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Cientistas criam modelo para identificar melhores jogadores de futebol

Melhor time é o que faz mais chutes a gol; e melhor jogador é aquele que mais toca na bola

Diante da falta de critérios objetivos para identificar os melhores jogadores de futebol, um grupo de pesquisadores criou um modelo para quantificar o rendimento em campo dos atletas.

Segundo os pesquisadores, quanto mais chutes a gol uma equipe fizer, melhor ela é e que melhor jogador é aquele que mais toca na bola que finalmente chegará ao gol.

Responsável pela pesquisa, Luís Amaral, professor de química e engenheiro biológico de origem portuguesa da Universidade de NorthWestern, no estado de Illinois, explicou que o esporte preferido dos brasileiros precisava de um pouco mais de ciência por que "ao contrário do basquete e do beisebol, no futebol há relativamente poucos dados mensuráveis."

- Contar só o número de gols dá um resultado limitado, porque alguns fazem muitos e outros raramente mandam a bola para o fundo da rede. Assim, a maioria dos jogadores não daria subsídios para medir o rendimento depois da partida.

Para compensar essa característica do futebol, Josh Waitzman criou um programa de computador que reúne as estatísticas dos jogos da Eurocopa de 2008.

Em seguida, Jordi Duch, professor de matemática aplicada e informática da Universidade Rovira I Virgili, na Espanha, aplicou sobre esses dados um método de análise que partiu de pesquisas em redes sociais.

- Definimos uma rede em que os membros são jogadores de futebol com vínculos entre si porque têm como grande objetivo fazer um gol.

Os cientistas criaram mapas com trajetórias da bola entre os jogadores e integraram os chutes a gol antes de analisar o conjunto.

Fontes: R7- AFP

Brasil cai em grupo difícil na Copa junto com Portugal e Costa do Marfim

Seleção brasileira fica no Grupo G, o preferido da comissão técnica, e também enfrenta a fraca Coreia do Norte na primeira fase.

O Brasil não deu a sorte dos últimos mundiais e caiu em um dos grupos mais difíceis da Copa do Mundo de 2010. No sorteio, que aconteceu nesta sexta-feira, na Cidade do Cabo, na África do Sul, a seleção vai enfrentar na primeira fase Portugal, de Cristiano Ronaldo, a Costa do Marfim, de Didier Drogba, e a Coreia do Norte.


Seleção passa sufoco, mas derrota a África do Sul de Joel Santana e vai à final


Daniel Alves delira após fazer o gol da classificação brasileira, aos 42 do segundo tempo

Daniel Alves sai do banco de reservas e, de falta, faz o gol da vitória brasileira aos 42 minutos do segundo tempo


Não foi fácil vencer as vuvuzelas, a bênção de Nelson Mandela e, principalmente, Joel Santana. A seleção brasileira sofreu para fazer 1 a 0 na África do Sul, nesta quinta-feira, em Joanesburgo. As 48.049 pessoas que foram ao Ellis Park viram os “Bafana Bafana” dominarem parte do jogo, mas a eficiência do time de Dunga prevaleceu e o Brasil vai enfrentar os Estados Unidos na final da Copa das Confederações , domingo, graças a um gol de Daniel Alves de falta aos 42 do segundo tempo. No apito final, a torcida local reconheceu o bom trabalho de sua equipe e aplaudiu os comandados de Joel Santana.

Veja matéria completa aqui

Brasil encara pressão sul-africana para ir à final

Seleção de Dunga joga contra os donos da casa a partir das 15h30 desta quinta-feira em Johannesburgo

Dunga e Kaká sorriem durante último treino do Brasil antes do jogo contra a África do Sul/Paulo Whitaker/Reuters

OHANNESBURGO - Temperatura na casa de um grau negativo. Casa cheia, com expectativa de pelo menos 60 mil pessoas torcendo contra, ao som das irritantes vuvuzelas (cornetas). E um gramado em péssimas condições. Neste ambiente adverso, o Brasil decide contra a África do Sul uma vaga à final da Copa das Confederações, nesta quinta-feira, a partir das 15h30 (horário de Brasília), no Estádio Ellis Park, em Johannesburgo. O confronto terá acompanhamento online do estadao.com.br e transmissão ao vivo da rádio Eldorado/ESPN, também no FM 107,3.

Os sul-africanos estão animados e cheios de confiança para enfrentar o Brasil. Para ajudar, os jogadores da seleção e o técnico brasileiro Joel Santana foram visitar nesta terça-feira a lenda viva Nelson Mandela, de 91 anos. Posaram para fotos e receberam o apoio do maior líder da África do Sul. "Boa sorte e eu acredito em vocês, foi tudo o que ele disse", contou o zagueiro e capitão Mokoena.

"Foi um momento especial para nós. Foi incrível se reunir com ele. Ele sempre teve convicção em nós, não só nesta equipe, mas em todas seleções sul-africanas", disse Mokoena. "Mandela é uma pessoa extremamente carismática, a sua simples presença e a maneira como ele falou nos passou paz e tranquilidade. Nunca em minha vida pensei que teria a oportunidade que tive hoje", afirmou Joel Santana.

Abençoados por Mandela e empurrados pela imensa torcida, os jogadores da Bafana Bafana (apelido da seleção sul-africana) querem entrar para a história nesta quinta-feira. Por tudo isso, Dunga ligou o sinal de alerta do lado brasileiro. "A motivação desses jogadores é imensa para jogar contra o Brasil e fazer uma grande partida. Eles são os donos da casa, estão crescendo na competição", avisou o treinador.

Além da motivação natural, Dunga elogiou o time da África do Sul "Fizeram um bom jogo contra a Espanha (derrota por 2 a 0). É uma equipe africana, com as características tradicionais, são rápidos e fortes. Tentaremos bloquear os pontos positivos deles", disse o treinador, que sabe que os brasileiros irão jogar sob imensa pressão nesta quinta-feira, diante de tamanho favoritismo contra os sul-africanos.

Mas a estratégia de Dunga não muda. O Brasil deve marcar forte e resolver a questão nos contra-ataques - de preferência, ainda no primeiro tempo, como já fez nas vitórias contra Estados Unidos e Itália. Na escalação, apenas uma dúvida: Luisão ou Miranda na vaga de Juan, que sofreu uma lesão na coxa esquerda e está fora da disputa da Copa das Confederações - a tendência é pelo primeiro.

Entre os jogadores brasileiros, o clima é de muito otimismo e confiança. Eles têm a nítida noção do que enfrentarão nesta quinta-feira no Estádio Ellis Park. Luís Fabiano sintetiza o sentimento do grupo. "Eles vão jogar sem pressão. Se perderem, tudo bem. Perderam do Brasil. Agora, se ganharem, será feriado nacional", admitiu o atacante, que é o artilheiro da seleção no torneio, com três gols marcados.


Fontes: Estadão - Reuters - AP

Estados Unidos surpreendem Espanha e vão à final

Gols de Altidore e Dempsey garantem a vitória norte-americana por 2 a 0 na semi da Copa das Confederações

Dempsey ganha de Sérgio Ramos para vencer o goleiro Casillas e fazer o segundo gol dos EUA /Paul Thomas/AP

BLOEMFONTEIN - A seleção dos Estados Unidos voltou a surpreender na Copa das Confederações. Depois de conseguir uma histórica classificação para as semifinais do torneio, a equipe venceu a Espanha por 2 a 0, em Bloemfontein. Com isso, está na final, onde vai enfrentar o vencedor do duelo entre Brasil e África do Sul, que será disputado na quinta-feira, em Johannesburgo.

O triunfo da seleção dos Estados Unidos encerrou uma invencibilidade de 35 partidas e de 15 vitórias seguidas da Espanha, atual campeã da Eurocopa e líder do ranking da Fifa. A última derrota espanhola havia acontecido em novembro de 2006. Com o tropeço, a equipe não conseguiu superar a marca do Brasil, que entre dezembro de 1993 e janeiro 1996 também ficou 35 jogos invicto.

A seleção dos Estados Unidos começou a partida surpreendendo. Com uma forte marcação, a equipe segurava a Espanha e chegou com perigo, aos seis minutos, em uma bicicleta de Daves, que passou perto do gol de Casillas. Aos oito, Dempsey finalizou de fora da área, mas para fora.

Aos poucos, porém, a Espanha passou a dominar o meio-de-campo e ser mais efetiva. Aos dez minutos, David Villa passou para Fabregas, que bateu forte, mas para fora. A Espanha teve boa oportunidade na jogada seguinte. Capdevilla invadiu a área e passou para Fernando Torres, que finalizou para fora.

Os Estados Unidos eram perigosos em contra-ataques. Aos 20, Donovan arriscou de fora da área, perto da meta defendida por Casillas. E a equipe norte-americana abriu o placar aos 26 minutos. Dempsey tentou fazer um passe, a bola bateu em Capdevilla e sobrou para o Altidore, que cortou Puyol e finalizou no canto direito do gol defendido por Casillas.

A Espanha chegou com perigo aos 31 minutos. Riera chutou de fora da área, a bola bateu em Fernando Torres e sobrou para David Villa, na área, que chutou muito perto da trave esquerda dos Estados Unidos.

Em desvantagem no placar, a Espanha foi ao ataque e pressionou a seleção dos Estados Unidos no início da etapa final. Aos dois minutos, David Villa arriscou da entrada da área e Howard fez boa defesa. Na jogada seguinte, Xabi Alonso arriscou e a bola passou rente ao travessão dos Estados Unidos.

Aos 6, David Villa fez bela jogada. O atacante do Valencia deu um chapéu em Clark, mas bateu fraco, facilitando a defesa de Howard. Aos nove, Riera passou por Clark, entrou na área e chutou à direita do gol norte-americano. Logo depois, David Villa finalizou para fora.

A seleção dos Estados Unidos tentava segurar a bola no ataque e eventualmente finalizava, mas sem muito perigo, como em um chute de fora da área de Donovan, aos 13 minutos.

Enquanto isso, a Espanha seguia no ataque, capitaneada por David Villa, seu principal finalizador na partida, que finalizou forte, mas para fora, aos 15 minutos. O goleiro Howard fez boas intervenções em chutes de Xabi Alonso e Sérgio Ramos, aos 18 e 19 minutos do segundo tempo.

E a seleção dos Estados Unidos chegou ao gol da vitória aos 28 minutos. Feilhaber passou para Donovan, que chutou cruzado, a bola sobrou para Sérgio Ramos, que falhou ao tentar dominá-la. Dempsey aproveitou o erro e finalizou, definindo o surpreendente triunfo norte-americano.

A Espanha seguiu no ataque e teve chances com David Villa, em cobrança de falta, e Xabi Alonso, em chute de fora da área. Mas muito pouco para superar os Estados Unidos, que conseguiram controlar a posse de bola e vencer a partida.

ESPANHA 0 X 2 ESTADOS UNIDOS

Espanha - Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevilla; Xabi Alonso, Riera (Mata), Fabregas (Cazorla) e Xavi; David Villa e Fernando Torres. Técnico: Vicente del Bosque

Estados Unidos - Howard; Spector, Onyewu, DeMerit e Bocanegra; Dempsey (Bornstein), Bradley, Clark e Donovan; Davies (Feilhaber) e Altidore (Casey). Técnico: Bob Bradley.

Gols - Altidore, aos 26 minutos do primeiro tempo; Dempsey, aos 28 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos - Capdevilla, Piqué (Espanha); Donovan, Altidore (Estados Unidos)
Cartão vermelho - Bradley (Estados Unidos)
Árbitro - Jorge Larrionda (Uruguai)
Local - Estádio Free State, em Bloemfontein (África do Sul)

Técnico da Espanha diz que derrota foi um 'acidente'


A Espanha entrou em campo como grande favorita nesta quarta-feira, mas acabou sendo surpreendida pelos Estados Unidos e ficou de fora da final da Copa das Confederações. A derrota por 2 a 0 derrubou uma sequência invicta de 35 partidas dos espanhóis, que ainda somavam 15 vitórias desde novembro de 2006. Mas a queda diante dos norte-americanos não foi suficiente para tirar a confiança do treinador Vicente del Bosque, para quem o revés foi apenas um "acidente".

"Isto foi um acidente, um pequeno passo para trás", afirmou. "Nós temos que olhar para a frente com otimismo", completou o treinador, que comandou a Espanha em 13 das 15 vitórias da sequência histórica. Para minimizar a derrota, que impediu um esperado confronto com o Brasil, Del Bosque apelou até para o ranking das seleções. "Odeio classificar desta forma, mas certamente o ranking da Fifa nos mostra em primeiro, e esse é um número objetivo."

Já o goleiro Iker Casillas admitiu que a derrota pode deixar os espanhóis, atual campeões da Eurocopa, mais humildes. "É um choque de humildade", classificou o capitão espanhol. Mesmo assim, ele garante que foi um tropeço. "Perdemos uma de cada dez partidas como esta", comentou Casillas, que espera tirar coisas boas do revés inesperado. "Normalmente se pode tirar algo positivo de algo ruim. Isto foi algo ruim e, de todo o mal, temos que tirar algo positivo."

Para o centroavante Fernando Torres, as chances de gol perdidas pela Espanha pesaram no resultado. "A diferença entre eles [EUA] e a Espanha é que eles fizeram dois gols e nós não conseguimos marcar com dez, 12 chutes a gol", disse o jogador do Liverpool. "Quando você chuta muitas vezes a gol e vê que a bola não está entrando, se sente frustrado." Torres, porém, afirmou que os espanhóis vão encarar a disputa pelo terceiro lugar "como uma final".

Fontes: Estadão -

Técnico dos EUA diz que sabe como parar a Espanha

O treinador dos Estados Unidos, Bob Bradley, afirmou nesta terça-feira que sabe como parar a Espanha, adversária de sua seleção em uma das semifinais da Copa das Confederações, na quarta-feira, em Bloemfontein.

A equipe espanhola é a atual campeã europeia e lidera o ranking da Fifa. Na primeira fase, venceu os três jogos que disputou.

Enquanto isso, o time norte-americano só passou para as semifinais graças a uma improvável combinação de resultados --fez 3 a 0 no Egito, mesmo placar da vitória do Brasil sobre a Itália.

"Sabemos o que temos que fazer para pará-los. O estilo da Espanha é manter a posse de bola e fazê-la se movimentar. Sua capacidade para abrir e jogar em espaços curtos é maravilhosa, mas sabemos como detê-los", disse Bradley.

Estados Unidos e Espanha se enfrentaram em um amistoso em junho de 2008, em Santander. Com gol de Xavi, a seleção europeia venceu por 1 a 0.

"Jogamos contra eles no ano passado. Foi o último amistoso antes da Eurocopa e fizemos uma boa partida, mas eles ganharam", completou o técnico norte-americano.

Fonte: Agências internacionais

Copa das Confederações: Brasil atropela Itália,

Seleção vence por 3 a 0 e pegará a África do Sul, de Joel Santana, pelas semifinais da Copa das Confederações

SÃO PAULO - Um passeio. A seleção brasileira deu show neste domingo e derrotou a Itália, atual campeã mundial, por 3 a 0, em partida válida pela última rodada do Grupo B da Copa das Confederações. Além de garantir os 100% de aproveitamento e a liderança para o Brasil, o resultado eliminou os italianos e classificou os Estados Unidos.

Luis Fabiano marcou dois gols no duelo/Paulo Whitaker/Reuters

Nas semifinais, o Brasil enfrentará a África do Sul, de Joel Santana, na próxima quinta-feira, 25. Os norte-americanos, que derrotaram o Egito por 3 a 0 – avançaram pelo saldo de gols -, terão um confronto complicado diante da Espanha, na quarta-feira, 24. Os espanhóis também estão com 100% de aproveitamento e são os favoritos para fazer a final contra o Brasil.

A partida deste domingo foi especial para a seleção brasileira, que comemorou 39 anos da conquista do tricampeonato de 1970, no México. Na ocasião, a seleção de Pelé e companhia derrotou os italianos na final por 4 a 1 – e os festejos pela conquista do Mundial contagiaram a equipe comandada por Dunga.

O Brasil entrou num ritmo eletrizante, enquanto os italianos demonstraram problemas no setor defensivo. Logo aos 5 minutos, Luis Fabiano deu lindo passe pela direita para Ramires. O volante soltou a bomba e acertou a trave de Buffon. O poste do goleiro italiano também balançou aos 32 minutos, em chute de Lúcio, que contou com desvio de De Rossi.

Apesar da superioridade, o Brasil só chegou ao gol aos 36 minutos. O lateral-direito Maicon matou a bola no peito, caminhou para a entrada da área e tocou rasteiro. Em grande fase, Luis Fabiano recebeu livre e bateu para o fundo das redes de Buffon – o gol do camisa 9 literalmente abriu a porteira dos italianos.

A Itália esperava fazer uma festa para Cannavaro, que se tornou o jogador que mais vestiu a camisa Azurra ao lado de Paolo Maldini (126 vezes). Porém, os italianos acabaram vítimas da ginga brasileira. Aos 42 minutos, Robinho fez linda jogada com Kaká, que mandou para a área. O jogador do Manchester City deixou a bola passar e Luis Fabiano não perdoou: 2 a 0.

Uma pane se estabeleceu sobre os italianos, que ainda levaram mais um gol no primeiro tempo. Aos 44 minutos, Robinho partiu para a área e cruzou. O zagueiro Dossena deu um carrinho e mandou para o fundo do próprio gol. O semblante de desespero do rosto de Buffon foi o reflexo da Itália na partida.

O técnico Marcelo Lippi tentou dar um novo gás para a Itália no segundo tempo e fez mudanças no ataque. O domínio, no entanto, continuou com o Brasil, apesar de os brasileiros terem diminuído o ritmo. Aos 23 minutos, Kaká pegou o rebote de Robinho e soltou a bomba. A bola passou à direita de Buffon.

Com a classificação garantida, os brasileiros “cozinharam” o segundo tempo na espera do apito final. A Itália, no desespero e na necessidade de um gol para se classificar, fez o que pôde. Aos 30 minutos, Pepe perdeu grande chance após chute dentro da área e corte de Lúcio. Esse, aliás, foi o único lance de perigo da “melancólica” Azurra.

NÚMEROS DO CLÁSSICO

14.º confronto
Esta foi a sétima vitória do Brasil em 71 anos da história do duelo. Os brasileiros ainda empataram dois e perderam outros cinco jogos

Itália 0
Buffon; Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Dossena ; Pirlo, De Rossi, Montolivo (Pepe) e Camoranesi; Luca Toni (Gilardino) e Iaquinta (Rossi)
Técnico: Marcelo Lippi
Brasil 3
Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan (Luisão) e André Santos; Gilberto Silva (Kléberson), Felipe Melo, Ramires (Josué) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano
Técnico: Dunga
Gols: Luis Fabiano, aos 36, e aos 42, e Dossena (contra), aos 44 minutos do primeiro tempo
Árbitro: Benito Archundia (MEX)
Estádio: Loftus Versfeld, em Pretoria (África do Sul)

Seleção brasileira é roubada em hotel na África do Sul
Uma jaqueta e 'algum dinheiro' foram levados dos quartos do Centurion Lakehotel, na sexta-feira

Dunga revelou detalhes do roubo no hotel/AP

PRETÓRIA - O técnico Dunga afirmou neste domingo que membros da delegação brasileira foram roubados no hotel em que a seleção se hospedou na cidade de Pretória. A ação teria acontecido na sexta-feira.

"Houve um roubo no hotel", disse Dunga, sem dar detalhes. De acordo com o assessor de imprensa da seleção, Rodrigo Paiva, uma jaqueta e "algum dinheiro" foram levados de alguns quartos do Centurion Lakehotel.

A delegação avalia que o roubo aconteceu na sexta-feira, quando os jogadores foram fazer um safári. De acordo com Paiva, a seleção já entrou em contato com as autoridades sul-africanas sobre o incidente. Neste domingo, o Brasil derrotou a Itália por 3 a 0 e eliminaram os rivais da competição.

Os brasileiros não foram os únicos roubados durante esta Copa das Confederações. Na quinta-feira, a seleção do Egito teve cinco quartos saqueados na cidade de Johannesburgo, enquanto o time vencia a Itália por 1 a 0. Havia dinheiro em apenas um quarto do hotel.

Fontes: AP- Reuters - O ESTADO DE S PAULO

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