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PSDB-SP cogita oferecer Saúde a Serra, sob Alckmin

Geraldo Alckmin poderia nomear Serra como Secretário da Saúde

José Serra vendeu-se ao eleitor como candidato “mais experiente” e “mais preparado” para o exercício da Presidência da República.

Cerca de 55 milhões de eleitores preferiram apostar na “inexperiência” e no “despreparo” de Dilma Rousseff.

Desempregado, Serra foi passear na Europa. Ao retornar, deve receber uma oferta de emprego.

Com o aval do governador eleito Geraldo Alckmin, o tucanato paulista cogita oferecer a Serra o posto de secretário de Saúde de São Paulo.

Ou seja: após virar o “melhor” ex-futuro presidente que o país jamais teve, Serra será convidado para um cargo que nunca aceitaria.


Fonte: Josias de Souza /FOLHA

Alckmin diz que cabe a Serra decidir papel no novo governo de SP

Governador eleito participou em SP de reunião com grupo de transição. Ele defende renegociação da dívida dos estados com o governo federal.

Alckmin conversa com jornalistas depois de reunião em SP (Foto: Juliana Cardilli/G1)

O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse na tarde desta segunda-feira (8), após reunião de trabalho do grupo de transição do governo do estado, que cabe ao ex-governador José Serra decidir seu papel no novo governo. Alckmin, entretanto, não respondeu se convidará o ex-governador e ex-candidato à Presidência da República para um cargo em sua gestão.

“O Serra é um dos melhores quadros que nós temos da política brasileira, mas cabe a ele responder. Ele é preparadíssimo, é para nós um motivo de grande orgulho ter uma liderança nacional no PSDB”, afirmou o governador eleito.

A reunião durou cerca de três horas. Participam além de Alckmin, o vice-governador eleito, Guilherme Afif Domingos, os secretários estaduais da Fazenda, Mauro Ricardo, da Casa Civil, Luiz Antônio Guimarães Marrey, de Economia e Planejamento, Francisco Luna, o coordenador do grupo, Sidney Beraldo, três membros do grupo de transição, Silvio Torres, Jurandir Fernandes e Rubens Cury, e o coordenador de orçamento da Secretaria Estadual de Planejamento, Carlos Renato Barnabé.

De acordo com o governador eleito, foram discutidos aspectos do Orçamento – que será de R$ 140 bilhões em 2011 e dos investimentos que serão feitos. Nesta questão, Alckmin defendeu uma renegociação da dívida dos estados e dos municípios com o governo federal.

“Quando foi feita a renegociação, em 1997, você tinha uma realidade econômica diferente da de hoje. Se hoje for verificar, a dívida dos estados está mais cara do que a dívida federal. O governo federal, grande parte da sua dívida está referenciada pela taxa Selic, que é 10,45%. E os estados é pelo IGPDI, mais 6% de juros, ou 7,5% ou 9%. Nós pagamos 6% mais o IGPDI, ele pode chegar a quase 10%. Provavelmente vai passar de 9%, então ele é muito instável. Isso vai dar mais de 15% a correção da dívida”

Segundo ele, a dívida atualmente está em R$ 160 bilhões, e o estado está em dia com os pagamentos – 13% do Orçamento, ou R$ 9 bilhões atualmente, são destinados ao pagamento.

“São Paulo está em dia, não deve um centavo. Mas quando chegar em 2027, você vai ter um enorme de um saldo, nós temos que ter uma curva que a dívida seja paga, e não impagável. Eu acho que nós temos que discutir a questão do índice, para ter um índice mais estável, mais relacionado com a receita dos estados e municípios. Sob o ponto de vista de mérito, nós vivemos um outro momento. Sem estresse, com calma, é necessário ter na mesa de negociação, entre quem deve e o governo federal, que ter algo que permita ser pagável”, disse.

O governador também comentou que o novo governo irá aguardar as investigações sobre a licitação da amplificação da Linha 5 do Metrô – cujos resultados foram adiantados pelo jornal "Folha de S. Paulo" – para decidir o que será feito. Ainda segundo ele, o novo governo está caminhando para a criação da Secretaria de Gestão Metropolitana, e que os novos secretários só devem ser definidos a partir da próxima semana.

Fontes: G1 - TV Globo

Alckmin toma distância de ação paulista ‘anti-Aécio’

Depois de encharcar a camisa por José Serra, o governador eleito Geraldo Alckmin recolheu-se para descansar.

A política, porém, o persegue pelo telefone. Num diálogo travado nesta segunda (1º), Alckmin, provocado, falou de Aécio Neves.

Tomou distância do pedaço do tucanato paulista que ergue barricadas contra a pretensão de Aécio de assumir o papel de líder da oposição.

Para Alckmin, a hora não é de divisão, mas de saborear o que as urnas de 2010 reservaram de bom para o PSDB.

Realça o fato de a legenda ter elevado de seis para oito o número de governos estaduais sob seu comando.

No mais, diz que mantém com Aécio boas relações. E recorda que o debate sobre a renovação do comando partidário é um ponto longínquo no calendário.

Começa nos diretórios municipais, sobe para os estaduais e só então chega à direção nacional. Coisa “muito distante”, diz.

Quanto ao comando do PSDB na Câmara e no Senado, diz Alckmin, cabe às bancadas decidir. Encrenca para fevereiro de 2011.

Fonte: Josias de Souza/FOLHA

Alckmin comemora maioria na Assembleia Legislativa de SP

PSDB deverá ocupar 30 das 94 vagas. Governador eleito de SP se dedicará à campanha de José Serra.

O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin/Imagem: Reprodução TV Globo

O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), comemorou a ampla maioria que o seu partido terá na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).

Os tucanos deverão ocupar 30 das 94 vagas. Em entrevista ao Bom Dia São Paulo, na manhã desta segunda-feira (4), Alckmin destacou as vitórias de seu partido em todo o país e falou de suas prioridades para o estado.


“A prioridade é a educação básica, a educação infantil. Vamos investir em creches para as mães deixarem seus filhos e irem trabalhar, e vamos investir também na qualificação profissional. Há pessoas que precisam trabalhar e vagas que não são preenchidas por falta de qualificação”, disse o governador eleito.

Ele foi eleito neste domingo (3) em primeiro turno. Segundo a Justiça Eleitoral, Alckmin recebeu 11.519.314 votos, o que equivale a 50,63% do total de votos válidos. O senador Aloizio Mercadante (PT) ficou em segundo lugar. Ele teve 8.016.866 votos, o que corresponde a 35,23% dos votos válidos.

Nesta segunda-feira, Alckmin seguirá para Belo Horizonte, onde participará do velório do pai do ex-governador de Minas e senador eleito Aécio Neves. O corpo de Aécio Cunha está sendo velado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

Alckmin prometeu se dedicar à campanha presidencial de José Serra, que irá disputar o segundo turno com Dilma Rousseff (PT). “Estou duplamente feliz porque o eleitorado em São Paulo resolveu não esperar. O Brasil resolveu esperar para discutir melhor a eleição e escolher o melhor candidato, que é o Serra”, disse. O governador eleito prometeu viajar com o candidato tucano a outros estados durante os próximos dias.

Na entrevista à TV Globo, Alckmin prometeu obras de combate à enchente e investimentos em transporte para a região metropolitana de São Paulo. “Vamos investir muito na CPTM e no Metrô”, disse. Segundo ele, 6 mil novos policiais serão contratados na tentativa de reduzir os índices de violência no estado e fortalecimento das investigações.



Fontes: G1- TV Globo

Geraldo Alckmin é eleito governador de SP

Com 99,08% das urnas apuradas, ele não pode mais ser alcançado. Na campanha, tucano defendeu a expansão das Fatecs e Etecs.

Geraldo Alckmin (PSDB), governador eleito de São Paulo (Foto: Bruno Zanardo / AE)

O tucano Geraldo Alckmin foi eleito governador de São Paulo no primeiro turno com 50,63% dos votos e 99,08% das urnas apuradas às 22h25, segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Ele derrotou o senador petista Aloizio Mercadante, que teve 35,22%, mantendo o ciclo de administrações do PSDB em São Paulo, maior colégio eleitoral do país. O partido comanda o Palácio dos Bandeirantes desde 1994.

Celso Russomanno (PP) teve 5,42%, Paulo Skaf (PSB), 4,57%, Fabio Feldmann (PV), 4,14% e Anai Caproni (PCO), 0,02%. Mancha (PSTU), Igor Grabois (PCB) e Paulo Bufalo (PSOL) não apareciam com votos computados até as 22h36 deste domingo (3).

Alckmin manteve-se à frente da disputa desde o início. Entre suas principais bandeiras de campanha estava a expansão das Fatecs e Etecs. Mercadante teve o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que veio a São Paulo durante a campanha para participar de comícios do petista, mas não conseguiu reverter o resultado.

Biografia

Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho nasceu em 7 de novembro de 1952 em Pindamonhangaba. Professor e médico, é casado e tem três filhos. Foi eleito vereador em 1972, aos 19 anos, pelo antigo MDB. Quatro anos mais tarde, foi eleito prefeito de Pindamonhangaba.

Em 1982, foi eleito deputado estadual pelo PMDB e, depois, em 1986, deputado federal. Participou da Assembleia Nacional Constituinte em 1988. No mesmo ano, ingressou no PSDB. Dois anos depois, foi reeleito deputado federal.

Em 1994, foi eleito vice de Mário Covas (PSDB). Quatro anos depois, em 1998, a dupla tucana reelegeu-se. Com a morte de Covas, em 2001, assumiu o governo e se reelegeu como governador em 2002.

Após uma disputa interna no partido, conseguiu ser indicado candidato à Presidência pelo PSDB para concorrer às eleições de 2006. Acabou perdendo a disputa no segundo turno para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi reeleito.

Dois anos depois, enfrentou novamente uma disputa dentro do partido e candidatou-se à Prefeitura de São Paulo. Parte da legenda preferia abrir mão de um nome tucano para apoiar o prefeito Gilberto Kassab (DEM), aliado do então governador José Serra. Alckmin conseguiu se candidatar, mas deixou a disputa ainda no primeiro turno, em terceiro lugar, com 22,48% dos votos. Kassab foi reeleito.

No ano seguinte, convidado por Serra, Alckmin assumiu a Secretaria de Desenvolvimento do governo do estado.

Campanha

Durante a campanha, Alckmin enfrentou críticas de Mercadante principalmente sobre o custo dos pedágios, os índices de criminalidade e a qualidade da educação, principalmente no que se refere à progressão continuada.

O petista também usou contra o tucano o fato de o governo paulista ter enfrentado greves de policiais e professores.

Alckmin, por sua vez, acusou Mercadante de não ter experiência para ocupar o cargo e de ter faltado a sessões do Senado em que foram votados projetos de interesse do estado.

Propostas

Dentre as principais propostas do tucano estão o investimento de R$ 1 bilhão para a construção de creches com um total de 200 mil vagas, construção de 12 piscinões, o subsídio para o financiamento de casas para a população de baixa renda, a expansão das Fatecs e Etecs, concessão de bolsas para alunos do ensino médio estudarem idiomas e a urbanização de favelas. Alckmin teve o apoio do DEM, PPS, PMDB, PSC, PHS e PMN.


Fonte: G1

Alckmin diz que está com mangas arregaçadas para trabalhar por SP

Geraldo Alckmin gostou da campanha

Geraldo Alckmin vota em São Paulo e diz que campanha deste ano foi "a mais empolgante" que já participou/Alessandro Shinoda/Folhapress

O candidato ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), falou após votar num colégio do Morumbi, que esta foi a campanha mais animada que participou em sua vida política e agradeceu aos eleitores do Estado o carinho recebido.


“Fiz uma campanha propositiva e estou confiante para trabalhar por São Paulo”, destacou, mostrando aos repórteres que já estava com as mangas da camisa arregaçadas “para trabalhar por São Paulo”.

A respeito da campanha presidencial, Alckmin falou da confiança na realização do segundo turno e garantiu que vai trabalhar por José Serra, presidenciável de sua legenda.

Questionado se a sua campanha terminava hoje, em razão das recentes pesquisas de intenção de voto lançarem dúvidas sobre uma vitória no primeiro turno, o tucano disse apenas que hoje é o dia de ouvir a voz das urnas “com muita humildade e confiança para, se Deus quiser, trabalhar mais por São Paulo”.

Indagado se procuraria as outras legendas, na hipótese da eleição para o governo paulista ser disputada em segundo turno, ele respondeu: “Cada coisa a seu tempo.” Depois de votar, Alckmin seguiu para acompanhar o voto do presidenciável José Serra. Questionado se precisava mais do apoio de Serra ou vice-versa, argumentou: “Todos precisam do apoio do povo.”

"Suamos a camisa durante a campanha agora é esperar a apuração. Hoje quem fala é o eleitor."

Ao ser questionado pela apresentadora Sabrina Sato, se dançaria o hit "rebolation", ele respondeu: "Só depois da apuration".

Fonte: FOLHA - O ESTADO DE S PAULO

Sabatinas Estadão: Geraldo Alckmin, candidato ao Governo de São Paulo (1)

O candidato do PSDB foi sabatinado pelos jornalistas Décio Trujilo, Luis Fernando Bovo e Fausto Macedo, do Grupo Estado


Fontes: O ESTADO DE S PAULO - TV ESTADÃO

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