matriz espanhola (Telefónica) e detalhando a forma de pagamento da compra de 50% da Portugal Telecom na empresa detentora da Vivo, a Brasilcel.

Com a aquisição, a Telefónica detém aproximadamente 60% da Vivo. Os cerca de 40% restantes da empresa estão em negociação na Bolsa, detidos por acionistas minoritários, a maior parte pessoas físicas.

No comunicado, a empresa espanhola manifestou o interesse em adquirir, via OPA (Oferta Pública de Ações), mais 3,8% pelas ações ordinárias da Vivo que não são detidas pela Brasilcel, operação estimada em 800 milhões de euros (R$ 1,83 bilhão).

Em comunicado, o presidente mundial do Grupo Telefônica, César Alierta, falou sobre a satisfação obtida pelo acordo com a Portugal Telecom. "O acordo beneficia os acionistas de ambas as empresas. Trata-se de uma oportunidade única de criação de valor. A Vivo é líder do mercado de telefonia celular no Brasil, país em que a Telefônica mantém uma aposta decidida de futuro".

Segundo o comunicado a aquisição da Vivo terá uma impacto positivo "tanto nos resultados como na geração de caixa da Telefónica, desde o primeiro ano".

PAGAMENTO

Segundo o Grupo Telefónica, a oferta já está fechada e por isso "não há mais nenhum compromisso com relação às melhoras adicionais contempladas na última proposta".

O pagamento dos 7,5 bilhões de euros (R$ 17,2 bilhões) da oferta final será feito mediante o pagamento de 40% do montante no fechamento da operação -- que deve ocorrer em 60 dias, após a aprovação das autoridades regulatórias brasileiras.

Portanto, a Telefónica desembolsará 4,5 bilhões de euros (R$ 10,32 bilhões) no ato, mais 1 bilhão de euros (R$ 2,29 bilhões) em 31 de dezembro e, por último, mais 2 bilhões de euros (R$ 4,58 bilhões) em 31 de outubro de 2011.

ACORDO OI E PT

Após a Telefónica anunciar a compra do controle da Vivo, a Portugal Telecom comunicou ao mercado uma aliança com a Oi, da BrT (Brasil Telecom). A aliança prevê que a Portugal Telecom terá uma participação final, direta e indireta, de 22,4% no grupo Oi e que a empresa brasileira terá até 10% da Portugal Telecom.

As compras de participações entre a Portugal Telecom e Oi se darão por uma série de operações.

De sua parte, a Portugal Telecom vai comprar participações minoritárias em dois acionistas controladores da Oi, a AG Telecom, do grupo Andrade Gutierrez; e a La Fonte Telecom, do grupo Jereissati. A empresa portuguesa também vai comprar 10% de participação direta na Telemar Participações, controladora da Oi, por R$ 4,24 bilhões.

O aporte da Portugal Telecom na aquisição das participações será de cerca de R$ 8,44 bilhões no máximo, informou a Oi em comunicado ao mercado, incluindo participação em aumentos de capital das empresas do grupo brasileiro.

A operação de aliança envolve também propostas de aumento da capital da Telemar Participações e da Tele Norte Leste no valor de R$ 12 bilhões cada, mediante emissão de ações ordinárias e preferenciais.

A emissão da Tele Norte Leste Participações, a empresa operacional do grupo, será feita ao preço de R$ 38,54 por ação ordinária e de R$ 28,26 por ação preferencial. Já o aumento de capital da Telemar Participações, será ao preço de R$ 63,70 por ação ordinária e de R$ 50,70 por ação preferencial.

Desses aumentos de capital, a Portugal Telecom subscreverá ações até o valor de R$ 3,733 bilhões.

Com as operações, a Oi terá direito a participar do conselho de administração da Portugal Telecom, enquanto a portuguesa também terá direito a um representante no Conselho da companhia brasileira.

Após vender Vivo, Portugal Telecom comprará 22% da Oi

A Oi anunciou nesta quarta-feira uma aliança com a PT (Portugal Telecom), após a portuguesa comunicar ao mercado a venda de sua participação na Vivo --controlada em parceria com a espanhola Telefónica.

A compra da participação da Oi é uma forma de a Portugal Telecom dar continuidade aos seus negócios no Brasil, especialmente após se desfazer (hoje) de participação de controle na Vivo, operadora líder em telefonia celular no país.

As duas informações --da aquisição de parte da Oi pela PT e da venda de controle da Vivo à Telefónica, pela portuguesa-- foram divulgadas nesta manhã pelas empresas. As movimentações podem modificar estruturalmente o cenário de telefonia no Brasil.

No início do dia, a Telefónica anunciou a aquisição de 50% que a Portugal Telecom detém na Vivo. Assim, a espanhola assume o controle da empresa brasileira. As negociações de compra do controle da Vivo começaram em maio.

Em seguida, a Portugal Telecom comunicou ao mercado uma aliança com a Oi, da BrT (Brasil Telecom). A aliança prevê que a Portugal Telecom terá uma participação final, direta e indireta, de 22,4% no grupo Oi e que a empresa brasileira, ansiosa por iniciar um processo de internacionalização apoiado pelo governo, terá até 10% da Portugal Telecom.

ACORDO OI E PT

As compras de participações entre a Portugal Telecom e Oi se darão por uma série de operações.

De sua parte, a Portugal Telecom vai comprar participações minoritárias em dois acionistas controladores da Oi, a AG Telecom, do grupo Andrade Gutierrez; e a La Fonte Telecom, do grupo Jereissati. A empresa portuguesa também vai comprar 10% de participação direta na Telemar Participações, controladora da Oi, por R$ 4,24 bilhões.

O aporte da Portugal Telecom na aquisição das participações será de cerca de R$ 8,44 bilhões no máximo, informou a Oi em comunicado ao mercado, incluindo participação em aumentos de capital das empresas do grupo brasileiro.

A operação de aliança envolve também propostas de aumento da capital da Telemar Participações e da Tele Norte Leste no valor de R$ 12 bilhões cada, mediante emissão de ações ordinárias e preferenciais.

A emissão da Tele Norte Leste Participações, a empresa operacional do grupo, será feita ao preço de R$ 38,54 por ação ordinária e de R$ 28,26 por ação preferencial. Já o aumento de capital da Telemar Participações, será ao preço de R$ 63,70 por ação ordinária e de R$ 50,70 por ação preferencial.

Desses aumentos de capital, a Portugal Telecom subscreverá ações até o valor de R$ 3,733 bilhões.

Com as operações, a Oi terá direito a participar do conselho de administração da Portugal Telecom, enquanto a portuguesa também terá direito a um representante no Conselho da companhia brasileira.

NEGOCIAÇÕES PELA VIVO

A Telefónica da Espanha divide o controle da Brasilcel, dona da brasileira Vivo, com a Portugal Telecom. Em maio, a espanhola (que também detém participação na PT) fez uma proposta de 5,7 bilhões de euros pelos 30% da parte que a PT detém na Brasilcel. A portuguesa não quis vender sua participação e a Telefónica pressionou o mercado aumentando duas vezes a proposta até chegar em 7,15 bilhões de euro na véspera da assembleia da PT, ocorrida no dia 30 de junho.

Nesta assembleia, a comissão de valores de Lisboa vetou que os acionistas da Telefónica votassem, por serem acionistas na PT, devido ao conflito de interesses envolvido na questão. Mesmo sem a participação da espanhola na assembleia, a maioria dos acionistas concordou com a venda do percentual da Vivo à Telefónica.

Após essa decisão, o governo de Portugal utilizou suas 500 ações golden share (com poder de veto em negociações estratégicas) para impedir a venda. Desde então, a CE (Comissão Europeia) e os mercados espanhol e português vêm discutindo a legitimidade da atitude do governo português, que segundo a CE, contraria os aspectos democráticos das negociações.

No dia 16 de julho, houve uma segunda assembleia com acionistas da PT, que terminou sem solução. No sábado (17), a Telefónica retirou a oferta de compra das ações, mesmo com o Tribunal de Justiça da UE (União Europeia) declarar ilegal o uso da golden share pelo Estado português.

No domingo (18), a PT manifestou, enfim, o interesse em vender sua parte, enquanto a Telefónica divulgava a contratação de dois escritórios de advocacia para lutar na Justiça pela aquisição.

VEJA COMO FICARÁ A COMPOSIÇÃO DA OI

Fonte: FOLHA

SP ganha prefixo extra no celular até fim do ano

Usuários de telefone celular da Grande São Paulo passarão a contar até o final do ano com um prefixo extra, além do 11, utilizado hoje por 35 milhões de pessoas. 

Estudo da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), obtido pela Folha, mostra que a saturação de linhas deve ocorrer até o final de outubro, obrigando a adoção do código 10 para atender a demanda em 63 cidades.

A mudança será necessária em razão da explosão de vendas de aparelhos e chips, que deixou o sistema, que suporta 37 milhões de combinações de números, no limite de operação.

A implementação do novo código dobra os números disponíveis em São Paulo, que passariam a ser de 74 milhões, ou 3,5 por habitante, suficiente para acompanhar a expansão até 2025.

Com a alteração, as chamadas do prefixo 10 para o 11 não serão consideradas interurbanas. Para efetuar a ligação, a proposta da Anatel é que o usuário disque 010 e o número, mesmo nas ligações locais. Se for chamada a cobrar, o usuário discaria 90 seguido do prefixo 10 ou 11.

Segundo estimativas das operadoras, o custo para incluir um novo código é de cerca de R$ 150 milhões. As empresas devem arcar com essa despesa, que pode ser repassada para os usuários.

Cinco prestadoras operam com o prefixo 11: Vivo, Claro, TIM, Oi e Aeiou. A Vivo manifestou que apoia a implementação do código, "tendo em vista a iminente escassez de números na área 11", segundo sua assessoria.

As demais operadoras não quiseram se manifestar, sob a alegação de que o assunto está em discussão na Anatel, que abriu no dia 18 de maio consulta pública sobre o tema. O prazo acaba no dia 21, quando o órgão regulador deve oficializar a decisão sobre o novo prefixo e colocar a medida em prática.

A Folha apurou que a alternativa à implantação do novo código seria adicionar um nono dígito no número da linha, mas foi descartada pelo alto custo para implementação (R$ 304 milhões) - e isso implicaria mudanças em todo o país pela necessidade de padronização.

SÓ O 011

Apenas o código 11 se encontra próximo à exaustão, os demais ainda contam com uma folga considerável para suprir a demanda nos próximos anos, segundo a Anatel.

O fim da disponibilidade de números de celular com código 11 não será abrupta. Dependerá, entre outros fatores, dos estoques que as redes de varejo tenham feito de chips.

Editoria de Arte/Folhapress

Fonte: FOLHA/Andreza Matais

Rede da Vivo sofre falha em São Paulo

A rede de telefonia da operadora Vivo sofreu uma falha na manhã desta terça-feira (13) em São Paulo.

O problema deixou parte dos usuários da companhia sem sinal de celular --quando se efetuava ligações para celulares da Vivo, uma gravação dizia que o número era inexistente.

Em nota, a companhia disse que já solucionou o problema, e o atribuiu a uma "falha pontual" em um equipamento de comunicação no bairro do Jaguaré.

A empresa não informou, contudo, qual a dimensão da área atingida pela pane, tampouco quantos usuários foram afetados.

"Trata-se de um equipamento redundante, ou seja, o impacto junto aos clientes da companhia foi mínimo, pois as chamadas destinadas aos usuários da operadora foram, no período, encaminhadas para outra central de comunicação similar", afirma a nota.


Fonte: FOLHA

Saiba como enviar mensagens de celular gratuitas

Não é preciso gastar dinheiro para enviar mensagens de texto para celulares. Nos sites das operadoras e nas páginas que concentram serviços é possível enviar torpedos gratuitamente.

Para enviar mensagens para celulares da Claro pelo site da operadora (www.claroideias.com.br), não é necessário fazer cadastro nem ser cliente da empresa. É possível, por exemplo, preencher o campo "De:" com o número de um telefone fixo. "É uma forma eficiente de comunicação e uma ferramenta importante para o estímulo ao uso do torpedo", diz a empresa.

Em mundooi2.oi.com.br/servicostorpedo, também não é necessário fazer cadastro para enviar mensagens gratuitas para celulares da Oi.

Diferentemente da Claro e da Oi, a Vivo (www.vivo.com.br) permite o envio de torpedos gratuitos após cadastro, no qual o cliente da operadora precisa preencher o campo CPF com o número do documento do titular da linha.

A empresa diz que, em breve, disponibilizará o envio de SMS, para celulares da Vivo, para não-clientes.

Já a TIM, que oferece o sistema de envio de torpedos pela internet, cobra R$ 0,39 --debitados dos créditos ou cobrados na próxima fatura-- por SMS.

Apesar de não serem autorizados pelas empresas de telefonia, sites como o www.torpedogratis.net permitem o envio de mensagens gratuitas.

Criador do site, Marcelo Medina diz que o intuito é facilitar o uso do serviço que, nas páginas das operadoras, costuma não estar em evidência.

"Utilizo o próprio site das operadoras. O sistema faz apenas uma intermediação", diz. Nos testes realizados pela reportagem, a página se saiu bem no envio de mensagens para celulares da Claro.

Programa gratuito

Nos EUA, o envio de torpedos gratuitos não está vinculado às operadoras. Programas como o Cherple --ainda sem previsão de lançamento em outros países--, que permite o envio de torpedos de computadores com Windows ou Mac conectados à rede para quaisquer celulares com wireless, respondem pelo envio de mensagens.

Fonte: FOLHA/STEFHANIE PIOVEZAN

Nova tecnologia pode acabar com "digitação" de textos no celular

Swype permite ao usuário passar o dedo sobre sequência de letras sem digitar

Uma nova tecnologia chamada Swype permite ao usuário de telefone móvel montar palavras por meio de um movimento fluido. Em vez de digitar letra por letra, o dono de celular só precisa passar o dedo sobre a sequência de letras.

O computador calcula, então, qual palavra era desejada pela combinação das letras já tocadas.

Os movimentos não necessitam ser precisos porque o software consegue entender, revelou o jornal inglês Daily Mail nesta segunda-feira (21).

De acordo com o inventor americano Cliff Kushler, a tecnologia Swype “pode aumentar a velocidade do usuário mais ágil em até 30%".

Kushler disse que a tecnologia pode causar um grande impacto e ser usada em qualquer aparelho que seja necessário usar um teclado, como videogames e aparelhos de GPS.

Nova tecnologia promete tornar a digitação ainda mais rápida do que a T9; letras maiúsculas ou que aparecem repetidas são superadas por uma pausa/ Reprodução

Kushler foi o inventor do software T9, também chamado de texto preditivo, que adivinha a palavra em que as pessoas estão pensando enquanto digitam. O inventor diz que o Swype é o próximo passo.

Nas demonstrações da nova tecnologia, obstáculos como letras maiúsculas ou que aparecem repetidas são superados pela pausa ou por um rabisco, enquanto que o espaçamento e a a pontuação são automáticos.

O Swype está sendo usado em sete smartphones nos Estados Unidos, e, até o final do ano, Kushler diz que deverá estar em mais de 50 modelos em todo o mundo.

As negociações com a Apple estão tão distantes quanto a chegada do novo modelo do iPhone ao Reino Unido.

Fontes: R7- Agências

Ministério Público pede que Anatel regulamente SMS para polícia e bombeiros

Agência terá de efetivar uso de mensagens de texto para números 190 e 193 até julho

Bombeiros e Polícia Militar pedem pela regulamentação desde 2008/Medioimages/Photodisc/Getty Images

O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo entrou com uma ação civil pública para que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) regulamente o uso de mensagens de texto (SMS) pelo celular para serviços de emergência da polícia (190) e do Corpo de Bombeiros (193).

Pela ação, a Anatel será obrigada a regulamentar o serviço em, no máximo, 60 dias.

Tanto a Polícia Militar (PM) do Estado de São Paulo quanto o Corpo de Bombeiros já têm um sistema chamado "Contact Center", que já estão prontos para entrar em operação.

Mas, desde abril de 2008, pedem, sem sucesso, que a Anatel regulamente o serviço junto às operadoras de telefonia celular.

Após reuniões com o MPF, a Anatel confirmou que não existe nenhum impedimento técnico para a implementação do serviço de envio de mensagens de texto para comunicações de emergência entre usuários e serviços de emergência, informando que bastava apenas uma decisão administrativa da agência reguladora.

A agência também respondeu que não sabia o porquê da demora na regulamentação desse serviço e reconhecia que ele é de extrema necessidade não só para pessoas com deficiência auditiva mas para toda a sociedade.


Fonte: R7 - AE

Pane interrompeu atualização do blog

Em função de uma pane na central da telefônica,a qual durou do domingo cedo até hoje no fim da tarde, este blog não pôde ser atualizado, pelo que apresentamos nossas desculpas.

Brasil tem tarifa mais cara de celular, diz entidade

União Internacional de Telecomunicações comparou 159 países. Custos elevados representam 'sério obstáculo' ao desenvolvimento.

O consumidor brasileiro continua a pagar a fatura mais cara do mundo pelo uso do telefone celular, de acordo com o índice de Paridade de Poder de Compra (PPP), apesar de estar gastando menos de sua renda com esse serviço. É o que mostra a União Internacional de Telecomunicações (UIT) numa comparação entre 159 países.

De 2008 para 2009, o preço da tarifa do celular no Brasil caiu 25%, da banda larga 52% e da telefonia fixa 63%, levando em conta a renda per capita, que aumentou. Mas o relatório da UIT mostra que esses custos continuam elevados e representam "sério obstáculo" ao acesso e desenvolvimento das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) no país. A utilização de TIC aumenta no mundo, enquanto os preços caem. A demanda é mais forte nos países em desenvolvimento, onde as operadoras devem continuar investindo.

Segundo a entidade, o custo de uso de banda larga caiu 42% no mundo, comparado a 25% para celular e 20% para telefonia fixa. A UIT calcula que 57% das pessoas nos países em desenvolvimento tenham agora acesso a celular, comparado a 23% há cinco anos. Os usuários de celular chegarão a 5 bilhões no fim do ano, segundo a entidade. Nos países desenvolvidos, a penetração é de mais de 100%.

Sem surpresa, a população dos países ricos gasta menos de sua renda, em percentual, para ter acesso a tecnologia, do que os consumidores dos países em desenvolvimento. O índice coloca a Suécia como o país mais desenvolvido em termos de acesso, uso e conhecimento de TIC, seguido por Luxemburgo, Coreia do Sul, Dinamarca e Holanda. Os Estados Unidos ficam na 19ª posição, atrás da França. O Brasil continua em 60º lugar no Índice de Desenvolvimento de TIC. A classificação é a mesma do ano passado.

O brasileiro continua a pagar mais na comparação internacional, apesar de desde o ano passado destinar menos de sua renda para os serviços de telecomunicações. Um preço-chave, para a UIT, é o uso de internet veloz, que continua a ser um luxo reservado a poucos. No Brasil, o preço do pacote de banda larga leva em conta o custo da assinatura e ficaria em média em US$ 34 em paridade de poder de compra (PPC), comparado a US$ 7 em Israel e US$ 20 nos EUA. A PPC corresponde a taxa de câmbio entre duas moedas, calculada conforme a quantidade de cada moeda que é necessária para comprar um determinado produto e serviço idêntico no país.

No caso do telefone celular, o Brasil fica em 121º lugar entre os 159 países no custo dos serviços. Mas levando em conta a paridade de poder de compra, fica em último. O custo por um pacote de 25 chamadas e 30 torpedos é estimado em US$ 42 por mês, comparado a US$ 1 em Hong Kong, US$ 9,8 na Suíça e US$ 14,6 no México. A taxa de penetração de celular no Brasil está próxima da taxa de oito anos atrás na Suécia, por exemplo.

Para a UIT, isso está claramente ligado aos custos dos serviços no país, apesar da redução na tarifa em 2009. O estudo revela diferenças enormes nos preços entre países. No caso da telefonia fixa, o pacote básico no Brasil custa US$ 13,4 pela assinatura, enquanto no Irã seria de apenas US$ 0,20. A média é de US$ 9 nos países em desenvolvimento.

Fontes: G1 - Valor Online

Opinião do BGN

Na verdade, duas coisas contribuem para o brasileiro pagar a tarifa mais elevada do mundo: os impostos abusivos incidentes sobre os serviços e o fato da ANATEL, priorizar os interesses das operadoras, em detrimento ao interesse dos consumidores. Vergonha.

Atividade solar pode prejudicar comunicações na Terra

Um grupo de cientistas britânicos alerta para o risco de que a atividade solar provoque interferências nas redes de comunicação da Terra nos próximos dois anos.

Segundo os astrônomos, as recentes imagens de telescópios espaciais revelam um aumento significativo das chamadas labaredas solares e de regiões de campos magnéticos conhecidos como pontos solares. A atividade intensa na superfície do sol pode prejudicar o campo de proteção magnética da Terra, provocando problemas nos sistemas de comunicação e até nas redes de distribuição de energia elétrica.

De acordo com os cientistas, a Olimpíada de 2012, que será realizada em Londres, corre o risco de ter prejudicadas suas transmissões de TV e redes de internet. Isso porque o pico da atividade na superfície solar se dará justamente nesse ano.


Fonte: Veja

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