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Escândalo: Presidente da CNT que publica pesquisa CNT/SENSUS é militante de Dilma

Porque não acreditar nas pesquisas CNT/SENSUS


 Clésio Andrade: presidente do PR de Minas, presidente da CNT e twitteiro pró-Dilma.

1º ato: no dia 29 de setembro, o CNT/Sensus embarcou na onda geral de “eleger” Dilma no 1º turno (com mais de 10 pontos de vantagem de Dilma em relação à soma dos votos Serra/Marina!). Não bastasse a imprecisão absurda…

2º ato: no dia 14 de outubro, duas semanas depois, o referido instituto apontou o seguinte cenário: empate técnico entre Dilma e Serra com, respectivamente, 52,3% e 47,7%.

3º ato: no dia 27 de outubro, ontem, a pesquisa final: 58,6% de Dilma contra 41,4% de Serra.

A diferença de 5 pontos inchou para mais de 17 pontos, em menos de duas semanas! De empate técnico a nocaute, sem que tenha havido qualquer fato relevante que justifique a mudança abrupta do eleitor.

Há quem justifique as falhas subsequentes dos institutos pelos métodos utilizados. No entanto, assim como o caso do Sr. Marcos Coimbra, do Vox Populi, outros elementos tornam estes números, no mínimo, questionáveis.

…O presidente da CNT, que encomenda a pesquisa do Instituto Sensus, é Clésio Andrade.
Clésio tem tido atitudes no mínimo questionáveis para alguém que preside a instituição que encomenda pesquisas do Sensus. Alguns fatos recentes:
- presidente do PR de Minas, no último dia 21 de outubro, Clésio enquadrou os filiados, exigindo “pleno apoio” a Dilma no 2º turno. “Os filiados que não cumprirem a determinação serão punidos de acordo com as sanções previstas no estatuto partidário“, diz a nota divulgada pelo diretório estadual.

Clésio Andrade também está presente no Twitter, por onde posta diariamente mensagens de apoio à candidatura Dilma, intercaladas com os dados das pesquisas CNT/Sensus. Seguem algumas postagens recentes:



Além de trazer números gravemente equivocados que confudem ainda mais o eleitor, pesquisas como a CNT/Sensus dão margem para que se questione a honestidade dos resultados.

Afinal, como acreditar em pesquisas caóticas, gravemente imprecisas e encomendadas por quem está comprometido com um dos lados da disputa?

Veja aqui a página do Twitter de Clésio Andrade e cobre uma resposta!

Leia também: O jogo de cena das pesquisas eleitorais: Vox Populi ou Vox PTopuli?

Fonte: Movimento Endireita BRASIL

A pesquisa CNT/Sensus e a manipulação.

Não existe um só fato novo que justifique os resultados apresentados pela pesquisa CNT/Sensus desta quarta-feira.

. Os números são escandalosamente inaceitáveis, mesmo quando apontam o resultado no Sul, que dá enorme vantagem de 20 pontos para Serra: 51,9% das intenções de voto, ante 36,7% de Dilma Roussef.

. Nesta quarta-feira, Sensus mostrou este resultado: Dilma, 58,7%; Serra, 36,7%. Uma diferença inacreditável de 22 pontos percentuais, número que nem Vox Populi atreveu-se a encontrar há apenas dois dias.

- O leitor pode examinar a esquizofrenia dos números de Sensus, cotejando os dados das pesquisas dos dias 13, 19 e hoje (os números vão em sequência, depois de cada nome):

Dilma: 52,3%; 52,8%; 58,7%
Serra: 47,7%; 47,2%; 36,7%

Fonte: Políbio Braga / Políbio Braga Online

CNT/Sensus: Dilma tem 46,8% e Serra, 41,8%

A pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje mostra que a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) tem 46,8% das intenções de voto (52,8% dos válidos) e seu adversário, José Serra (PSDB), aparece com 41,8% (47,2% dos votos válidos). 

Os votos brancos e nulos somaram 4,1%, e não souberam responder 7,2%. O levantamento foi feito nos dias 18 e 19 de outubro com 2 mil entrevistados em 136 municípios de 24 Estados. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais.

Na pesquisa espontânea, a petista lidera com 45,3%. Serra tem 40,6% na mesma avaliação. Na sondagem anterior, realizada semana passada, Dilma tinha 44,5% das intenções espontâneas e José Serra, 40,4%. Um total de 4,1% dos entrevistados disseram que vão votar em branco ou nulo e 9,5% não souberam responder.

A sondagem perguntou ainda qual seria o único candidato que o eleitor votaria. Para 44,7%, Dilma é a única candidata em quem votariam; para 15,5%, a candidata na qual poderiam votar; e para 35,2%, não votariam de jeito nenhum. Para 35,8% José Serra é o único candidato em quem votariam; para 20,6%, é o candidato no qual poderiam votar; e para 39,8%, não votariam de jeito nenhum. A sondagem foi protocolada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 36.192/2010.

Comentário

Em função das discrepãncias gritantes entre pesquisas feitas pelo IBOPE e VOX Populi e os resultados das urnas. no dia 3 de outubro, e considerando-se ainda as pesquisas que ambos institutos divulgaram hoje, apresentando as mesmas discrepâncias em comparação a outros institutos, resolvemnos não mais publicar pesquisas do IBOPE e do VOX Populi.

Nas pesquisas divulgadas hoje, eles apresentaram uma diferença de 12 pontos percentuais em favor de Dilma, o que não condiz com a dinãmica da campanha até o momento. Os números não batem.

Fonte: LUCI RIBEIRO E SANDRA MANFRIN

Adiada divulgação da pesquisa CNT/Sensus

A divulgação da pesquisa CNT/Sensus sobre intenções de voto para presidente da República, que ocorreria hoje, na sede da Confederação Nacional de Transportes, em Brasília, foi adiada para amanhã.

Em nota que acaba de distribuir, a CNT informa que o motivo foi “atraso na coleta de dados em campo”.

Fonte: IG

CNT/Sensus aponta empate técnico entre Dilma e Serra

Petista aparece com 46,8%, enquanto tucano tem 42,7%; margem de erro é de 2,2 pontos. Empate técnico.

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, e o candidato do PSDB, José Serra, estão tecnicamente empatados na corrida para o Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta manhã. Segundo o levantamento, Dilma tem 46,8% do total de intenções de voto, enquanto Serra tem 42,7%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos, a CNT explicou que essa diferença entre os dois candidatos se configura em empate técnico.

Os votos brancos e nulos somam 4%, enquanto 6,6% dos entrevistados não souberam ou não responderam em quem votar. Considerando-se apenas os votos válidos, o que desconsidera os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos, Dilma tem 52,3% e Serra aparece com 47,7% das intenções.

Antes da realização do primeiro turno das eleições, no início deste mês, Dilma aparecia com 53,9% das intenções totais de voto e Serra registrava 34,5%, em uma simulação para um até então eventual segundo turno.

Na indicação espontânea dos eleitores entrevistados, a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, tem 44,5% das intenções de voto enquanto o candidato José Serra (PSDB) tem 40,4%. Na pesquisa espontânea, também se configura o empate técnico entre os dois candidatos já que a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos porcentuais.

Nesse tipo de levantamento, 4% dos eleitores disseram que vão votar branco ou nulo e 10,6% disseram não saber ou não responderam em quem irão votar.

A pesquisa CNT/Sensus mostrou ainda que o índice de rejeição da candidata Dilma Rousseff ficou em 35,4%, ante 32,6% na simulação antes do primeiro turno, realizada entre os dias 26 e 28 de setembro. Serra, por sua vez, teve queda na rejeição, passando de 40,2% para 37,5%, no mesmo período.

O levantamento mostra que 43,3% dos entrevistados disseram que Dilma seria o único candidato em que votariam para presidente, enquanto 37% afirmaram que votariam apenas em Serra. A pesquisa também questionou sobre as expectativas de vitória dos eleitores, em que 59,6% disseram acreditar que Dilma irá vencer as eleições, enquanto 29% disseram acreditar que Serra sairá vencedor. Essa pergunta foi feita independente do voto declarado pelo entrevistado.

A pesquisa informa que 72,9% já têm o voto definido para o segundo turno das eleições. O levantamento revela também que 22,9% dos entrevistados ainda não têm o voto definido. Um total de 4,3% disseram não saber ou não responderam se já têm o voto definido e não pretendem mudar essa opção.

O levantamento ainda questionou a intenção de comparecimento às urnas no segundo turno e constatou que 92,7% disseram que certamente vão votar; 3,9% talvez irão vota; e 2,7% disseram que não vão votar.

A pesquisa CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas em 136 municípios nas cinco regiões do País e em todos os Estados brasileiros entre os dias 11 e 13 de outubro e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 35.560/2010.

Sensus e CNT atribuem alta na rejeição a Dilma a 'processo de difamação'

Brasília, 14 - O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, e o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, atribuíram a um "processo de difamação" contra a presidenciável do PT, Dilma Rousseff, o aumento da rejeição à candidata, indicado na pesquisa do Instituto Sensus divulgada há pouco. Por causa desse "fenômeno sociológico", o instituto decidiu não fazer um prognóstico sobre o resultado final da eleição.

A pesquisa CNT/Sensus mostrou que 35,4% dos eleitores não votariam em Dilma Rousseff. No levantamento anterior, esse índice era de 32,6%. Já a rejeição ao candidato do PSDB, José Serra, que era de 40,2% caiu para 37,5%.

No primeiro turno, a seis dias da votação, o Instituto Sensus divulgou um levantamento apontando a vitória de Dilma sobre Serra, com uma vantagem de oito milhões de votos. Para o diretor do Sensus, Ricardo Guedes, o erro de avaliação decorreu do processo de difamação que "teve peso muito forte na reta de chegada ao primeiro turno".

Segundo Guedes, seria preciso trabalhar com uma margem muito superior de diferença entre os candidatos para arriscar um prognóstico no segundo turno. O levantamento divulgado nesta manhã apontou situação de empate técnico entre os candidatos.

O pesquisador Ricardo Guedes afirmou que assiste a um "processo sócio-cultural inusitado nessa eleição", baseado em estratégias que, de um lado, investem na desconstrução de um candidato, e do outro, potencializam as qualidades do outro postulante.

Clésio Andrade chamou a atenção para o uso da internet nesse processo, bem como para a contratação de pessoas com a missão de desconstruir a imagem dos candidatos nas ruas, nos ônibus, nos trens, entre outros lugares de grande fluxo de pessoas, distribuindo panfletos e pregando cartazes em postes. "São as chamadas matracas", definiu.

Às vésperas da votação em primeiro turno, a candidata do PT tornou-se alvo de correntes difamatórias na internet, bem como por meio de panfletos apócrifos, distribuídos em igrejas, afirmando que se ela fosse eleita, endossaria uma lei favorável ao aborto e à união civil entre homossexuais, fecharia templos e proibiria a liberdade de cultos.



Fonte: O ESTADO DE S PAULO/Fabio Graner e Andrea Jubé Vianna e Andrea Jubé Vianna/Agência Estado

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