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O mundo recebe o iPad

Como era de se esperar, o lançamento internacional do iPad provocou filas e correria nas lojas da Apple pelo planeta, como já acontecera nos Estados Unidos em seu lançamento.

Na galeria de fotos abaixo, você confere como o aparelho foi recebido nos países que foi lançado. Não há previsão de lançamento do aparelho no Brasil.

Takechiyo Yamanaka foi o primeiro a comprar um iPad em Tóquio (foto: Reuters)

Fila de compradores na loja da Apple no Louvre, em Paris, na França (foto: EFE)

Em Frankfurt, na Alemanha, Simone Straehle foi a primeira consumidora a levar o iPad para casa (foto: EFE)

Em Copenhagen, na Dinamarca, Hans-Henrik Duessel levou seu Apple Classic na hora de comprar seu iPad (foto: Reuters)

Em Zurique, na Suíça, as filas se estendiam horas antes da loja da Apple abrir suas portas (foto: AP)

Em Londres, na Inglaterra, uma fã da Apple exibe seu iPad recém-comprado (foto: EFE)

As filas também eram enormes em Montreal, no Canadá (foto: AP)

E também Roma, na Itália (foto: EFE)

Em Barcelona, na Espanha, clientes da Apple testam o aparelho na loja (Foto: AP)


Fontes: O ESTADO - Agências

Polícia dos EUA apreende computadores de editor do site que revelou iPhone 4G

Chen escreveu sobre o iPhone 4G, que foi perdido por um engenheiro da 

A polícia da Califórnia (EUA) entrou na casa do editor do site Gizmodo, Jason Chen, e apreendeu quatro computadores e dois servidores. Segundo informações do site, o editor não estava no domicílio quando policiais entraram no local. A ação teria ocorrido na noite de sexta-feira (23), e foi divulgada no final da tarde de hoje.

As autoridades obtiveram um mandado de busca com um juiz estadual da Suprema Corte. O Gizmodo questiona o documento. "O mandado de busca para remover estes computadores foi invalidado sob a seção 1524 do Código Penal da Califórnia."

Chen escreveu sobre o iPhone 4G, que foi perdido por um engenheiro da Apple.

O Gawker, grupo responsável pelo Gizmodo, escreveu uma carta para o detetive do caso, informando que a casa de Chen é uma "redação de fato", o que pode fazer com que o mandado seja invalidado.

Phone 4G, que o site de tecnologia Gizmodo localizou em um bar californiano; aparelho muda design/Reprodução/Gizmodo

Entenda o caso

O site de tecnologia Gizmodo afirmou ter encontrado e confirmado a existência do iPhone 4G em 19 de abril, cujo lançamento deve ocorrer em 22 de junho.

Há mudanças no design do aparelho, além de mais resolução na tela, inserção de uma câmera frontal e flash para fotografias.

Trata-se, aparentemente, de um protótipo, já que capacidade de armazenamento e número de série, por exemplo, não estão descritos.

O aparelho foi encontrado perdido dentro de um bar em Redwood City, e estaria camuflado como um iPhone 3GS, segundo o Gizmodo.

O site não fornece detalhes sobre como localizou o dispositivo --mas garante a autenticidade do produto.

Segundo informa o site, as peças tinham características já conhecidas da companhia, além de já estar rodando na quarta versão do sistema operacional.

Mas, de acordo com a pessoa que achou o dispositivo, houve formatação remota do iPhone, e todas as informações foram perdidas.

Parte traseira do suposto iPhone 4G, que tem logomarca da Apple e detalhes de fabricação da empresa/Reprodução/Gizmodo


Fonte: FOLHA

A Folha testou: "iPad ainda não mostra a que veio"

CRISTINA FIBE

Minha expectativa com relação ao iPad era a mais alta possível. Depois de passar semanas acompanhando a extensa cobertura na mídia americana e de ter lido críticas elogiosas nos principais veículos, esperava nada menos do que um aparelho do qual eu não pudesse mais abrir mão.

Mas, ontem, ao final do test-drive que descrevo a seguir, a sensação é a de que o iPad ainda não mostrou a que veio.

Do início: recebi o aparelho via correio, ao meio-dia de ontem, depois de passar a manhã inteira pensando que teria sido mais garantido enfrentar filas para conseguir o meu. O carteiro tirou sarro da minha ansiedade. Não devia ser o primeiro iPad que entregava.

Jovem nos Estados Unidos comemora a compra do iPad en San Francisco; Apple começou a venda neste sábado/Monica M. Davey/Efe

O impacto inicial, positivo, foi parecido com o que senti quando abri os dois outros aparelhos da Apple nos quais me viciei, o iPod e o iPhone --devo dizer que, no mais, não sou uma "garota Apple". Belo design, leve e, aparentemente, simples.

Nem tanto. Aos poucos, o iPad foi me devolvendo à realidade. Primeiro, é necessário um computador com iTunes (loja virtual da Apple) para que comece a funcionar. Quando o iPad liga, percebo outro fator do "sistema fechado" da Apple: o aparelho não carrega quando ligado a um PC, diferentemente do iPod.

Próximo obstáculo: o iPad não encontra uma conexão Wi-Fi (sem fio) livre no meu apartamento. Sem conexão, a novidade não tem graça nenhuma.

Por sorte, alguém esquecera um AirPort por aqui, uma base da Apple que, ligada à tomada e ao modem, transforma a banda larga em sinal sem fio. Sem isso, talvez o meu iPad fosse inútil.

O uso do Safari (navegador da Apple) é como no iPhone, só que mais confortável, por causa da tela maior e de um teclado que, embora também sensível ao toque, tem mais espaço entre as letras e é fácil de manipular. O Flash Player (programa da Adobe) é um problema: proibido, faz com que parte dos sites e mais da metade dos vídeos na web fiquem inacessíveis.

"Apps"

Mas YouTube e sites como o da TV ABC já trataram de fazer versões especiais para a Apple; o primeiro, que já vem no desktop do iPad, traz novo formato, com vídeos em definição mais alta. A ABC oferece um aplicativo gratuito que dá acesso a várias séries --e, embora elas estejam repletas de propagandas indesejadas, se adaptam perfeitamente à tela do iPad.

Entre os inúmeros outros "apps" (aplicativos), há ainda aqueles para usar redes sociais, jogar, ler jornais, revistas e livros --até o Kindle (leitor de livros da Amazon) já tem sua versão para o aparelho, embora a Apple também possua um aplicativo, o iBooks.

Nele, as páginas, coloridas, obedecem ao toque e viram imitando a dobra das folhas de um livro "real", com velocidade controlada pelos dedos. Ícones permitem mudar o tamanho das letras e viajar a qualquer parte do livro. A biblioteca da Apple, porém, é bem menor do que a que a Amazon oferece.

Minha vontade era a de baixar todos os aplicativos de livros possíveis. Temia que, ao levar o aparelho para as ruas, ele não achasse uma conexão Wi-Fi e passasse a ser apenas uma mistura de leitor eletrônico e iPod (a Apple disponibilizará versões mais caras, com conexão 3G, no fim do mês).

Também poderia pagar por filmes e games, na tentativa de abastecer o iPad para ter vontade de sair com ele. Ou seja: depois de desembolsar US$ 499 em sua versão mais simples (16 GB), eu teria um sem-fim de opções para continuar gastando dinheiro.

No fundo, o iPad é uma loja gigante, onde a internet faz o caminho oposto ao que estamos habituados: menos conteúdo é disponibilizado de forma grátis, aberta e livre.

No fim do dia, passei a considerar a reclamação de alguns consumidores irritados com o preço salgado --para que eu preciso de um iPad se já tenho laptop e celular inteligente? Os netbooks, que chegam a custar menos da metade, são multifuncionais e, embora maiores do que um iPad, suficientemente práticos de carregar.

Após horas usando o novo grande lançamento da Apple, tudo o que consigo responder é: não sei. Não compraria um.

Editoria de Arte/Folha Imagem

Fonte: FOLHA/CRISTINA FIBE

Empresa lança bateria portátil movida a metanol

'Dynario' usa o combustível para recarregar celulares e iPods. Produto será lançado nesta quinta-feira (29) no Japão.



Bateria portátil ‘Dynario’ utiliza metanol para carregar celulares e dispositivos móveis como tocadores de MP3 e videogames portáteis. Ela transforma o combustível em eletricidade e pode carregar até dois aparelhos simultaneamente com uma carga de metanol. (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP )



O aparelho, que custará cerca de US$ 328, utiliza metanol que é vendido separadamente em cartuchos de 50 ml. Um pacote com cinco cartuchos custa aproximadamente US$ 34. Desse modo, a bateria portátil não exige tomada para recarregar aparelhos eletrônicos e pode ser usado em acampamentos, por exemplo. (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)


Fonte: G1

Sony entra no mercado de netbooks com novo modelo Vaio

Laptops da Sony expostos em loja chinesa; empresa vai entrar no mercado de netbooks

A Sony anunciou um novo modelo netbook Vaio, que será vendido por um valor em torno de US$ 629 (R$ 1240) no Japão a partir do mês de agosto. A manobra, anunciada nesta terça-feira (7), tem como objetivo a inserção da gigante dos eletrônicos no crescente mercado dos netbooks.

O mercado de netbooks é menor e mais barato que os dos tradicionais notebooks, e otimizado para tarefas mais simples --como navegação na internet e e-mail. A pioneira neste segmento foi a empresa Asustek em 2007. Logo, foi seguida por outras marcas globais, como Acer, Hewlett-Packard e Dell, que incorporaram o netbook em seus catálogos.

A Sony, a última das grandes fabricantes a entrar na vertente dos netbooks, espera que o novo design do produto e que a alta resolução do display ajudem a companhia no estabelecimento da presença no mercado, disse uma porta-voz da empresa.

A nova máquina da Sony é equipada com o sistema operacional Windows XP, processador Intel Atom e tela de LCD com resolução de 1.366 por 768 pixels (os outros netbooks, usualmente, têm resolução de 1.024 por 600 pixels).

A empresa não declarou o quanto espera vender com o novo modelo de netbook. Entretanto, quanto aos notebooks, a Sony deseja vender 6,2 milhões de unidades até março de 2010 --número ligeiramente superior às 5,8 milhões de unidades vendidas no ano passado.

As vendas de netbooks em 2009 praticamente dobraram em relação ao ano anterior, para 26,4 milhões de unidades, de acordo com a empresa de pesquisas IDC.

Fonte: Folha Informática

Apple vai lançar versão mais barata do iPhone hoje, diz jornal

Apple lançará versão "enxuta" e mais barata do iPhone, afirma jornal norte-americano

A Apple planeja introduzir uma versão "enxuta" do seu smartphone iPhone, hoje , dia 8 , em um movimento que fortaleceria a inserção da companhia no mercado de aparelhos para navegação na internet. A informação foi publicada pelo jornal "Financial Times".

Os analistas disseram que a companhia deseja mostrar um aparelho cujo custo seria US$ 99 ou US$ 149 --ainda subsidiados pelo contrato com a operadora AT&T, conforme o padrão atual da Apple nos Estados Unidos.

"É um corte de US$ 50 ou US$ 100", disse a analista Kathryn Huberty, da consultoria Morgan Stanley.

Citando uma pesquisa da empresa com consumidores, ela dissse que um corte de US$ 50 pode aumentar a demanda por iPhones em até 50%, enquanto um corte de US$ 100 potencializaria os negócios da Apple com seu smartphone em 100%.

De acordo com o instituto de pesquisas Gartner, no último trimestre do ano passado, a empresa de Steve Jobs foi responsável pela venda de 11% dos smartphones mundiais, atrás da Nokia (que detém 41% da fatia de mercado) e da RIM (Research in Motion, fabricante do BlackBerry), cujas vendas representam 20%.

A Apple não quis comentar o assunto. Tradicionalmente, a companhia introduz seus produtos na conferência de desenvolvimento da marca, cujo início será na segunda-feira.

O novo telefone começaria a ser produzido em julho, com a terceira versão do sistema operacional do iPhone --cujo lançamento também esperado para a próxima semana. O novo software incluiria a ferramenta de recortar e colar textos, e a busca de informações dentro de múltiplos aplicativos ao mesmo tempo.

A expectativa por um smartphone mais barato vem desde o final do ano passado, quando rumores anunciavam um iPhone de 3 Gbytes de 4 Gbytes de armazenamento, ao preço de US$ 99 --algo que, no entanto, não se concretizou.

Atualmente, a empresa mantém a tecnologia 3G em duas versões de 8 e 16 Gb, que são vendidos a US$ 199 e US$ 299 nos Estados Unidos, respectivamente. No Brasil, os valores do iPhone variam conforme a operadora --as que mantêm o smartphone em seu catálogo são Claro, Vivo e TIM.

Gigante dos chips, Intel faz software rápido para netbooks

Se você já espiou as especificações da maioria dos netbooks, deve ter notado dois itens quase onipresentes: o processador Atom e o sistema operacional Windows XP.

Quando a categoria surgiu, em 2007, com o lançamento do Asus Eee PC, o sistema dominante nessas maquininhas era o Linux, de código aberto.

Em meados de 2008, porém, a situação se inverteu: o sistema da Microsoft vinha instalado em 96% dos laptops ultraportáteis de baixo custo, segundo a consultoria NPD.


Tela do Moblin, sistema baseado em Linux otimizado para netbooks com processador Intel Atom, que é gratuito e carrega em segundos


Mas os sistemas baseados em Linux para netbooks tentam se reerguer no mercado. A tacada mais recente é da própria Intel, que fabrica os processadores Atom: na semana passada, a empresa lançou a versão 2.0 beta do Moblin, disponível para download gratuito em www.moblin.org.

Com interface atraente, o sistema traz, no topo da tela, uma série de ícones que representam "zonas" (como internet, mídia e programas), o que o Ars Technica chamou de "incomum paradigma de gerenciamento de tarefas".

Teste

A Folha testou o Moblin em um netbook HP Mini 1000, com processador Atom.

Uma das características mais impressionantes é o carregamento rápido --em menos de 30 segundos, o sistema está pronto para usar.

Mas há ainda muitas arestas a serem aparadas. Alguns recursos ainda não funcionam, mensagens de erro são constantes e o suporte a hardware é fraco --as placas de rede para conexão com e sem fio, por exemplo, não foram detectadas pelo sistema.

Como netbooks, em sua maioria, não contam com leitor de CD e DVD, o Moblin pode ser testado e instalado por meio de um pendrive --o site ensina o procedimento passo a passo para Windows, Mac OS X e Linux.

Impressora de alta velocidade substitui cartuchos por tinta sólida

Modelos da nova série têm preço inicial de US$ 23,5 mil. Xerox diz que novidade traz economia na hora da impressão.

Tinta sólida dispensa uso de cartuchos.

A Xerox apresentou nesta semana o que diz ser a primeira linha de impressoras de alta velocidade que usam tinta sólida. Segundo a empresa, a principal vantagem dos produtos da série ColorQube 9200 é a redução de gastos. A companhia afirma que o custo de impressão por página é 62% menor, se comparado àquele das impressoras laser tradicionais.

Páginas em preto saem US$ 0,01 a unidade, documentos com cores moderada custam US$ 0,03 e a impressão com muitas cores chega a US$ 0,08.

Os preços das impressoras já disponíveis nos EUA começam em US$ 23,5 mil, e a companhia não divulga o valor das tintas sólidas. O preço da impressora indica que seu foco é o mercado corporativo, e não doméstico.

Pelo fato de a novidade dispensar o uso de cartuchos, continua a empresa, ela também apresenta menor impacto ambiental – 90% menos resíduos, além de reduzir os prejuízos ambientais referentes à produção e transporte dessas “embalagens” de plástico para tinta líquida.

Os diferentes modelos têm velocidades diferentes, dependendo do tipo de impressão: vão de 30 páginas por minuto (ppm) a 85 ppm. Cada “barra” de tinta pode imprimir cerca de 55,5 mil páginas, de acordo com comunicado da Xerox.


Segundo a Xerox, o custo da impressão por página é 62% menor, se comparado àquele das impressoras laser tradicionais.


Pelo preço e tamanho da impressora, seu foco é o ambiente corporativo, e não doméstico. Dimensões do modelo da foto são 1,3 m x 70 cm x 1,1 m.

Superzoom é atração em feira de imagem nos EUA

Máquinas destinadas a usuários (quase) comuns, com zoom ótico de 20 vezes e câmeras fotográficas com capacidade de capturar vídeos em alta definição, foram alguns dos destaques da PMA, feira de imagens digitais que aconteceu na semana passada, em Las Vegas.


Impressora portátil DPP-FP67, que faz fotos de 10x15 cm, chega ao mercado em maio

Lori Grunin, editora especializada em imagem digital do site de tecnologia Cnet (www.cnet.com), avalia que os lançamentos mais rumorosos da feira são a Cyber-shot DSC-HX1, da Sony, e a nova versão da Lumix DMC-G1, da Panasonic.

A primeira conta, entre outras coisas, com superzoom de 20 vezes, uma tendência que se consolida nas câmeras digitais não-profissionais.

Outros destaques do aparelho são o modo de auxílio de captura de fotografias panorâmicas e a capacidade de fazer vídeos em alta definição.

O produto deve chegar às lojas em abril por US$ 499.

A Sony também apresentou duas impressoras portáteis para fotos digitais. Os modelos DPP-FP67 e DDPP-FP97, que devem chegar ao mercado em maio, imprimem fotos no tamanho tradicional (10x15 cm).

A Lumix G1, da Panasonic, já havia sido bem recebida no ano passado, mas neste ano ganhou capacidade de fazer vídeos em alta definição. A novidade veio acompanhada de duas novas lentes que ampliam a capacidade do aparelho na captura de imagens em movimento.

Usuário comum

As câmeras pequenas também têm novidades. A Olympus anunciou aparelhos da linha StylusTough 6000 e 8000. São máquinas fininhas, mas resistentes a quedas e mergulhos. A empresa também apostou no superzoom, com a SP-590 UZ, que tem capacidade de ampliação de 26 vezes.

Leitor de livros eletrônicos gera polêmica antipirataria nos EUA

Para presidente do sindicato dos autores, função que reproduz o texto em áudio caracteriza violação


Kindle 2, o novo leitor de livros eletrônicos da Amazon, é alvo de críticas do sindicato dos autores / Mark Lennihan/AP

SÃO PAULO - Ler um livro em voz alta pode ser considerado pirataria? O novo aparelho que reproduz livros eletrônicos da Amazon, o Kindle 2, tem gerado polêmica no mercado editorial norte-americano desde seu lançamento por causa de uma função que faz algo parecido com uma leitura 'robótica' dos livros eletrônicos.

A ferramenta, que está na segunda versão, é uma espécie de "iPod dos livros". O Kindle 2 reproduz na tela uma versão eletrônica de um livro comprado pelo usuário no próprio site da Amazon.com.

Como gadget também é capaz de "ler" em voz alta o texto do e-book, isso causou controvérsia entre editores e agentes literários nos EUA. De acordo com o Wall Street Journal, o presidente do sindicato dos autores, Paul Aiken, afirmou que comprar o livro eletrônico e instalar no aparelho não dá ao usuário o direito de ouvi-lo em voz alta, em áudio. Segundo ele, essa reprodução configura "um direito de reprodução auditiva, que está previsto na lei de direitos autorais".

O jornal também informou que um porta-voz da Amazon ressaltou que a função do Kindle 2 que "lê" o livro usa uma tecnologia automática que apenas transforma texto em áudio, e que os ouvintes não irão confundir esse tipo de ferramenta com a experiência proporcionada por um "audiobook", que é a gravação de uma leitura feita por um narrador humano.

De acordo com o advogado Rony Vainzof, especializado em direito eletrônico e autor de livros sobre o tema, no Brasil uma situação como essa dificilmente caracterizaria violação dos direitos autorais. "Apesar de a lei prever que qualquer transformação não-autorizada na obra poderia caracterizar infração de um direito, num caso como esse a lei de direitos autorais entraria em contraposição com as leis que preveem acessibilidade para deficientes visuais, por exemplo", explicou.

Para Vainzof, a questão depende das permissões contidas no contrato entre o autor da obra e o vendedor dela - no caso, a Amazon. Segundo ele, "se o contrato tiver uma cláusula [que permita a reprodução em áudio] isso anula a questão".

Fabricantes revelam nova geração de netbooks

Uma nova geração de netbooks, os laptops ultraportáteis de baixo custo e capacidade de processamento moderada, fez sua estreia em Las Vegas.

Netbook Asus T91, que possui uma tela de 8,9 polegadas, foi anunciado na CES 2009

A Asus, pioneira na área, teve como novidades mais atraentes dois modelos com tela sensível ao toque (formato tablet) e que gira sobre o próprio eixo. O T91, com tela de 8,9 polegadas, e o T101, de 10 polegadas, vêm com Windows XP.

Já o 1004DN, também da Asus, tem drive de CD e DVD, item até então inédito em netbooks. O 1004DN ainda é um protótipo, e não há previsão de lançamento.

A MSI, criadora do Wind, outro netbook de sucesso, demonstrou novos modelos com armazenamento híbrido: 160 Gbytes em disco rígido tradicional somados a 8 ou 16 Gbytes em drive de estado sólido (SSD) -que é mais resistente por não ter partes móveis.

O finíssimo MSI X320, com 1,3 kg e tela de 12 polegadas, atraiu olhares para suas medidas esbeltas.
Apesar de não ser tão esguio quanto o MacBook Air, ao qual foi constantemente comparado, terá um preço inicial muito menor: US$ 799, ante US$ 1.799 do laptop da Apple. Ele roda Windows XP e tem três portas USB e entradas Ethernet e VGA.

Será que ele é?

A Sony lançou um laptop ultraportátil, mas seu valor de venda inicial, de US$ 899, o coloca fora da categoria dos netbooks, cujos preços giram em torno da metade disso.

O formato da tela de oito polegadas do Vaio série P é ainda mais alongado do que aquilo que se costuma chamar de widescreen. A resolução também impressiona: 1.600x768 pixels.

Jornalistas manusearam o notebook e puderam constatar sua extrema leveza -pesa 635 gramas, e os netbooks costumam ter por volta de um quilo.

Já no estande da Intel, o processador Atom, dominante entre os laptops ultraportáteis, ganhou espaço especial. Além de netbooks, a fabricante de processadores demonstrou vários MIDs (dispositivos portáteis para internet) equipados com o chip, projetado para consumir pouca energia.

Ainda mais portáteis que os netbooks, essas maquininhas são também bem mais caras. Com preço inicial de US$ 999, o elegante OQO 2+ é um MID com 2 Gbytes de memória, Windows Vista ou XP e tela de cinco polegadas com resolução de 800x480. Se você já tem dificuldades com o tamanho da tela, do teclado e do touchpad de um netbook, vai sofrer ainda mais tentando operar um desses pequeninos.

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