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Sites de campanha de Serra saem do ar

Quatro sites da campanha tucana exibem mensagens de erro. Site do partido informa que equipe trabalha para ‘reestabelecer a conexão’.

Os principais sites da campanha de José Serra, candidato do PSDB à Presidência, estão fora do ar desde pelo menos as 16h deste sábado (28). A assessoria de imprensa do candidato informou que "ninguém sabe o que está acontecendo" e que a ação de hackers não é descartada.

O site oficial da campanha, www.serra45.com.br, exibe uma mensagem de acesso negado. O endereço www.joseserra.com.br redireciona o internauta para o www.joseserra.psdb.com.br, que mostra uma página em branco. O www.amigosdoserra.com.br avisa, em inglês, que “não há itens a serem lidos no diretório”.

O site do PSDB informa que o endereço eletrônico da campanha de José Serra está “fora do ar” e que “a equipe do candidato já trabalha para reestabelecer a conexão com os internautas”.


Fonte: G1

Imagens de adolescente fazendo strip-tease pela web ganharam repercussão

Vídeo causa comoção na internet

A mãe do adolescente de 16 anos que fez junto com outra adolescente um vídeo de strip-tease divulgado na internet contou à reportagem do R7 que o filho aproveitou o momento em que ela dormia no quarto com a porta fechada para gravar as imagens com uma câmera e mostrá-las na rede. O vídeo ganhou repercussão e foi exibido até em canais de TV.

China, EUA e Rússia estão em corrida armamentista na internet, diz empresa

A Google ameaçou abandonar a China devido aos ciberataques sofridos pela empresa

China, Estados Unidos e Rússia e outros estão em corrida armamentista na web/Pichi Chuang/Reuters

China, Estados Unidos e Rússia fazem parte dos 20 países que estão envolvidos em uma corrida armamentista no ciberespaço e que se preparam para possíveis hostilidades via internet, indicou o presidente da empresa de segurança na internet McAfee.

Dave DeWalt, diretor executivo e presidente da companhia norte-americana, disse que a tradicional posição defensiva das estruturas de informática dos governos havia mudado nos últimos anos.

"Este movimento de uma posição defensiva para uma postura agressiva é muito evidente", disse DeWalt no Fórum Econômico Mundial (WEF) realizado até domingo na estação de esqui do leste da Suíça.

A McAfee indicou ter identificado pelo menos cinco países com ciberarmas: Estados Unidos, China, Rússia, Israel e França.


"Estamos vendo agora mais de 20 países. Os governos estão se equipando para uma ciberguerra, com ciberespionagem e com capacidades de ciberofensiva", afirmou Dewalt.

"Há uma corrida armamentista em marcha no ciberespaço", observou.

Alertas precedentes

DeWalt não é o primeiro a advertir para uma ciberguerra.

O diretor da agência da ONU para as Telecomunicações, Hamadoun Toure, indicou em outubro passado que a próxima guerra mundial poderá ser travada no ciberespaço.

DeWalt deu como exemplo o recente ataque contra a empresa de buscas na internet norte-americana Google e assegurou que ilustra a mudança da estrutura dos governos em matéria de espionagem e ataques para uma ofensiva que é "comercial por natureza".

A Google ameaçou abandonar a China devido aos ciberataques sofridos pela empresa e que, segundo denunciou, são procedentes do gigante asiático. A polêmica gerou um problema diplomático entre ambas as potências.

DeWalt disse que o ataque contra a Google foi "um dos primeiros de um governo no setor comercial", e destacou a "altamente sofisticada ciberespionagem centrada na propriedade intelectual muito valiosa de empresas" --como a ferramenta de buscas ou a Adobe.

O ataque, denominado "Operação Aurora", atingiu cerca de 30 companhias e o número de empresas afetadas poderá continuar crescendo, advertiu DeWalt.

Mas foi apenas um de "uma série de ataques de grande escala dos últimos doze meses".

A McAfee detectou um aumento no último ano de "mais de 500%" de malwares, ou seja, vírus ou programas de informática destinados a espionar ou destruir informações.

"Há mais 'malware' agora do que vimos nos últimos cinco anos juntos", ressaltou.

O último relatório da McAfee, que reúne informações de cerca de 600 empresas de telecomunicações e informática, revelou que 60% dos consultados acreditam que representantes de governos estrangeiros estão envolvidos em operações para invadir suas estruturas.

Quase 36% afirmou que os Estados Unidos são a maior ameaça, seguido dos 33% que citam a China.

Fontes: FOLHA - France Presse

Dupla é presa suspeita de ameaçar família pelo MSN

Após roubo de computador pessoal, família passou a receber ameaças pelo programa de mensagens instantâneas da internet

A polícia prendeu dois homens suspeitos de ameaçar pelo MSN e tentar extorquir uma família em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Um motoboy de 34 anos e um técnico em informática de 32 anos foram presos na tarde da sexta-feira (30) após tentarem receber o resgate de um notebook roubado.

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