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Fernanda Takai e o novo disco do Pato Fu gravado com brinquedos

"Música de Brinquedo", como vem embutido no próprio nome, foi gravado apenas com instrumentos infantis em vez dos convencionais guitarra, baixo, bateria e teclado.

A banda Pato Fu em foto de divulgação do álbum "Música de Brinquedo"

A música costuma ser coisa séria. Mas não é por isso que deve deixar de ser divertida, tanto para quem a ouve, quanto para quem a faz. É isso o que fica claro quando se ouve o novo álbum dos mineiros do Pato Fu, seu oitavo disco em 18 anos de carreira.

"Música de Brinquedo", como vem embutido no próprio nome, foi gravado apenas com instrumentos infantis em vez dos convencionais guitarra, baixo, bateria e teclado, um amor da banda que vem de longa data. "A primeira inspiração é antiga, de 1996, quando eu e John compramos um disco que tinha a turma do Charlie Brown cantando Beatles com acompanhamento de instrumentos de brinquedo", disse a vocalista Fernanda Takai em entrevista por telefone ao UOL Música.

O álbum --que não é infantil, como alguns podem até imaginar-- foi produzido pelo guitarrista John Ulhoa e traz a interpretação de 12 faixas que mostram algumas das influências diversas do grupo. No repertório, canções antigas como "My Girl", do Temptations, e "Love Me Tender", de Elvis Presley, figuram lado a lado com as oitentistas "Sonífera Ilha", do Titãs, "Pelo Interfone", de Ritchie, e "Ska", dos Paralamas do Sucesso. Ainda há espaço para faixas como "Primavera (Vai Chuva)", sucesso na voz de Tim Maia, "Live and Let Die", de Paul McCartney, e "Twiggy Twiggy", do Pizzicato Five.

Para Fernanda, não foi difícil escolher o repertório, mas sim criar arranjos com os numerosos brinquedos que a banda tinha disponível. "Quando chegava a hora de ouvir uma música para tentar decalcar o arranjo, a gente ficava olhando para aquele amontoado de brinquedos e o que poderia substituir determinado instrumento. Foi muita tentativa e erro".


Gravar brinquedos traz maiores complicações técnicas do que registrar instrumentos convencionais, além de oferecer dificuldades na execução das canções durante os futuros shows do Pato Fu. "Depois de ter gravado com tanta dificuldade, o que também é complicado é fazer isso ao vivo com naturalidade". A solução, Fernanda conta, será não usar nada eletrônico, como programações e bases, que são bastante comum ao som e aos shows do grupo. "Nessa turnê não vai ter nada disso. São cinco músicos do Pato Fu com mais dois convidados".

Não são apenas os instrumentos que fazem de "Música de Brinquedo" um trabalho peculiar. A participação de crianças, como a própria filha de Fernanda com John, Nina Ulhoa, e seu amigo Matheus, cantando partes de várias músicas deixa o álbum ainda mais rico em termos estéticos. "Eles só perceberam que tinham gravado um disco depois que eu mostrei pronto para eles".

Mas, afinal, quem são os potenciais ouvintes do novo álbum, além dos fãs do Pato Fu? "Acho que os adultos que gostarem do disco vai ser por causa do repertório, a princípio. As crianças eu acho que vão gostar por ouvirem outras crianças cantando como elas cantam, de uma forma muito natural. É um disco que tende a ter vários públicos diferentes e acho que o show vai ajudar a criar essa empatia com a ideia toda".

Fonte: UOL/FLÁVIO SEIXLACK

Rolling Stones preparam última turnê da carreira

Depois de 50 anos na estrada, a banda Rolling Stones se prepara para a última turnê da carreira. 

De acordo com o tabloide "The Sun", os shows devem começar no ano que vem e terminar em 2012.

Uma fonte disse ao jornal que os Stones estão negociando a turnê com a produtora Live Nation. "A ideia é que os shows aconteçam em estádios. É quase certo que será a última turnê mundial da banda", disse.

A turnê de estreia do quarteto liderado por Mick Jagger foi em 1971 -- a banda nasceu em 1962 e vendeu mais de 200 milhões de discos.

Divulgação
Texto: Música: os músicos Charlie Watts, Keith Richards, Mick Jagger e Ronnie Wood, da banda Rolling Stones, posam para foto. (Divulgação) Próxima turnê de Charlie Watts, Keith Richards, Mick Jagger e Ronnie Wood deve ser a última

Fonte: FOLHA 

Geisy Arruda é estrela de videoclipe do grupo Inimigos da HP

Loira que foi expulsa da universidade aparece com vestido rosa

A mais nova empreitada da estudante Geisy Arruda já está na internet. Agora, a loira que foi expulsa da universidade no ano passado e ganhou repercussão internacional, protagoniza o videoclipe da música Regininha, da banda de pagode universitário paulistana Inimigos da HP.


O vídeo foi gravado em fevereiro e conta também com a participação de 100 fãs, que ganharam um concurso divulgado pelo Twitter. No clipe, Geisy - que aparece com um vestido rosa semelhante ao que causou o alvoroço na Uniban - samba com o refrão: "Regininha, safada, eu tô ligado que você não vale nada/ pilantra e vigarista/ vacilou, a fila andou/ agora eu tô na pista."

Regininha é o primeiro single do CD e DVD Amigos da Balada, quarto da banda paulistana, que será lançado no dia 28 de maio em apresentação no Citibank Hall.

Fonte: O ESTADO

Rappers rimam em africâner e viram fenômeno na web

Site do Die Antwoord teve 3 milhões de acessos nos últimos quatro dias.
Com letras explícitas, grupo está sendo comparado a Eminem.

Os integrantes do grupo Die Antwoord: a rapper Yo-Landi Vi$$er, o DJ Hi-Tek e o MC Ninja. (Foto: Divulgação)

Um grupo de rap sul-africano que canta na língua africâner está tomando a web com suas letras explícitas, performances provocantes e com o uso que faz do ciberespaço para promover sua música.

O site criado pelo grupo Die Antwoord (A resposta) recebeu milhões de visitas nos últimos quatro dias, paralisando o servidor no qual estava hospedado, depois de o grupo ter sido destaque em blogs.

O grupo toca a música autodescrita como "Zef" - termo em africâner que significa algo como interiorano ou provinciano -, com letras explícitas em africâner e inglês que vêm suscitando algumas reações chocadas na comunidade africâner da África do Sul, em sua maioria conservadora.

O número de fãs do grupo no site de relacionamento social Facebook dobrou nos últimos dias, e um dos vídeos do grupo já foi visto mais de 200 mil vezes no YouTube.

"Nosso site na Internet recebeu cerca de 3 milhões de visitas nos últimos dias. No primeiro dia ele entrou em pane. Tivemos que pagar 3 mil rands (US$ 391,1) ao provedor de Internet, e ficamos quebrados", disse o vocalista da banda, conhecido apenas como Ninja.

O primeiro álbum da banda pode ser ouvido no site da banda, que desde então foi transferido para um servidor americano para enfrentar o tráfego pesado.

O Die Antwoord também criou uma base grande de fãs no site de microblog Twitter. Alguns dos tweets compararam o grupo ao rapper Eminem.


Fontes: G1 - Reuters

Sob fogos, Metallica fecha show em São Paulo tocando 'Seek and destroy'

Apresentação da banda começou com a música 'Creeping Death'. Antes, o Sepultura, que comemora 25 anos de carreira, tocou.

Sob fogos, a banda norte-americana Metallica fechou o primeiro show em São Paulo por volta das 23h40 deste sábado (30) dizendo "Metallica loves you" e tocando "Seek and destroy". A banda, que tocou no estádio do Morumbi, abriu a apresentação às 21h40 com a música "Creeping Death".

Metallica se apresenta no estádio do Morumbi, em São Paulo; show começou com a música Creeping Death (Foto: Daigo Oliva/G1)

Depois da primeira música e com os fãs com punhos para o alto, gritando, o vocalista do Metallica, James Hetfield, perguntou em português: "Estão prontos?", antes de começar a segunda música, "For Whom the Bell Tolls".

Veja a galeria de fotos do show em São Paulo

As duas primeiras músicas do show são do disco "Ride the Lightning", lançado em 1984 pela banda.

O vocalista do Metallica, James Hetfield, gesticula para os fãs (Foto: Daigo Oliva/G1)

Antes do Metallica, se apresentou a brasileira Sepultura, que comemora 25 anos de carreira.

A primeira apresentação da turnê atual do Metallica no país foi em Porto Alegre, na quinta-feira (28). O Metallica se apresenta novamente na noite deste domingo (31) em São Paulo, às 20h30.

Metallica - Creeping Death

Metallica - Seek And Destroy (Seattle `89)

Fonte: G1/ Amauri Stamboroski
Postado por Angélica

Metallica faz dois shows em São Paulo no final de semana

Banda toca sábado e domingo no estádio do Morumbi. Shows misturam disco novo com repertório clássico.

O vocalista James Hetfield durante show do Metallica em Porto Alegre (Foto: Camila Domingues/Opinião Produtora/Divulgação)

Depois de abrir sua passagem pelo Brasil na quinta-feira em Porto Alegre, a banda norte-americana Metallica faz neste sábado (30) o primeiro de dois shows em São Paulo, no estádio do Morumbi. A segunda apresentação, única para a qual ainda há ingressos, será no domingo.

Parte da turnê de divulgação do disco "Death magnetic", de 2008, o show tem previsão de início para as 21h30 e abertura da banda Sepultura.

No repertório, que costuma trazer variações sutis de local para local, a banda mistura faixas do novo trabalho, como "The day that never comes", "The end of the line" e "Cyanide", a clássicos de seus quase 30 anos de carreira como "For whom the bell tolls", "Fade to black" , "One", "Master of puppets" e "Enter Sandman".

Na estrada desde outubro do ano passado, a turnê já esgotou ingressos nos EUA, Inglaterra, Suécia, Canadá, Alemanha, Bélgica, França e Holanda e, só em 2009, teve mais de 70 apresentações. O Metallica esteve no Brasil pela última vez em 1999, já vendeu mais de 100 milhões de discos e está entre as 10 bandas mais vendidas do planeta.

Metallica em São Paulo

Quando: 30 de janeiro de 2010, às 21h30 e dia 31 de janeiro de 2010, às 20h30
Onde: Estádio do Morumbi, Pça, Roberto Gomes Pedrosa, nº 1, São Paulo/SP
Quanto: R$ 150 a R$ 500


Fonte: G1

The Gossip faz shows no Brasil em março

Apresentações acontecerão em São Paulo e no Rio de Janeiro. Banda de Beth Ditto trará músicas do álbum 'Music for men'.

Beth Ditto, vocalista da banda The Gossip. (Foto: AP)

O trio americano de rock The Gossip fará dois shows no Brasil em março. As apresentações estão marcadas para os dias 19 e 20, em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente.

Formado há dez anos, em Washington, o grupo ganhou fama no Brasil com o hit “Standing in the way of control”, faixa do álbum homônimo lançado em 2006. Em sua passagem pelo país, a banda da vocalista Beth Ditto, do guitarrista Brace Paine e da baterista Hannah Blilie, apresentará músicas do disco mais recente, “Music for men” (2009).

Além do rock e dançante, misturado com arranjos eletrônicos, o Gossip também é conhecido pela polêmica. A vocalista, Beth Ditto fala abertamente sobre sua homossexualidade e demonstra não ter problemas com sua forma física. Obesa, ela já posou nua para a capa de uma revista musical inglesa e foi alvo de críticas.

Controvérsias à parte, Beth é uma das “frontwoman” mais talentosas do pop atual. É dona de uma voz poderosa – o que pode ser comprovado em faixas vigorosas como “Love and let love”, “Dimestore diamond”, “Four letter word”, além da própria “Standing in the way of control” – e tem domínio total de cena no palco.

Em 2008, o Gossip quase deu o ar da graça por aqui. A banda era atração confirmada do Tim Festival, em outubro, mas cancelou o show alegando “conflito de agendas”.

Nessa miniturnê brasileira, a banda será a principal atração do “Festival Virus Chilli Beans”, que terá também o grupo Killer on the Dancefloor e os DJs Mau Mau, Pil Marques, Du Serena, entre outros.

The Gossip - "Standing in the Way of Control" Kill Rock Stars

Gossip - Love And Let Love

The Gossip no Brasil

São Paulo
Quando: dia 19 de março
Onde: Global Room - Rua Mergenthaler 829, Vila Leopoldina, ao lado do Ceagesp.
Preços: R$ 100 inteira (primeiro lote), R$ 150 (segundo lote) e R$ 200 (terceiro lote). Estudantes pagam meia-entrada.
Informações: 3672-2366

Rio de Janeiro
Quando: 20 de março
Onde: à confirmar.
Preços: à confirmar.

Fonte: G1

Metallica marca volta ao Brasil com clássicos e pirotecnia em Porto Alegre

Show no Parque Condor reuniu mais de 20 mil, segundo a organização. Apresentação foi a primeira da turnê de 'Death magnetic' no Brasil.


O primeiro show da banda norte-americana Metallica em seu retorno ao Brasil após quase 11 anos reuniu mais de 20 mil pessoas no Parque Condor, em Porto Alegre. Em pouco mais de duas horas de espetáculo, a banda mostrou porque é um dos principais nomes na história do metal.

Anteriormente agendado para o estádio do São José, o local foi alterado devido a problemas de regularização junto ao Corpo de Bombeiros. A chuva que caiu no início da tarde em Porto Alegre parou antes da abertura dos portões, às 17 horas, mas deixou de herança ao público um lamaçal que acompanharia todos os fãs durante a noite de quinta-feira.

Quem não conhecia ficou impressionado com a Hibria, banda local que abriu a noite do metal em Porto Alegre. Com turnês pela Ásia, Europa e América do Norte no currículo, o quinteto mostrou porque está consolidando seu nome no cenário do metal internacional. Nos exatos 45 minutos entre a abertura com “Tiger punch” e o encerramento com “Steel lord on wheels”, a banda despejou um power metal vigoroso, deixando o palco ovacionada pelo público já aquecido para a atração principal.

Metallica abre com trinca do disco “Ride the lightining” e fãs alucinam

Às 21h50, o silêncio recheado de expectativa foi quebrado subitamente pela projeção no telão de uma cena do clássico faroeste “Três homens em conflito" ("The good, the bad and the ugly"), e sua trilha “The ecstasy of gold”, que costuma abrir os shows da banda. James Hetfield (vocal e guitarra), Kirk Hammett (guitarra), Robert Trujillo (baixo) e Lars Ulrich (bateria), os quatro aguardados cavaleiros do apocalipse, entraram no palco e deixaram o público em ebulição imediata, abrindo o setlist com “Creeping death” – a exemplo dos shows anteriores da World Magnetic Tour no continente. Na sequência, outra clássica, “For whom the bell tolls”. Quando ninguém mais esperava por outra do disco “Ride the lightning”, de 1984, a própria faixa-título foi executada – uma raridade nos shows da banda.

O primeiro show do Metallica aconteceu na noite desta quinta-feira (28) em Porto Alegre, a primeira parada da banda no país. Para os fãs, a turnê é uma volta às origens.

A seguir, como um maestro diante de milhares pessoas hipnotizadas, o vocalista James Hetfield invocou uma celebração que pegou a todos de surpresa. Queria que todos comemorassem ao máximo esta, que seria a primeira passagem do Metallica por Porto Alegre. Aparentemente, o show de 1999 no Jóquei Clube da cidade não ficou em sua memória. Mas o show seguiu, petardo após petardo. “The memory remains”, do álbum “Reload” foi a próxima, e colocou todo o público para cantar. A seguir, “Fade to black”, outra que jamais faltaria. Então, o quarteto abriu alas para apresentar as novas músicas, do disco “Death magnetic”, lançado em 2008.

O vocalista e guitarrista do Metallica James Hetfield considerou o show como primeira passagem do Metallica por Porto Alegre, aparentemente esquecendo da apresentação na cidade em 1999. (Foto: Camila Domingues/Opinião Produtora)

Músicas do novo álbum têm aprovação imediata

A escolha do repertório deixou muito clara uma tentativa de aproximação entre o trabalho mais recente e a fase clássica dos anos 80, quando o Metallica moldou o gênero e se transformou no maior expoente mundial do thrash metal junto com bandas como Anthrax, Slayer e Megadeth. Também fica óbvio o objetivo de esquecer o período conturbado que quase pôs fim à banda, após a saída do baixista Jason Newsted em 2001. Nenhuma faixa do disco St. Anger, de 2003, foi executada. Visto com restrições pela maior parte dos fãs, tal trabalho virou marco de um período de dificuldades e reconstrução. Tanto a banda quanto o público sabem disso, e tal ausência não foi sentida.

“That was just your life”, “The end of the line” e “The day that never comes” foram tocadas na sequência, com o público cantando junto e mostrando que o novo material está definitivamente aprovado. Então James perguntou se sua audiência queria peso. Com a resposta positiva, o quarteto tirou da manga o que possui de sobra: clássicos. “Sad but true”, “Master of puppets” e “Battery”, intercaladas pela recente e já consagrada “Cyanide” trouxeram o Parque Condor abaixo. Entre elas, a épica “One” abusou da pirotecnia, com chamas, sons de bombardeio e fogos de artifício sincronizados à música sendo lançados de trás do palco.

Para acalmar os ânimos, chegou a vez de “Nothing else matters”, seguida por outra do histórico disco preto de 1991, “Enter Sandman”. Após essa – talvez a música mais emblemática da banda para o grande público – o palco foi abandonado. Seria o fim?

No bis, banda resgata primórdios e Hetfield confirma “primeira vez”

Todos sabiam que não. Na escuridão do palco, o guitarrista Kirk Hammett puxou o riff de “The frayed ends of sanity”, outra de rara execução. Apesar do fiel coro dos fãs, que demonstravam conhecer cada detalhe das canções mais obscuras, a escolha para abrir o retorno da banda ao palco foi a cover de Misfits, “Die, die my darling”. Então, um álbum que ainda não havia sido devidamente contemplado, veio à tona para tranquilizar os mais exigentes. Para quem conheceu o Metallica já no disco “Kill ‘em all”, de 1983, o presente chegou com “Phantomlord”, mais uma música que há décadas não era garantida no repertório.

O público sabia que viria mais, e “Seek and destroy” foi o grito uniforme nos últimos momentos da noite. James Hetfield voltou a celebrar a grande estreia do Metallica em Porto Alegre. “Como é nossa primeira vez aqui, vamos tocar algo simples, mas pesado”. Ao fundo, um Hammett constrangido acenava para o público mostrando os dois dedos, talvez confirmando que lembrava de 1999. Sem problemas: “Seek and destroy” veio, e todos ficaram satisfeitos. Para os fãs que sempre querem mais, o riff de “Wasting my hate” foi executado. Mas só uma vez, e tudo se acabou. Assim, “Load”, disco de 1996, também ficou órfão.

Já com o show finalizado, um membro da equipe da banda é alvo de tortadas e abraços. James explica tratar-se do “presidente do Metallica”, Zach Harmon, o homem por trás das cortinas. Palhetas e baquetas lançadas ao público, Trujillo e Hammett agradecem em português, e Lars chega para consertar as coisas. “Ei, só eu acho que não devemos esperar mais onze anos para tocar aqui em Porto Alegre?” O público concorda.

O quarteto vai embora para São Paulo, que o aguarda para dois shows, sábado (30) e domingo (31). Se James esqueceu 1999, pode também esquecer 2010. Os fãs de diversas partes do Brasil que estiveram em Porto Alegre nesta noite de quinta-feira o perdoam, não se importam, e não esquecerão.

Metallica - Cyanide (New song from "Death Magnetic") (live)


Setlist

Creeping death
For whom the bell tolls
Ride the lightning
The memory remains
Fade to black
That was just your life
The end of the line
The day that never comes
Sad but true
Cyanide
One
Master of puppets
Battery
Nothing else matters
Enter Sandman

Die, die, my darling
Phantomlord
Seek and destroy

Fontes: G1/Antenor Savoldi Jr. - TV RBS-Globo

'The Rev', encontrado morto em sua casa

James Sullivan, conhecido como 'The Rev', tinha 28 anos.
Polícia de Orange County investiga as causas da morte.


Baterista do Avenged Sevenfold foi encontrado morto em sua casa no sul da Califórnia. (Foto: Reprodução/MySpace)

O baterista da banda Avenged Sevenfold, James Owen Sullivan, foi encontrado morto em sua residência na Califórnia, nos EUA, de acordo com a polícia local.

O chefe da polícia, John Domingo, afirmou que o músico de 28 anos, conhecido como “The Rev”, pode ter morrido de causas naturais na segunda-feira (28) em Huntington Beach, no sul da Califórnia. As causas da morte, contudo, serão investigadas pela polícia de Orange County.

A banda Avenged Sevenfold foi formada em 1999 na cidade de Huntington Beach e recebeu o prêmio de “melhor novo artista” no Video Music Awards da MTV em 2006. De acordo com a página do quinteto no MySpace, o grupo trabalhava no seu quinto álbum.

O grupo divulgou um comunicado na segunda-feira (28), expressando sua tristeza com a morte do colega. Eles disseram que Sullivan era “um dos melhores bateristas do mundo” e um “grande amigo“




Fontes: G1- AgInt

Guns N' Roses confirma cinco shows no Brasil em 2010

Apresentações da banda de Axl Rose ocorrem em março no país.
Turnê passa por Brasília, BH, São Paulo, Rio e Porto Alegre.

Axl Rose durante show do Guns N'Roses (Foto: Divulgação)

A banda Guns N' Roses fará cinco shows no Brasil em março de 2010. As apresentações e datas foram confirmadas nesta terça-feira (22) pela produtora Time For Fun.

A passagem do grupo pelo Brasil - primeira desde o show no Rock in Rio 3 de 2001 - começa por Brasília (7/3), segue para Belo Horizonte (10/3), São Paulo (13/3) e Rio de Janeiro (14/3) e se encerra em Porto Alegre (16/3).

As vendas dos ingressos serão feitas a partir de janeiro em duas etapas, primeiro para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners, e uma semana depois para os demais interessados. As datas de pré-vendas e vendas abertas das entradas são respectivamente: Brasília (11/1 e 18/1), Belo Horizonte (13/1 e 20/1), Rio de Janeiro (15/1 e 22/1), Porto Alegre (18/1 e 25/1) e São Paulo (20/1 e 27/1). Outras informações serão divulgadas em breve pela produtora.

Os shows fazem parte da turnê de divulgação do álbum "Chinese democracy", lançado em novembro de 2008. Além das faixas do novo trabalho, o repertório das apresentações inclui clássicos antigos da banda, como "Sweet child o'mine", "November rain" e "Welcome to the jungle".

Da formação clássica do Guns N' Roses, apenas o vocalista Axl Rose e o tecladista Dizzy Reed ainda integram a banda. Os outros músicos são Tommy Stinson (baixo), Bumblefoot (guitarra), Chris Pitman (teclados e baixo), DJ Ashba (guitarra), Richard Fortus (guitarra e violão) e Frank Ferrer (bateria).

Fonte: G1

AC/DC fala a 'língua do rock'n'roll' e encanta o público em São Paulo

Veteranos do hard rock tocaram hits e faixas do novo 'Black ice'.
Show de 2 horas teve boneca inflável e strip tease de Angus Young.


Brian Johnson, 62, à frente da locomotiva do AC/DC em São Paulo (Foto: Keiny Andrade/AE)

Símbolo máximo da juventude e de rebeldia contra a mesmice, o rock'n'roll nunca combinou muito bem com a ideia de envelhecimento. Mas 36 anos depois de plugar o mundo em seu hard rock de altíssima voltagem, o AC/DC parece longe de dar sinais de que esteja perdendo energia.

Diante de um Morumbi lotado - estima-se que ao menos 65 mil ingressos tenham sido vendidos -, a banda formada na Austrália pelos irmãos escoceses Angus e Malcolm Young subiu ao palco às 21h35 e fez uma apresentação de exatas duas horas de duração, com direito a explosões, muito suor e um mar de chifrinhos luminescentes que fizeram as arquibancadas do estádio brilhar do começo ao fim do espetáculo. No palco, um show à parte de luzes e tecnologia: telões em alta definição exibiam trechos de animações e imagens em estilo de videogame, e um conjunto de mais de 200 caixas de som proporcionavam um volume raramente ouvido em estádios.

O repertório, sem surpresas, foi praticamente o mesmo que vem sendo apresentado na turnê de "Black ice", 15º e mais recente álbum de estúdio do grupo, que, apesar de lançado só em outubro de 2008 e de trazer poucas novidades, foi simplesmente o segundo disco mais vendido daquele ano.

Apoiado nas mesmas músicas - "Back in black", "Highway to hell", "T.N.T" - e no mesmo figurino - Angus ainda não desistiu de se vestir como um colegial rebelde de bermuda e gravata (verde-e-amarela, para a ocasião) -, o AC/DC não inventa moda. Faz um rock sem firulas, de riffs poderosos e a cozinha de baixo e bateria muito bem marcada.

Há 13 anos sem visitar o país - a última vez foi em 1996, e a primeira no Rock in Rio de 1985 -, o vocalista Brian Johnson não fez questão de dizer que "amo muito vocês" ou de ficar papagaindo frases decoradas. "Não sabemos português, mas falamos uma língua que todo mundo é capaz de entender: rock'n'roll", avisou logo no início do show, que abriu com "Rock'n roll train", faixa do disco novo, dona de um dos riffs mais grudentos de toda a discografia do AC/DC (e não são poucos).


O guitarrista Angus Young, 54, com o tradicional uniforme de colegial e uma gravata verde-e-amarela (Foto: Keiny Andrade/AE)

A metáfora da locomotiva roqueira ou da máquina de guerra que não pode parar inspira não só os cenários do show, com direito a um trem de 6 toneladas e diversos canhões no palco, como traduz a própria perfomance de Johnson e Angus. Pouco se lixando para a barriguinha saliente ou para a calvície típicas dos seus bem mais que 50 anos de idade, vocalista e guitarrista concentram praticamente todas as atenções do público, ora correndo pelo palco de 78 metros de largura, ora incorporando o guitar hero em um solo de quase 10 minutos numa plataforma elevada na passarela projetada sobre o público.

Em um dos pontos mais altos do show, ao som da blueseira "The Jack", de 1975, Angus faz um strip tease, ficando só de bermudas e com sua inseparável Gibson SG até o final do espetáculo. Sem ter nem sombra do sex appeal de um Mick Jagger, a intenção é menos de sensualidade e mais de fanfarrice. Suas musas não são top models, mas garotas sujas e de seios fartos como Rosie, a conhecida boneca inflável gigante que a banda traz de volta ao palco, desta vez de calcinha e cinta-liga, simulando sexo com a locomotiva do cenário durante a clássica "Whole lotta Rosie".

O público delira, canta junto, bate palminhas e espanta a chuva que ameaçava cair. Nos telões, uma fã mais empolgada levanta a camiseta e mostra o sutiã.

Como há três décadas, o show do AC/DC é um grande teatro. Fala de sexo, de inferno, de trovão e de todos os clichês associados ao imaginário do gênero. Parece fácil de fazer - como o parecem os solos de Angus ou a bateria e baixo econômicos de Phil Rudd e Cliff Williams -, mas poucos são capazes de repetir e com tamanha propriedade. O ano é 2009, mas a velha máxima continua valendo: é só rock'n'roll, mas (quando é bom mesmo) a gente gosta.

Confira abaixo o repertório completo do show:

1. "Rock'n roll train" - de "Black ice" (2008)
2. "Hell ain't a bad place to Be"- de "Let there be rock" (1977)
3. "Back in black" - de "Back in black" (1980)
4. "Big Jack" - de "Black ice" (2008)
5. "Dirty deeds done dirt cheap" - de "Dirty deeds done dirt cheap" (1976)
6. "Shot down in flames" - de "Highway to hell" (1979)
7. "Thunderstruck" - de "The razor's edge" (1990)
8. "Black ice" - de "Black ice" (2008)
9. "The Jack" - de "T.N.T." (1975)
10. "Hells bells" - de "Back in black" (1980)
11. "Shoot to thrill" - de "Back in black" (1980)
12. "War machine" - de "Black ice" (2008)
13. "Dog eat dog" - de "Let there be rock" (1977)
14. "You shook me all night long" - de "Back in black" (1980)
15. "T.N.T." - de "T.N.T." (1975)
16. "Whole lotta Rosie" - de "Let there be rock" (1977)
17. "Let there be rock" - de "Let there be rock" (1977)

BIS

18. "Highway to hell" - de "Highway to hell" (1979)
19. "For those about to rock (We salute you)" - de "For those about to
rock" (1981)





Fontes: G1 - TV Globo

Alta voltagem do AC/DC leva 70 mil ao Morumbi

Show tem tudo para ser um dos melhores do ano; turnê 'Black Ice' vendeu 2 milhões de ingressos no mundo

Angus Young e seus característicos terno e gravata prometem rock de qualidade no Morumbi/Guido Karp

SÃO PAULO - É o último grande show do ano. Tem tudo para ser o melhor grande show do ano. E o que é pior: não tem mais ingresso, só na mão de cambista. Uma das cinco turnês mais lucrativas do ano, segundo a Pollstar (as outras quatro são U2, Bruce Springsteen e Coldplay), a banda australiana AC/DC desembarcou nesta sexta-feira, 27, para um concerto único no País - fato misterioso, já que a Argentina, com poder aquisitivo em queda, terá três shows do grupo logo a seguir, no Estádio do River Plate. São esperadas 65 mil pessoas no Estádio do Morumbi, e o show começa às 21h30.

AC/DC, para quem gosta de rock’n’roll, não tem margem de erro. Para quem não gosta, no entanto, pode ser uma tortura. Literalmente. Um relatório de novembro de 2008 do Senate Armed Services Committee dos EUA mostrou que os prisioneiros da Base de Guantánamo eram torturados sendo submetidos durante horas (às vezes dias) à música incessante de AC/DC, Rage Against the Machine, Nine Inch Nails, Marilyn Manson e... Britney (entre outros).


AC/DC,d esrquerda para a direita: Brian Johnson, Malcolm Young, Phil Rudd, Angus Young e Cliff Williams, ao vivo, em Tacoma, Washington, 31 de agôsto de 2009.

O AC/DC é uma das forças mais íntegras (e influentes) do rock pesado. Sabe aquele filme A Escola do Rock, com o Jack Black? Adivinhem qual é a música e a banda que o "professor" Dewey Finn (Black) escolhe para seu grupo fazer uma cover no final? It’s a Long Way to the Top (If You Wanna Rock’n’ Roll), do AC/DC. Além disso, incluíram na trilha sonora as músicas Back in Black e Highway to Hell (sem tirar o terninho com gravatinha típico do Angus Young).

It's a long way to the top if you wanna (rock and roll) AC/DC Lyrics


A atual turnê do AC/DC, intitulada Black Ice (título do disco de inéditas que lançaram pela Sony BMG em 2008), traz de volta aos palcos os gigantes do hard rock após oito anos de ausência. É uma superprodução que lotou todos os lugares onde se apresentou e vendeu cerca de 2 milhões de ingressos mundo afora. A última vez que o AC/DC tocou no País foi em 1996, no Estádio do Pacaembu. Brian Johnson (vocal, de 62 anos), os irmãos escoceses Angus Young (guitarra, 54 anos) e Malcolm Young (guitarra, 56 anos), Cliff Williams (baixo, 60 anos) e Phil Rudd (bateria, 55 anos) fazem seu circo do rock num palco de 78 metros de comprimento por 21 metros de profundidade e dividem a cena com uma locomotiva real de seis toneladas (que se move durante a apresentação).

O trem desgovernado do hard rock é uma potência da música. Só nos EUA, o grupo vendeu mais de 70 milhões de álbuns. Como é que o piloto de carros amador Brian Johnson continua berrando daquele jeito aos 62 anos? Brian entrou para o AC/DC após a morte do cantor original, Bon Scott, em 1980. Tornou-se uma espécie de standard do rock (o primeiro disco que gravou com o novo grupo só vendeu menos que Thriller, de Michael Jackson). Mas quase que ele não aceita o convite. Johnson era vocalista da banda Geordie. Mas, ao receber o convite, conta que pensou duas vezes.

"No fim, eu só fui porque tinha outro trabalho agendado em Londres. Era um anúncio para a Hoover. Eles me deram 350 libras, a maior grana que tinha ganhado na vida de uma vez só", contou. Brian contou a história em entrevista a The Scotsman, e falou também sobre a longevidade do AC/DC. "Para ser honesto, não consigo nos ver parando. É nossa vida, de todos nós na banda."

A primeira visita do AC/DC ao Brasil ocorreu no primeiro Rock in Rio, em 1985. A turnê do álbum Ballbreaker trouxe o grupo de volta ao país 11 anos mais tarde. Ao ser anunciado este novo show no Morumbi, os fãs fizeram filas logo nas primeiras horas da manhã nos pontos de venda e esgotaram os ingressos rapidamente.

No total, foram necessárias 55 carretas para transportar toda a estrutura do espetáculo, com sistema de som e luz jamais vistos no País. A Time for Fun, que realiza o show, informa que a estrutura é maior do que a da cantora Madonna, concerto realizado no ano passado no Brasil. Para montar e desmontar tudo, são utilizados 4 guindastes (um de 50 toneladas, um de 90 toneladas e dois de 120 toneladas) e 12 empilhadeiras (uma de 5 toneladas e outras 11 de 3,5 toneladas).

Não é uma banda para meias emoções, pode ter certeza. No dia 2 deste mês, um fã do AC/DC, James Ivison, de 37 anos, de Winnipeg, foi condenado a quatro anos de cadeia por ter esfaqueado um sujeito de 22 anos nas imediações de sua casa, segundo informou o Winnipeg Sun. O motivo: o esfaqueado estaria "ofendendo a honra do AC/DC". O atacado não morreu, as cinco facadas que levou não atingiram órgãos vitais.

O último show dessa turnê Black Ice está marcado para o dia 16 de março em Osaka, no Japão. O álbum Black Ice (Sony BMG) sucedeu ao grande sucesso Stiff Upper Lip, de 2000 (o 15° disco do grupo que foi o 5° álbum mais vendido dos EUA). Foi produzido por Brendan O'Brien no Warehouse Studio de Vancouver, e traz 15 novas composições da banda. Além de tocar as músicas inéditas deste álbum, o grupo promete uma retrospectiva de seus 36 anos de carreira - desde o remoto início em Sydney, Austrália.

Fonte: O ESTADO/ Jotabê Medeiros

Show do U2 será transmitido pela internet nesta madrugada

Canal da banda no YouTube irá mostrar performance em Los Angeles ao vivo, a partir das 1h30 (em Brasília)

Canal da banda no Youtube



Montagem do palco da turnê U2 360 em Los Angeles, na quinta-feira. Foto: Reuters


SÃO PAULO - Fãs do U2 do mundo inteiro poderão conferir na madrugada deste domingo, 25, o show da banda irlandesa em Los Angeles, na Califórnia, através do YouTube. A partir das 1h30 (horário de Brasília), a performance no estádio de Rose Bowl - cujos 96 mil pessoas estão esgotados - será transmitida em cinco continente pelo canal do grupo no site.

"Faz tempo que a banda queria fazer algo assim", disse o empresário do U2, Paul McGuinness. "Como vamos filmar o show em Los Angeles, será a oportunidade perfeita para levar a festa para além do estádio. Os fãs frequentemente viajam longe para vir assistir ao U2; desta vez é o U2 que irá até eles, em todo o mundo."

A banda responsável por sucessos como "Beautiful Day" e "Sunday Bloody Sunday" começou a turnê U2 360 em Barcelona em junho e garantiu público grande nas apresentações, usando um palco circular que pode ser visto desde todos os lados. Após a transmissão ao vivo, estarão disponíveis replays do show.

O YouTube vem tendo uma relação incômoda com a indústria das gravadoras, que argumentam que os sites populares de relacionamento social e vídeos online deveriam pagar mais pelo direito de transmitirem shows dos artistas que têm contrato com as gravadoras. Ao mesmo tempo, as gravadoras reconhecem a importância de manter sua presença nos sites que ajudam a moldar os gostos musicais dos fãs jovens.

U2 Miss Sarajevo LIVE Milan



Fonte: O ESTADO

U2 transmite show ao vivo via internet para fãs do mundo inteiro

Show do U2 será apresentado ao vivo no Youtube,domingo,às 15:30 horas

Bono Vox e The Edge na abertura da turnê '360º', em Barcelona, na Espanha - Kevin Mazur / Reprodução

RIO - Com os 96 mil ingressos esgotados para o show que vai fazer no próximo domingo em Pasadena, na Califórnia, o U2 resolveu dar uma colher de chá para os fãs de várias partes do mundo. A apresentação será transmitida a partir das 20h30 de lá (15h30, pelo horário de Brasília) por completo ao vivo através do canal da banda no YouTube . É a primeira vez que um show desse porte é exibido em tempo real na internet.

Pearl Jam comemora lançamento de álbum independente

Banda de Seattle lançou 'Backspacer' no dia 20 de setembro. Primeiro single do disco tem sido destacado como 'otimista'.

Eddie Vedder, líder da banda Pearl Jam. (Foto: AP)

"Superlegal". "Surpreendentemente otimista". Essas frases não são usadas normalmente para falar do Pearl Jam, banda que se aproxima dos 19 anos de existência com 30 milhões de álbuns vendidos e um rock angustiado.

Mesmo assim, essas palavras estão sendo usadas para descrever "The fixer", primeira música do nono álbum da banda de Seattle, "Backspacer". A canção é um rock agitado ao estilo dos anos 1980, escrito pelo baterista Matt Cameron.

Não é culpa de Cameron, do vocalista Eddie Vedder, do baixista Jeff Ament ou dos guitarristas Stone Gossard e Mike McCready que eles estejam sorrindo mais do que o normal.

Pearl Jam libera novo álbum na web

Banda disponibiliza ‘Backspacer’ para audição no My Space, dois dias antes do lançamento oficial nos EUA


Capa do disco 'Backspacer'Divulgação

O grupo de Seattle, Pearl Jam, liberou 10 das 11 faixas do nono álbum de estúdio ‘Backspacer ‘para streaming no My Space da banda. A única música que ficou de fora, ‘The End’ já está disponível no YouTube em uma versão ao vivo.

Uma outra informação sobre ‘Backspacer’: a íntegra do disco aparecerá na loja do Rock Band para download neste domingo, 20, simultaneamente à chega às lojas, segundo confirmaram os sites Harmonix e MTV Games.

Na plataforma Xbox 360 o download poderá ser feito no mesmo dia. Já para os usuários de Wii, o conteúdo estará disponível no dia 22 e para PlayStation 3, na quinta, dia 24.



Fontes: O ESTADAO -

Jake Brockman,tecladista da banda Echo and the Bunnymen morreu na última terça-feira

Jake Brockman, 53, antigo tecladista da banda Echo and the Bunnymen morreu na última terça-feira (1º) após sua motocicleta colidir com uma ambulância na Ilha de Man, no Reino Unido.

Jake Brockman acompanhava a banda desde a década de 80

Conhecido pelos fãs da banda como o "quinto bunnyman", Brockman acompanhava a banda desde os anos 1980 e se tornou um integrante oficial do grupo em 1989, mesmo ano em que Pete de Freitas, o primeiro baterista da banda, morreu em um acidente parecido.

Em um comunicado, seus familiares e a mulher, Sally Mundy, afirmaram que Brockman era um entusiasta por motocicletas.

"A música era um aspecto central na vida de Jake", diz também o comunicado.

O acidente ainda está sendo investigado pelas autoridades locais.

Fontes: FOLHA- BBC NEWS

Blue Man Group faz versão de "Detalhes", de Roberto Carlos

Blue Man Group faz versão de "Detalhes", de Roberto Carlos

Em cartaz no Credicard Hall, em São Paulo, até o dia 20 de setembro, o grupo preparou homenagem aos 50 anos de carreira do Rei Roberto Carlos




Blue Man Group - The Complex Tour - Time to Start

U2 quebra recorde de público em show no Reino Unido

Em turnê pela Europa com seu palco em 360º, os irlandeses do U2 anotaram mais um feito em sua carreira.

A banda, que se apresentou no lendário estádio de Wembley, no Reino Unido, na noite dessa sexta-feira (14), obteve o maior número de espectadores da história do local: 88 mil pessoas.

De acordo com o site ContactMusic, a estrutura montada pela banda, que posiciona o palco no centro do campo, proporcionou o recorde. O número anterior era do roqueiro Rod Stewart, que fez show para 83 mil pessoas, em 1995.

Arquitetado por Mark Fisher, a estrutura adotada pelo U2 nesta turnê custa em torno de US$ 30 milhões.

Fonte: Terra

Deep Purple fez show em ruínas romanas no Líbano

Deep Purple emploga público libanês

A banda britânica de rock Deep Purple empolgou o público que compareceu ao show realizado neste sábado entre as ruínas romanas de Baalbeck e junto a uma exposição que mostra as "façanhas" do Hisbolá.

No marco do Festival Internacional de Baalbeck, o grupo, formado no final dos anos 60, fez uma apresentação de mais de uma hora e meia sem intervalo e causou delírio entre os espectadores, a maioria jovens e adolescentes.

A cidade de Baalbeck, erguida originalmente pelos fenícios em honra do deus da chuva e da fecundidade, foi um dos principais assentamentos romanos na região e atualmente é um dos conjuntos monumentais mais bem conservados do mundo.

No verão (hemisfério norte) libanês o festival faz sucesso. Esta edição inclui uma exposição das imagens sobre as atuações da resistência islâmica, o braço armado do Hisbolá, o grupo xiita libanês, sobretudo durante o conflito com Israel em 2006.



Fonte: UOL

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