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Dino De Laurentiis morre em Los Angeles

Ele trabalhou com diretores como Federico Fellini e Rossellini; tinha 91 anos

Dino De Laurentiis/(Rob Loud/Getty Images)

O produtor italiano Dino De Laurentiis, célebre colaborador de diretores como Federico Fellini e Roberto Rossellini, morreu nesta quinta-feira, em Los Angeles. Ele tinha 91 anos.

Além de ser um grande nome do cinema italiano, De Laurentiis também emplacou alguns sucessos do cinema americano, como Veludo Azul, Barbarella e Hannibal. A informação foi divulgada pela imprensa italiana.

Nascido em 8 de agosto de 1919 na cidade de Torre Annunziata, perto de Nápoles, De Laurentiis se mudou para os Estados Unidos na década de 1970. Começou a trabalhar com cinema muito jovem, e aos 20 anos de idade já surgia como um dos principais produtores da safra italiana do pós-guerra e do neo-realismo.

De Laurentiis produziu clássicos como Arroz Amargo (Riso Amaro, 1949), do diretor Giuseppe De Santis, Noites de Cabíria (Notti di Cabiria, 1957), de Fellini, e Três Dias de Condor, de Sydney Lumet. Ganhou um Oscar em 1957, por La Strada, de Fellini. No mesmo ano, casou-se com a atriz Silvana Mangano, divorciando-se em 1988, um ano antes da morte dela.

Fontes: Veja - AFP

Ayrton Senna :Filme sobre ele estreia em novembro

Com produção internacional, documentário do piloto ganha primeiro trailer

Ayrton Senna festeja vitória no GP da Bélgica de 1991, ano do tricampeonato/Divulgação

A Paramount Pictures confirmou para o dia 12 de novembro a estreia nacional do documentário Senna, sobre a vida do piloto brasileiro de F1, morto no GP de San Marino, na Itália, em 2004. A carreira de Senna é relembrada através de depoimentos da família, de colegas – como o francês Alain Prost – e imagens de arquivo.

Produzido pela britânica Working Title (a mesma produtora de Bridget Jones, Orgulho e Preconceito e Um Lugar Chamado Notting Hill), o filme tem direção do inglês Asif Kapadia, do terror O Retorno (2006), estrelado por Sarah Michelle Gellar.

De acordo com a Paramount, foram utilizadas cenas inéditas de corridas e dos bastidores da Fórmula 1 para contar a ascensão do piloto, desde o início, em 1984, passando por seu tricampeonamento mundial, suas namoradas, as manobras arriscadas, o estatus de mito, até sua morte trágica, aos 34 anos.

Veja abaixo o trailer de Senna:



Fontes: Último Segundo - YOUTUBE

A grande aposta da Sony para programas de TV na web

Enquanto a maioria dos estúdios de Hollywood desistiu da produção, a Sony continuou investindo alto

Primeiro Hollywood correu para criar programação original para a web. A NBC Universal trombeteou um site chamado DotComedy; a Walt Disney Co. montou um estúdio digital, o Stage 9; e a Time Warner respaldou o SuperDeluxe, outro site de comédia.

Isso foi há três anos. Quando as vendas substanciais não se materializaram rapidamente, as grandes companhias de entretenimento pisaram no freio e preferiram ficar com o que conheciam bem: a produção e comercialização de filmes e programas de TV.

Houve uma notável exceção. A Sony Pictures Entertainment continuou investindo dinheiro no Crackle.com, produzindo programas para a web a um custo de 1 milhão de dólares cada. Por que a Sony continuou apostando tão alto? Por um lado, ela pensa que passou tempo suficiente para aprender lições importantes sobre a psicologia do consumidor quando se trata de internet. Mas a Sony também tem um potencial trunfo na mão quando se trata de canalizar os vídeos do Crackle para aparelhos de TV.

Analistas afirmam que o Crackle poderá se converter no principal canal de entretenimento da Sony para o PlayStation Network, um serviço de vídeo de rápido crescimento que empurra jogos e conteúdo on-line para a sala de estar via consoles de PlayStation. Para os analistas, seria um ajuste perfeito para o PlayStation Network. O Crackle é destinado a homens com idade entre 18 e 34 anos – a mesma população que devora videogames. Já tem uma presença limitada no PSN, mas os executivos da Sony confirmam que a expansão está caminhando.

Com 50 milhões de contas cadastradas pelo mundo, a rede "oferece uma grande escala, o que é fantástico do ponto de vista publicitário", disse Eric Berger, vice-presidente da Sony Pictures Television para as redes digitais. Como trabalham para tornar o Crackle rentável, Berger e seu chefe, Steve Mosko, presidente da Sony Pictures Television, vêem uma abertura para o Crackle atrair mais dólares de publicidade enquanto outros sites de vídeo – como o Hulu.com – estão inteiramente focados no modelo de assinaturas. Esta á a razão por que a programação original do Crackle é cara para os padrões da web: a Sony sabe que os anunciantes querem mostrar seus produtos junto com programas bem feitos.

Como ter sucesso apenas com publicidade é difícil – basta perguntar ao Hulu – a Sony está usando seu sistema de distribuição, mais amplo, para vender o Crackle em DVD, para serviços sob demanda de cabo e, em alguns casos, para as redes de TV paga. As vendas representam 50% da receita do Crackle.

Na verdade, apesar do rápido crescimento, o Crackle continua a ser um jogador pequeno no campo lotado dos vídeos on-line. Em julho, tinha cerca de 4,1 milhões de visitantes únicos, que assistiram em média 39,4 minutos de vídeo, de acordo com a comScore. Para comparar, o CollegeHumor.com, também voltado aos jovens, tinha 12,6 milhões de visitantes únicos em julho, que assistiram em média 16 minutos de vídeo.

A Sony precisa do Crackle porque, em parte, tem um triste histórico com sites de mídia digital. Foi o principal proponente do Movielink, um fracassado serviço sob demanda. Perdeu novamente com a Sony Connect, serviço de música on-line para competir com o iTunes, da Apple.

Quando a Sony comprou o Crackle, originalmente chamado Grouper, por 65 milhões de dólares, em 2006, a ideia era tornar o site uma versão on-line do que a Sony não tem nos Estados Unidos: seu próprio canal. Mas os problemas brotaram quase imediatamente, incluindo um processo judicial caro e a alta rotatividade de seus executivos. O Crackle só ganhou força recentemente, sob a tutela de Mosko.

Vorhaus salienta que é mais fácil ser notado quando a maioria de seus rivais deixaram o negócio. O mais próximo estúdio remanescente é o TheWB.com, um site da Warner Brothers que oferece um pouco de programação de baixo custo, mas depende principalmente de reprises de Gilmore Girls e Friends.

A maioria dos estúdios de Hollywood falhou com seus "websódios" porque tiraram o aluguel da tomada muito depressa, segundo Mike Hudack, executivo-chefe da Blip.tv, um distribuidor de séries para a web. Na TV, é possível dizer se os consumidores estão respondendo a um novo programa depois de dois ou três episódios. Na web, é preciso mais, como 15 ou 20, disse. "Muitas das primeiras tentativas dos estúdios tradicionais soaram falsas, pois usaram padrões e estilo da TV, mas não estavam dispostos a gastar", disse Hudack.

A Sony teve a mesma abordagem no começo. Mas Berger e Mosko estão confiantes que aprenderam muito sobre o que os consumidores gostam na web para começar a dar passos maiores.

Fontes: Veja - THE NEW YORK TIMES

Chuck: Quarta temporada ganha trailer

A quarta temporada de Chuck estreia na TV norte-americana no dia 20 de setembro. E o primeiro trailer do novo ano, que deve mostrar um pouco mais do passado de seus protagonistas, já está na internet.

Clique abaixo e assista!

Stallone se desculpa por declarações contra o Brasil

'Tentei fazer um tipo humor e fui muito infeliz', diz ator em comunicado. Em painel na Comic-Con Stallone fez referências jocosas ao país.

Em comunicado oficial divulgado nesta sexta-feira (23) pela assessoria de imprensa do filme "Os mercenáros", o ator Sylvester Stallone pede desculpas pelas declarações sobre o Brasil. Na última quinta (22), ao participar da Comic-Con, o ator fez comentários jocosos sobre o país, onde filmou em 2009 o longa "Os mercenários".

"Eu sinceramente peço desculpas ao povo brasileiro. Todas as minhas experiências no Brasil foram fantásticas e eu recomendei para todos meus amigos que filmassem lá", garante o ator no comunicado. "Ontem, eu tentei fazer um tipo humor e fui muito infeliz. Tudo que eu tenho pelo grande país que é o Brasil é muito respeito. Novamente, peço desculpas".

Stallone afirmou que rodar o longa no Rio de Janeiro lhe deu mais liberdade para o uso de mais violência, com mais armas e destruições. “Você pode explodir o país inteiro e eles vão dizer ‘obrigado, e aqui está um macaco para você levar de volta para casa’”.

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Fontes: G1- Agências

Stallone faz comentário politicamente incorreto sobre filmar no Brasil

Rodar no país teria dado mais liberdade para o uso de mais violência, afirma. 'Você pode explodir o país e eles vão dizer ‘obrigado, e aqui está um macaco''.

Stallone participou da Comic Con (Foto: Dan Steinberg / AP)

Na Comic-Con 2010, a maior feira de cultura pop do mundo, para divulgar o seu filme “Os mercenários”, o ator e diretor Sylvester Stallone fez um comentário politicamente incorreto sobre o tempo em que filmou no Brasil. Segundo o site da revista “Variety”, Stallone afirmou que rodar o longa no país deu mais liberdade para o uso de mais violência, com mais armas e destruições.

“Você pode explodir o país inteiro e eles vão dizer ‘obrigado, e aqui está um macaco para você levar de volta para casa’.”

Segundo a "Variety", o comentário foi feito em uma mesa sobre a brutalidade de fazer um filme de ação. Ainda de acordo com a publicação, um documentário foi feito em paralelo ao longa de ficção para demonstrar como é o cotidiano de uma produção do gênero, e as seguidas idas ao hospital de gente do elenco.

Durante as filmagens, houve ao menos um episódio em que Stallone se machucou durante as filmagens, conforme publicado na época no blog da produção. Em uma cena de luta, o ator dispensou o dublê e, de acordo com descrição postada, ao fim da sequência o protagonista estava sangrando – não sem antes quebrar o pescoço do vilão.

A Comic-Con, feira de quadrinhos, cinema, séries de TV e cultura pop em geral, começou na quinta-feira (22) e segue até o domingo (25) no San Diego Convention Center, na Califórnia, nos EUA.

Com Bruce Willys (de 'Duro de matar'), Mickey Rourke (de 'Homem de ferro 2'), o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger e a atriz brasileira Giselle Itié no elenco, o longa de ação tem trama política envolvendo regimes ditatoriais na América do Sul. A previsão de estreia do filme no Brasil é 13 de agosto.

Após frase polêmica, Stallone é o assunto mais comentado do Twitter

Após fazer um comentário politicamente incorreto na Comic-Con 2010, o ator e diretor Sylvester Stallone se transformou no assunto mais comentado do Twitter, rede social de microblog. A frase "Cala boca Sylvester Stallone" é o Trending Topic mundial nesta sexta-feira (23).

Stallone se transformou no assunto do dia no Twitter (Foto: Reprodução / Twitter)

Os comentários no Twitter são predominantemente de brasileiros na tentativa de defender a imagem do país. O sobrenome do ator vem em segundo lugar nos tópicos mais comentados. Em terceiro, vem o nome de Muricy Ramalho, escolhido como o novo técnico da Seleção Brasileira. O nome do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, é o quinto termo e "Seleção Brasileira" vem em décimo lugar.

Comentário:

O filme deveria ser boicotado pelos brasileiros

Fonte: G1

Tropa de Elite 2

Primeiras cenas do segundo episódio

No dia 8 de outubro chega aos cinemas brasileiros Tropa de Elite 2. O "Capitão Nascimento"-- personagem de Wagner Moura -- estará de volta para enfrentar um novo inimigo: as milícias que dominam o Rio de Janeiro. Como aconteceu no primeiro filme, Nascimento ficará dividido entre a dura rotina trabalho na polícia e sua vida particular.

Lançado em 2007, o filme de José Padilha levou 2,4 milhões de espectadores aos cinemas. Isso sem falar nas cópias piratas que invadiram o "mercado" antes mesmo do filme estrear.

A produção do filme divulgou nesta terça-feira (29) algumas cenas e as sinopses dos principais personagens: Assista abaixo:


Fonte: YOUTUBE

Ator David Rasche diz que filmar no Brasil foi ponto alto da carreira

Americano ficou famoso no Brasil por causa de série 'Na mira do tira'. Agora, ele protagoniza 'Olhos azuis', filme sobre imigração para os EUA.

O ponto alto da carreira. De uma carreira de cerca de cem trabalhos, na TV e no cinema, em Hollywood. É assim que o ator americano David Rasche se refere à sua participação em “Olhos azuis”, novo filme do diretor José Joffily. No longa, ele faz um agente da imigração americana que, no seu último dia antes de se aposentar, resolve, após muita bebida, decidir quem entra e quem sai dos EUA a partir de critérios bastante aleatórios.


“A combinação do papel, do diretor, do script, do pessoal da equipe e da locação fez parecer um sonho. Saudages”, diz o empolgado Rasche, por email, tentando escrever em português.

Se nas habilidades linguísticas Rasche realmente não se destaca, o ator consegue trafegar bem entre comédia e drama, o que é o que importa para um ator. Se em “Olhos azuis” ele faz um papel tenso, nervoso, ele já fez vários papéis em comédias, com Eddie Murphy, Dudley Moore, além de já ter trabalhado com Bette Midler, Tom Selleck e feito uma ponta impagável em “Queime depois de ler”, dos irmãos Coen.

No Brasil, ele é conhecido por um papel na TV. Na década de 1980, ele era a estrela do seriado “Na mira do tira”.

“Para falar a verdade, a série é mais popular ao redor do mundo que nos EUA. Nos EUA, era um show para a família. É muito comum eu encontrar pessoas que dizem ‘eu costumava assistir à série com o meu pai. Nós nunca a perdíamos’.”

David Rasche é o protagonista de 'Olhos azuis' (Foto: Helder Tavares / Divulgação)

Mas Rasche admite também que não conhecia quase nada do Brasil, além do filme “Cidade de Deus” e do Rio, esse lugar “exótico, distante, um lugar onde eu nunca, certamente, iria.” Então, como, ele foi aparecer num filme desse país tão estranho?

“Meu agente me enviou o script e, quando o li, eu pensei que era realmente bom e que eu queria fazer o papel de Marshall. Eu trabalhei na cena e a fiz para José (Joffily), e ele pareceu imaginar que eu era a pessoa certa para o tipo”, explica: “Eu sabia que era um papel incrível. Eu estava certo”.

No filme, seu personagem implica e humilha vários latinos – argentinos, cubanos, hodurenhos e brasileiro. Para ele, é uma forma de mostrar a realidade na fronteira americana:

“As políticas de imigração dos EUA são esquizofrênicas. Ao mesmo tempo, queremos ter a possibilidade de comprar brócolis baratos, mas não aceitamos trabalhadores mexicanos ilegais. É uma loucura. E, claro, desde o 11 de setembro, nós nos tornamos xenófobos”.


Bem diferente de seu personagem, Rasche falou que adorou trabalhar com os atores de diversas nacionalidades:

“Eu fiquei muito, muito impressionado com os atores sul-americanos. Valeria (Lorca, argentina) e Pablo (Uranga, brasileiro) e Cris (Cristina Lago, brasileira) e Branca (Messina, brasileira) e Irandhir (Santos, brasileiro) e Hector (Bordoni, argentino) – todos foram esplêndidos. Nós todos temos o mesmo vínculo, de ser ator. Nós nos entendemos. Eu esperava ansioso, todos os dias, por sentar ao almoço, rir e conversar com todo mundo”.

David Rasche junto com o diretor José Joffily (Foto: Estevam Avellar / Divulgação)

Sobre o diretor Joffily, Rasche também é todo elogios: “José é um artista. Ele é gentil, observador, inteligente, articulado, engraçado, prestativo, perspicaz – eu poderia seguir para sempre”, e conclui: “Eu adoraria filmar com ele novamente”.

Ainda sobre o diretor, ele conta uma história curiosa, envolvendo a Torre de Babel em miniatura no set: “Era muito difícil para ele porque, em alguns dias, ele tinha que falar tudo três vezes: uma em cada língua”.

E apesar de apontar as diferenças sociais em favelas no Rio, filmar em Recife, Petrolina e na pequenina Massangano, uma ilha no Rio São Francisco onde ele diz ter enfrentado 44º C, transformou esse americano louro de olhos azuis de St. Louis, no Missouri.

“Isso sem mencionar o Rio, onde eu passei o último mês. Eu não imagino que exista uma cidade mais bonita para ser set no mundo. Eu me apaixonei pela vizinhança, pela comida, pela música e dança. Eu nunca fui mais feliz do que quando eu estive no Brasil.”

Fontes: G1- TV Globo - Agências

Morre aos 74 anos o ator e diretor Dennis Hopper, de 'Easy rider'

Norte-americano morreu cercado de familiares em subúrbio de Los Angeles. Ele faleceu vítima de complicações provocadas por um câncer de próstata.


Dennis Hopper, morto neste sábado (29), ao lado de sua ex-mulher, Victoria Duffy: últimos meses de vida foram marcados por divórcio conturbado. (Foto: AP)

O ator e diretor de cinema norte-americano Dennis Hopper morreu neste sábado (29), aos 74 anos, informaram à agência de notícias Reuters a produtora do ator e um amigo de sua família.

Ele faleceu cercado por parentes, em sua casa em Venice, no subúrbio de Los Angeles. A morte se deu às 8h15 locais (12h15 de Brasília), segundo Alex Hitz, amigo do ator e diretor de "Sem destino" (no título original "Easy rider")

Ele sofria de câncer na próstata e morreu de complicações decorrentes da doença. Segundo a agência de notícias EFE, o ator recebia tratamentos contra o câncer desde outubro, por meio de um programa especial da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles.

Dennis Hopper deixa quatro filhos. O funeral do ator está sendo organizado.

Divórcio conturbado

Lutando contra o câncer há tempos, sua condição de saúde piorou em setembro, mas Hopper continuou a trabalhar até o fim de sua vida, tanto na série norte-americana de TV "Crash" (baseada no filme homônimo, de 2008), quanto na produção de um livro de fotografias (um de seus principais hobbies, ao lado da pintura e da escultura).

Seus últimos meses de vida foram marcados pelo divórcio conturbado de sua quinta esposa, a atriz Victoria Duffy.

De acordo com a revista "US Magazine", o motivo que levou Duffy a pedir o divórcio do ator, em janeiro, foi uma discussão sobre testamento e o valor que ela receberia após a morte de Hopper.

Dentre seus casamentos, que marcam uma vida agitada (com vício em drogas e álcool), está uma união com a cantora Michelle Phillips, do grupo Mamas and the Papas, em 1970. O casamento durou oito dias e segundo ela declarou à época à revista "Vanity Fair", terminou devido ao tratamento "brutal" a que era submetida.

Em declaração polêmica acerca de seu estilo de vida, o ator chegou a revelar que gostava de "cheirar carreiras de cocaína do tamanho de seu braço para continuar podendo beber galões de álcool".



"Sem destino"

Dennis Hopper dirigiu e atuou em "Sem destino", de 1969, road movie que é considerado sua obra-prima e pilar da contracultura e do movimento hippie na década.


"Nós olhávamos para toda a década dos 60 e ninguém havia feito um filme com alguém fumando maconha sem sair por aí e matar um punhado de enfermeiras", disse Hopper à "Entertainment Weekly", em 2005. "Eu queria que 'Sem destino' fosse uma cápsula do tempo sobre aquele período."

Dennis Hopper e sua filha Galen, em homenagem realizada em Hollywood em março (Foto: Reuters)

Segundo a crítica, "Sem destino" mudou a história do cinema norte-americano ao abrir caminho nos anos 1970 para uma nova geração de diretores em Hollywood, como Coppola e Martin Scorsese.

Obra no cinema

Hopper teve uma carreira prolífica, que durou mais de 50 anos. Ele surgiu ao lado de James Dean em "Rebelde sem causa" e "Assim caminha a humanidade", nos anos 1950. Também atuou em "Apocalypse now", de Francis Ford Coppola, e "Veludo azul", de David Lynch.

O ator também viveu vilões em filmes de grande orçamento na indústria do cinema, como em "Velocidade máxima" e "Waterworld".

Ele recebeu duas nomeações para o Oscar: uma pelo roteiro de "Sem destino", e outra pela atuação como um técnico de basquete alcoólatra em "Hoosiers", de 1986.

Em março, já com a saúde bastante debilitada, o astro recebeu uma homenagem de Hollywood por sua trajetória no cinema: uma estrela na Calçada da Fama, localizada no coração da cidade que é berço do cinema dos EUA.

O ator e diretor Dennis Hopper, de 'Easy rider', morto neste sábado (29), em foto de 2009 (Foto: Reuters)

Fontes: G1- TV Globo - Agências

Morre Lena Horne, lendária cantora afroamericana

Cantora e atriz foi uma das primeiras afroamericanas a fazer sucesso no cinema e nos musicais da Broadway

Lena Horne (1917-2010), sucesso em Hollywood e na Broadway. Foto: Garth Vaughan/AP


NOVA YORK - Lena Horne, a lendária cantora de jazz que lutou contra as barreiras raciais e alcançou o estrelato também no cinema de Hollywood e nos palcos da Broadway, morreu aos 92 anos, no domingo, no hospital New York-Presbyterian, que não deu detalhes sobre a causa de sua morte. A informação foi divulgada pela porta-voz do centro médico Gloria Chin.

Na década de 40, Lena foi uma das primeiras artistas afroamericanas contratada pra cantar com uma banda de músicos brancos importantes e uma das poucas com um contrato em Hollywood. Começou sua carreira em 1937, cantando no famoso Cotton Club, no bairro novaiorquino do Harlem.

Nascida em 30 de junho de 1917 no Brooklyn, filha de pais que se separaram quando ela tinha 3 anos, fez seu primeiro filme com a Metro Goldwyn Mayer em 1942: Panama Hattie, no qual canta a cação de Cole Porter Just One of Those Things. Era a primeira vez que uma negra era contratada de forma permanente pela produtora MGM.

Em 1943, fez o papel de Selina Rogers no filme musical afroamericano Stormy Weather. Sua interpretação da canção principal foi um grande sucesso. Tanto na tela como em seus discos, como nos clubes noturnos em que se apresentou Lena Horne adaptava sua voz com facilidade a vários estilos musicais: desde blues e jazz até sofisticadas canções de Rodgers e Hart como The Lady Is a Tramp e Bewitched, Bothered and Bewildered.

Ficou famosa atuando em vários musicais durante a 2.ª Guerra Mundial, como A Filha do Comandante (1943), Broadway Rhythm (1944), Um Marinheiro para Duas (1944), Ziegfeld Follies (1946) e Words and Music (1948). Também fez turnês para entreter as tropas norte-americanas.

Depois de seu primeiro grande sucesso na Broadway, como a estrela de Jamaica em 1957, el crítico Richard Watts Jr. a chamou de "uma das intérpretes incomparáveis de nossos tempos", enquanto o compositor Buddy de Sylva a nomeou "a melhor cantora feminina".

Lena Horne anunciou sua retirada da cena em 1980, mas no ano seguinte mudou de ideia e voltou a atuar em um musical da Broadwau com um show autobiográfico, Lena Horne: A Dama e Sua Música, um grande sucesso que ficou um ano em cartaz.

Lena Horne fotografada por Carl Van Vechten, 1941

A beleza de Lena eclipsou com frequência sua voz sensual. A cantora sempre foi muito franca quando lhe perguntavam sobre as razões de seu sucesso. "Eu era a única, no sentido de que era uma negra que os brancos podiam aceitar", disse uma vez. Em 1963 deixou a vida artística de lado para se engajar no ativismo da causa negra e participou de inúmeras atividades políticas contra a discriminação racial.

Sem dúvida, o racismo sempre causou muita frustração a Lena Horne. "Sempre batalhei contra o sistema para tentar estar com minha gente. Não trabalhava em locais que nos deixassem de fora... Era uma maldita luta em todos os lugares, em Nova York, em Hollywood, em todo o mundo", disse em um livro de Brian Lanker sobre mulheres afroamericanas que tiveram impacto nos Estados Unidos.

Lena Horne - Stormy Weather (1943)

LENA HORNE Sings "Moon River" 1965




Fontes: O ESTADO - YOUTUBE - WIKIPEDIA

Novo filme de Woody Allen pode ter Marion Cotillard e Rachel McAdams

Segundo revista 'Variety', negociações com as atrizes estão na fase final. Longa será filmado em Paris a partir de julho.

O cineasta Woody Allen (Foto: divulgação)

As atrizes Marion Cotillard e Rachel McAdams estão na reta final das negociações para participar do novo filme de Woody Allen, ainda sem título, que será filmado em Paris a partir de julho. As informações são da revista norte-americana "Variety".

Com Cotillard (de "Nine") e McAdams (de "Sherlock Holmes") a bordo, o elenco já está quase completo para o que vem sendo chamado de "Projeto de Verão de Woody Allen".

O ator Owen Wilson já está confirmado. A primeira-dama da França, Carla Bruni-Sarkozy, também foi sondada, mas nada foi definido quanto à sua participação.

As filmagens começam no início de julho e serão realizadas integralmente em Paris. A comédia, que terá uma parte de época e outra contemporânea, seria rodada na capital francesa em 2006, mas o diretor engavetou o projeto por causa dos altos custos.

Fonte: G1 - Agências

Caem as últimas barreiras da terceira dimensão

3D vem ai com força e dotada de novas tecnologias

"Avatar" em três dimensões? Isso é tão 2009! Dezenas de pessoas sentadas em frente a uma telona com visores rocambolescos e caras abobadas. Após a Cebit 2010, a maior feira de tecnologia da informação e comunicação do mundo, o 3D nunca mais será o mesmo.

Sem óculos, em plataformas móveis e com transmissão ao vivo. É assim que faremos contato digital com as três dimensões daqui para frente.

Pessoas sentadas em frente a uma telona com visores rocambolescos e caras abobadas é cenário ultrapassado/Reprodução/Life

Todos entraram nessa briga durante a maratona de tecnologia de Hannover, na semana passada: TVs, PCs, notebooks, netbooks, pranchetas digitais, games e até você. Isso porque uma das novidades apresentadas no evento alemão abre espaço para que os usuários façam seu próprio vídeo. Jogaram o 3D na web 2.0.

O que mais chamou atenção foram os modelos com telas autoestereoscópicas. O nome complicado é usado para classificar aparelhos que não precisam de óculos especiais e mesmo assim conseguem levar a sensação de tridimensionalidade a seus espectadores.

Homem usa tela que não precisa ser tocada durante a Cebit 2010, que aconteceu na semana passada/Diógenes Muniz/Folha Online

Conteúdo

Um levantamento do grupo de pesquisa NPD (National Purchase Diary) aponta que um terço dos consumidores norte-americanos cobiça ter um aparelho 3D. De acordo com consultoria DisplaySearch, o consumo global de TVs 3D deve rodar em torno de 1 milhão de aparelhos neste ano.

E as emissoras de TV já produzem de olho nesse segmento. No Brasil, o desfile das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro deste ano foi transmitido ao vivo pela Rede Globo em 3D. A emissora promete mais testes neste ano.

No exterior, a ESPN anunciou que sua primeira transmissão 3D será em 11 de junho durante o jogo entre a África do Sul e o México pela Copa do Mundo de futebol --outros 25 jogos da Copa ganharão 3D.

A Discovery anunciou com a Sony e a IMAC Corp. que em 2011 vai erguer a primeira rede dedicada 24 horas ao 3D nos Estados Unidos.

Equipamentos

Na feira da Alemanha, a Folha Online confirmou para este ano a chegada de computadores "tudo-em-um" da MSI (com CPU embutidos no monitor) que reproduzem 3D, têm tela em alta definição e sensíveis ao toque.

Também na semana passada, a LG apresentou no Brasil sua linha de TVs prontas para reproduzir conteúdos em 3D.

O jornalista viajou a convite da Hannover Fairs do Brasil

Fonte: FOLHA/DIÓGENES MUNIZ

Chuck Norris faz 70 anos esquecido pelo cinema e consagrado como mito pop

Conhecido mundialmente desde a década de 1980 pelo papel principal de "Braddock - O Super Comando", o ator norte-americano Chuck Norris completa 70 anos nesta quarta-feira.

Chuck Norris e Bruce Lee em "O Vôo do Dragão"

Vindo de uma série de conquistas em torneios de artes marciais, Norris ganhou notoriedade ao interpretar o inimigo de Bruce Lee no longa-metragem "O Vôo do Dragão", em 1972.

O papel rendeu ao ator um contrato com a finada produtora Cannon Films, o que fez dele sua principal estrela durante anos, período em que protagonizou filmes como "Código de Silêncio", "Comando Dela" e "Os Aventureiros do Fogo".

Na década de 1990 os longas de Norris perderam força e aos poucos o ator foi distanciado das salas de cinema, tendo a maior parte de seus filmes lançados direto para o formato de DVD.

Coincidência ou não, em 2005, ano em que declarou sua aposentadoria como ator após o lançamento de "Resgate de Risco", Norris ganhou notoriedade na internet, gozando do estatus de mito pop com o surgimento do website "Chuck Norris Facts" - ou "Fatos sobre Chuck Norris", em tradução livre.

Nele, façanhas e características absurdas são creditadas ao artista, como "Chuck Norris dorme com um travesseiro embaixo de sua arma", "Chuck Norris destruiu a Tabela Periódica por só reconhecer o elemento surpresa" ou "Chuck Norris pediu um Big Mac no Burguer King e foi atendido".

A ideia gerou uma rede de comentários e fez com que internautas do mundo todo aderissem à brincadeira, aumentando assim a mítica sobre Norris, que invariavelmente foi apresentado para uma nova geração de fãs - jovens que, muito provavelmente, nunca haviam assistido a um filme do ator.

Chuck Norris encarnando seu principal personagem, o coronel James Braddock

O fato é que o papel caiu como uma luva em Norris. Antes dele, haviam criado o "Vin Diesel Fact Generator", site com a mesma proposta absurda direcionada ao ator Vin Diesel, mas que não decolou.

A ideia dificilmente funcionaria com atores consagrados dos filmes de ação, cujos nomes já estão vinculados a características marcantes. Arnold Schwarzenegger virou o "governator" da Califórnia, Silvestre Stallone vive sob as sombras de Rocky Balboa e Rambo, Steven Seagal grava álbuns de country music e Jean Claude Van-Damme sempre foi bon vivant demais.

Norris, por outro lado, tem os atributos de um cara durão. Cristão, republicano e conservador, o ator se orgulha de seus livros religiosos e do Chun Kuk Do, arte marcial que desenvolveu mesclando diferentes estilos de luta.

"Armas não matam pessoas. Chuck Norris mata pessoas", dizem na internet

Para deleite dos fãs o ator afirmou em seu site oficial que não se ofende com as frases e inclusive considera algumas engraçadas, mas isso não o impediu de abrir um processo contra a editora Penguin Books após o lançamento de "The Truth About Chuck Norris: 400 facts about the World's Greatest Human", uma compilação com os melhores feitos do herói.

Por outro lado, a produção de camisetas com suas "façanhas" aparentemente não o incomoda, pois elas são comercializadas até hoje no website "Chuck Norris Facts" e possuem anúncios em sua página oficial.

Fonte: último Segundo

James Cameron vai contar história dos Na'vi em sequência de "Avatar"

O cineasta James Cameron confirmou hoje que vai dirigir a sequência de "Avatar", que deve tratar da vida dos habitantes do planeta Pandora.

Cameron comentou que a segunda parte do blockbuster não deve ser chamar "Avatar 2", mas sim "Na'vi", nome dos habitantes do mundo criado pelo cineasta.

Responsável por filmes como "Titanic", "Aliens" e "Exterminador do Futuro", ele afirma gostaria de dirigir a sequência, embora deixe aberta a possibilidade de outro diretor tome as rédeas do projeto, que deve ter ainda mais um capítulo completando a trilogia.

Cameron fez essas declarações ao site Sci Fi Wire, durante a cerimônia do Visual Effects Society Awards, na qual recebeu uma homenagem por toda a sua carreira.

Além da sequência, esse ano Cameron ainda deve escrever um livro que servirá de precursor a "Avatar". Nele, o diretor planeja contar os fatos que antecederam a história contada no filme

Veja onde assistir ao filme "Avatar" em São Paulo

Fonte: FOLHA

'A testemunha', clássico com Harrison Ford, completa 25 anos


Dirigido pelo australiano Peter Weir, filme teve oito indicações ao Oscar.
Produção levou carreira de Ford além de Hans Solo e Indiana Jones.


Harrison Ford em ''A testemunha'' (Foto: Divulgação)

Há 25 anos, um filme revelou ao mundo a vida de um grupo religioso fundado no início do século XVIII, os amish, em uma história policial com elementos antropológico que valeu a Harrison Ford sua única indicação ao Oscar: "A testemunha".

Dirigida pelo australiano Peter Weir, foi seu primeiro longa-metragem realizado nos Estados Unidos e também sua estreia como candidato ao Oscar. No entanto, das oito indicações que tinha, só venceu nas de melhor roteiro original e melhor edição em um ano em que "Entre dois amores" obteve sete estatuetas.

Weir e Ford ficaram sem Oscar, mas o filme - estreado em 8 de fevereiro de 1985 - foi um importante marco para a carreira de ambos.

Para o diretor australiano, o filme representou sua entrada em Hollywood pela porta principal, enquanto o papel do íntegro policial John Book permitiu a Ford demonstrar que podia fazer algo mais do que interpretar Hans Solo ou Indiana Jones.

O ator decidiu se arriscar com um projeto em princípio menor que estava iniciando Peter Weir, que chegava aos EUA com a bagagem de dois filmes elogiadíssimos pela crítica, embora não tenham sido sucessos de público: "Gallipoli" (1981) e "O ano em que vivemos em perigo" (1982).

"Para ser honesto, aceitei o convite porque achei que era uma boa ideia não só fazer filmes que me seduzissem. Queria ser como os diretores dos anos 40 que aceitavam convites de seus estúdios e o faziam bem feitos", explicou Weir em uma entrevista ao jornal "Los Angeles Times".

No entanto, apesar de o projeto ter começado como um simples convite, Weir se mostrou rapidamente interessado na história, especialmente em sua vertente mais social, na vida dos amish. E dali começou a estruturar a narrativa com o apoio de Ford.

Choque entre dois mundos

A ideia era misturar uma típica história policial - uma criança que é testemunha de um assassinato no qual estão misturados agentes da lei - com a aprendizagem que pode significar para uma pessoa o contato com uma cultura diferente.

O capitão John Book busca proteger a criança (Lukas Haas e seus impressionantes olhos, um dos grandes acertos do filme) e a sua mãe Rachel (Kelly McGillis). Para isso, Book deve permanecer com eles em sua comunidade amish da Pensilvânia.

"Era uma grande oportunidade mostrar um choque entre dois mundos. Um homem do século XX para quem a violência era um fato e que tem de se refugiar em uma sociedade pacífica inalterada desde o século XVIII", explicou o diretor.

Seu objetivo não era usar os amish como um cenário exótico. Weir queria que fossem uma parte essencial da história, e conseguiu.

Embora a parte policial do filme esteja bem roteirizada, é sem dúvida a vida dos amish e a relação tão desigual que se estabelece entre a mãe e o policial o que chamou a atenção dos espectadores.

Os amish tinham passado despercebidos até então para o grande público, que descobriu com interesse esta comunidade religiosa que vive seguindo as tradições de princípios do século XVIII vividas por seus antepassados holandeses quando chegaram aos EUA.

Vestidos longos pretos, camisas brancas, botões em lugar de cremalheiras, cordões para substituir os cinturões, nada de eletricidade, nem carros, móveis, televisão ou sequer música.

Esses elementos aliados à vida eminentemente agrícola e criadora de gado e em relações pessoais muito conservadoras foram fielmente retratados por Weir no filme.

Através dos olhares de Rachel e Book - e a famosa cena do baile na garagem -, o diretor soube transmitir as diferenças sociais e culturais entre ambos. E embora na relação do policial e da criança essa brecha pareça menor, as distâncias entre os dois mundos vão se tornando cada vez mais evidentes à medida que a história avança.

Uma parte antropológica do filme bem entrelaçada com a Polícia é no confronto entre Harrison Ford e Danny Glover, na qual o clímax ocorre em uma perseguição brilhantemente gravada em um celeiro.

O resultado foi o filme de Weir de maior bilheteira até então (posteriormente superado por "Sociedade dos poetas mortos", "O show de Truman - o show da vida" e "Mestre dos mares - O lado mais distante do mundo") e oito nominações a os prêmios Oscar.

Entre suas curiosidades, "A testemunha" foi a estreia como ator de Vigo Mortensen.


Fontes: G1 - Efe

Cinema: 'Nine' tem 'n' razões para o sucesso, mas também flerta com o fracasso

Musical de Rob Marshall reúne Kidman, Cruz, Cotillard e até Sophia Loren. Filme que estreia sexta brigou por 5 Globos de Ouro e não levou nenhum.

'N' eram as chances de dar certo a aposta do cineasta Rob Marshall (de "Chicago") em "Nine". O filme é baseado em um musical de sucesso da Broadway, tem roteiro assinado por Michael Tolkin e Anthony Minghella, orçamento de US$ 80 milhões e um time de estrelas que vai de Nicole Kidman e Penélope Cruz a Sophia Loren e Judi Dench passando por Marion Cotillard, Kate Hudson e Fergie. Sem falar no galã escolhido a dedo, Daniel Day-Lewis.

Inspirado no filme “8 ½”, do diretor italiano Federico Fellini (1920-1993), “Nine”, que estreiou sexta-feira (29) no Brasil, conta a história de Guido Contini, um cineasta que contabiliza alguns filmes de sucesso, outros fracassos, e se vê diante de um bloqueio criativo justamente quando tem que dar início à produção do que será seu novo longa-metragem.

Figurinistas e cenógrafos trabalham a todo vapor. A imprensa é chamada para divulgar a nova produção. Até a atriz, célebre musa inspiradora do diretor, já está reservada. Tudo exatamente como planejado não fosse um pequeno detalhe: ninguém jamais viu o roteiro do filme, justamente porque Guido mal começou a escrevê-lo.

Em seus devaneios tentando criar sua nova "obra-prima", ele reúne em números musicais (e normalmente em trajes sensuais) as mulheres que fizeram e ainda fazem parte de sua vida. Uma a uma, as beldades hollywoodianas dançam, cantam, rebolam, revelam a boa forma e declaram seu amor incondicional por Guido, em performances que se revezam entre gloriosas e constrangedoras.


Flertes com o fracasso

Quase nada podia dar errado para "Nine"... mas deu. O musical segue no páreo pelo Oscar, como um dos mais comentados do ano e aguardando um bom número de indicações - a serem divulgadas na próxima terça-feira (2). No Globo de Ouro, entretanto, um dos principais termômetros para a festa da Academia, o longa disputava em cinco categorias, entre elas a de melhor filme musical ou comédia, e não levou absolutamente nenhuma estatueta.

Assim como os correspondentes internacionais em Hollywood, que votam no Globo de Ouro, também os jornalistas norte-americanos não foram tão simpáticos ao longa. O jornal "Los Angeles Times" escreveu: "Já que 'Nine' é um musical, ajudaria se o protagonista masculino soubesse cantar. (...) Daniel Day-Lewis não é um homem de cantar e dançar. Então, o que resta para 'Nine'? Não muito".

Day-Lewis também foi criticado pelo "The New York Times", que lembra que o personagem principal de “8 ½”, que muitos dizem ser inspirado no próprio Fellini, tinha mais profundidade do que seu correspondente no filme de Marshall. "O medo do vazio é o que anima o personagem de Guido, vivido por Marcello Mastroianni em '8 ½', um homem cuja vaidade, ternura e narcisismo, e cuja ansiedade diante da chance de falhar como artista e homem faz dele um herói vivo e crível. Essa dimensão psicológica falta a 'Nine'."

Saiba quem é quem no elenco de 'Nine'

Estreiou em 29 de janeiro, nos cinemas do país o musical "Nine". O filme é baseado em um espetáculo de sucesso da Broadway e inspirado em "8 1/2", clássico do cineasta italiano Federico Fellini. O elenco estrelado é um caso à parte. O G1 participou de entrevistas com os oito atores e o diretor do filme em Los Angeles. Confira a seguir o que eles disseram sobre seus personagens:


DANIEL DAY-LEWIS – GUIDO, O CINEASTA EM CRISE
(Musical “Guido’s song”)


Guido Contini: cineasta italiano famoso por filmes de sucesso - e alguns nem tão bem-sucedidos assim. Namorador e sedutor incorrigível, tem o hábito de flertar com as atrizes de seus filmes.

“Quando Rob me procurou para falar sobre a possibilidade de trabalhar com ele no filme, tive a mesma sensação que provavelmente os outros atores envolvidos neste projeto: um tremendo desejo de tentar esse desafio. Ao mesmo tempo, tive esse medo paralisante que vem de você tentar se expressar como ator de uma maneira que é completamente diferente de sua referência normal. Tentar isso e me encontrar por meio da música foi um imenso desafio. Eu não entendia muito como usar a intepretação falada por meio da música. A gente meio que faz um papel de idiota no primeiro dia, o que é totalmente compreensível quando você não está seguro das coisas."

MARION COTILLARD - LUISA, A ESPOSA DEDICADA
(Musical “My husband makes movies” e “Take it all”)

Luisa Contini: estrela dos filmes de Guido, largou tudo para ficar ao lado dele e se dedicar ao casamento. É frequentemente traída pelo marido, sedutor incorrigível, que mantém amantes e não lhe dá a mínima

"Ela não é uma mulher frágil. Está sofrendo muito e mostrando a ele como é duro sofrer. Sim, ela pode ser sexy. Na verdade, ela pode ser várias coisas porque é também uma atriz e só quer ser respeitada. Foi interessante fazer uma personagem que demonstra tantas facetas e, em particular, ver esta mulher, elegante, bonita e inteligente se transformar da maneira que o fez por não mais suportar o sofrimento.”

PENÉLOPE CRUZ – CARLA, A AMANTE SEDUTORA
(Musical “A call from the Vatican”)

Carla: também é casada, mas não titubeia em largar tudo para ir ao encontro de Guido quando ele sofre com bloqueio criativo. Hospedada em uma pousada de quinta categoria, acaba tendo de se esconder quando a mulher do cineasta aparece.

“Não houve um momento enfadonho durante o filme. Foi também extremamente desafiador. Estaria mentindo se dissesse que os números musicais foram fáceis, mas tivemos ótimos professores e muito tempo para os ensaios. Quando fiz o meu número musical, tive a sensação de estar voando. Tinha de ser erguida por cordas numa altura de 40 metros. Foi uma das coisas mais desafiadoras para mim. E, depois de meses de ensaio, quando finalmente eu estava no controle, tive uma surpresa: eu não sabia que ia dançar no escuro. Meu coração bateu mais forte por quase dois dias."


NICOLE KIDMAN – CLAUDIA, A MUSA INSPIRADORA
(Musical “Unusual way”)

Claudia: É a atriz conhecida como musa inspiradora de Guido. Estrela maior de suas produções, pressiona o cineasta quando as filmagens de seu novo trabalho começam, e ela não recebe o aguardado roteiro

"Minha personagem, por estar nos anos 60s, é pouco diva. Mas ela tem uma questão interessante com Guido. A música que canto para ele fala muito sobre como ele não me conhece de verdade. Nos amamos, mas de um modo criativo, e é assim que deve permanecer, sempre no módulo diretor-atriz-musa. Gostei disso. É como o relacionamento de Pedro Almodóvar e Penélope Cruz: eles têm um caso que existe apenas como um amor criativo e fazem grandes projetos juntos."

JUDI DENCH – LILLI, A FIGURINISTA PROTETORA E CONFIDENTE DE GUIDO
(Musical “Folies Bergere”)


Lilli: figurinista dos filmes de Guido, é antes de tudo sua amiga e conselheira, a quem ele sempre recorre quando precisa de um consolo

“Quando começamos os ensaios, eu tentava cantar, depois fazia um pouco da coreografia, até que, de repente, chegou o dia de fazer as duas coisas juntas. E, nesse dia em que fizemos o ensaio completo, o Rob virou e disse: 'olha, a Sophia Loren chegou' (risos). O Daniel veio e a gente ficou por uma meia hora dando as boas vindas ou simplesmente maravilhados por ela estar lá. Eu tive que subir no palco do teatro e, olhando para a plateia, lá estavam Daniel e Sofia na segunda fileira. Aquele momento para mim não poderia ter se tornado mais amedrontador."

KATE HUDSON – STEPHANIE, REPORTER SEDUTORA
(Musical “Cinema italiano)

Stephanie: repórter da revista 'Vogue', vive um jogo de sedução com Guido.

“Quando recebi o CD com as músicas fiquei bastante nervosa ao descobrir que a canção que eu interpretaria era original. Lembro de ouvir pela primeira vez o som da bateria, era bem rápido, como música latina. Não era exatamente o que eu esperava cantar. Fiquei pensando se daria conta de cantar rápido e, ao mesmo tempo, articular todas aquelas palavras. Mas apesar de intensa, foi uma experiência maravilhosa. Rob e eu conversamos sobre fazer o número em estilo go-go, que seria uma representação do final dos anos 60, começo dos 70, com um certo abandono, sem cuidado, as roupas e o cabelo certos. E eu me joguei completamente.”

SOPHIA LOREN – MAMA
(Musical “Guarda la luna”)

Mãe: uma das mulheres mais importantes na vida de Guido, a mãe aparece sempre para resgatar a memória afetiva do filho e ponderar sobre seus relacionamentos com as mulheres.

“Um dia recebi uma ligação do Rob Marshall dizendo que ia fazer um musical e que tinha um papel para mim: a mãe de um personagem inspirado em Federico Fellini. Fiquei bastante lisonjeada pelo convite porque me daria uma oportunidade de ficar mais próxima de Fellini, coisa que nunca aconteceu quando ele era vivo. Sempre quis fazer um filme com Fellini. De fato, chegamos bem perto, mas, no final, não aconteceu. E também tem o fato de ser um musical. Eu adoro música. Gosto de cantar. Todo napolitano canta."


STACY ‘FERGIE’ FERGUSON – SARAGHINA, A PROSTITUTA
(Musical “Be Italian)

Saraghina: a prostituta foi a primeira mulher de Guido, que, ainda na infância, juntava dinheiro com os amigos para vê-la nua.

“Ganhar peso foi fácil (risos). Comi coisas que não comia há muito tempo, como donuts, batatas e peixe frito. E olha que sou fiel à academia, mas nesse período não quis malhar muito para não perder nada do peso adquirido. Os ensaios já bastavam. Eu queria ser fiel à personagem, e o que foi interessante foi sentir a Saraghina gostando do seu corpo. Ela gosta de suas curvas, e os garotos também gostam."

ROB MARSHALL – O DIRETOR

Rob Marshall: experiente diretor de teatro e coreógrafo, Marshall, 49, só estreou no cinema em 2002, com a adaptação de 'Chicago', que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Em 2005 lançou 'Memórias de uma gueixa'. Vai dirigir o próximo longa da franquia 'Piratas do Caribe', que deve estrear em 2011

“Fellini é uma inspiração para todos os cineastas e foi extremamente difícil tentar criar um trabalho a partir de um filme dele, especialmente porque 'Oito 1/2' é uma obra-prima. A única maneira de me focar na criação de 'Nine' foi distanciando-me um pouco do filme original. Desafiei-me a encontrar uma outra maneira de contar a história, que não é linear, nem uma narrativa clássica. A beleza no trabalho de Fellini é que ele criou filmes tão incríveis, que conseguem transitar entre fantasia, realidade e lembranças. Ao traduzir isso para o gênero musical você ganha uma cadência, tudo flui mais glorioso."


Fontes: G1 - TV Globo / Débora Miranda e Paoula Aboul-Jaoude.

Revista transforma famosos em personagens de "Avatar"

Madonna, Britney Spears e Bono Vox, do U2, foram alguns dos astros da música que ganharam uma versão Na'vi, como são chamados os personagens azuis do filme "Avatar".

A brincadeira foi feita pelo site da revista americana "Rolling Stone", que resolveu ver como eles ficariam se fossem habitantes de Pandora, o planeta onde se passa o filme.

"'Avatar' passou oficialmente 'Titanic' como a maior bilheteria de todos os tempos, e nós gostaríamos de imaginar que os Na'vi escolheriam comemorar com um festival de música gigante", diz a revista.



Veja as outras fotos




Bruce Springsteen



Bono



 The Beatles




Fonte: FOLHA

'Avatar' ultrapassa 'Titanic' e atinge maior bilheteria da história do cinema



 Em sua sexta semana em cartaz, filme quebra recorde do antecessor. Longa de James Cameron já faturou US$ 1,859 bilhão em todo o mundo.

O filme "Avatar" ultrapassou o recorde de "Titanic" e já é o filme que mais arrecadou nas bilheterias de todo o mundo na história do cinema.

De acordo com dados divulgados pelo site Box Office Mojo, "Avatar" acumulou até segunda-feira (25) uma renda total de US$ 1.858.866.889. O filme está há seis semanas em cartaz.

Também de James Cameron, "Titanic", lançado em 1997, arrecadou US$ 1.843.201.268 nas bilheterias de todo o mundo.

Os valores são absolutos e não consideram a inflação acumulada no período - se isso ocorresse, "Avatar" estaria ainda bem atrás de "Titanic". Outro fator que, segundo analistas, favorece "Avatar" na disputa é o fato de o filme ter estreado em diversas salas de cinema com tecnologia 3D ou Imax, onde o preço dos ingressos é relativamente mais alto do que nas salas tradicionais.

Também de James Cameron, "Titanic", lançado em 1997, arrecadou US$ 1.843.201.268 nas bilheterias de todo o mundo.

'Avatar' supera marca de 6 milhões de espectadores no Brasil

A ficção científica "Avatar" ultrapassou a marca dos 6 milhões de espectadores no Brasil, de acordo com dados do site Filme B divulgados nesta terça-feira (26). O resultado equivale a uma média de um milhão de ingressos vendidos por semana desde sua estreia no país.

No último fim de semana, o longa-metragem de James Cameron manteve a liderança nas bilheterias brasileiras, com público de 307 mil e renda de cerca de R$ 4,1 milhões. A superprodução já acumula 6,3 milhões de espectadores.

O filme infantil "Alvin e os esquilos 2" manteve o segundo lugar no ranking com público de 313 mil e renda de aproximadamente R$ 2,8 milhões. A sequência já levou mais de 3,3 milhões aos cinemas no Brasil.

Em cartaz desde a última sexta-feira (22), a comédia "Amor sem escalas", com George Clooney, ficou em quarto lugar na lista, com público de 166 mil. Ainda entre as estreias mais recentes, "O fada do dente" ficou em quinto, com 151 mil, e "Astro Boy", em oitavo, com 28 mil.

Assista ao trailer legendado do filme Avatar (Avatar)




Fontes: G1- Agências

Festival de Berlim terá filmes de Baumbach e Winterbottom

60ª edição da mostra aposta em lançamentos do cinema independente. Filme asiático 'Apart together' abre evento dia 11 de fevereiro.

Jessica Alba em cena de 'the killer inside me', dirigido por Winterbottom (Foto: Divulgação)

O Festival Internacional de Cinema de Berlim vai comemorar seu 60º aniversário em fevereiro apostando no cinema independente, com novos trabalhos de Michael Winterbottom, Noah Baumbach e Thomas Vinterberg na competição principal.

A comédia "Greenberg", de Baumbach, com Ben Stiller no papel de um nova-iorquino que vai cuidar da casa do irmão em Los Angeles, fará sua estreia mundial em Berlim.

Vinterberg também vai estrear em Berlim seu trabalho mais recente, "Submario", drama dinamarquês no qual o diretor de "Festa de família" retorna à paisagem traiçoeira dos relacionamentos familiares.

O faroeste "The killer inside me", de Winterbottom e com Jessica Alba e Casey Affleck no elenco, será exibido na capital alemã depois de fazer sua estreia mundial no Festival de Cinema de Sundance. Será um de vários títulos que vão viajar de Park City para Berlim este ano.

Entre estes estão "Howl", drama dos documentaristas Rob Epstein e Jeffrey Friedman sobre o julgamento por obscenidade do poeta Allen Ginsberg, em 1957; a comédia "Please give", de Nicole Holofcener, com Catherine Keener e Amanda Peet, e "The kids are alright", de Lisa Cholodenko. Estes dois últimos serão mostrados fora da competição em Berlim.

Filmes asiáticos vão abrir e encerrar o Festival de Berlim: "Apart together", de Wang Quan'an, em 11 de fevereiro, e "About her brother", do diretor japonês Yoji Yamada, em 20 de fevereiro.

Fontes: G1 - Reuters

Com mensagens de ajuda pelo Haiti, Globo de Ouro consagra ‘Avatar’

Realizada em Los Angeles, cerimônia é considerada prévia do Oscar. 'Avatar' ganhou como melhor filme de drama e James Cameron, direção.

James Cameron ao receber o prêmio de melhor direção pelo filme 'Avatar' (Foto: Paul Drinkwater/NBC/AP)

Realizada apenas cinco dias depois que o Haiti foi devastado por um terremoto, a 67ª edição do Globo de Ouro foi tomada por apelos de doações ao país. A atriz Maggie Gyllenhaal fez um pedido ao público e aos presentes para que doassem “tão generosamente quanto possível”, e Meryl Streep pediu auxílio no setor da saúde. Além disso, grande parte das celebridades compareceu à festa com fitinhas vermelhas em seus vestidos e nas lapelas de seus paletós.

Os prêmios distribuídos pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA) para os melhores do cinema e da TV foram bem diversificados, mas o fenômeno de bilheteria “Avatar” venceu em duas das principais categorias: melhor filme drama e melhor direção para James Cameron. Em performance semelhante a que o deixou famoso ao vencer o Oscar por “Titanic” e gritar no palco “Eu sou o rei do mundo”, o diretor desta vez usou uma frase no idioma criado especialmente para “Avatar”.

Na categoria melhor filme comédia/musical, o premiado na noite deste domingo (17) foi “Se beber não case”. Sandra Bullock, que concorria a dois prêmios, perdeu na categoria melhor atriz comédia/musical para Meryl Streep, de “Julie & Julia”, mas acabou faturando como melhor atriz de drama, por seu trabalho em “The blind side”. “Eu posso não ter o maior talento, mas tive boas oportunidades”, agradeceu a atriz.

No quesito ator, Robert Downey Jr. surpreendeu ao faturar a estatueta de melhor ator comédia/musical por “Sherlock Holmes”, e fez um discurso todo engraçadinho e irreverente, dizendo que não agradeceria ninguém, pois sem ele todos estariam perdidos. Já Jeff Bridges foi premiado na categoria drama por “Crazy heart”.

Líderes de indicações, e, por isso, considerados favoritos, “Amor sem escalas” e “Nine” foram esquecidos pela Associação. O primeiro, estrelado por George Clooney, venceu apenas um dos seis prêmios a que concorria: o de melhor roteiro. O musical “Nine”, com elenco estelar e cinco indicações, saiu da cerimônia sem nenhuma estatueta. “Bastardos inglórios” também parece não ter agradado tanto a Associação, que premiou apenas Christoph Waltz, na categoria ator coadjuvante.


Robert De Niro, Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio na cerimônia do Globo de Ouro (Foto: AFP)

Martin Scorsese recebeu o troféu Cecil B. DeMille pelo conjunto de sua obra. Robert De Niro e Leonardo DiCaprio homenagearam o diretor. “Martin é um campeão do cinema. Não gostaria de estar em nenhum outro lugar do mundo que não fosse aqui, homenageando você”, afirmou De Niro. “Minhas colaborações com você têm sido o maior orgulho da minha carreira”, derreteu-se DiCaprio, que chamou o cineasta de “mentor”.

Entre os filmes estrangeiros, o já premiado “A fita branca” foi o grande vencedor da noite.

Veja, abaixo, a lista dos premiados de cinema:

Melhor filme drama
"Avatar" - VENCEDOR
"Guerra ao terror"
"Bastardos inglórios"
"Preciosa"
"Amor sem escalas"

Melhor ator - drama
Jeff Bridges, "Crazy heart" - VENCEDOR
George Clooney, "Amor sem escalas"
Colin Firth, "A single man"
Morgan Freeman, "Invictus"
Tobey Maguire, "Entre irmãos"

Melhor ator - musical ou comédia
Matt Damon, "O desinformante"
Daniel Day-Lewis, "Nine"
Robert Downey Jr., "Sherlock Holmes" - VENCEDOR
Joseph Gordon-Levitt, "500 dias com ela"
Michael Stuhlbarg, "Um homem sério"


Melhor atriz - drama
Emily Blunt, "The young Victoria"
Sandra Bullock, "The blind side" - VENCEDORA
Helen Mirren, "The last station"
Carey Mulligan, "Educação"
Gabourey Sidibe, "Preciosa"

Melhor filme musical ou comédia
"500 dias com ela"
"Se beber não case" - VENCEDOR
"Simplesmente complicado"
"Julie & Julia"
"Nine"

Melhor direção
Kathryn Bigelow, "Guerra ao terror"
James Cameron, "Avatar" - VENCEDOR
Clint Eastwood, "Invictus"
Jason Reitman, "Amor sem escalas"
Quentin Tarantino, "Bastardos inglórios"

Melhor ator coadjuvante
Matt Damon, "Invictus"
Woody Harrelson, "The messenger"
Christopher Plummer, "The last station"
Stanley Tucci, "Um olhar do paraíso"
Christoph Waltz, "Bastardos inglórios" - VENCEDOR

Melhor filme estrangeiro
"Baaria"
"Abraços partidos"
"La nana"
"Um profeta"
"A fita branca" - VENCEDOR


Melhor roteiro
Neill Blomkamp, "Distrito 9"
Mark Boal, "Guerra ao terror"
Nancy Meyers, "Simplesmente complicado"
Jason Reitman, "Amor sem escalas" - VENCEDOR
Quentin Tarantino, "Bastardos inglórios"

Melhor atriz - musical ou comédia
Sandra Bullock, "A proposta"
Marion Cotillard, "Nine"
Julia Roberts, "Duplicidade"
Meryl Streep, "Simplesmente complicado"
Meryl Streep, "Julie & Julia" - VENCEDORA


Melhor trilha sonora original
Michael Giacchino, "Up - Altas aventuras" - VENCEDORA
Marvin Hamlisch, "O desinformante"
James Horner, "Avatar"
Abel Korzeniowski, "A single man"
Karen O, Carter Burwell, "Onde vivem os monstros"


Melhor canção original
“Cinema italiano" (Maury Yeston), de "Nine"
“I want to come home" (Paul McCartney), de "Everybody's fine"
“I will see you" (James Horner e Simon Franglen), de "Avatar"
“The weary kind" (Ryan Bingham), de "Crazy heart" - VENCEDORA
“Winter” (U2), de "Entre irmãos"

Melhor animação
"Tá chovendo hamburguer"
"Coraline"
"O fantástico sr. Raposo"
"A princesa e o sapo"
"Up - Altas aventuras" - VENCEDOR

Melhor atriz coadjuvante
Penelope Cruz, "Nine"
Vera Farmiga, "Amor sem escalas"
Anna Kendrick, "Amor sem escalas"
Mo'Nique, "Preciosa" - VENCEDORA
Julianne Moore, "A single man"




Globo de ouro: vencedores de tv



Melhor comédia: “Glee”
(concorriam na categoria: “30 Rock” / “Entourage”/ “Modern Family” / “The Office”)

Melhor série de drama: “Mad Men”
(concorriam na categoria: “Big Love” / “Dexter” / “House” / “True Blood”)

Melhor ator de comédia: Alec Baldwin – “30 Rock” (concorriam com ele: Steve Carell – “The Office” / David Duchovny – “Californication” / Thomas Janes – “Hung” / Matthew Morrison – “Glee”

Melhor atriz de drama: Juliana Margulies, “The Good Wife” – ela já foi nomeada seis vezes, é a primera vez que ela ganha um Globo de Ouro. (concorriam com ela: Glenn Close, “Damages” / January Jones, “Mad Men” / Anna Paquin, “True Blood” / Kyra Sedgwick, “The Closer”)

Melhor ator de drama: Michael C. Hall – “Dexter” – quarta nomeação, primeira estatueta, segundo prêmio de “Dexter” na noite. O ator usou uma touquinha para ir ao show, ele está fazendo um tratamento contra um câncer. (concorriam com ele: Simon Baker, “The Mentalist” / Jon Hamm, “Mad Men” / Hugh Laurie, “House” / Bill Paxton, “Big Love”)

Melhor atriz de comédia: Toni Collette – “United States of Tara” (concorriam com ela: Courtney Cox – “Cougar Town” / Edie Falco – “Nurse Jackie” / Tine Fey – “30 Rock” / Lea Michele – “Glee”)
Melhor atriz coadjuvante: Chloë Sevigny – “Big Love” (concorriam com ela: Jane Adams – “Hung” / Rose Byrne – “Damages” / Jane Lynch – “Glee” / Janet Mcteer – “Into The Storm”)

Melhor ator coadjuvante: John Lithgow – “Dexter” (concorriam com ele: Michael Emerson – “Lost” / Neil Patrick Harris – “How I Met Your Mother” / William Hurt – “Damages” / Jeremy Piven – “Entourage”)

Minissérie ou filme feito para a TV:  “Grey Gardens” (concorriam na categoria: “George O’Keeffe” /  “Into the Storm” / “Little Dorrit” / “Taking Chance”)

Melhor atriz de filme feito para a TV: Drew Barrimore //  Melhor ator de filme feito para a TV: Kevin Bacon

Fontes: G1- Agências internacionais

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