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FIA anuncia lista de equipes e Manor correrá como Virgin

Fórmula 1 divulga relação de equipes


PARIS - A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta segunda-feira a lista de equipes inscritas para a temporada 2010 da Fórmula 1. Uma das novidades foi a confirmação de que a nova escuderia Manor, na qual o brasileiro Lucas Di Grassi ainda luta por uma vaga, correrá como Virgin Racing, usando o nome de seu principal patrocinador.

A relação divulgada pela FIA tem 12 equipes, ainda sem contar com a Sauber, que deve entrar no lugar da Toyota - a escuderia japonesa já confirmou que não disputará a próxima temporada. Além da Virgin, há outras três novas equipes na lista para 2010: Lotus, USF1 e Campos, que terá o brasileiro Bruno Senna, estreante na categoria.

A Brawn GP, atual vencedora do Mundial de Construtores e ex-equipe do inglês Jenson Button, campeão em 2009, ainda aparece na lista da FIA com o mesmo nome, mas já demonstrou a intenção de correr como Mercedes GP no ano que vem. A relação desta segunda-feira também confirmou que a Red Bull continuará a usar motores Renault.

Quanto aos pilotos, a surpresa foi a ausência do espanhol Jaime Alguersuari na Toro Rosso, que tem apenas o suíço Sébastien Buemi confirmado. Enquanto isso, Lotus e USF1 seguem sem nenhum indicado para os seus cockpits. Já Brawn GP, Renault, Campos e Virgin têm apenas um piloto com presença assegurada.

Além de Bruno Senna estar garantido na Campos e Rubens Barrichello na Williams, outros dois brasileiros ainda sonham em disputar a Fórmula 1 em 2010. Di Grassi tem chances de integrar a Virgin ou a Renault, enquanto Nelsinho Piquet não está mais próximo de nenhuma equipe em seu possível retorno à categoria.


Fonte: O ESTADO

Renault admite deixar Fórmula 1 por questão ambiental

'Não sei o quanto é possível intercalar a Fórmula 1 com nossas preocupações ambientais', diz Carlos Ghosn

Carlos Ghosn estuda se mantém a equipe na F-1/Brendan McDermid/Reuters

PARIS - A permanência da Renault na Fórmula 1 continua em dúvida, e nesta terça-feira surgiu uma nova questão que pode dificultar o caminho da montadora na categoria. Além dos aspectos econômicos, o presidente da marca - o brasileiro Carlos Ghosn - vê a questão ambiental como entrave.

"Nos últimos anos as montadoras têm saído da Fórmula 1. Foram três em 12 meses [Honda, BMW e Toyota]. Então há várias questões a serem resolvidas. Não sei o quanto é possível intercalar a Fórmula 1 com nossas preocupações ambientais", disse Ghosn em entrevista à edição indiana da revista Forbes.

A Renault deve fazer um anúncio em dezembro sobre seus planos na categoria. Embora não haja informações oficiais, são constantes os boatos de que a montadora deixará a categoria.

Em 2009, além do desempenho ruim nas pistas, a Renault teve seu nome muito manchado pela eclosão do escândalo do GP de Cingapura do ano passado, quando os diretores Flavio Briatore e Pat Symonds arquitetaram um acidente de Nelsinho Piquet para beneficiar Fernando Alonso.


Fonte: AE

Batida entre Senna e Prost no GP do Japão completa 20 anos

Acidente na chicane, ajuda dos fiscais, desclassificação e o título de campeão da F-1 ficou com o francês

Senna e Prost posam com o McLaren MP4-5 no começo da temporada de 1989 da F-1, no Rio/Jonas Cunha/AE - 17/3/1989


SÃO PAULO - Há 20 anos, em 22 de outubro de 1989, a Fórmula 1 presenciou um de seus muitos capítulos controversos: a batida entre o brasileiro Ayrton Senna e seu então companheiro de McLaren, o francês Alain Prost, na entrada da chicane do circuito de Suzuka, na volta 46 do GP do Japão.

Até hoje se discute quem bateu em quem. A certeza era a intenção de ambos: tirar o outro da disputa pelo título de campeão mundial daquele ano. A batida serviu para tirar Prost da corrida e Senna, que precisava vencer para continuar com chance de ser campeão (faltaria uma corrida, na Austrália) e voltou à pista com a ajuda dos fiscais. Foi desclassificado e o francês ficou com o título.

Prefeitura de SP espera 150 mil pessoas no GP Brasil; veja como será o trânsito

A Prefeitura de São Paulo vai iniciar, na próxima semana, a operação de trânsito para o GP Brasil de F-1. O objetivo é possibilitar o acesso de cerca de 150 mil pessoas ao autódromo de Interlagos (zona sul) na 38ª edição do evento.

A Secretaria Municipal de Transportes espera que, somente no dia da prova, no domingo (18), 80 mil pessoas se dirijam ao autódromo --metade usando carro.

Vettel vence GP do Japão; Barrichello chega à frente de Button

Sebastian Vettel, da Red Bull, venceu o GP do Japão de F-1

O piloto alemão Sebastian Vettel, da Red Bull, venceu o GP do Japão de F-1 na madrugada deste domingo, no circuito de Suzuka. O italiano Jarno Trulli (Toyota) e o inglês Lewis Hamilton (McLaren) completaram o pódio. Na disputa do título, o brasileiro Rubens Barrichello chegou em sétimo, logo à frente de Jenson Button, oitavo, e diminuiu a diferença entre os dois em um ponto --agora, 85 a 71 a favor do inglês, que pode ser campeão no próximo GP, o do Brasil, com um terceiro lugar.

Nelsinho pede desculpas ao torcedor brasileiro na TV

Nelsinho Piquet pede desculpas na TV


O piloto Nelsinho Piquet pediu desculpas ao torcedor brasileiro em entrevista divulgada pelo "Fantástico" (Globo) neste domingo. Ele também disse que não desistiu de ser campeão da F-1.

"Primeiro de tudo, desculpa. Eu acho que magoei muita gente, acho que todo fã de automobilismo ficou muito chateado com esta história toda. Eu queria limpar esta história logo, para não ficar guardada em mim para o resto da vida", comentou.

Hamilton vence em Cingapura e Button volta a abrir vantagem

Inglês líder do Mundial de F-1 é quinto e volta a ter 15 pontos a mais que Rubens Barrichello, sexto na corrida

Lewis Hamilton ergue o troféu de vencedor (clique na imagem e veja a galeria da corrida)/Russell Boyce/Reuters

SÃO PAULO - O inglês Lewis Hamilton, da McLaren, dominou o GP de Cingapura e venceu sem questionamentos a prova noturna deste domingo do Mundial de Fórmula 1, sua segunda vitória na temporada 2009, de onde saiu na pole position.

Quanto à briga que interessa, a do título de campeão do Mundial de pilotos, deu tudo certo para outro inglês, o líder Jenson Button (84 pontos), que agora tem 15 pontos de vantagem sobre o vice-líder Rubens Barrichello (69), faltando três etapas para o fim - a próxima é o GP do Japão, domingo que vem, às 2 horas (de Brasília).

Fórmula 1: Comentarista do SporTV diz que período sombrio termina com saída de Mosley

Lito Cavalcanti lembra que mandato do presidente da FIA será encerrado em 23 de outubro e dirigente não poderá ser reeleito

Após o anúncio da suspensão sob sursis da Renault e do banimento do ex-chefe da equipe, Flavio Briatore, o comentarista do SporTV, Lito Cavalcanti, disse que a decisão da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) desta segunda-feira foi condizente com o que era esperado por especialistas. Em entrevista ao “Redação SporTV”, ele afirmou que o dirigente italiano era o alvo do presidente da entidade, Max Mosley, desde que ele liderou a rebelião da Associação de Equipes, que ameaçou a FIA com a criação de um campeonato paralelo.

- O fato é que o Briatore não tinha por onde escapar. Era o alvo do Max Mosley e, surgindo essa oportunidade, foi dada a chance que ele queria - disse o comentarista.

Questionado sobre o ano turbulento vivido pela Fórmula 1, Lito acredita que o período negro da categoria pode acabar em 23 de outubro, quando há a eleição do novo presidente da FIA.

- Talvez acabe. Está terminando agora o mandato do Max Mosley. Ele não vai se reeleger e foi exatamente sobre o comando dele que a F-1 seguiu esse caminho, que o que vale mais é o aspecto comercial do que o lado esportivo. A esperança está no ex-campeão mundial de rally, Ari Vataden, que é a oposição – disse Lino, lembrando que Mosley ameaça fazer como seu sucessor Jean Todt, que seguirá sua linha de comando na presidência.




Fontes: G1 - SportTV

Briatore é banido da Fórmula 1, e Renault recebe supensão de dois anos com sursis

Equipe francesa não cumprirá pena imposta pelo Conselho Mundial da FIA



Briatore não poderá mais volta à Fórmula 1/Arquivo/AE

Após o término da reunião do Conselho Mundial de Esporte a Motor da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Flavio Briatore foi banido da Fórmula 1 pelo caso da armação no GP de Cingapura de 2008. A Renault, ex-equipe do dirigente, recebeu uma suspensão de dois anos, mas com sursis: ou seja, o time não cumprirá a punição, a não ser que cometa outra infração grave ao regulamento.

Fernando Alonso foi inocentado e Nelsinho Piquet escapou de uma punição por ter colaborado com as investigações. Briatore, que saiu da Renault no dia 16 de setembro, não poderá ter mais nenhum envolvimento com a categoria e terá de abandonar o posto de empresário de pilotos na F-1. Ele trabalha atualmente com Fernando Alonso, Mark Webber, Heikki Kovalainen e Romain Grosjean. Pat Symonds, diretor de engenharia, foi suspenso por cinco anos de quaisquer competições organizadas pela FIA.

A equipe Renault admitiu que a equipe conspirou com seu piloto Nelsinho Piquet para causar um acidente deliberado no GP de Cingapura de 2008, infringindo o Código Esportivo Internacional e o Regulamento Esportivo da Fórmula 1. Compareceram à reunião os pilotos Nelsinho Piquet, Fernando Alonso e Bernard Rey, presidente da equipe Renault.

Julgamento

No julgamento realizado pelo Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o brasileiro Nelsinho Piquet, que confessou ter batido o seu carro de propósito após um pedido de Briatore, foi beneficiado pelo sistema de delação premiada e se livrou de qualquer tipo de punição, assim como o espanhol Fernando Alonso, principal beneficiado com a farsa, já que acabou vencendo a corrida na ocasião.

Outro que recebeu uma pena dura foi o ex-diretor de engenharia da Renault, Pat Symonds, suspenso por cinco anos da principal categoria do automobilismo mundial.

Durante a audiência, a Renault desculpou-se pelo ocorrido. "Assumimos a completa responsabilidade pelo que aconteceu, e espero que passemos por melhores dias no futuro", disse Bernard Rey, presidente da operação da Renault na Fórmula 1. Todos os envolvidos prestaram depoimento nesta segunda em Paris.

PERDÃO

Após o julgamento, Nelsinho afirmou estar arrependido e disse que não espera ser perdoado pelo que fez. "Gostaria de repetir que sinto muito por todos aqueles que trabalham na Fórmula 1 (incluindo as muitas boas pessoas da Renault), pelos torcedores e pela FIA. Não espero ser perdoado pelo que fiz, e nem espero que esqueçam isso, mas pelo menos agora as pessoas podem tirar suas conclusões baseadas no que aconteceu", destacou.

O brasileiro admitiu que o escândalo abala suas chances de continuar a carreira na categoria, mas deixou claro que não desistirá de buscar um cockpit. "Tive de aprender muitas coisas difíceis nos últimos 12 meses, e reconsiderei o que é valioso na vida. Isso não mudou minha paixão pela Fórmula 1, mas sei que terei de recomeçar minha carreira do zero".

Nelsinho foi quem detonou a armação da Renault, e por isso foi poupado pela FIA. Em agosto, depois de ser demitido pela equipe, ele foi à entidade máxima do automobilismo para dizer que havia batido propositadamente no GP de Cingapura de 2008, para ajudar na estratégia de Fernando Alonso.

Piquet admitiu que aceitou bater de propósito porque estava sob pressão de Flavio Briatore, seu empresário e chefe de equipe da Renault. Ainda assim, ele declarou-se arrependido. "Eu me arrependo muito das minhas ações e todos os dias penso que não deveria ter feito aquilo."

Na semana passada, Briatore e Symonds já haviam saído da escuderia francesa devido ao escândalo.


Fontes: G1 -


Briatore deixa a Renault

A Renault não vai contestar as acusações

A Renault anunciou que não irá contestar na reunião do Conselho Mundial da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) as acusações de que orientou o piloto brasileiro Nelsinho Piquet a sofrer um acidente no GP de Cingapura de F-1 do ano passado para beneficiar o espanhol Fernando Alonso, seu então companheiro de equipe.

Nesta quarta, o chefe da escuderia, Flavio Briatore, e o engenheiro chefe, Pat Symonds, apontados por Nelsinho como autores do pedido, desligaram-se oficialmente do time francês.

A Renault irá se apresentar ao Conselho Mundial da FIA para discutir o escândalo na reunião extraordinária marcada pela entidade para a próxima segunda-feira, dia 21 de setembro.

Recentemente, o próprio Nelsinho e seu pai, o tricampeão mundial Nelson Piquet, disseram em depoimento à FIA que o acidente foi premeditado por Briatore e por Symonds, para favorecer Fernando Alonso, que venceu a prova.

Nelsinho Piquet encontra o muro no GP de Cingapura de F-1 do ano passado; brasileiro confirmou à FIA que o acidente foi premeditado

Segundo o depoimento, Nelsinho foi orientado por Symonds a bater entre as voltas 13 e 14 da prova, na curva 17, um local que obrigaria a entrada do safety car na pista. A entrada do carro de segurança naquele momento acabou permitindo a Alonso assumir a liderança da prova e conquistar uma surpreendente vitória.

A versão de Nelsinho é contestada por Briatore, que entrou na Justiça contra o piloto e seu pai. O dirigente italiano acusa os integrantes da família Piquet de falsas denúncias e tentativa de chantagem.

O tricampeão mundial de F-1 e seu filho trocaram farpas com Briatore na última semana, envolvendo até ataques pessoais.

O detentor dos direitos comerciais da F-1, Bernie Ecclestone, disse que conversou com Nelson Piquet e afirmou que este quer "complicar" Briatore. "Nelson me disse que fará tudo o que puder para destruir Briatore", disse Ecclestone.

A FIA ofereceu imunidade a Pat Symonds para o engenheiro confessar a suposta armação

Em seu depoimento, Nelsinho citou apenas os nomes de Briatore e Symonds como pessoas que sabiam da armação. Mas, segundo o jornal catalão "Sport", Nelson Piquet apresentou uma versão diferente à FIA.

Segundo o depoimento, Nelsinho foi orientado por Symonds a bater entre as voltas 13 e 14 da prova, na curva 17, um local que obrigaria a entrada do safety car na pista. A entrada do carro de segurança naquele momento acabou permitindo a Alonso assumir a liderança da prova e conquistar uma surpreendente vitória.

A versão de Nelsinho é contestada por Briatore, que entrou na Justiça contra o piloto e seu pai. O dirigente italiano acusa os integrantes da família Piquet de falsas denúncias e tentativa de chantagem.

O tricampeão mundial de F-1 e seu filho trocaram farpas com Briatore na última semana, envolvendo até ataques pessoais.

O detentor dos direitos comerciais da F-1, Bernie Ecclestone, disse que conversou com Nelson Piquet e afirmou que este quer "complicar" Briatore. "Nelson me disse que fará tudo o que puder para destruir Briatore", disse Ecclestone.

Em seu depoimento, Nelsinho citou apenas os nomes de Briatore e Symonds como pessoas que sabiam da armação. Mas, segundo o jornal catalão "Sport", Nelson Piquet apresentou uma versão diferente à FIA.

Fontes: FOLHA -

Piquet inclui Alonso em armação e fala em "destruir" Briatore

O escândalo se intensifica

Entenda o caso do acidente de Nelsinho Piquet no GP de Cingapura de F-1

O tricampeão mundial de F-1 Nelson Piquet, pai do piloto brasileiro Nelsinho Piquet, disse que o espanhol Fernando Alonso, da Renault, tinha conhecimento da suposta armação da batida do ex-companheiro de equipe durante o GP da Cingapura de F-1 de 2008, segundo informação do jornal espanhol "Sport".

Alonso disse na semana passada ter sido pego de surpresa pelo fato de o ex-companheiro de Renault ter confessado que provocou uma batida a pedido do chefe da escuderia, Flavio Briatore, e do engenheiro chefe do time, Pat Symonds. Segundo Nelsinho, a intenção dos chefes era forçar a entrada do safety car e, assim, favorecer o espanhol, que realizou um pit stop pouco antes do acidente.

Segundo o "Sport", Nelson Piquet afirmou em seu depoimento à FIA (Federação Internacional de Automobilismo) que Alonso sabia do pedido dos chefes de equipe a Nelsinho.

"Fernando sabia de tudo. Alonso não poderia ignorar esse fato. Se ele era o 15º [na largada] em um circuito urbano, não tem sentido sair com pouca gasolina. Ele poderia ultrapassar, no máximo, três carros. Depois, parou [nos boxes] e ficou em último. É uma estratégia sem sentido", disse Piquet, segundo o "Sport".

A versão de Nelsinho de que foi orientado a provocar a batida é contestada pela alta cúpula da Renault, que entrou na Justiça contra o piloto e seu pai. A escuderia francesa acusa os integrantes da família Piquet de falsas denúncias e tentativa de chantagem.

O tricampeão mundial de F-1 e seu filho trocaram farpas com Briatore na última semana, envolvendo até ataques pessoais.

O detentor dos direitos comerciais da F-1, Bernie Ecclestone, disse que conversou com Nelson Piquet e afirmou que este quer "complicar" Briatore. "Nelson me disse que fará tudo o que puder para destruir Briatore", disse Ecclestone.

A FIA já convocou uma reunião extraordinária do Conselho Mundial, no próximo dia 21, para julgar o caso, que pode se transformar num dos maiores escândalos da história da F-1.

Fonte: FOLHA

Barrichello vence na Itália e aperta briga pelo Mundial de F-1


Diferença para o líder Button - 2.º na prova - cai para 14 pontos a quatro provas do fim; Raikkonen é o 3.º

Veja galeria de fotos

Rubens Barrichello comemora com champanhe a vitória/Peters Steffen/EFE

SÃO PAULO - Rubens Barrichello tem grande chance de ser campeão do mundo de Fórmula 1. A vitória no GP da Itália neste domingo fez a diferença para o ainda líder Jenson Button diminuir para 14 pontos (66 a 80) e aumentar a pressão sobre o inglês, com a segunda vitória do brasileiro na temporada faltando quatro provas para terminar o ano.

A 101.ª vitória de um piloto do País marca ainda o domínio do motor Mercedes na temporada, já que dos quatro primeiros, três usam este motor. O título de Construtores também está quase garantido para a Brawn GP, que chegou aos 146 pontos, tem 40,5 de vantagem sobre a Red Bull (que tem 105,5) e segue na ponta.

A estratégia foi fundamental para a equipe inglesa na corrida, com sol intenso e calor. O tanque mais cheio e a parada a menos nos boxes foi fundamental para garantir a ultrapassagem sobre Lewis Hamilton, Adrian Sutil (Force India, novamente num surpreendente quarto lugar no final da prova) e Kimi Raikkonen. Logo na largada, eles já ultrapassaram Heikki Kovalainen e tiveram a paciência para esperar, andando mais rápido do que os adversários.

Nisso tudo, ficou ruim ficou para Hamilton. Na última volta, ao passar sobre uma zebra, ele perdeu o controle de sua McLaren e acabou batendo, tendo de abandonar a prova, quando era terceiro colocado e estava muito próximo de Button. Por causa disso, sequer somou pontos, pois foi o 12.º colocado. Por causa dessa baitda, o pódio surpreendentemente foi completado por Kimi Raikkonen, para a festa da Ferrari e de seus torcedores.

Chamou a atenção ainda a briga por posições entre as Toyotas de Jarno Trulli e Timo Glock, que ficaram lado a lado várias vezes. O italiano chegou se tocar com Kazuki Nakajima, da Williams, e foi parar na brita numa tentativa forçada de ultrapassagem sobre o companheiro de equipe.

A próxima etapa da temporada é o GP de Cingapura, corrida noturna - mas pelo fuso horário segue na manhã no Brasil, daqui duas semanas.

FÓRMULA 1 2009 - GP DA ITÁLIA
CLASSIFICAÇÃO FINAL - 53 voltas

1.º - Rubens Barrichello (BRA/Brawn GP), 1h16min21s706
2.º - Jenson Button (ING/Brawn GP), a 2s866
3.º - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), a 30s664
4.º - Adrian Sutil (ALE/Force India), a 31s131
5.º - Fernando Alonso (ESP/Renault), a 59s182
6.º - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), a 1min00s693
7.º - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber), a 1min22s412
8.º - Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), a 1min25s407
9.º - Giancarlo Fisichella (ITA/Ferrari), a 1min26s856
10.º - Kazuki Nakajima (JAP/Williams), a 2min42s163
11.º - Timo Glock (ALE/Toyota), a 2min43s925
12.º - Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 1 volta
13.º - Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso), a 1 volta
14.º - Jarno Tulli (ITA/Toyota), a 1 volta
15.º - Romain Grosjean (FRA/Renault), a 1 volta
16.º - Nico Rosberg (ALE/Williams), a 2 voltas

Não completaram a prova:
Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India), quebra, volta 23
Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso), abandono, volta 20
Robert Kubica (POL/BMW Sauber), abandono, volta 17
Mark Webber (AUS/Red Bull), acidente, volta 1

Volta mais rápida: Adrian Sutil (ALE/Force India), 1min24s739, na volta 36

Fontes: ESTADO/Milton Pazzi Jr - Efe -

Renault processa Nelson e Nelsinho Piquet por acusações

A equipe - em especial Flavio Briatore - alega ter sido chantageada pelos Piquet para renovar com Nelsinho

Flavio Briatore gesticula no paddock na Itália/Luca Bruno/AP

SÃO PAULO - A polêmica sobre o GP de Cingapura de 2008 continua no centro das atenções da Fórmula 1. Nesta sexta-feira, a Renault anunciou que processa Nelson e Nelsinho Piquet por acusações indevidas e chantagem.

Segundo a equipe, a versão de que Nelsinho teria batido de propósito durante a corrida, a fim de ajudar Fernando Alonso, é "completamente falsa". A escuderia - em especial o diretor Flavio Briatore - alega ter sido chantageada pelos Piquet, para que Nelsinho ficasse na escuderia até o fim desta temporada.

"Nesta sexta-feira, a Renault e seu diretor Flávio Briatore gostariam de registrar que iniciaram processos criminais contra Nelson Piquet Junior e Nelson Piquet na França. O processo diz respeito a falsas alegações e tentativa de chantagear a equipe para que o senhor Piquet Junior corresse até o fim da temporada de 2009. O caso também será levado à polícia do Reino Unido", diz a escuderia em nota oficial.

Esta é a primeira vez desde que a história tornou-se pública, há duas semanas, que a equipe se manifesta sobre o caso. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) tem reunido evidências sobre o episódio, e o julgamento da Renault está marcado para o dia 21 deste mês.

Em seu depoimento à FIA, no fim de julho, Nelsinho teria admitido que bateu propositadamente entre as voltas 13 e 14 da prova em Cingapura, para que Fernando Alonso ficasse em boas condições na prova - a suposta tática deu certo, e o espanhol venceu.

O brasileiro teria concordado com a manobra para ficar fortalecido na equipe, e garantir a renovação de seu contrato para este ano. Logo depois de sua demissão, posteriormente ao GP da Hungria desta temporada, o piloto e seu pai revelaram sua versão da história para a FIA.

Site divulga depoimento de Nelsinho à FIA no caso Renault

Fontes: O ESTADO - AP -

Felipe Massa deixa hospital na Hungria e já está a caminho do Brasil


Felipe Massa deixa o aeroporto de Budapeste rumo ao Brasil em um jatinho classe CL-600

Ao lado da esposa e de médico particular, piloto vai para aeroporto de Budapeste em uma ambulância. Chegada em São Paulo deve ser à noite

Após nove dias internado em um hospital de Budapeste, Felipe Massa já está a caminho do Brasil. Por volta de 2h10 (7h10 no horário local) desta segunda-feira, o piloto da Ferrari deixou o Hospital AEK na capital húngara em uma ambulância rumo ao aeroporto Ferihegy. De lá, embarcou em um voo fretado com destino a São Paulo.

Piloto Felipe Massa deixa ambulância e é transferido para o avião que o traz até ao Brasil

O brasileiro deve chegar ao Brasil no início da noite desta segunda-feira. De acordo com a assessoria do piloto, a viagem é feita em uma aeronave dotada de total estrutura para acompanhamento médico. O voo fará uma única escala para reabastecimento em Dacar, no Senegal, antes de chegar no Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos.

Na capital paulista, Massa embarcará imediatamente em helicóptero para o Hospital Albert Einstein, na Zona Sul da cidade. Ele deve ficar no hospital por até dois dias, para fazer todos os exames necessários.


Raffaela, esposa de Felipe Massa, faz sinal positivo durante a saída do piloto do hospital AEK

Felipe Massa foi internado no hospital AEK de Budapeste no último dia 25 de julho após sofrer um acidente no qual foi atingido em seu capacete por uma mola que se soltou do Brawn de Rubens Barrichello. O brasileiro que passou por uma cirurgia no crânio devido ao impacto, chegou a passar alguns dias em coma induzido, mas foi liberado da UTI na quarta-feira passada.

Fontes: G1- AP

Operação de Massa foi 'um sucesso', diz Ferrari

Piloto brasileiro teve fragmentos de osso, que estavam próximos ao cérebro, retirados; estado de saúde é bom



BUDAPESTE - A Ferrari informou que o brasileiro Felipe Massa foi "operado com sucesso" da fratura óssea acima do olho esquerdo, sofrida durante o grave acidente no treino oficial do Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1. Segundo comunicado da escuderia italiana, o piloto foi transferido para a unidade de terapia intensiva do hospital AEK de Budapeste. Além da fratura, Massa sofreu uma concussão cerebral e um corte na testa.

O vice-campeão mundial de 2008 foi levado de helicóptero ao hospital após um primeiro atendimento no centro médico do circuito de Hungaroring. Mais cedo, a escuderia italiana confirmou que o piloto não disputará a prova deste domingo.

O acidente ocorreu durante a segunda parte do treino deste sábado. Uma peça atingiu o capacete de Massa, que chegou a desmaiar e acertou a barreira de pneus de frente.

O GP da Hungria deste domingo tem largada prevista para às 9 horas (de Brasília), com Fernando Alonso, da Renault na pole. O estadao.com.br acompanha a décima etapa do Mundial da Fórmula 1 ao vivo.

Barrichello diz que Massa está em coma induzido, mas não corre risco

O piloto brasileiro Rubens Barrichello, que esteve no hospital onde Felipe Massa foi submetido a uma cirurgia, disse que o piloto está em coma induzido, mas que não corre risco de morte. Segundo Barrichello, o estado de Massa, que sofreu um grave acidente no treino classificatório do GP da Hungria de F-1, é estável.

Segundo Peter Gazso, chefe da equipe que fez a cirurgia, Massa teve uma "fratura de osso no crânio, já reparada", e uma "pequena lesão cerebral". Agora, ele repousa no hospital, e passará por uma tomografia às 10h deste domingo (horário local, 5h de Brasília) para avaliar a extensão do ferimento.

Em entrevista à rádio Jovem Pan, Barrichello deu mais detalhes sobre a situação do piloto. "O Felipe está em uma situação estável, graças a Deus. Foi uma quebra de osso acima do supercílio. Com isso, ele passou por uma cirurgia delicada, porque foi na cabeça, mas [a cirurgia] teve sucesso", disse Barrichello.

"Agora, ele está em coma induzido, mas não tem nada aberto, [ele] tem simplesmente que ficar em observação. Amanhã, os médicos dizem que, se ele estiver na mesma situação, sem nenhuma piora, eles vão tentar acordá-lo."

"O Felipe, por tudo aquilo que eles [médicos] falaram, não corre nenhum risco de vida. Mas eles não sabem dizer quando ele volta a correr, porque qualquer situação de batida na cabeça requer um pouco de tempo para ver o que acontece", revelou.

"O que eles podem falar é que o estado é estável mesmo, sem nenhum perigo maior. Neste momento, eles estão muito seguros. O hospital é de primeiríssima qualidade, e ele está sendo muito bem cuidado", disse o piloto da Brawn GP.

Acidente

Massa foi atingido na cabeça por uma peça da suspensão traseira da Brawn de Rubens Barrichello, que acertou seu capacete. Aparentemente inconsciente, ele foi reto em uma curva, sem virar o volante, e bateu na barreira de pneus. O treino foi interrompido, e depois reiniciado.

Antes do acidente, Massa conseguiu fazer um tempo para se classificar para a última parte do treino, e largaria da décima colocação --o piloto, no entanto, não tem condições de participar da corrida.

O piloto sofreu uma concussão cerebral (perda de consciência por conta da pancada) e uma lesão óssea por causa do corte de aproximadamente 8 cm acima do supercílio do olho esquerdo.

Ele foi sedado depois de ter sido atendido no centro médico do circuito de Hungaroring porque estava muito agitado, mexendo braços e pernas.

Impacto no capacete de Felipe Massa pode ter sido de 152kg

A mola que atingiu o capacete de Felipe Massa e originou o grave acidente do piloto brasileiro nos treinos classificatórios do GP da Hungria pode ter gerado um impacto de 152kg.

O cálculo teve a ajuda do físico e professor da ESPM, Julio César Bastos de Figueiredo, de 42 anos. Para realizar a conta, o professor supos o seguinte cenário: a mola que teria sido "cuspida" na pista pelo carro de Rubinho Barrichello tem 12cm de diâmetro e 500g de peso; e que Felipe Massa estava a 280 km/h (velocidade média que os pilotos realizam a curva quatro de Hungaroring).

"Nesse cenário, o impacto no capacete de Felipe Massa seria equivalente ao que receberia um homem que estivesse deitado no chão e a mesma mola fosse jogada do alto de um prédio de 300 metros, como o Empire State, de Nova York", explicou o físico.

Apesar da gravidade do acidente, pode se dizer que o impacto em Felipe Massa foi um tanto "leve". "Os capacetes dos pilotos de Fórmula 1 são projetados para receber impactos de até 600kg", explica o físico.

"O corte gerado no rosto de Felipe provavelmente aconteceu pelo aprofundamento do capacete gerado pelo choque. Mas o capacete resiste sim e resiste bem", disse.

Longa desaceleração pode ter evitado o pior

Outra cena impressionante do acidente de Massa foi o choque com o muro de pneus. Desacordado, o piloto acelerou e freou ao mesmo tempo antes de entrar na área de escape, na qual a Ferrari perdeu um pouco de sua aceleração antes de parar por completo. Graças a esse espaço e tempo maior para a parada completa do carro - além da proteção do cockpit - Felipe Massa não sofreu danos maiores.

"Força da gravidade na batida foi de 5G (cinco vezes a força da gravidade). Seria o mesmo que levantar o carro a cinco metros de altura e soltá-lo no chão com o bico para baixo. A espinha humana aguenta no máximo 7G, mas isso sem apoio algum, o que não acontece nos carros de Fórmula 1. A desaceleração que ocorreu neste caso fez com que o impacto nos pneus não fosse tão forte assim. Se fosse direto no muro, sem proteção ou desaceleração, A força G seria bem maior", explica o físico.


Galeria











Fontes: ESTADAO - REUTERS - FOLHA - TERRA

Piloto brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, sofreu um grave acidente neste sábado

Massa é atingido na cabeça por peça de carro de Rubinho, bate, mas passa bem

BUDAPESTE, Hungria, 25 Jul 2009 (AFP) - O piloto brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, sofreu um grave acidente neste sábado em Budapeste durante a segunda rodada do classificatório para o Grande Prêmio da Hungria, e foi levado de helicóptero para o hospital.

De acordo com a Federação Internacional do Automobilismo (FIA), o estado do brasileiro é "estável".

"Felipe Massa foi levado ao centro médico do circuito, e depois para o hospital. Seu estado é estável", disse uma porta-voz da FIA.

Massa perdeu o controle de seu carro e saiu da pista em alta velocidade na quarta curva de Hungaroring. Segundo as imagens gravadas pela câmera instalada em seu carro, o capacete do brasileiro foi atingido logo antes da curva por um pequeno pedaço de metal procedente da Brawn GP de seu compatriota Rubens Barrichello, e o monoposto se chocou contra a barreira de contenção. O bico ficou completamente destruído.

O capacete de Massa se chocou violentamente com o volante, o que pode explicar a ausência de movimentos do piloto enquanto duas ambulâncias chegavam rapidamente ao local.

Dez minutos depois da batida, Massa ainda estava dentro do veículo.



No entanto, de acordo com Barrichello, ele estava "consciente" e "muito agitado" quando foi levado de ambulância para o helicóptero. Ainda segundo Rubinho, Massa tinha um corte na testa. Imagens mostraram o brasileiro sendo removido de maca e levando a mão à cabeça.

A terceira sessão do classificatório chegou a ser suspensa, mas recomeçou pouco tempo depois. Com um tempo de 1:21.569, o espanhol Fernando Alonso, da Renault, faturou a pole position, superando Sebastian Vettel e Mark Webber, ambos da Red Bull.

Lewis Hamilton, da McLaren, largará da quarta posição.

Fonte: Terra - REDE GLOBO

Bruno Senna vai pilotar McLaren de Ayrton na Inglaterra


Bruno Senna no banco da McLaren MP 4/4

Ele irá guiar o carro que deu ao tio o título mundial de Fórmula 1 em 1988, o primeiro do tricampeão


LONDRES - O piloto brasileiro Bruno Senna, que esteve perto de disputar a atual temporada da Fórmula 1, vai pilotar um carro especial neste fim de semana, durante o Festival de Goodwood, tradicional mostra de carros antigos na Inglaterra: a McLaren MP 4/4 com a qual seu tio, Ayrton Senna, conquistou seu primeiro título mundial, em 1988.

O modelo, equipado com motor Honda turbo, venceu 15 das 16 corridas disputadas naquele ano - Senna ganhou oito corridas, contra sete do companheiro Alain Prost. "Será uma grande experiência para mim. É altamente motivador pilotar um carro com essa história e merecer a confiança das mesmas pessoas que estiveram com o Ayrton naquelas vitórias", contou Bruno, que nesta quinta se sentou no carro para adaptar o banco e os pedais.

Atualmente disputando a Le Mans Series, Bruno admitiu que será bom voltar a guiar um carro monoposto, embora seja apenas uma exibição. "Um Fórmula 1 daquele tempo não é muito similar a um atual, e Goodwood também não é exatamente uma pista de grande prêmio, mas estou certo que este final de semana vai aguçar novamente meu apetite." Ele tinha boas chances de guiar pela Honda, que desistiu da categoria, e acabou preterido em favor de Rubens Barrichello, escolhido pelos dirigentes da sucessora Brawn GP.

O carro que Bruno guiará, na sexta e no sábado, pertence à coleção da McLaren, que fica em exibição na fábrica da equipe, em Woking, na Inglaterra.

Fonte: Estadão -

Times da F-1 chegam a acordo com a FIA e desistem de criar campeonato paralelo

Presidente Max Mosley desiste da reeleição em outubro e acalma as equipes ao propor uma redução de custos mais suave, em dois anos

Uma semana após o racha, veio o remendo. As equipes da Fórmula 1 chegaram a um acordo com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) nesta quarta-feira, em Paris, e desistiram de criar uma categoria paralela em 2010. A novidade responsável pela paz foi a decisão do presidente da FIA, Max Mosley, de não concorrer à reeleição no pleito de outubro.

- Não vou concorrer à reeleição. Agora temos paz – declarou Mosley nesta quinta-feira.


Bernie Ecclestone (esq), Max Mosley (centro) e Luca di Montezemolo (dir) falam à imprensa após reunião

O conflito terminou na manhã desta quarta (à tarde na França), durante a reunião do Conselho Mundial de Esporte a Motor da FIA, após uma série de conversas durante a madrugada entre Mosley; Bernie Ecclestone, dono dos direitos comerciais da categoria; e Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari e da Associação dos Times da Fórmula 1 (Fota).

O encontro foi marcado para evitar a criação de uma categoria paralela por parte das escuderias, e o objetivo foi cumprido. Além da desistência de Mosley na próxima eleição, a FIA também cedeu na redução dos custos e propôs um reajuste mais suave, ao longo de dois anos.

- Não haverá separação; acontecerá um campeonato único em 2010. Chegamos a um acordo sobre a redução dos custos. O objetivo é chegar ao nível dos gastos do começo da década de 90 em dois anos – afirmou Mosley, ao deixar a sede da FIA.

Com o acordo desta quarta-feira, a Ferrari de Felipe Massa continua na Fórmula 1 em 2010

Ainda nesta quarta-feira, a FIA deve anunciar a lista oficial com as equipes que vão disputar o campeonato de 2010. Com a paz selada, a próxima temporada terá Ferrari, McLaren, Renault, BMW Sauber, Toyota, Brawn GP, RBR e STR, que tinham ameaçado na última quinta criar uma categoria paralela.

O chefão da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da categoria, ficou aliviado após o encontro desta quarta.

- Estou muito feliz por ver que o bom senso prevaleceu – disse.

Fontes: Efe- Reuters - G1

Calendário da "F-1 paralela" exclui prova no Brasil, segundo jornal inglês

Um calendário do campeonato paralelo que a Fota (Associação das Equipes da F-1) promete organizar em 2010, divulgado pelo jornal inglês "The Guardian", não inclui corrida da categoria no Brasil.

Segundo a publicação, a "F-1 paralela", que contaria com Ferrari, McLaren, BMW Sauber, Renault, Brawn GP, Red Bull, Toyota e Toro Rosso, teria 17 provas, quatro delas na América --México, Argentina, Canadá e Estados Unidos.

A categoria também realizaria corridas em diversos circuitos que já abrigaram a F-1 no passado, como Imola (San Marino/Itália), Indianápolis (Estados Unidos), Adelaide (Austrália), Magny-Cours (França) e Montréal (Canadá) --os últimos dois saíram do calendário em 2009.

Buenos Aires e Cidade do México, que poderiam utilizar os circuitos Oscar Gálvez e Hermanos Rodríguez, respectivamente, também já fizera parte da F-1.

Silverstone, que deve ser substituído por Donington como sede do GP da Inglaterra da F-1 a partir de 2010, está presente na lista divulfada pelo jornal, assim como Jerez (Espanha) e Portimão (Portugal), que abrigam testes da F-1.

Montecarlo (Mônaco), Suzuka (Japão), Monza (Itália), Abu Dhabi (Emirados Árabes) e Cingapura, que ainda têm provas da F-1, também aparecem no suposto calendário da Fota.

A novidade ficaria por conta de uma corrida em Helsinque, na Finlândia, país que nunca contou com corridas da principal categoria do automobilismo.

Racha

As equipes anunciaram que vão criar a categoria na última quinta-feira, já que são contrárias ao teto orçamentário de 40 milhões de libras (cerca de R$ 129 milhões) implementado para o Mundial-2010 da F-1 e também reclamam do modo de governar da FIA e de Max Mosley, presidente da entidade.

Mosley, no entanto, já indicou que deve continuar negociando com as escuderias dissidentes para impedir a divisão.

Veja o calendário divulgado pelo Guardian

7 de março: Argentina (Buenos Aires)
21 de marco: México (Cidade do México)
11 de abril: Espanha (Jerez)
25 de abril: Portugal (Portimão)
2 de maio: San Marino/Itália (Imola)
23 de maio: Mônaco (Montecarlo)
6 de junho: Canadá (Montréal)
13 de junho: Estados Unidos (Indianápolis)
11 de julho: Inglaterra (Silverstone)
25 de julho: França (Magny-Cours)
15 de agosto: Alemanha (Lausitz)
29 de agosto: Finlândia (Helsinque)
12 de setembro: Itália (Monza)
26 de setembro: Emirados Árabes (Abu Dhabi)
10 de outubro: Cingapura
24 de outubro: Japão (Suzuka)
7 de novembro: Austrália (Adelaide ou Surfer's Paradise)

Fonte: Efe

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