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PMs envolvidos em perseguição são homenageados em SP

Os 13 policiais receberam certificado de honra ao mérito e troféu. Governador Alberto Goldman e o prefeito Gilberto Kassab estiveram no local.

 Os policiais receberam certificados de honra ao mérito e pequenos troféus (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Os 13 policiais militares que participaram da perseguição a um criminoso que chegou a atropelar PMs na tentativa de fuga na última sexta-feira (8) foram homenageados na manhã desta quarta-feira (13) pelo governador Alberto Goldman na sede do Comando da PM em São Paulo.

O criminoso, que foi preso, fugiu após ser abordado por policiais no Centro da cidade, passou por sinais vermelhos, calçadas, bateu em carro e atropelou motos da PM. 'Foi um momento muito dramático, que nós poderíamos ter consequências muito danosas', disse o governador. O prefeito Gilberto Kassab também participou da homenagem.

Vídeo da Perseguição


Fonte: G1 - Band News

PM testa segurança no Pacaembu visando Copa de 2014; veja simulação

Na manhã desta terça-feira (24), a Polícia Militar do Estado de São Paulo realizou a primeira simulação de segurança em estádios, visando à preparação de oficiais para receber a Copa das Confederações em 2013 e Mundial de 2014, no Brasil.

A ação, que ocorreu no estádio do Pacaembu, durou cerca de três horas e contou com 200 policiais, além de 150 figurantes. Cães farejadores e até um robô semelhante ao do filme "Guerra ao Terror" (vencedor do Oscar 2010), também fizeram parte da simulação, como mostra a reportagem da TV UOL.


Fontes: FOLHA - TV UOL

Exército do México cria seu próprio 'caveirão'

O Exército mexicano está desenvolvendo um veículo com poderosa blindagem para enfrentar as armas cada vez mais pesadas dos narcotraficantes, revelou nesta terça-feira o coronel Narcizo Rodríguez, responsável pelo projeto.

Na Fábrica de Pólvora e Explosivos, situada na periferia oeste da capital mexicana, são criados os protótipos de dois veículos blindados para fabricação em série, que serão utilizados nos territórios mais perigosos do país.

Estes veículos têm "uma carroceria completamente blindada", mas também apresentam "um espaço cômodo, funcional e que proporciona proteção a nossos soldados", destacou o coronel Rodríguez.

O futuro veículo, com capacidade para transportar 10 militares, terá blindagem de nível B6, resistente a ataques com armas de calibre .50, de alto poder destrutivo.

Fontes: UOL - AFP

Sequestro acaba em tragédia nas Filipinas

Ex-policial tomou um ônibus turístico em Manila, nas Filipinas. Após mais de dez horas de cerco, pelo menos dois reféns e o sequestrador foram mortos

CERCO Policiais filipinos se preparam para invadir o ônibus com turistas de Hong Kong que foi sequestrado

A forte chuva, a fumaça das bombas de gás lacrimogênio, os vidros quebrados e a transmissão ao vivo nas emissoras de televisão do mundo todo fizeram o centro de Manila, a capital das Filipinas, parecer o cenário de um filme de ação nesta segunda-feira (23). O desfecho do sequestro de um ônibus turístico, no entanto, ficou longe da glória hollywoodiana. Pelo menos dois dos 25 reféns, além do sequestrador, foram mortos.

O sequestro começou por volta das 10 horas da manhã de segunda-feira (23 horas de domingo em Brasília). O ex-policial Rolando Mendoza, de 55 anos – fardado e carregando um fuzil M-16 – pediu carona ao motorista de um ônibus que levava turistas de Hong Kong para uma excursão pela capital filipina. Quando o veículo chegou ao parque Jose Rizal, o homem anunciou que todos os passageiros eram seus reféns.

No início do sequestro, a situação parecia calma. Demitido da polícia em meio a um escândalo ocorrido em 2008, Mendoza queria ser ouvido e exigiu que o processo que culminou com sua expulsão fosse reconsiderado.

Em um determinado momento, ele colocou um papel na porta do ônibus com os dizeres: “Um grande erro para corrigir uma grande decisão errada”. A polícia cercou o local, atiradores de elite foram posicionados e negociadores entraram em contato com Mendoza. O vice-prefeito de Manila, Isko Moreno, aceitou trabalhar pela reconsideração do julgamento do ex-policial e, em troca, Mendoza libertou alguns reféns. Em um primeiro momento, seis pessoas foram libertadas, incluindo três crianças. Depois, mais três pessoas foram soltas.

Após o prefeito garantir a revisão do processo, um negociador e o irmão de Rolando, Gregório Mendoza, também policial, foram até o ônibus entregar os documentos sobre o processo ao sequestrador. Foi neste momento que, segundo o vice-prefeito de Manila, a tensão tomou conta da situação. “O irmão gritou ‘não deixe ninguém sair, não deixe ninguém sair até devolverem a minha arma’”, disse Isko Moreno em entrevista por telefone à rede de televisão americana CNN. Segundo Moreno, Gregório foi “preso por conspiração”.

A situação piorou em seguida, quando o motorista do ônibus, um filipino, conseguiu fugir do veículo e afirmou que havia pessoas feridas. A polícia então, cercou o ônibus, e usou uma marreta para quebrar as janelas. Rajadas de metralhadora foram ouvidas e um policial pareceu ter sido ferido quando tentou invadir o ônibus por uma janela nos fundos. Momentos depois de uma nova troca de tiros, foi possível ver um corpo pendurado na porta da frente do ônibus, com os braços e o tronco para fora, e as pernas para dentro.

A polícia informou que era o corpo de Rolando Mendoza, morto com um tiro na cabeça. Pelas imagens das agências de notícias foi possível ver quatro reféns deixando o ônibus pela mesma janela usada pelo policial para invadir o ônibus. Um corpo também tirado do veículo. Uma produtora filipina da CNN confirmou com a polícia que, das 15 pessoas que seguiam como reféns, sete deixaram o ônibus com vida. Três corpos foram retirados, sendo um deles o do sequestrador, e até às 11 horas de Brasília ainda não havia notícia sobre as outras cinco pessoas.

De acordo com o jornal The Philippine Star, Mendoza foi e mais quatro policiais foram acusados em 2008 de tentar extorquir o chef de um restaurante de um hotel de Manila após acusá-lo falsamente de usar drogas.

Detalhes da ação policial

Operação da polícia de Manila cerca o ônibus com reféns (Foto: Reprodução/GloboNews)

A polícia das Filipinas matou o homem que manteve 15 turistas de Hong Kong reféns a bordo de um ônibus em Manila nesta segunda-feira (23) por mais de dez horas. As imagens da TV local mostraram alguns reféns deixando o veículo com vida, mas não há informações precisas sobre feridos e vítimas entre os sequestrados. Segundo a agência France Presse, um médico relatou que quatro dos turistas de Hong Kong morreram.

O atirador, identificado como um ex-capitão da polícia Rolando Mendoza, havia parado o ônibus, que inicialmente havia 25 pessoas a bordo, em uma estrada larga no maior parque de Manila. ele negociou por horas, libertou alguns dos reféns, mas acabou morto em uma troca de tiros com equipes da polícia.


"O seqüestrador foi morto", disse o Coronel Nelson Yabut. "Em nosso primeiro ataque, o capitão Mendoza estava no meio do corredor e disparou contra um dos nossos agentes. Em nosso segundo ataque, ele foi morto."

Refém sai de ônibus sequestrado em Manila (Foto: Reprodução/GloboNews)

Reféns foram libertados do após uma equipe especial da polícia de Manila ter entrado no veículo onde o ex-policial mantinha 15 pessoas presas.

Mendoza, de 55 anos, estava armado com um fuzil automático M-16 e outras armas de menor porte. Mendoza disse, em uma nota, que "algo grande" iria ocorrer após as 15 horas (4 horas em Brasília), mas o horário passou sem outros incidentes.


Ameaças de morte

Mendoza havia ameaçado matar os reféns em uma entrevista por telefone ao vivo, a uma estação de rádio local. "Eu posso ver que há muitas equipes SWAT chegando, eles estão por toda parte", disse Mendoza. "Eu sei que eles vão me matar, eu estou dizendo para eles saírem porque a qualquer momento vou fazer o mesmo aqui."

Na maior parte do dia, o atirador tinha aparecido para a negociação com a polícia calmamente e nove reféns, seis de Hong Kong e três filipinos, a maioria mulheres e crianças, foram liberados em etapas.

Mendoza havia pedido comida para os que permaneceram no ônibus, e a polícia aceitou o pedido. ele havia pedido ainda combustível para manter o ar condicionado curso durante o calor.

Um irmão de Mendoza, Gregorio, disse a uma emissora de TV local que seu irmão estava chateado com sua demissão da polícia. A mídia local disse que ele tinha sido demitido por extorsão e, devido à sua demissão, ele havia perdido os benefícios de sua aposentadoria.

"Seu problema foi que ele foi injustamente retirado de serviço. Não houve o devido processo, sem audiência, nenhuma queixa", disse Gregório, que mais tarde foi levado sob custódia pela polícia.


Fontes: G1 - Época - CNN- TV Globo News

Polícia Federal fecha rádio crítica ao governo do Pará

A Polícia Federal fechou, sábado,uma rádio pirata de Belém (PA) que vinha criticando a governadora Ana Júlia Carepa (PT), candidata à reeleição.

A Radio Tabajara, famosa na cidade por suas ironias sobre os políticos locais, operava havia dois anos e meio na internet e também, de modo ilegal, no dial FM, sem nunca ter recebido ameaça de fechamento.

Desde o ano passado, a rádio vinha tentando regularizar sua situação junto à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Carlos Mendes, um dos jornalistas que fazem os programas, disse que Ana Júlia intercedeu politicamente para que a rádio fosse fechada, em um ato que ele classificou de "censura". A assessoria da governadora negou.

Ele disse que os agentes da Polícia Federal chegaram na rádio de manhã, sem nenhum tipo de ordem judicial.

"Disseram que cumpriam uma operação de rotina. Quando eu perguntei se a ordem vinha de cima, eles disseram que sim, e até me pediram desculpas", afirmou Mendes.

Foram levados os equipamentos de transmissão, que agora é feita apenas pelo internet.

Mendes reconhece que a rádio é ilegal, mas disse que a regularização é muito difícil e depende do que ele chamou de "carteirinha de deputado federal".

A reportagem ainda não conseguiu ouvir a versão da Polícia Federal.

Recentemente, foi ao ar um programa sobre um contrato de R$ 20 milhões entre o governo estadual e a empreiteira Delta, fechado às vésperas do período eleitoral.

Apesar de ser uma construtora, a Delta alugou 450 carros para a Polícia Militar, o que levou o Ministério Público Estadual a abrir uma investigação. O governo nega qualquer irregularidade.

O programa levou a coligação de Ana Júlia, Frente Popular Acelera Pará, a entrar com uma representação no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) alegando que os jornalistas feriram a lei eleitoral, ao criticar no ar um candidato, e pedindo multa. A ação, que ainda não foi julgada, nada tem a ver com o fechamento da rádio hoje.

Na rádio foram entrevistados os principais líderes do Estado, como o deputado federal e candidato ao Senado Jader Barbalho (PMDB), o ex-governador Simão Jatene (PSDB), que neste ano tenta voltar ao cargo, e parte da cúpula do PT.

OUTRO LADO

A coordenação da campanha negou "veementemente" que a governadora tenha intercedido para que a rádio fosse fechada, e disse que Ana Júlia não compactua com a prática da censura.

Em nota, a assessoria contesta a acusação de censura contra a Rádio Tabajara FM e diz que o fechamento da emissora "nada tem a ver com a representação da Frente [Popular Acelera Pará] à Justiça Eleitoral".

A Folha também procurou a assessoria do governo de Ana Júlia, mas não conseguiu encontrar seu diretor de comunicação.

LEIA A NOTA

A Frente Popular Acelera Pará, pela reeleição da governadora Ana Júlia Carepa, contesta a acusação de censura contra a Rádio Tabajara FM. Uma representação, formalizada pelo Jurídico ao Tribunal Regional Eleitoral, refere-se ao descumprimento sistemático, por parte da rádio, da legislação eleitoral, mais especificamente no que se refere ao art. 45, III, da Lei 9.504/97, que veda, a partir de 1º de julho do ano da eleição, nas emissoras de rádio e televisão, sejam difundidas opiniões contrárias a candidato.

O fechamento da rádio neste sábado, em uma operação conjunta entre a PF e a Anatel, nada tem a ver com a representação da Frente à Justiça Eleitoral, muito menos com a candidata Ana Júlia Carepa. Criada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em 1997, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) é uma agência reguladora brasileira, administrativamente independente, financeiramente autônoma, não subordinada hierarquicamente a nenhum órgão de governo brasileiro.

Na representação, a Frente pede à Justiça que a empresa seja multada, conforme estabelece o já referido artigo 45 da lei eleitoral. E envia como elementos de prova a gravação e a degravação de um trecho do programa Jogo Aberto, que foi ao ar em 7 de agosto deste ano, durante o qual os apresentadores Carlos Mendes e Francisco Sidou expressam claramente uma série de opiniões contra a candidata da Frente Popular Acelera Pará, Ana Júlia Carepa (PT), entre as quais um suposto uso eleitoral dos veículos alugados para a PM e uso de dinheiro público para propaganda, numa evidência de que a emissora vem "de forma direcionada realizando campanha de desgaste da imagem da candidata, esperando assim favorecer a um dos candidatos ao governo na disputa".

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Ministério Público investiga aluguel de viaturas pela PM do Pará


Comentário

Em que pese o fato que a rádio sendo pirata deveria ser fechada mesmo, em função das leis em vigor, ainda assim nota-se que houveram pressões políticas que apressaram a medida. Agora, numa democracia de verdade, onde  tribunais nao se aventuram a censurar a livre expressão do pensamento, críticas aos governantes, fazem parte do jogo. 

Outro dia, o governmo federal calou a voz do Arnaldo Jabor, por meio de pressões. A coisa está ficando feia. Parece que estamos caminhando para um regime autoritário.

Fonte: FOLHA/JOÃO CARLOS MAGALHÃES

Imagens mostram Bope invadindo casa de sequestrador em Angra

Agentes tiveram que usar explosivo para entrar no imóvel. Segundo a PM, coveiro tentou violentar mulher e uma menor no local.

Imagens da Polícia Militar mostram o momento em que agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) invadiram a casa em que duas mulheres haviam sido feitas reféns em Angra dos Reis, no Litoral Sul Fluminense. Uma delas era uma menor de idade.

BOPE explode a porta para invadir o imóvel/Reprodução: TV Globo

Um explosivo precisou ser usado. O criminoso, que era coveiro da região, levou um tiro no ombro e foi imobilizado. Segundo a polícia, uma das vítimas conseguiu fugir e avisou à polícia.

A invasão aconteceu cerca de 9 horas depois do início do sequestro. A PM informou que a equipe do Bope invadiu a casa pela porta da frente e baleou o homem de 40 anos, que ameaçava matar a refém e se matar.


Sequestrador sendo imobilizado/Reprodução: TV Globo


Fontes: G1- TV Globo

Cão farejador encontra granada e munição em mata em Copacabana

Cadela achou material entre a Tabajaras e o Morro dos Cabritos.
Bope ocupa comunidades para instalar unidade pacificadora.

Nesta segunda-feira (28), o Batalhão de Operações Especiais (Bope) ganhou o reforço da Companhia de Cães da Polícia Militar na ocupação da Ladeira dos Tabajaras e do Morro dos Cabritos, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.


A cadela Brita, de 3 anos, encontrou uma granada e munição (Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo)

Os cães farejadores percorreram becos, ruas e a mata que cerca as duas comunidades em busca de depósitos de armas e drogas. Logo no fim da manhã, de acordo com a polícia, uma cadela de 3 anos encontrou na mata uma granada de uso exclusivo das Forças Armadas, além de munição para fuzis.

A ocupação do batalhão começou na manhã de sábado (26) para expulsar traficantes das duas comunidades e instalar uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), a sexta da cidade. Segundo a PM, não há registro de confrontos.

Os soldados do Bope permanecerão na Ladeira dos Tabajaras e no Morro dos Cabritos por tempo indeterminado. A previsão é de que a UPP seja instalada na segunda semana de janeiro.

Três dias de ocupação


A operação teve reforço de cães farejadores (Foto: Márcia Foletto/Agência O Globo

Por volta das 9h de sábado, 80 homens do Bope começaram a subir os morros. Um veículo blindado deu apoio à operação. Os principais acessos às favelas já estavam ocupados desde a última quarta-feira (23). Cerca de 3,1 mil pessoas vivem nas duas comunidades.

O Bope se instalou em pontos estratégicos dos morros sem confronto com bandidos. Os policiais acreditam que o anúncio antecipado da ocupação fez com que os traficantes deixassem as comunidades.

"Ao saber que vamos chegar numa comunidade com tanta antecedência, eles têm duas opções: ou ficam para o confronto ou se refugiam. Até o momento, a indicação que temos é de que eles estão refugiados em outros locais", explicou o comandante do Bope, Paulo Henrique Azevedo de Moraes.



Fontes: G1 - TV Globo

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