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Volta a chover forte, e CGE coloca SP em estado de atenção novamente

Capital já havia entrado em atenção das 14h10 às 15h15. Congonhas voltou a ser fechado, segundo a Infraero, às 17h54. Chove forte desde às 19 horas, sem parar

 Volta a chover em São Paulo. (Foto: Roney Domingos/G1)

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo, voltou a colocar toda a capital em estado de atenção às 17h35 desta segunda-feira (29).

O motivo é a volta da chuva forte nas várias regiões da cidade neste final de tarde. No horário, o CGE não registrava pontos de alagamento. Devido às chuvas, o Aeroporto de Congonhas voltou a ser fechado para pousos e decolagens às 17h54, de acordo com a Infraero.

Algumas regiões foram colocadas em atenção por volta das 14h10, devido a pancadas de chuva, e retornaram ao estado de observação por volta das 15h15.

Às 13h e às 13h25, respectivamente, a estação meteorológica automática do Mirante de Santana (Inmet) e o aeroporto de Guarulhos registraram rajadas de vento de 40 km/h. Às 14h25, quando já havia registro de chuvas, os ventos chegaram a 76 km/h no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, segundo o CGE.

A chuva foi provocada por áreas de instabilidades vindas do interior, associadas à aproximação de uma frente fria na costa leste. Segundo previsão do CGE, chovia com pouca intensidade em pontos isolados da capital paulista.

Chuva deixa SP com cinco alagamentos e 11 árvores caídas

A chuva que atinge a cidade de São paulo nesta segunda-feira provocou quedas de árvore e já complica o trânsito. De acordo com registros do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), da prefeitura, havia ao menos cinco pontos de alagamentos em vias às 18h50:

1. ponte Eusébio Matoso, altura da av. Magalhães de Castro, sentido bairro;
2. marginal Tietê, altura da ponte Atílio Fontana, sentido Ayrton Senna;
3. rua João Tibiriçá, altura da marginal Tietê, sentido Ayrton Senna;
4. marginal Tietê, altura da ponte do Piqueri, sentido Castello Branco;
5. rua Domingos de Morais, altura da rua Luis Gois, sentido bairro.

O aeroporto de Congonhas, na zona sul, suspendeu pousos e decolagens das 17h54 às 18h24, devido à chuva. Toda a cidade está em estado de atenção devido ao risco de alagamentos.

Por volta das 18h50, ao menos 11 árvores permaneciam sobre vias, de acordo com registros da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego):

1. rua Soror Angélica, altura do número 555;
2. rua Gaivota, altura do número 1.415;
3. av. Nitro-química com av. Dr. José Artur Nova;
4. rua Carlos Gomes com rua Isabel Schimidt;
5. av. Iraí, altura do número 1.929;
6. rua Geraldo Flausino Gomes, altura do número 78;
7. av. Manoel dos Reis Araújo, altura do número 230;
8. rua Morais de Barros, altura do número 854;
9. rua Prof. Macedo Soares, altura do número 261;
10. rua Zacarias de Gois, altura do número 1.645;
11. rua Geraldo Flausino Gomes, altura do número 130.

Avenidas da zona sul de SP ficam sem luz devido a chuva

Além de prejudicar o trânsito, provocar alagamentos e quedas de árvores, a chuva que atinge São Paulo nesta segunda-feira também deixa regiões da cidade sem energia.

De acordo com a AES Eletropaulo, avenidas principalmente da zona sul ficaram às escuras hoje. Na Berrini, uma queda de árvore deixou trechos da via sem luz até as 16h30. Trechos das avenidas dos Bandeirantes e Washington Luís também tiveram problemas com árvores que atingiram a fiação.

Por volta das 19h, a avenida Santo Amaro tinha trechos que permaneciam sem energia. A Eletropaulo informou que equipes percorriam a via para identificar a causa do problema, mas não havia previsão de estabelecimento.

Fontes: FOLHA - G1

Governo de SP fará reunião com empresas de energia nesta segunda

Secretarias querem explicações sobre problemas no fornecimento. Algumas localidades da capital ficaram sem luz por mais de 48 horas.


Funcionários da Eletropaulo trabalham no reparo de fiação destruída por queda de árvore na Avenida Nazaré, no Ipiranga (Foto: Arquivo/JB Neto/AE)

O governo estadual paulista vai realizar na tarde desta segunda-feira (8) uma reunião com as concessionárias de energia elétrica que operam em São Paulo para que elas se expliquem sobre a falta de luz que vem ocorrendo em vários pontos do estado. As empresas responsabilizam o grande volume de chuvas pelo problema.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, participarão da reunião o secretário de Justiça e Defesa da Cidadania, Luiz Antonio Marrey, a secretária de Saneamento e Energia, Dilma Pena e também o diretor-executivo do Procon, Roberto Pfeiffer, além dos representantes das empresas que fornecem energia.

Na capital paulista, algumas regiões ficaram sem luz por mais de 48 horas após a chuva que atingiu a cidade na quinta-feira (4). A Eletropaulo informou, na ocasião, que o problema foi causado pela grande quantidade de queda de árvores, que atingiram a fiação elétrica. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), caíram 181 árvores.

De acordo com secretaria, as empresas deverão dar explicações e apontar soluções imediatas para os secretários. A medida foi adotada por determinação do governador, José Serra (PSDB), após reunião no Palácio dos Bandeirantes neste fim de semana.

A Eletropaulo informou que se coloca à disposição para fornecer esclarecimentos e para contribuir com melhorias na cidade.

Fonte: G1

Além do limite

A Sabesp não leva a sério recomendação técnica, falha no gerenciamento do nível de represas e cidades paulistas alagam.


No último mês, quatro cidades próximas da região metropolitana de São Paulo ganharam atenção especial por conta das inundações, que já se tornaram uma rotina na capital paulista. Apesar de, estatisticamente, Atibaia, Bragança Paulista, Nazaré Paulista e Vargem – que juntas somam pouco mais de 280 mil habitantes – estarem bem distantes dos números superlativos de estragos na capital, as cheias que atingiram esses municípios suscitaram uma questão até então ausente do debate público: o papel das represas em períodos de muita chuva.

Operando no limite, as barragens paulistas foram obrigadas a abrir suas comportas, ampliando ainda mais os estragos causados pelos temporais intensos e constantes que atingem toda a região metropolitana de São Paulo desde o início de dezembro.

Com o aumento das águas causado por uma decisão do poder público – que deveria, em última instância, ter instrumentos para evitar problemas como esses – emergiu também a discussão sobre a capacidade do Estado de gerir essas represas e garantir a segurança da população que vive em seu entorno. Responsável pelo fornecimento de 50% da água consumida pela região metropolitana de São Paulo, as cinco represas que compõem o sistema Cantareira estão operando com quase 100% de sua capacidade.

BARBEIRAGEM
Abertura tardia das comportas de Atibainha alagou a cidade de Nazaré Paulista

Por conta do nível recorde, a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Água e Energia Elétrica de São Paulo determinaram à Sabesp o aumento da vazão das águas das represas de Jaguari, Cachoeira e Atibainha em meados de dezembro.

A medida visou evitar que as represas transbordassem e causassem um estrago imensurável às cidades próximas, caso viessem a se romper. O feito conseguiu manter a estabilidade das barragens, mas ampliou os alagamentos e evidenciou que o sistema não está preparado para tanta chuva. “O problema é que a Sabesp esperou chegar ao limite para abrir as comportas”, diz Fabiane Santiago, prefeita de Piracaia e vice-presidente do Consórcio das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

A Sabesp só tomou a decisão de abrir as comportas das represas por conta da recomendação da ANA, mesmo com os níveis chegando muito próximos ao limite. A explicação para o que parece ser uma negligência, segundo a companhia, é que ações de prevenção como essa só podem ser tomadas por decisão da agência reguladora. “Obedecemos às agências”, diz Paulo Massato, diretor da Sabesp responsável pela região metropolitana da cidade de São Paulo. “Sem a determinação delas nós não podemos fazer nada.” Além da baixassem os níveis, a concentração das chuvas também pegou a Sabesp no contrapé. “Choveu muito, enfrentamos uma situação diferente, acima da média”, afirma Massato.

ATRASO
Represas deveriam ter começado a liberar água em outubro

Diferente, mas não imprevisível. No início de outubro, dois meses antes de os temporais começarem, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou um alerta informando que já naquele momento o nível dos reservatórios era preocupante. “Recomenda-se começar a verter as águas para evitar enchentes catastróficas nos meses de dezembro a março”, alertava o documento, que só veio a público na última semana, em reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Também em outubro o Comitê das Bacias Hidrográficas de São Paulo alertava que, devido à previsão de chuvas intensas, as comportas das represas da região metropolitana de São Paulo deveriam ser abertas o quanto antes. A Sabesp não seguiu a recomendação na época e, quando começou a abrir as barragens, só na metade de dezembro, o solo já estava encharcado e as chuvas já haviam feito estragos.

Estragos que foram amplificados com a abertura das comportas. Em Atibaia, 15 bairros foram alagados e 165 famílias ainda estão desabrigadas. Em Bragança a 26 quilômetros de lá, cinco bairros da área rural ficaram cobertos de água e 13 famílias permanecem em abrigos da prefeitura. A pequena Nazaré Paulista, de pouco mais de 15 mil habitantes, teve alagada toda a região às margens do rio Piracicaba, que corta a cidade e onde está instalada a represa Atibainha.

Em todas essas cidades a abertura das comportas foi diretamente responsável pelos contratempos que enfrentaram e continuam enfrentando por conta dos alagamentos. Mas, temendo que os problemas causados pelas barragens possam ganhar contornos de tragédia, muitos se dão por resignados diante da situação.


“É melhor abrir a comporta do que a barragem romper”, diz o prefeito de Nazaré Paulista, Nenê Pinheiro. A Sabesp reconhece que foi alertada pelo Inpe e pelo Comitê de Bacias Hidrográficas de que poderia enfrentar problemas de monta neste verão. No entanto, a companhia garante que nada poderia ter sido feito. De acordo com a Sabesp, a pesquisa do Inpe é apenas qualitativa, ou seja, não diz com exatidão o volume de chuvas nem quando vão ocorrer. Por isso, diz a companhia medidas preventivas como a abertura de comportas, não podem ser tomadas. “Quanto vai chover e que dia vai chover ninguém pode informar”, diz Hélio Castro, subordinado de Paulo Massato na Sabesp e responsável direto pelo gerenciamento das barragens na região metropolitana da cidade de São Paulo.

Mais do que a incapacidade da Sabesp em determinar quando e em que dimensão as comportas das barragens devem ser abertas, o que surpreende é o fato de que, caso volte a chover como neste verão, todos os problemas se repetirão. Para a Sabesp, o que houve foi um caso atípico, que provavelmente não se repetirá no futuro e, por isso, não há nenhum plano de reestruturação das barragens para uma mudança climática que provoque chuvas tão intensas como agora.

“As chuvas foram excepcionais, mas não há garantias de que isso volte a ocorrer”, diz Hélio Castro. “Eu duvido que alguém sustente a afirmação de que essas chuvas excepcionais continuarão existindo”, diz o superintendente, indo contra o senso comum no mundo científico de que o planeta está entrando em um período de extremos climáticos cada vez mais frequentes.

A Agência Nacional de Águas (ANA) discorda de forma categórica da Sabesp. Para a ANA, mais do que discutir se de fato as chuvas aumentarão ou não, o momento é de se preparar para situações como as que estão ocorrendo. “Estamos buscando medidas operacionais e estruturais para flexibilizar as operações nos reservatórios”, diz Vicente Andreu, diretor-presidente da Agência Nacional de Águas. “Estamos nos preparando e o mais importante neste momento é aprimorar os procedimentos para o futuro.”

As cerca de 280 mil pessoas que vivem sob o impacto direto das represas administradas pela Sabesp na região metropolitana de São Paulo com certeza concordam com a opinião de Andreu.

Fonte: Isto É / Fabiana Guedes

SP teve quase 400 quedas de árvores nos cinco primeiros dias de fevereiro

Os estragos das chuvas

As chuvas que caem em São Paulo desde a segunda-feira (1º) tem provocado problemas para motoristas e moradores por causa da queda de árvores. De acordo com números da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), já foram registradas 396 quedas de árvores na cidade nos cinco primeiros dias do mês de fevereiro.

A situação mais crítica aconteceu na quinta-feira (4) quando 181 árvores caíram em São Paulo. Nesta sexta, a CET recebeu notificações de 41 quedas.

Entre as principais vias que sofrem bloqueios parciais na manhã deste sábado, estão a avenida Vergueiro, na altura do número 681, na Liberdade, onde duas faixas da direita estão interditadas, e a avenida República do Líbano, no sentido Ibirapuera, altura do número 1.190, onde duas faixas da esquerda também estão fechadas para o trânsito.

Além do prejuízo evidente para o tráfego, pois a queda pode bloquear total ou parcialmente vias da cidade, moradores têm sido afetados por quedas de energia elétrica, pois as árvores caídas provocam danos na fiação e em equipamentos da rede elétrica.

A companhia AES Eletropaulo informou que todos os trechos de ruas que estavam sem energia elétrica até a noite desta sexta-feira (5) em três regiões de São Paulo foram normalizados.

Ainda existem ocorrências pontuais em algumas regiões, sobretudo nas zonas sul e oeste de São Paulo, mas que atingem não mais do que um ou dois imóveis em uma mesma rua. Nesta sexta, cerca de 24 horas após as chuvas de quinta, a AES Eletropaulo chegou a registrar 24 ruas com falta de energia.

Na quinta-feira, a chuva ocorreu entre 16h e 19h, quando o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), da prefeitura, retirou a cidade do estado de atenção. Após a chuva, trechos de 17 bairros permaneceram sem energia.

Nesta sexta-feira choveu pelo 45º dia em São Paulo. A cidade chegou a ficar em estado de atenção, mas, segundo os bombeiros, não foram registradas ocorrências graves.

Fonte: FOLHA

Ruas em SP continuam sem energia elétrica pela segunda noite seguida

Queda de árvores ocasiona problemas em toda a cidade. Não há previsão de quando fornecimento será restabelecido.

Raio atinge o bairro da Lapa, Zona Oeste de São Paulo, no início da noite desta sexta-feira (5). (Foto: Thiago Bernardes/AE)

Pela segunda noite seguida, trechos de ruas das zonas Sul, Leste e Oeste de São Paulo continuam sem energia elétrica nesta sexta-feira (5). Segundo a Eletropaulo, a queda de árvores rompeu a fiação, deixando sem fornecimento vários bairros desde quinta.

De acordo com a empresa, às 20h, bairros ainda enfrentavam problemas no fornecimento de energia elétrica. Na Zona Sul, havia falta de luz em trechos da Rua Carlos Sampaio, Rua Cincinato Braga, Alameda Santos, Rua Manoel da Nóbrega, Rua Oscar Porto, Rua Maria Figueiredo Teixeira, Rua Ribeiro do Vale, Rua Luisiania, Rua Quintana e Rua Guararapes.

Na Zona Leste, eram os trechos da Rua da Mooca, Rua Monsenhor Anacleto, Rua Rangel Pestana, Avenida Têxteis e Rua dos Gráficos os afetados.

Já na Zona Oeste, tinham problemas os trechos da Rua Turiassu, Avenida Sumaré, Avenida Heitor Penteado, Rua Caiová, Rua Aimberê, Avenida Martin Luther King, Rua Filomena Bloes Rizzo, Rua Rui Amaral Lemos e Avenida Escola Politécnica. Em Cotia as seguintes ruas também apresentam problemas: trechos da Rua Antonio Francisco Soares, Rua Major Valter Calson, Rua Joaquim Guimarães e Rua Cachoeira Poraqui.

Segundo a Eletropaulo, as equipes, com 2 mil homens, começaram a fazer reparos na rede elétrica na manhã desta sexta-feira (5), após a retirada de árvores pelas equipes da Defesa Civil. Não há previsão de restabelecimento.

Régis Bittencourt

De acordo com a concessionária que administra a Rodovia Régis Bittencourt, às 20h50 o trecho que estava interditado no Km 283 por um ponto de alagamento foi liberado para o trânsito. O reflexo da interidção, que durou quase três horas, no entanto, continuou causando engarrafamento.

Pelo 45º dia seguido, São Paulo teve chuva. Desta vez, ela não provocou caos como no resto da semana. A cidade ficou menos de uma hora em atenção.

Fonte: G1

Temperaturas altas e baixa umidade ajudam a criar ventanias em SP

Os moradores da região metropolitana de São Paulo têm presenciado fortes ventanias durante os temporais dos últimos dias. 


De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), os ventos estão mais intensos devido à elevação das temperaturas e a queda da umidade relativa do ar.

Segundo o meteorologista Marcelo Schneider, do Inmet, diferente dos temporais registrados em dezembro de 2009 e janeiro deste ano, as chuvas dos últimos dias têm provocado ventos em torno dos 80 km/h. Isso porque as temperaturas estão mais altas, chegando aos 32ºC e a umidade em torno dos 40%, contra os 60% registrados nos meses anteriores.

Ainda segundo Schneider, essas novas condições fazem com que as chuvas se deparem com temperaturas elevadas e umidades mais baixas, o que provoca a evaporação de partículas. Essas partículas que evaporam esfriam rapidamente o ar, provocando movimentações intensas e intensificam as correntes descentes.

Schneider acrescenta que a condição de temperaturas elevadas, umidade do ar mais baixa do que a registrada nos últimos meses, e os ventos fortes devem continuar até a próxima semana. De acordo com ele, essa condição deve mudar apenas na quinta-feira da semana que vem, quando a umidade relativa do ar deve sofrer pequena elevação, o que deve reduzir a intensidade dos ventos.

Apenas ontem, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) registrou 145 quedas de árvores na cidade, mas esse número pode ser maior. Na última quarta-feira (3), uma pessoa morreu após ter o carro atingido por uma queda de árvore na marginal Tietê. A vítima chegou a ser levada para o pronto-socorro de Vila Maria, mas não resistiu.

Desde o dia 1º de dezembro, as chuvas já provocaram 73 mortes em todo o Estado. Além disso, 39 cidades decretaram situação de emergência e outras três estão em situação de calamidade pública. Ao todo, mais de 27 mil pessoas tiveram que deixar suas casas no Estado devido aos temporais.

Saiba mais sobre tipos de ventos e tempestades

Conheça o significado e a forma utilizada pelos meteorologistas para classificar os ventos e fenômenos meteorológicos de acordo com sua intensidade:
Vento: termo genérico que identifica o ar em movimento, independente da velocidade.
Brisa: é um vento de pouca intensidade, que geralmente não ultrapassa os 50 km/h.
Monção: começa no início de junho no sul da Índia. São ventos periódicos, típicos do sul e do sudeste da Ásia, que no verão sopram do mar para o continente. A monção geralmente termina em setembro, caracterizando-se por forte chuva associada a ventos.
Ciclone: Caracteriza-se por uma tempestade violenta que ocorre em regiões tropicais ou subtropicais, produzida por grandes massas de ar em alta velocidade de rotação. Evidencia-se quando ventos superam os 50 km/h.
Furacão: vento circular forte, com velocidade igual ou superior a 119 km/h. Os furacões são os ciclones que surgem no mar do Caribe (oceano Atlântico) ou nos Estados Unidos. Giram no sentido horário (no hemisfério sul) ou anti-horário (no hemisfério norte) e medem de 200 km a 400 km de diâmetro. Sua curva se assemelha a uma parabólica.
Tufão: é o nome que se dá aos ciclones formados no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, entre julho e outubro. É o mesmo que furacão, só que na região equatorial do Oceano Pacífico. Os tufões surgem no mar da China e atingem o leste asiático.
Tornado: é o mais forte dos fenômenos meteorológicos, menor e mais intenso que os demais. Com alto poder de destruição, seus ventos atingem até 500 km/h. O tornado ocorre geralmente em zonas temperadas do hemisfério norte.
Vendaval: vento forte com um grande poder de destruição, que chega a atingir até 150 km/h. Ocorre geralmente de madrugada e sua duração pode ser de até cinco horas.
Willy-willy: nome que os ciclones recebem na Austrália e demais países do sul da Oceania.


Rodrigo Paiva/Folha Imagem

Fonte: FOLHA

Caos no metrô de SP em dia de chuva

Caos tomou conta do Metrô paulistano

Estação Sé ficou lotada no final da tarde. (Foto: Carlos Susumu Thomioka/VC no G1)

Com a forte chuva no final da tarde desta quarta-feira (3), as linhas do metrô atrasaram as viagens e transformaram as estações Sé, na região central, e Barra Funda, na Zona Oeste, em verdadeiros formigueiros.

Segundo o leitor do G1, Marcivan Menezes Barreto, andar de metrô virou um caos na tarde de quarta. Pessoas chegaram às 18h na estação Barra Funda e só conseguiram embarcar por volta das 20h30. Passageiros invadiram os vagões e os trens só pararam três estações depois, na estação Anhangabaú.

Embarque na estação Barra Funda demorou mais de duas horas (Foto: Marcivan Menezes Barreto/VC no G1)

Por conta da chuva, trens do metrô atrasaram e causaram tumulto no metrô Barra Funda (Foto: Jéssica Zati de Freitas/VC no G1)

Fonte: G1

Kassab declara calamidade pública em área alagada da zona leste de SP

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) declarou estado de calamidade pública na área da zona leste de São Paulo que sofre com alagamentos desde o temporal de 8 de dezembro.

Em nota publicada na noite desta terça-feira, a prefeitura informou que o decreto será publicada na edição de quarta (3) do "Diário Oficial da Cidade" e vale para o distrito do Jardim Helena, região da Subprefeitura de São Miguel. Entre os bairros afetados pela medida estão Jardim Romano, Chácara Três Meninas, Vila das Flores, Jardim São Martino, Jardim Novo Horizonte, Vila da Paz, Jardim Santa Margarida, Vila Seabra, Jardim Noêmia, Vila Aimoré, Vila Itaim e Jardim Pantanal.

A prefeitura informou que, segundo o decreto, os setores competentes devem adotar, de imediato, "as providências atinentes à realização de obras, contratação de serviços e compras necessárias, em caráter emergencial, pelo período de 90 dias".

Na segunda (1º), a Defensoria Pública do Estado encaminhou à prefeitura um ofício em que recomendava a decretação do estado de calamidade em bairros na várzea do Tietê sob o argumento de que a medida facilita algumas ações do poder público, além de permitir que os moradores afetados movimentem o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e consigam benefícios como a aquisição facilitada de linhas de crédito habitacional.

A Defensoria ainda recomendou outras providências na região como o restabelecimento imediato da coleta de lixo domiciliar e comercial, além de soluções que garantam o transporte e o acesso à saúde da população. Outro ofício foi encaminhado ainda para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) "para que sejam tomadas providências dentro do controle sanitário para reduzir a crise sanitária nos bairros alagados."

Famílias

Nesta terça, a prefeitura informou que já foram cadastradas 5.829 famílias que foram afetadas pelas chuvas na região.

Desse total, 302 famílias já foram transferidas para conjuntos habitacionais da CDHU em Itaquaquecetuba (Grande São Paulo). Outras 1.359 famílias já receberam o auxílio-aluguel de R$ 2.000, que corresponde a R$ 1.800 por seis meses de aluguel, mais R$ 200 de apoio à mudança. Após os seis primeiros meses, o auxílio pode ser prorrogado até a transferência das famílias para moradias definitivas.

Estado

As intensas chuvas que atingem o Estado de São Paulo desde dezembro do ano passado já fizeram mais de 26 mil pessoas deixarem suas casas e 34 cidades decretarem situação de emergência. Também já foram registradas 70 mortes em todo o Estado devido às chuvas, desde o dia 1º de dezembro.

Fonte: FOLHA

SP tem janeiro mais chuvoso dos últimos 63 anos, segundo Inmet

Até a tarde desta quinta, choveu 468,6 mm na capital paulista. É a segunda maior marca desde 1943, início das medições.

Céu escurece na região da Avenida Paulista em uma das chuvas fortes de janeiro (Foto: Iberê Thenorio/G1 )

As chuvas registradas na tarde desta quinta-feira (28) elevaram este mês ao segundo janeiro mais chuvoso desde 1943, quando começou a medição do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) na capital paulista. Até as 16h desta quinta-feira, o instituto registrou 468,6 mm de chuva no Mirante de Santana, na Zona Norte de São Paulo.

O janeiro mais chuvoso foi registrado em 1947, com 481,4 mm. Em 1987, o primeiro mês do ano teve 442,3 mm de chuva em São Paulo. Outro ano chuvoso ocorreu em 1950, com 421,8 mm, de acordo com os dados do Inmet. Apenas na tarde desta quinta-feira, o instituto registrou 40 mm de chuva na Zona Norte da capital paulista.

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo, chegou a decretar estado de atenção em toda a cidade nesta tarde. Segundo o centro, choveu forte principalmente entre os bairros de Jaçanã, Tremembé, Vila Maria e Vila Guilherme, na Zona Norte, e na Penha e Ermelino Matarazzo, na Zona Leste. No Centro, também choveu forte. Na Grande São Paulo e no litoral, choveu intensamente em São Bernardo do Campo, Guarulhos e municípios da Baixada Santista.

Mortes no estado

O número de mortos vítimas da chuva no estado de São Paulo já chega a 65 desde o dia 1º de dezembro do ano passado. O município de Cunha, a 231 quilômetros de São Paulo, confirmou, nesta quinta-feira (28), que mais uma pessoa morreu no local vítima da cheia do Rio Itagabiroba.

Segundo o coordenador de Defesa Civil do município, Christovam Alves da Silva, um homem de 45 anos tentava atravessar a ponte sobre o rio na noite de terça-feira (26), quando foi arrastado pelas águas no distrito Campos Novos de Cunha, que fica a cerca de 40 quilômetros do centro da cidade. De acordo com Silva, o corpo da vítima foi encontrado dentro do rio, a cerca de dois quilômetros do local do desaparecimento. O corpo foi retirado do rio na tarde de quarta-feira (27).

Com mais esse caso, o município agora contabiliza um total de sete mortes provocadas pela chuva neste ano. No dia 1º de janeiro, seis pessoas de uma mesma família foram vítimas de um deslizamento de terra no bairro Barra do Bié, na zona rural da cidade.

Temporais provocaram alagamentos, mortes e muitos transtornos em SP (Foto: Luciana Bonadio/G1)

A sétima morte em Cunha ainda não foi incluída no balanço de problemas causados pelas chuvas da Defesa Civil Estadual. O balanço, divulgado às 10h desta quinta-feira (28), ainda contabilizava um total de 64 mortes no estado, 50 pessoas feridas e duas desaparecidas nas cidades de Alumínio e São Roque, a 79 e 66 quilômetros de São Paulo, respectivamente, na terça-feira (26). A nova vítima de Cunha deve ser incluída na nova divulgação do balanço que será feita só na manhã da sexta-feira.

Segundo os dados desta quinta, mais dez municípios foram atingidos pelas chuvas no estado. Até quarta, o balanço apontava 134 atingidos e, nesta quinta, o número subiu para 144, mas a Defesa Civil estadual ainda não havia informado, por volta do meio-dia, quais eram esses municípios. A quantidade de desalojados (pessoas que deixaram a casa temporariamente, mas podem voltar a morar no local, pois o imóvel não foi destruído) também aumentou de 18.678 para 19.606.

Fonte: G1

São Paulo tem o maior congestionamento do ano após super tempestade

Índice de lentidão chegou a 175 quilômetros. Zonas Norte e Oeste foram as mais prejudicadas pelo temporal.


A chuva forte que cai sobre São Paulo na tarde desta terça-feira (26) encobriu o céu de nuvens escuras transformando o dia em noite.

A chuva da tarde desta terça-feira (26) foi responsável pelo maior índice de congestionamento de 2010 em São Paulo. Foram 175 quilômetros de lentidão às 18h30, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Os túneis do Anhangabaú, na região central, e Max Feffer, na Zona Sul, chegaram a ser fechados.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE), às 19h havia 20 pontos de alagamento na capital, dois deles intransitáveis. Um, na Avenida Ricardo Kavattom, na Lapa, Zona Oeste, e outro na Rua Porto Seguro, próximo à Avenida Cruzeiro do Sul, em Santana, Zona Norte.

A chuva que atingiu a capital causou transtornos principalmente nas zonas Norte e Oeste. A Avenida Aricanduva ficou alagada. O Rio Tamanduateí subiu bastante o nível. O volume e a velocidade da água eram tantos, que ondas se formaram. No Jaraguá, Zona Norte, casas ficaram inundadas.

Por volta das 19h, a Vila Piauí, limite da capital com a cidade de Osasco, ainda permanecia alagada. No bairro Jardim Rochdale, em Osasco, também continuava inundado.

Na Ponte Cidade Jardim, motociclistas e motoristas tiveram de parar, abandonar os veículos e esperar a água baixar. Alguns se arriscaram no meio do alagamento.




Tempestade alaga diversos pontos de São Paulo


A chuva forte que cai sobre São Paulo na tarde desta terça-feira (26) encobriu o céu de nuvens escuras transformando o dia em noite/Daia Oliver/ R7




No bairro do Bom Retiro (região central), pessoas se refugiaram em postos de gasolina/Daia Oliver/ R7



Ponto de alagamento na rua Venâncio Aires com a Raul Pompeia, no bairro da Pompeia, zona oeste de São Paulo, por volta das 16h/Alexandre Cappi/ BRSTOCK/AE


Homens ajudam a resgatar um carro carregado pela água no bairro da Pompeia, zona oeste de São Paulo/Alexandre CappiI/BRSTOCK/AE


Nuvens escuras cobrem o céu na região da Avenida Pompéia, no bairro de Perdizes, na zona oeste da cidade de São Paulo, por volta das 18h30/Paulo Laizo/AE




Caminhão tenta passar em meio a alagamento e muita lama/Reprodução/ R7


A chuva deixou o trânsito acima da média durante a tarde, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego)/Leandro Brum/ Leitor R7




Por volta das 18h, havia 174 km de lentidão em toda capital paulista/Leandro Brum/ Leitor R7

Fontes: G1 - R7 - TV Globo - Agência Estado

Chuva provoca desabamento de casa no centro de SP

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, não há vítimas no local do acidente

As frequentes chuvas que atingem a cidade de São Paulo provocaram o desabamento de parte de uma casa na Bela Vista, na região central, por volta das 16h deste domingo (24). De acordo com a Subprefeitura da Sé, a casa desabou na rua Doutor Seng com a rua Ribeirão Preto. O Corpo de Bombeiros afirmou que o desmoronamento não provocou vítimas.

No mesmo bairro, só que na altura do número 400 da rua Marquês Leão, um deslizamento de terra provocado pelas chuvas interditou a rua.

De acordo com o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergência), a cidade ainda continuava em estado de atenção. Segundo o órgão,somente a zona norte e a marginal Tietê fugiram da classificação. Às 17h15 deste domingo, ainda havia sete pontos de alagamento na cidade.


(Foto: Anderson Barbosa/AE)






Fonte: R7

Bombeiros confirmam mais uma morte em decorrência das chuvas em SP

Mulher foi soterrada em deslizamento na Zona Oeste neste sábado. Temporal causou estragos mais uma vez na capital.



Mais uma morte em razão das chuvas foi confirmada na tarde deste sábado (23) em São Paulo. O corpo de uma mulher foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros após um deslizamento de terra no Jardim Celeste, na região do Butantã, Zona Oeste da capital.

Só na quinta-feira, nove pessoas morreram na Grande São Paulo.



Durante a tempestade que deixou a cidade em estado de atenção neste sábado, uma casa desabou. Uma mulher de 50 anos foi resgatada com vida. Uma outra mulher, de mais de 60 anos, não resistiu ao soterramento.



Toda a cidade de São Paulo foi colocada em estado de atenção pelo Centro de Gerenciamento de Emergências (GGE), da Prefeitura de São Paulo às 14h40. A maior parte da capital já estava em atenção desde as 14h05. O decreto foi encerrado às 15h40.

Por precaução, o Túnel Tribunal de Justiça, na região do Parque do Ibirapuera, na Zona Sul, teve de ser novamente interditado no sentido bairro pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Durante a semana, o túnel foi tomado pela água da chuva e ficou mais de 30 horas fechado. Devido a um alagamento na Praça das Bandeiras, no Centro, a CET também fechou preventivamente o Túnel do Anhangabaú.

Mesmo depois da chuva, às 17h15 havia quatro pontos de alagamento em toda a cidade, de acordo com o CGE, todos transitáveis. No mesmo horário, a cidade tinha 8 km de congestionamento.

Faltou luz em trechos das avenidas Ermano Marchetti, Cerro Corá e Heitor Penteado, na Zona Oeste. Segundo a Eletropaulo, equipes foram mandadas para o local para procurar a origem do problema e restabelecer o fornecimento de energia elétrica.

Houve ainda quedas de árvores em diversos pontos da capital, além de Osasco, na Grande São Paulo.

Segundo a USP, este já é o janeiro mais chuvoso dos últimos 77 anos.

Fontes: G1 - TV Globo

Chuva em SP alaga a Ceagesp e deixa caminhões ilhados

Rios Pinheiros e Tietê transbordaram em alguns pontos nesta quinta. CET interditou algumas vias para desviar os motoristas.




O temporal que atingiu a cidade de São Paulo na madrugada desta quinta-feira (21) fez com que a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), localizada próximo ao Rio Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, amanhecesse alagada.

Por volta das 7h, diversos caminhões estavam ilhados dentro da área do Ceagesp, com água cobrindo as rodas. Os trabalhos estavam paralisados, e as pessoas não conseguiam passar.

A rua que dá acesso à Ceagesp, ao lado da Marginal Pinheiros, estava completamente alagada, sem possibilidade de passagem de veículos.

Situado ao lado da Marginal Pinheiros, o Ceagesp geralmente fica inundado quando chove forte e o rio transborda.

Os pontos de alagamento espalhados pela cidade deixaram o trânsito complicado desde o início da manhã. Os motoristas enfrentavam congestionamentos nas marginais Pinheiros e Tietê, que em alguns pontos transbordaram. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) recomenda que os motoristas evitem transitar nas regiões da Vila Prudente, Ipiranga e nas marginais.

Na Marginal Tietê, altura da Ponte das Bandeiras, a pista expressa estava bloqueada nos dois sentidos porque a água invadiu a pista. A alternativa para os motoristas era a pista local. Na Ponte Cruzeiro do Sul, um ponto de alagamento impede o acesso, e os motoristas precisam desviar pelas ruas do bairro para voltar à marginal. Outros alagamentos em vias locais dificultavam a passagem pela região.

Na Marginal Pinheiros, o trânsito estava parado desde cedo no sentido Castello Branco, com filas desde a região da Avenida Jornalista Roberto Marinho até a Ponte Cidade Universitária. No sentido Interlagos, um ponto de alagamento um pouco antes da Ponte do Morumbi também dificultava a passagem.

Segundo a CET, quatro túneis permaneciam fechados por causa dos alagamentos nesta manhã: do Vale do Anhangabaú, Tribunal de Justiça, Max Feffer e Ayrton Senna.

Na Zona Sul, a CET também registrava pontos sem fornecimento de energia elétrica nas avenidas Engenheiro Luiz Carlos Berrini e Jornalista Roberto Marinho. A Eletropaulo ainda não tinha informações sobre o que causava a falta de luz.

A água invadiu os trilhos da Linha 9 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que não entrou em operação às 4h e só começou a ter trens circulando às 6h, entre as estações Osasco e Jurubatuba. Na Linha 10 o problema foi o mesmo, e os trens circulam apenas entre as estações Rio Grande da Serra e São Caetano.

A Marginal Tietê permanece em estado de alerta, assim como a região do Ipiranga. A Zona Leste, o restante da região Sudeste e a Marginal Pinheiros permanecem em estado de atenção.




Fontes: G1- TV Globo

SP amanhece com 44 pontos alagados

Temporal da madrugada fez Rio Tietê transbordar e causa interdições na marginal. Na Pinheiros, trânsito é lento. Uma pessoa morreu em desabamento na Zona Oeste.


Alagamentos complicam trânsito na Marginal Pinheiros, afetam a Ceagesp e interditam ponto na Tietê (foto da direita).

Os pontos de alagamento espalhados pela cidade de São Paulo após o temporal que atingiu a cidade na madrugada desta quinta-feira (21) deixaram o trânsito complicado desde o início da manhã. Os motoristas enfrentavam congestionamentos nas marginais Pinheiros e Tietê, que em alguns pontos transbordaram. Além disso, quatro túneis permaneciam fechados.

Na Marginal Tietê, altura da Ponte das Bandeiras, a pista expressa estava bloqueada nos dois sentidos porque a água invadiu a pista. A alternativa para os motoristas era a pista local. Na Ponte Cruzeiro do Sul, um ponto de alagamento impede o acesso, e os motoristas precisam desviar pelas ruas do bairro para voltar à marginal. Outros alagamentos em vias locais dificultavam a passagem pela região.



Na Marginal Pinheiros, o trânsito estava parado desde cedo no sentido Castello Branco, com filas desde a região da Avenida Jornalista Roberto Marinho até a Ponte Cidade Universitária. No sentido Interlagos, um ponto de alagamento um pouco antes da Ponte do Morumbi também dificultava a passagem.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), quatro túneis permaneciam fechados por causa dos alagamentos nesta manhã: do Vale do Anhangabaú, Tribunal de Justiça, Max Feffer e Ayrton Senna.

Na Zona Sul, a CET também registrava pontos sem fornecimento de energia elétrica nas avenidas Engenheiro Luiz Carlos Berrini e Jornalista Roberto Marinho. A Eletropaulo ainda não tinha informações sobre o que causava a falta de luz.

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo, havia 44 pontos de alagamento ativos na cidade no início da manhã, três deles totalmente intransitáveis: na Rua Flórida com a Marginal Pinheiros; Avenida Ermano Marchetti com Avenida José Maria de Faria e Marginal Tietê com a Ponte Atílio Fontana.

A água invadiu os trilhos da Linha 9 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que não entrou em operação às 4h e só começou a ter trens circulando às 6h, entre as estações Osasco e Jurubatuba. Na Linha 10 o problema foi o mesmo, e os trens circulam apenas entre as estações Rio Grande da Serra e São Caetano.

A Marginal Tietê permanece em estado de alerta, assim como a região do Ipiranga. A Zona Leste, o restante da região Sudeste e a Marginal Pinheiros permanecem em estado de atenção.

Morte

Um homem morreu no desabamento de uma casa no bairro da Pompéia, Zona Oeste da capital paulista. Desde o começo da madrugada, a região metropolitana sofre com um temporal que alagou avenidas, fechou túneis, bloqueou estradas e provocou, pelo menos, mais três desmoronamentos.

Os bombeiros também atenderam ocorrências de desabamentos na Vila Jaguara e Parque São Domingos, na Zona Oeste, e no Guarapiranga, Zona Sul. Nesses locais, não houve registro de vítimas.

Estradas interditadas

Algumas rodovias que dão acesso à capital paulista também sofrem com o excesso de água. A rodovia Anchieta está parcialmente interditada no km 13, em São Bernardo, no ABC. Ainda sem previsão de liberação.

Já a rodovia Raposo Tavares registra duas interdições. No km 18, em São Paulo, a pista está totalmente interditada devido à queda de barreira na pista sentido capital-interior. O trecho da rodovia em Araçoiaba da Serra, que fica a 117 km da capital está parcialmente interditada no km 118, no sentido capital-interior. Nos dois casos também não há previsão de liberação.


Fontes: G1- TV Globo

Temporal em SP provoca pontos de alagamento; metrô é reaberto

Chuva deixa capital em estado de atenção; duas pessoas se feriram.Árvore caiu perto altura da Estação Armênia, em São Paulo.

As fortes chuvas que atingem São Paulo na tarde desta segunda-feira (4) deixam toda a cidade em estado de atenção desde as 14h40. Duas pessoas ficaram feridas levemente após um muro ceder na Avenida 23 de Maio, na região central. O Túnel do Anhangabaú, tomado pela água, teve de ser fechado às 16h.

De acordo com a Companhia de Engenharia de Trânsito (CET), por volta das 17h, havia 24 pontos de alagamento, além de pontos com falta de energia elétrica e semáforos apagados.

O trânsito teve um pico às 16h30. Eram registrados no horário 40 km de congestionamento na cidade.

Houve também sete quedas de árvores. Uma dessas ocorrências foi registrada entre as estações Armênia e Tiradentes e interrompeu por volta das 15h30 a circulação de trens no sentido Tucuruvi da Linha 1 (Azul) do Metrô. Às 16h32, a árvore foi retirada e a circulação foi normalizada.

De acordo com a assessoria da companhia, a árvore caiu ao lado dos trilhos - no local, o metrô é de superfície - e a circulação foi suspensa para a verificação de eventuais danos nos equipamentos.

A queda da árvore não deixou feridos. Os passageiros que aguardavam em outras estações foram avisados pelo sistema de som sobre o problema. Após a retirada da árvore, os trens passaram a circular com velocidade reduzida. Ainda não há previsão para o sentido Tucuruvi ser liberado.

Queda de muro

Perto do Bingo imperatriz, na Avenida 23 de Maio, duas pessoas foram feridas após o desabamento de um muro. Três veículos foram afetados. As pessoas foram levadas para o Hospital São Paulo, mas não correm risco de morte.

Segundo o Corpo de Bombeiros, pessoas que ficaram ilhadas em seus veículos tiveram de ser resgatadas em quatro locais no Centro.

Congonhas

O Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, teve de ser fechado. Ele reabriu para pousos e decolagens depois de ficar 34 minutos por conta da forte chuva que atinge a capital paulista. De acordo com a Infraero, o aeroporto foi fechado às 15h09 e reaberto às 15h43.

Às 16h20, o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, operava apenas por instrumentos. Toda a capital paulista estava em estado de atenção por conta da chuva que atinge a cidade desde as 14h40 desta segunda, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo.

Localização da Estação Armênia do Metrô, onde houve queda de árvore (Ilustração: Arte/G1) 

Segundo o CGE, as temperaturas subiram rapidamente nesta segunda-feira (4), chegando a 31ºC. Por causa do aquecimento e da umidade, pancadas de chuva atingiram a capital paulista. Na Zona Leste, chovia forte na Penha e em Aricanduva. Na região Sul, a chuva era forte na Capela do Socorro e em Cidade Dutra, com potencial para queda de granizo. Também choveu forte em Juquitiba e São Lourenço da Serra, na Grande São Paulo.



Por volta das 16h desta segunda, o sentido bairro da Radial Leste estava interditado por conta de um alagamento na altura do Viaduto Bresser, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). No horário, a Avenida 9 de Julho também registrava um ponto de alagamento transitável nos dois sentidos.


Funcionários do Metrô retiram árvore que caiu em trecho entre as estações Tiradentes e Armênia (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fontes: G1- TV Globo

Chuva causa fechamento de túnel e interdita Corredor Norte-Sul em SP

Túnel do Vale do Anhagabaú, no Centro, foi fechado no sentido Zona Sul.
Capital paulista registra 13 pontos de alagamento.

Chuva atinge Zona Sul de São Paulo na tarde deste sábado (Foto: Luísa Brito/G1 )

As fortes chuvas que atingem a cidade de São Paulo no final da tarde deste sábado (2) causaram o fechamento do túnel do Vale do Anhangabaú, no sentido Zona Sul, segundo informações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Quem trafega neste sentido, deve pegar um desvio pela Avenida Senador Queiroz. Técnicos da CET estão no local, segundo a companhia, para orientar os motoristas.

Os alagamentos também causaram a interdição total do Corredor Norte-Sul, em ambos os sentidos, na altura do Viaduto General Euclides Figueiredo, por volta das 18h deste sábado. A CET recomenda que os motoristas evitem circular pelo local.

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), havia 15 pontos de alagamentos na cidade até as 18h30. Do total, nove eram intransitáveis.

Fonte: G1

Chuva intensa em São Paulo, no momento

CGE diz que precipitação deve atingir outras regiões da cidade.
Chuva é causada por áreas de instabilidades e presença de frente fria.


Nuvens escuras sobre a Zona Sul de São Paulo (Foto: Paulo Guilherme/G1)

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura de São Paulo decretou estado de atenção na Zona Sul da capital paulista às 15h25 desta quarta-feira (30) devido à chuva que atinge a região. A precipitação ocorre devido a áreas de instabilidades provocadas pelo calor e a chegada de uma frente fria.

Segundo o CGE, os bairros onde mais chovia às 15h40 eram Pedreira, Cidade Ademar, Santo Amaro, Campo Grande, Grajaú, Cidade Dutra e Socorro. De acordo com o centro de gerenciamento, a chuva deve atingir também outras regiões da cidade.

Fonte: G1

Helicóptero da PM resgata crianças de casa alagada em SP

Elas foram colocados em uma cesta e içadas.
Alagamento foi na região do Jaraguá, na Zona Norte.

Duas crianças foram retiradas de dentro de uma casa no início da noite desta quarta-feira (16) na região do Jaraguá, na Zona Norte de São Paulo. Elas foram colocadas dentro de uma cesta e içadas pelo helicóptero Águia, da Polícia Militar. O local foi um dos mais atingidos com a chuva forte do fim da tarde.

De acordo com informações da PM, três helicópteros Águia foram até a área tomada pela enchente. A casa onde as crianças foram resgatadas fica na Estrada Turística do Jaraguá.

As fortes chuvas que atingem a Grande São Paulo causam alagamentos, falta de luz e trânsito na capital. Em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava 166 km de filas às 19h55, bem acima da média para o dia e para o horário.

Osasco, no entanto, era uma das cidades mais afetadas. Ruas ficaram tomadas pela água e carros, submersos. Um veículo chegou a ser virado pela força da água. Segundo a Prefeitura do município, que equipes da Defesa Civil estavam nas ruas avaliando os danos provocados.



Fontes: G1 - TV Globo

Chuva forte atinge Grande SP e alaga bairros de Osasco

Bairros têm falta de luz; lentidão em SP chega perto de 200 km.
Ônibus urbano ficou ilhado em Barueri, dizem bombeiros.



Temporais deixam Osasco debaixo d'água. (Foto: Reprodução/TV Globo)

As fortes chuvas que atingem a Grande São Paulo nesta quarta-feira (16) já causam alagamentos, falta de luz e trânsito na capital.

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) colocou as regiões Oeste, Centro e a Marginal Pinheiros em estado de atenção às 18h15. As Zonas Norte e Leste, além da Marginal Tietê, já estavam em atenção desde o fim da tarde. A região Sudeste deixou o estado às 17h45. Em Osasco, na Grande São Paulo, ruas de alguns bairros ficaram embaixo d'água.

Em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava 196 km de filas às 19h, o que representava 23% dos 835 km de vias monitoradas, índice bem acima da média para o dia e para o horário. O pior ponto de lentidão ficava na Marginal Tietê, onde o motorista encontrava 14,7 km de congestionamento na pista expressa, sentido Ayrton Senna. Na Marginal Pinheiros havia 10,2 km de lentidão na pista expressa, sentido Interlagos, da Castello Branco até a Ponte Ary Torres.

Algumas regiões da cidade também tiveram queda de energia. Segundo a Eletropaulo, havia problemas em alguns trechos da Barra Funda, na Zona Oeste e nos seguintes bairros da Zona Norte: Jardim São Bento, Tucuruvi, Santana, Água Fria, Mandaqui, Santa Terezinha, Vila Mazzei, Jardim Peri e Cachoeirinha. Equipes tentavam chegar aos pontos para restabelecer o sistema, mas, às 19h, ainda não havia previsão para isso.

Por volta das 18h30, a chuva forte atingia principalmente os bairros Perus, Pirituba, Jaraguá, São Domingos, Vila Leopoldina, Jaguaré e Vila Jaguará, em São Paulo. Os bombeiros disseram que havia muitas vias alagadas em Pirituba. Na Zona Leste, a chuva chegou a diminuir, mas voltou a se intensificar na região de Ermelino Matarazzo. Às 19h, havia oito pontos de alagamento na cidade, quatro deles intransitáveis.



Não era possível transitar em dois pontos da Avenida Sumaré, na Zona Oeste de São Paulo: na altura da Rua Doutor Homem de Melo, sentido Limão, e da Praça Marrey Junior, sentido Sumaré. A Praça da Bandeira, na região central, também estava intransitável no sentido bairro, na altura da Avenida Nove de Julho. A Avenida Antonio Munhoz Bonilha, na Zona Norte, estava alagada nos dois sentidos.

A chuva também afetou a velocidade da circulação dos trens do Metrô. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, as composições circulavam de forma lenta nos trechos a céu aberto de todas as quatro linhas em operação. Nenhum trem sofreu panes por conta do temporal, segundo o Metrô.

A chuva é provocada por áreas de instabilidade geradas pelo calor, segundo o CGE. Municípios da Grande São Paulo também foram atingidos pela chuva forte, como Guarulhos, Caieiras, Barueri e Jandira.

Em Osasco, ruas ficaram tomadas pela água e carros, submersos. Um veículo chegou a ser virado pela força da água. A prefeitura do município disse, por volta das 19h, que equipes da Defesa Civil ainda seguiam para as ruas para avaliar os danos provocados pela chuva forte e não tinha outras informações.

Segundo os bombeiros, a situação é muito complicada em Osasco e Barueri. Todas as equipes da corporação estão nas ruas e há chamados de carros e ônibus ilhados, veículos boiando e queda de laje. Um ônibus urbano estava ilhado por volta das 18h50 na Avenida Piracema, em Tamboré, Barueri.

Fontes: G1 - TV Globo

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