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Facebook lança "nova cara" para perfis de usuários

O site Facebook lançou um novo formato de perfil para usuários que desejarem renovar a sua página de apresentação na rede social.

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, anunciou as mudanças numa entrevista à rede CBS/Eric Risberg/AP

Entre as principais novidades do novo perfil, está a possibilidade de acrescentar uma pequena biografia, em tópicos, na parte superior da página, logo acima de um carrossel com as últimas fotos em que o usuário foi marcado.

Ao explicar as mudanças no site, um dos engenheiros do Facebook, Josh Wiseman, disse aos usuários que as mudanças "tornarão mais fácil contar a sua história e conhecer os seus amigos".

Na nova versão, os inscritos no Facebook poderão dar mais detalhes sobre o tipo de atividade em que estão envolvidos, incluindo projetos específicos na área profissional.

Alguns analistas avaliam que as modificações têm como finalidade aumentar a competitividade do Facebook em relação à rede LinkedIn, voltada para contatos profissionais, que conta com 85 milhões de usuários. O Facebook tem 500 milhões de usuários.

Os interessados no novo perfil devem ativar a "cara nova" da página pelo link http://www.facebook.com/about/profile.

Entrevista com Zuckerberg

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, fez o anúncio da novidade durante uma entrevista veiculada para o público americano na rede de televisãoCBS, no domingo.

Na entrevista, Zuckerberg falou sobre ter recusado a venda do Facebook em 2006 para o Yahoo, que, na época, fez uma oferta de U$ 1 bilhão.

"Acho que, naquele momento, muita gente pensou que deveríamos ter vendido a companhia", afirmou. "Agora, acho que, em geral, as pessoas acham que foi uma boa decisão (não ter vendido)."

Zuckerberg também rebateu as críticas feitas ao site por conta de questões envolvendo a privacidade e disse que jamais venderia informações sobre os seus usuários.

"Os anunciantes que usam o site nunca têm acesso à informação dos usuários. É contra as nossas políticas que um aplicativo compartilhe informações com os anunciantes", afirmou o empresário.

A vida de Zuckerberg e a expansão do Facebook - incluindo as ações legais movidas por seus supostos co-criadores - são o tema do filmeA Rede Social, dirigido pelo americano David Fincher.

O longa, que ficou duas semanas como o mais visto nos Estados Unidos, já arrecadou US$ 180 milhões (R$ 302 milhões) em todo o mundo.

Agora é possível acrescentar uma pequena biografia, em tópicos, na parte superior da página, logo acima de um carrossel com as últimas fotos em que o usuário foi marcado

Fontes: FOLHA - Agências

Evento luta por transparência de governos na internet

Maratona hacker busca transparência dos governos

Curioso para saber quais eram os deputados mais votados por zona eleitoral do Distrito Federal em 2006, o cyberativista Ricardo Poppi foi ao site do TSE e descobriu que teria que ver a votação de cada um deles em 17 zonas.

Seria um trabalho hercúleo para tentar verificar a informação de que haveria currais eleitorais em algumas partes de Brasília.

Poppi, que é hacker, passou cerca de 12 horas para conseguir baixar as informações do TSE e cruzá-las com o Yahoo Maps. Disso resultou o site Xerifes do DF, em que o se pode conseguir facilmente a informação que tanto custou a Poppi conseguir.

É um drama comum para jornalistas e pesquisadores. Informações que são públicas e estão disponíveis na web em sites de governos, são de difícil usabilidade: no mais das vezes não se pode cruzá-las e nem indexá-las. Não se pode resignificá-las.

Por esse motivo, centenas de pessoas se reúniram neste sábado (4), no Brasil e no mundo, na primeira maratona hacker em escala mundial cujo objetivo é cobrar dos governos que deem transparência e usabilidade a dados que são ou deveriam ser públicos.

Centenas de cidadãos de cerca de 30 países anunciaram no site do Open Data Day que participariam. O evento é descentralizado e tem o objetivo de trocar informações e desenvolver aplicativos que possam fazer outros sites como o de Poppi.

"Pedimos aos governos que deem informação de um jeito estruturado. Em vez de mostrar um milhão de gráficos e tabelas, que eles permitam que a sociedade produza essas informações. Ela atribui valores diferentes", afirma Daniela Silva, uma das organizadoras da maratona.

"Todo mundo deve ter acesso à informação. É um direito fundamental e o Estado tem obrigação de fornecer essa informação de modo a que qualquer cidadão possa usar", diz Pedro Belasco, membro da comunidade Transparência Hacker.

Os cyberativistas brasileiros avaliam positivamente a transparência orçamentária do governo federal na web, mas afirmam que ela não deve se restringir à questão financeira, e sim se estender a qualquer dado sobre gestão.

E vão além: "Por que é possível declarar o Imposto de Renda pela internet, mas não é possível marcar uma consulta médica no SUS pela rede?", questiona Daniela.

Fonte: Fernando Gallo/FOLHA

Mapa mostra em tempo real países que mais usam Twitter

No histórico do site, criado em 1º de novembro, Brasil aparece em quarto lugar com 6% das mensagens publicadas no microblog

Áreas com cores quentes, como rosa, mostram áreas que mais enviam tweets

Como pingos de chuva, as mensagens postadas pelos habitantes de diversos países do mundo caem sobre um mapa virtual desenvolvido pela Frog Design com a tecnologia HTML5. Ele mostra, em tempo real, quais países do mundo mais publicam mensagens por meio do Twitter.

O internauta pode acompanhar as manchas sobre o mapa (quanto maiores e com cores mais quentes, mais mensagens publicadas no microblog na região) que pode ser mostrado como um mapa comum, mapa de satélite e até uma versão em 3D (que depende do uso de óculos 3D feitos de papel celofane).

Entre as áreas que mostram maior concentração de mensagens publicadas, estão a costa leste dos Estados Unidos (37%), a Indonésia (16%) e o Reino Unido (10%). O Brasil, segundo o histórico do site, aparece em quarto lugar entre os países que mais enviaram mensagens desde que o mapa foi criado, com 6% do total.

De acordo com a equipe que criou o mapa, desde o início de novembro, mais de 2 milhões de mensagens foram publicadas no Twitter a partir de 202 países. Para mostrar os dados no mapa, o site usa informações de geolocalização das mensagens colhidas a partir da interface de programação de aplicativos (API) do Twitter e, em alguns casos, do Yahoo! Placemaker.

Saiba mais: iG mostra em infográfico como funciona a tecnologia 3D

Fonte: Claudia Tozetto/IG Tecnologia

O fim do jornal impresso

Ross Dawon atribui tendência ao avanço de telefones celulares, computadores, tablets, e-readers e a própria ida do conteúdo para a plataforma online

São Paulo – Conhecido como "futurista", o australiano Ross Dawon estima má notícias para os jornais. Ele prevê, por meio de gráfico, que em 2017 os veículos impressos estarão extintos nos EUA, fato que deverá acontecer dois anos depois no Reino Unido, Islândia e Canadá. A informação é do blog The Wall.

Para Dawon, jornais impressos darão lugar às versões digitais das publicações/Divulgação/Amazon

Dawon atribui a previsão negativa ao avanço de telefones celulares, computadores, tablets, leitores digitais e a própria ida do conteúdo para a plataforma online.

Além da tecnologia, o australiano cita também a economia como fator importante no processo de mudança.

Entretanto, a previsão do australiano é menos drástica para mercados menos desenvolvidos. Países como Argentina e Mongólia, por exemplo, devem manter viva a aposta nos impressos até 2040, segundo ele.

Fontes: EXAME - THE WALL

Campanha eleitoral na internet ganha peso e gera polêmica

Internet tem peso na campanha eleitoral

Livre de restrições que vigoraram até o ano passado, a campanha eleitoral na internet ganhou espaço na disputa presidencial brasileira e obrigou assessores de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) a traçar estratégias para o uso de ferramentas virtuais.

Mas, na briga online por votos, as duas campanhas também trocam farpas e concordam que o uso eleitoral da web tem seu "lado B": a propagação de mensagens de tom acusatório, ofensas e boatos.

Na avaliação de Manoel Fernandes, diretor da Bites, consultoria especializada em redes sociais, as eleições deste ano mostram "o quanto a internet pode contribuir para criar percepções que não necessariamente estão alinhadas com os fatos".

Segundo Fernandes, todo o debate em torno da posição religiosa de Dilma e de Serra, incluindo a posição de ambos em relação ao aborto, "foi construído na internet".

"Foi ali, na web, que essa discussão ganhou uma proporção que nem as campanhas esperavam", diz.

Palco livre

Com debates engessados na televisão e um horário eleitoral cada vez mais parecido com uma peça publicitária, especialistas avaliam que a internet acabou se transformando em um palco "mais livre" para as discussões típicas da época de campanha.

"Em microblogs como o Twitter, por exemplo, o eleitor pode não apenas expressar sua opinião, mas também fazer cobranças diretamente aos candidatos. É um novo tipo de relacionamento", diz Fernandes.

Segundo o Ibope, cerca de 45 milhões de pessoas têm acesso à internet no Brasil, e estima-se que, desse total, pelo menos 65% utilizem algum tipo de rede social, como Orkut, Facebook e Twitter.

Os especialistas costumam lembrar que nem todo esse público costuma usar a internet para acompanhar as eleições, mas que existem subgrupos, mais ativos, que acabam funcionando como "cabeças de rede" - muitas vezes originando e distribuindo informações sobre os candidatos, por contra própria.

Acusações

Diante do impacto da mobilização online no processo eleitoral, os coordenadores de internet de Dilma e Serra concordam que um dos principais desafios da campanha no mundo virtual é evitar o que chamam de "excessos" - ou seja, a disseminação de agressões e boatos.

Para Soninha Francine (PPS), que coordena a comunicação de Serra no mundo virtual, a internet "sempre teve um lado violento", com pessoas se aproveitando do anonimato ou da distância física para adotar um linguajar "extremamente ofensivo".

"Sou usuária da internet desde sempre, mas também sempre temi esse fanatismo que é comum no mundo virtual. E claro, quando falamos em disputa eleitoral, esse clima beligerante cresce", diz.

Marcelo Branco, que coordena a internet na campanha de Dilma Rousseff, concorda que a internet também abre espaço para uma campanha "negativa" e classifica como "bandidagem" o surgimento de mensagens com informações falsas sobre os candidatos.

"Tecnicamente, é impossível ter controle sobre o que as pessoas criam e distribuem na internet. O papel dos coordenadores é justamente o de tentar responder às mensagens fraudulentas, de forma que a verdade dos fatos apareça o mais rápido possível", diz.

Fontes: Fabrícia Péixoto /BBC, via FOLHA

Twitter abrirá escritório em São Paulo

Twitter terá escritório oficial em São Paulo 


Os brasileiros que aguardam há meses pela versão do Twitter em português poderão cobrar a tradução de perto, porque em breve o microblog terá um centro de operações na América Latina. E a cidade que receberá os escritórios é São Paulo.

A novidade foi dada por Laura Gõmez, que reponde pelo suporte técnico e pelos planos de internacionalização do Twitter. Em entrevista ao jornal argentino "La Nacion", Laura afirmou que o país foi escolhido por ser, depois dos Estados Unidos, o maior mercado internacional do serviço. Segundo ela, 1/5 dos novos adeptos ao microblog são da América Latina - região que aumentou em 420% o número de tuiteiros nos últimos 6 meses.

Junto com o anúncio do Twitter no Brasil veio, claro, a informação de que nos próximos meses ele terá uma versão em português. "Os brasileiros produzem 16% de todas as mensagens publicadas no site", afirmou a executiva. O país produz 9,6 milhões de todas as 60 milhões de mensagens publicadas por dia no microblog.

Mais coisas novas

Outra novidade que deve aparecer nos próximos meses é uma espécie de Trending Topics para eventos. Chamado de "Events", o serviço foi anunciado pelo criador e ex-CEO do Twitter, Evan Williams, durante o Inforum – que aconteceu na última segunda-feira (11) em São Francisco. Na ocasião, Williams explicou que o "Events" listará palavras-chave, expressões e hashtags mais populares, mas só as que forem relacionadas a algum acontecimento, informa o IDGNow!.

O Events não foi citado por Laura, mas ela chegou a comentar a necessidade de se ajustar os TTs conforme as necessidades de cada país – o que motivou, inclusive, a criação das listas locais. Mas o novo serviço pode ajudar em casos como os terremotos do Chile e do Haiti. E, segundo, Williams, vem com a nova meta do Twitter: alcançar 1 bilhão de usuários.

Fonte: AD NEWS

Agência abandona site e se muda para o Twitter

Kamchatka criou uma conta no microblog e, em apenas dois tweets, resumiu tudo aquilo que geralmente contém nos sites


A Migração só foi possível graças ao novo Twitter, que permite a visualização de outros perfis na barra que se estende à direita da timeline

Seria possível ter um site inteiro dentro de uma rede social? Aqui no Brasil, isso já foi feito pela agência Africa - que transferiu todo o seu conteúdo para o Facebook -, mas a social media da vez é mesmo o Twitter, então por que não se mudar para lá? Foi justamente essa a ideia da agência argentina Kamchatka.

A Kamchatka criou uma conta no microblog e, em apenas dois tweets, resumiu tudo aquilo que geralmente contém nos sites. O primeiro post atua como se fossem botões, com tópicos no estilo "quem somos", "cases" ou "contatos" e o segundo mostra um vídeo explicando como funciona a ideia.

A migração só foi possível graças ao novo Twitter, que permite a visualização de outros perfis na barra que se estende à direita da timeline. Cada tópico corresponde a uma nova conta, então quando a pessoa clica uma aba se abre e revela mais tópicos. O novo layout do microblog também possibilitou a visualização de mídia, então a agência pode publicar seus cases e o internauta consegue conferi-los sem ter de sair do Twitter.


Kamchatka Site Demo from KAMCHATKA on Vimeo.

Fonte: EXAME

Twitter agora tem vídeo e foto. Igual ao Facebook?

Imagem: Reprodução

Nada se cria. O Twitter agora se ‘inspira’ no Facebook para colocar fotos e vídeos direto no perfil. A novidade foi anunciada durante a semana e deve entrar no ar em breve para todos os usuários do serviço. Só que o Facebook já havia no ano passado ’se inspirado’ no Twitter ao adotar também uma linha do tempo com as atualizações dos amigos. Daí fica difícil dizer: o Twitter se ‘facebookizou’ ou o Facebook se ‘twitterzou’?

Polêmicas à parte, o redesenho do Twitter – já disponível para alguns usuários beta – deve deixá-lo bem mais interessante. Dá uma olhada na foto acima do post. Agora, são duas colunas grandes. A da esquerda continua mostrando as atualizações dos amigos em ordem cronológica. Já a da direita é a grande novidade. Ela se molda conforme o tweet que se clica. Veja como fica:

Se você clicar num tweet com um vídeo do YouTube, por exemplo, abre uma janela para assistí-lo e para ver quem o retwittou.

Imagem: Reprodução

Se for uma foto no Twitpic, você verá a foto, sem ter de sair do Twitter e também verá quem o retwittou.

Imagem: Reprodução

E se for um tweet sem nada de multimídia, você consegue ter mais informações, como, por exemplo, o local de onde ele foi feito, os retweets que recebeu ou, ainda, outros tweets de um usuário específico.
Imagem: Reprodução

Veja abaixo o vídeo demonstrativo do Twitter para ver a novidade em ação:


Twitter em português

A versão em português do Twitter chegará em alguns meses, anunciou nesta sexta-feira Evan Williams, um dos criadores do serviço. Ele participou de um bate-papo pelo Twitter com os internautas para explicar as funcionalidades do novo layout da rede.

“Nosso site para celulares está disponível em português. O não-móvel será traduzido em alguns meses”, twittou. Atualmente, segundo ele informou, o Twitter está disponível em inglês, francês, italiano, alemão, espanhol e japonês. “E mais virão”, adiantou.

Evan também disse que não há data para que todos os usuários do Twitter estejam com a nova versão do serviço – ela está sendo liberada gradativamente deste o início da semana. “Durará semanas. Estamos testando cuidadosamente para ter certeza de que será tranquilo.”


Fonte: O ESTADO DE S PAULO

Microsoft apresenta Internet Explorer 9 nesta quarta-feira

Analistas esperam que o novo browser melhore a velocidade de processamento para competir com Google Chrome e Mozilla Firefox

Bill Gates, controlador da Microsoft: Internet Explorer 9 será mais rápido que o Mozilla e o Chrome?/Reprodução

San Francisco - O gigante tecnológico Microsoft apresentará nesta quarta-feira, em San Francisco (no estado americano da Califórnia) a nova versão de seu navegador, o Internet Explorer 9 (IE9), que os analistas esperam que melhore a velocidade de processamento para competir com Google Chrome e Mozilla Firefox.

Os especialistas em tecnologia preveem que o IE9 terá aspecto mais simples, na linha de sua concorrência, e estará preparado para exibir conteúdos audiovisuais.

Apesar de esta função já estar disponível em outros navegadores, espera-se que o IE9 dê mais velocidade ao serviço.

Esta é a primeira atualização do Internet Explorer depois do IE8, que foi apresentado em 2009 e ajudou a frear a queda de fração de mercado do navegador da Microsoft.

Atualmente as diferentes versões do IE existentes usadas em quase 60% das conexões mundiais, um número que em 1995 estava em 95%, mas que foi caindo paulatinamente frente às propostas de Mozilla Firefox e, mais recentemente, Google Chrome.

O evento começará às 10h30 locais (14h30 de Brasília).

Fonte: EXAME

Nova versão do Twitter mostra fotos e vídeos direto na página

Usuários vão receber a atualização nas próximas semanas

O Twitter apresentou, nesta terça-feira (14), sua nova cara. A principal novidade é a possibilidade de o usuário abrir os links de fotos e vídeos diretamente na rede social, sem precisar ir para uma outra página. A ideia é facilitar a troca de links entre os internautas - cerca de 25% das 90 milhões de mensagens postadas no site todos os dias contêm links.

Do lado esquerdo da página o Twitter não mudou muito - as mensagens continuam aparecendo nesse espaço. A diferença é que o painel em que aparecem os tuítes (chamado timeline) vai ser "infinito", o que faz com que o internauta não precise clicar em "more" (mais em inglês) para ver os textos anteriores.


Nova versão do Twitter permite ao usuário abrir links de fotos e vídeos na própria página sem precisar ir para outra; painel dos tuítes será "infinito"/Reprodução

Do lado direito, o desenho é bastante diferente: ali será possível ver fotos postadas no serviço Twitpic ou vídeos do YouTube, por exemplo. Para isso, o Twitter fechou acordo com sites como Dailybooth, DeviantArt, Etsy, Flickr, Justin.TV, Kickstarter, Kiva, Photozou, Plixi, Twitgoo, Twitpic, Twitvid, Ustream, Vimeo e Yfrog.

Outra mudança aconteceu na exibição dos textos. Quando o usuário clicar em um tuíte, o site vai mostrar informações relacionadas à mensagem, como as respostas dadas por outros usuários ou ao autor. Pode ainda aparecer um mapa com o local de onde o tuíte foi postado.

De acordo com o Twitter, a partir de hoje, os usuários vão receber a atualização gradualmente ao longo das próximas semanas.

Fontes: R7 - Agências

YouTube e Google Maps ganham versões instantâneas

Depois do Google Instant, que mostra os resultados das buscas assim que você as digita, dois outros serviços do Google também ganharam versões instantâneas.

O YouTube Instant e o Instant Maps. Eles foram desenvolvidos por programadores independentes (não são projetos oficiais do Google), mas o resultado ficou bacaninha. O próprio Google aprovou – tanto que ofereceu um emprego para o criador do YouTube Instant. Confira também o YouTube Time Machine - uma espécie de máquina do tempo do YouTube.

Fonte: Bruno Garattoni/Super Interessante

HumaNets, uma rede clandestina de envio de mensagens por celular



A internet foi construída para ser descentralizada. Ninguém tem controle sobre ela, e se você desligar alguns provedores, grande parte da rede continua funcionando. O mesmo não acontece com os celulares. Qualquer que seja o país, meia dúzia de operadoras controlam a rede. Elas dizem o que pode passar por ali, quando e por que custo. Por um lado, isso garante que vírus ou spam não se espalhem e incomodem o usuário. Por outro, limita a inovação (porque não é sempre que as empresas concordam com a novidade que você quer transmitir pelo celular), pode sofrer censura e cria uma instabilidade: se a operadora de celular deixar de funcionar, o seu aparelho vira um tijolo high-tech.

O principal problema acontece em países como o Irã, que em 2009 derrubou as comunicações por telefone para esfriar as manifestações populares. Outro caso é o de catástrofes como a do Haiti, em que um terremoto praticamente acabou com as comunicações no país.

Por esse motivo, alguns pesquisadores estão tentando criar sistemas de telefonia móvel descentralizados, que não dependem de antenas ou estações. O mais recente deles se chama HumaNets, feito por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia. Ele funciona só com smartphones, e usa o GPS deles para estudar os movimentos que você costuma fazer no dia-a-dia. Ao escrever uma mensagem, você diz também a área ou o endereço do local onde deve estar o destinatário. Pode ser para alguém em específico ou para qualquer pessoa em uma região. O celular então analisa se você provavelmente vai transitar perto do destino. Se, no caminho, encontrar outro celular com maior probabilidade de chegar lá, ele passa a mensagem para frente. O sistema vai então trocando o recado de mão em mão até chegar ao destinatário. Em testes, 85% das mensagens foram recebidas com sucesso em menos de um dia.

É claro que o sistema tem um bilhão de problemas: da possibilidade de hackers descobrirem todos os lugares por onde você passa até a necessidade de milhares de pessoas terem esse software instalado no smartphone. Mas é interessante como uma prova de que os telefones não precisam ser controlados pelas operadoras. A vantagem é não só aumentar a liberdade de expressão como também salvar vidas em caso de catástrofes.

Leia mais aqui

Fonte: Rafael Kenski/Super Interessante Blogs

Google lança sistema de busca instantânea

O Google realizou uma conferência nesta quarta-feira, 8, para apresentar o Google Instant, sistema que mostra os resultados da busca enquanto o usuário digita.



Com o Google Instant, 11 horas podem ser poupadas por dia.FOTOREPRODUÇÃO/YOUTUBE

Marissa Mayer, vice-presidente de pesquisa de produtos do Google, afirmou que atualmente as pessoas gastam em média 24 segundos para fazer uma busca. São 9 segundos digitando e outros 15 segundos escolhendo um resultado que mais se aproxima do que se procura. Isso além de outros 800 milisegundos gastos com transmissão de dados e outros 300 milisegundos que o Google demora para localizar e exibir os resultados.

São exatamentes esses segundos para digitar, pensar e escolher um resultado que o Google quer eliminar, deixando os resultados da busca mais instantâneos. A empresa acredita que vai reduzir entre 2 e 5 segundos o tempo gasto para se fazer uma busca . Se todos no mundo usarem o Google Instant, pelas contas da empresa, mais de 3,5 bilhões de segundos seriam poupados em um dia, quase 11 horas por cada segundo.

O sistema está disponível por enquanto para usuários dos EUA, Reino Unido, França, Itália, Alemanha, Espanha e Rússia. Segundo a empresa, outros países terão acesso ao sistema nos próximos meses. Nesse estágio inicial, o Google Instant não funciona em equipamentos portáteis, como celulares.

Diante disso para que serve o botão “Search”? Ele age da mesma maneira como antes. Ele dá a busca exata pelo texto digitado, o que o Google Instant modifica é que ele tenta “adivinhar” o que você está procurando.

Ontem, em discurso na IFA, feira de tecnologia em Berlim, o presidente do Google já antecipava o seu desejo por um sistema de buscas automático, rápido e pessoal. “Eu quero que meu smartphone faça pesquisas constantemente”, disse o CEO Eric Schmidt.

Desde ontem o Google já brincava com a novidade que lançou hoje, atiçando a curiosidade dos seus usuários através de uma brincadeira com seu logo, aquele do alto da página de buscas. Ele era todo cinza e ganhava cor conforme se digitava algo no campo de texto (dando pistas de como seria o Instant).

Para testar o Google Instant clique aqui




Fonte: Murilo Roncolato/Link- ESTADÃO

Site mostra os vídeos mais populares da internet

Rosana Hermann apresenta uma página que tem os virais das últimas 24 horas

Rosana Hermann, jornalista e blogueira do R7, apresenta no quadro Rosana Indica um site que apresenta os vídeos mais populares da internet nas últimas 24 horas.

A página é legal para o internauta repassar aos amigos os vídeos que viralizam no mundo inteiro, ou seja, tudo o que é bastante acessado em vários países por milhões de usuários da rede.

O site Viral Video Chart está disponível em inglês, mas mesmo quem não sabe o idioma consegue facilmente acessar a lista.

Outra sugestão é o site o YouFlow que apresenta de maneira muito prática os vídeos a partir da busca. Basta entrar na página e colocar uma palavra, uma música ou uma banda, por exemplo. O serviço mostra uma sequência de imagens que resume cada um dos vídeos.


Fonte: R7

Público com mais de 50 anos é o que mais cresce em redes sociais

O uso de redes sociais por pessoas com mais de 50 anos quase dobrou nos EUA, aponta estudo da Pew Internet divulgado nesta sexta-feira. 

Segundo relatório, entre o público de 50 a 64 anos, sites como Facebook e LinkedIn são usados hoje por 47% dos internautas ativos. Já entre o público com mais de 65 anos, esses serviços são adotados por 26%.

Embora os números não sejam comparáveis ao público de 18 a 29 anos (86%), que continua a ser o principal grupo que utiliza redes sociais, mostra que internautas com mais de 50 anos são, hoje, o grupo que mais cresce nesses serviços. Pelo estudo, em um ano, o número de usuários com idades entre 18 e 29 anos cresceu 13%. Já, entre 50 e 64 anos, 88%. E com mais de 60, 100%.


E o Twitter?

A pesquisa também trouxe um outro dado interessante: se Facebook, MySpace e cia. já estão se tornando populares entre internautas com mais de 50 anos, o Twitter ainda não pegou de fato. Só 11% dos internautas entre 50 e 64 anos usaram o serviço, que foi adotado apenas por 5% dos que possuem mais de 60 anos.

Fonte: O ESTADO DE S PAULO/Rodrigo Martins

Paypal no Brasil

Os consumidores brasileiros gastaram R$ 6,7 bilhões em compras na internet no primeiro semestre do ano, segundo a consultoria eBit. 

É um crescimento significativo, 40% a mais em relação ao mesmo período do ano passado. Por esse e outros motivos, o maior banco digital do mundo, o PayPal, decidiu se instalar por aqui de vez. Nesta semana, a empresa anuncia a abertura do seu escritório no Brasil e passa a aceitar transferências com cartões de crédito nacionais.

Desde o final do ano passado o site já admite pagamentos em real e transfere para os bancos daqui, mas agora decidiu ampliar a sua atuação.

“Queremos mudar a forma do brasileiro pagar na internet”, diz Mario Mello, presidente da empresa no Brasil FOTO: DIVULGAÇÃO

Apesar de já existirem serviços similares, como o PagSeguro (do UOL) e o Pagamento Digital (do Buscapé), mais de dois milhões de brasileiros já usavam o serviço norte-americano para comprar produtos importados, movimentando mais de R$ 220 milhões no ano passado.

“Queremos mudar a forma do brasileiro pagar na internet”, diz Mario Mello (foto), presidente da empresa no País. No mundo, já mudou – 18% dos norte-americanos dizem estar na internet apenas por causa da ferramenta, que simplifica o enfadonho processo de comprar online e não pede nem que você digite o número do seu cartão de crédito.

Funcionando como um intermediário entre os bancos e as lojas e apostando no usuário comum, o PayPal hoje é responsável por 15% das vendas eletrônicas mundiais.

Comprado pelo eBay em 2002 por US$ 1,5 bilhão, o site conseguiu se expandir por todo o mundo apostando em segurança e rapidez, e é isso que espera agora fazer no Brasil.

“Nós viabilizamos que pequenos comércios façam negócios online. Lá fora, é comum que as pessoas comprem de sites menores, nos quais talvez nem confiariam, se o pagamento não fosse via PayPal. Temos um estudo que mostra que o faturamento das lojas aumenta de 12% a 16%”, explica Mello, que já trabalhou nos bancos ABN Real e Safra e agora partiu para a web.

“No final do ano passado, abrimos parte do nosso código e criamos um projeto para engajar os desenvolvedores a pensar o futuro do pagamento”, conta Mello.

Do começo do projeto até março, 15 mil aplicativos já haviam sido criados e mais de US$ 15 milhões escorrido por eles.

A variedade das ideias colocadas em prática é impressionante: vai de um serviço que permite trocas de pequenas quantias pelo Twitter, passa por outro que transfere via Facebook e vai até um adesivo que, colado no celular, permite que ele sirva de cartão de crédito ao simplesmente se aproximar da máquina de cobrança.

Microdinheiro

De olho em facilitar pequenas compras de bens digitais, como arquivos de MP3, aplicativos ou um status melhor em um game social, o PayPal aposta no Digital Goods, serviço de micropagamentos criado por desenvolvedores independentes que deve ser lançado oficialmente até o final deste ano. A informação é do presidente da companhia, Scott Thompson.

A empresa, que já transferia quantias pequenas cobrando taxas reduzidas, agora quer um sistema que facilite a integração com outras plataformas – caso do Facebook, por exemplo.

Se hoje os bancos cobram uma tarifa por cada transferência, a ferramenta acumularia várias delas e só as passaria para o sistema bancário quando atingissem uma quantia maior, o que diminuiria o valor final para o consumidor.

Várias empresas andam pensando na melhor maneira de entrar no mercado de micropagamentos, que promete explodir nos próximos anos. O Google trabalha no Newspass, um sistema de microcobranças de conteúdo para sites de revistas e jornais.

Já o Flattr, do ex-Pirate Bay Peter Sunde, usa os centavos doados pela comunidade para remunerar artistas e criadores.


Fonte: O ESTADO DE S PAULO/Rafael Cabral

Na Inglaterra, 9 milhões de adultos nunca usaram a internet

Já no Brasil, um terço da população não tem acesso à rede

Para quem acha que hoje todos usam a internet, não importando a idade, pode pensar duas vezes. Um estudo britânico revelou que, na Inglaterra, mais de 9 milhões de adultos nunca usaram a internet.

De acordo com o site inglês Daily Mail, não são apenas os mais velhos que fazem parte desse grupo. Viúvos e pessoas com baixa renda salarial também nunca acessaram a rede.

Ciente da gravidade do problema, o primeiro ministro britânico David Cameron afirmou que o governo tem se esforçado para que cada vez menos pessoas fiquem excluídas desse acesso. A ideia é que todos os serviços básicos e os negócios ganhem uma plataforma online para que essas pessoas passem a se adaptar à internet.

A diferença no acesso entre as idades no país é tamanha que atinge a seguinte proporção: no grupo de 16 a 24 anos, apenas 1% nunca usou a rede; já no grupo acima dos 65 anos, a porcentagem ultrapassa os 60%.

Atualmente, mais de 38 milhões de adultos acessam a internet por lá, sendo que 30 milhões o fazem diariamente.

Esses números refletem uma condição socioeconômica e demográfica que o governo e algumas organizações britânicas estão tentando mudar desde 2006, segundo Mark Williams, da ONS (Office of National Statistics), responsável pelo estudo.

No Brasil, o total de internautas brasileiros ultrapassa o de 70 milhões, contando cibercafés, LAN houses, universidades e, claro, residências e locais de trabalho. Segundo estudo recente conduzido pela empresa de estatísticas comScore, o grupo mais representativo no Brasil varia entre 15 e 24 anos.

Já segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas um terço da população brasileira tem acesso à internet. E mais de 65% com mais de dez anos de idade não usa a rede, ou por não saber ou por não ter acesso a computadores.

Fonte: R7

Sites de campanha de Serra saem do ar

Quatro sites da campanha tucana exibem mensagens de erro. Site do partido informa que equipe trabalha para ‘reestabelecer a conexão’.

Os principais sites da campanha de José Serra, candidato do PSDB à Presidência, estão fora do ar desde pelo menos as 16h deste sábado (28). A assessoria de imprensa do candidato informou que "ninguém sabe o que está acontecendo" e que a ação de hackers não é descartada.

O site oficial da campanha, www.serra45.com.br, exibe uma mensagem de acesso negado. O endereço www.joseserra.com.br redireciona o internauta para o www.joseserra.psdb.com.br, que mostra uma página em branco. O www.amigosdoserra.com.br avisa, em inglês, que “não há itens a serem lidos no diretório”.

O site do PSDB informa que o endereço eletrônico da campanha de José Serra está “fora do ar” e que “a equipe do candidato já trabalha para reestabelecer a conexão com os internautas”.


Fonte: G1

Orkut se renova e apresenta a criação de 'círculos' de amizade

Grupos separados podem aumentar a privacidade dos usuários. Google afirma que rede social cresce 12% ao ano.

Organizar e interagir com grupos de amigos, com a família e com colegas de trabalho ao mesmo tempo, na mesma página e com mais privacidade. Este é o novo conceito do Orkut, uma das redes sociais mais populares do Brasil, apresentando pelo Google Brasil nesta terça-feira (24), na cidade de São Paulo.

Agora, o site foca em apresentar círculos que podem ser criados pelo usuário para se comunicar de forma privada com sua rede de amizades, sem que internautas de outros grupos possam visualizar as mensagens, como ocorria nos ‘scraps’.

Orkut apresenta círculos de amizades para o usuário. (Foto: Divulgação)

A novidade já está disponível para alguns usuários e, até o final da semana, deve estar aberta para toda a rede social, segundo a companhia. Diferente da mudança anterior, desta vez não é necessário convite para aderir ao novo formato. Porém, o usuário pode optar por navegar no site como era anteriormente.

De acordo com o Google, a mudança foi feita porque as pessoas possuem diversas personalidades e círculos de amizades durante o dia. Desse modo, o usuário compartilha informações e fotos apenas com o grupo de trabalho, no período da tarde, e com a família durante a noite, por exemplo. Com isso, o campo de compartilhamento ganha destaque na página inicial do Orkut, bem como as atualizações dos outros grupos criados pelo usuário.

Com a ideia “Você não é igual a toda hora. Por que na internet seria diferente?”, o Google produziu um vídeo especial para explicar o novo conceito. Confira.


“A essência do Orkut mudou. A ideia agora é ter vários círculos dentro da mesma rede social”, disse Vitor Ribeiro, diretor de produtos do Google Brasil. O Orkut, analisando cada amizade do internauta, ajuda com sugestões de grupos que podem ser criados.

Segundo o Google, o Orkut continua crescendo no Brasil. Desde novembro do ano passado, o site se tornou lucrativo e, em número de usuários, o Orkut cresce 12% ao ano. Hoje, a rede social tem mais de 52 milhões de usuários. E, semanalmente, mais de 200 milhões de fotos são enviadas e cerca de 6 bilhões são visualizadas.

Organização dos grupos

Usuário pode gerenciar seus círculos e aceitar sugestões do Orkut (Foto: Divulgação)

Os usuários têm a liberdade de criar, gerenciar e organizar grupos entre os amigos com os quais ele já está conectado, com a possibilidade de adicionar a mesma pessoa em mais de um grupo. A forma como o internauta nomeia cada círculo só pode ser visualizada por ele. Os outros amigos conseguem apenar ver quem também está copiado naquela conversa.

No momento do envio de um recado, o usuário pode, inclusive, deletar uma pessoa do grupo, caso não queira que ela receba certa mensagem.

Acima da caixa de compartilhamento estão os principais círculos do internauta. Na seção de gerenciamento, é possível selecionar os grupos que o usuário considere mais importante.

Outra mudança na página inicial é a remoção da barra “o que há de novo”, onde ficavam os aniversários. Agora, os aniversariantes do dia aparecem na própria lista de atualizações. E a “sorte do dia”, que havia sido retirada na última alteração, está de volta.

Conceito

O novo conceito de rede social apresentado pelo Google nesta terça-feira (24) teve como princípio a ideia de que as pessoas estão usando serviços diferentes para separar seus círculos sociais.

“Quando uma rede social cresce, as pessoas perdem o controle do que é publicado e quem está vendo as informações”, disse Ribeiro. Esse é o motivo que leva os internautas a buscarem outras redes.

O Google apresentou como exemplo o caso de uma jovem que entra em uma rede social para se conectar com os amigos da faculdade. Logo depois, ela encontra os colegas de trabalho, assim como alguns familiares. Durante esse processo, ela deixa de publicar certas fotos porque não quer que o pai ou o chefe veja. Para aumentar a privacidade do usuário, o Orkut criou os círculos, permitindo que o internauta direcione ainda mais o conteúdo publicado.


Blog do Orkut


Fonte: G1/Laura Brentano

A grande aposta da Sony para programas de TV na web

Enquanto a maioria dos estúdios de Hollywood desistiu da produção, a Sony continuou investindo alto

Primeiro Hollywood correu para criar programação original para a web. A NBC Universal trombeteou um site chamado DotComedy; a Walt Disney Co. montou um estúdio digital, o Stage 9; e a Time Warner respaldou o SuperDeluxe, outro site de comédia.

Isso foi há três anos. Quando as vendas substanciais não se materializaram rapidamente, as grandes companhias de entretenimento pisaram no freio e preferiram ficar com o que conheciam bem: a produção e comercialização de filmes e programas de TV.

Houve uma notável exceção. A Sony Pictures Entertainment continuou investindo dinheiro no Crackle.com, produzindo programas para a web a um custo de 1 milhão de dólares cada. Por que a Sony continuou apostando tão alto? Por um lado, ela pensa que passou tempo suficiente para aprender lições importantes sobre a psicologia do consumidor quando se trata de internet. Mas a Sony também tem um potencial trunfo na mão quando se trata de canalizar os vídeos do Crackle para aparelhos de TV.

Analistas afirmam que o Crackle poderá se converter no principal canal de entretenimento da Sony para o PlayStation Network, um serviço de vídeo de rápido crescimento que empurra jogos e conteúdo on-line para a sala de estar via consoles de PlayStation. Para os analistas, seria um ajuste perfeito para o PlayStation Network. O Crackle é destinado a homens com idade entre 18 e 34 anos – a mesma população que devora videogames. Já tem uma presença limitada no PSN, mas os executivos da Sony confirmam que a expansão está caminhando.

Com 50 milhões de contas cadastradas pelo mundo, a rede "oferece uma grande escala, o que é fantástico do ponto de vista publicitário", disse Eric Berger, vice-presidente da Sony Pictures Television para as redes digitais. Como trabalham para tornar o Crackle rentável, Berger e seu chefe, Steve Mosko, presidente da Sony Pictures Television, vêem uma abertura para o Crackle atrair mais dólares de publicidade enquanto outros sites de vídeo – como o Hulu.com – estão inteiramente focados no modelo de assinaturas. Esta á a razão por que a programação original do Crackle é cara para os padrões da web: a Sony sabe que os anunciantes querem mostrar seus produtos junto com programas bem feitos.

Como ter sucesso apenas com publicidade é difícil – basta perguntar ao Hulu – a Sony está usando seu sistema de distribuição, mais amplo, para vender o Crackle em DVD, para serviços sob demanda de cabo e, em alguns casos, para as redes de TV paga. As vendas representam 50% da receita do Crackle.

Na verdade, apesar do rápido crescimento, o Crackle continua a ser um jogador pequeno no campo lotado dos vídeos on-line. Em julho, tinha cerca de 4,1 milhões de visitantes únicos, que assistiram em média 39,4 minutos de vídeo, de acordo com a comScore. Para comparar, o CollegeHumor.com, também voltado aos jovens, tinha 12,6 milhões de visitantes únicos em julho, que assistiram em média 16 minutos de vídeo.

A Sony precisa do Crackle porque, em parte, tem um triste histórico com sites de mídia digital. Foi o principal proponente do Movielink, um fracassado serviço sob demanda. Perdeu novamente com a Sony Connect, serviço de música on-line para competir com o iTunes, da Apple.

Quando a Sony comprou o Crackle, originalmente chamado Grouper, por 65 milhões de dólares, em 2006, a ideia era tornar o site uma versão on-line do que a Sony não tem nos Estados Unidos: seu próprio canal. Mas os problemas brotaram quase imediatamente, incluindo um processo judicial caro e a alta rotatividade de seus executivos. O Crackle só ganhou força recentemente, sob a tutela de Mosko.

Vorhaus salienta que é mais fácil ser notado quando a maioria de seus rivais deixaram o negócio. O mais próximo estúdio remanescente é o TheWB.com, um site da Warner Brothers que oferece um pouco de programação de baixo custo, mas depende principalmente de reprises de Gilmore Girls e Friends.

A maioria dos estúdios de Hollywood falhou com seus "websódios" porque tiraram o aluguel da tomada muito depressa, segundo Mike Hudack, executivo-chefe da Blip.tv, um distribuidor de séries para a web. Na TV, é possível dizer se os consumidores estão respondendo a um novo programa depois de dois ou três episódios. Na web, é preciso mais, como 15 ou 20, disse. "Muitas das primeiras tentativas dos estúdios tradicionais soaram falsas, pois usaram padrões e estilo da TV, mas não estavam dispostos a gastar", disse Hudack.

A Sony teve a mesma abordagem no começo. Mas Berger e Mosko estão confiantes que aprenderam muito sobre o que os consumidores gostam na web para começar a dar passos maiores.

Fontes: Veja - THE NEW YORK TIMES

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