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PM do Rio prende suspeito de comandar invasão do morro dos Macacos; 42 morreram

Segundo a PM, Binho da Matriz foi reconhecido por policiais militares como um dos chefes do tráfico no morro

Policiais militares prenderam na tarde deste domingo um dos principais suspeitos de ter comandado a invasão do morro dos Macacos, na zona norte do Rio, no último dia 17. De acordo com a PM, o rapaz identificado apenas como Binho da Matriz foi preso na região do morro da Matriz, também na zona norte, por suspeita de ter conduzido os traficantes do morro São João até a favela rival.

Os confrontos na zona norte do Rio começaram na semana passada e já causaram pelo menos 42 mortes. Em disputa pelos pontos de venda de drogas, traficantes do morro São João --controlado pelo Comando Vermelho-- e aliados invadiram o morro dos Macacos, controlado pela ADA (Amigos dos Amigos).

Segundo a PM, Binho da Matriz foi reconhecido por policiais militares como um dos chefes do tráfico no morro, e também teria sido apontado pelo setor de investigações da Polícia Civil como um dos envolvidos nos ataques criminosos.

Ele também foi apontado como integrante do Comando Vermelho, facção criminosa que tenta assumir o controle da venda de drogas no morro dos Macacos. A PM, porém, informou que ele não possui passagens pela polícia, mas que transportava munições de armas de fogo ao ser detido.

O suspeito foi encaminhado a 23ªDP (Méier) e depois levado para uma carceragem da Polinter, no Rio. A polícia não informou se ele já possui advogado, nem sua idade e identidade.

Conflitos

Os confrontos na zona norte do Rio começaram na madrugada de sábado passado e já causaram 42 mortes. Ontem, um morador atingido por uma bala perdida durante um tiroteio ocorrido na sexta-feira (23) morreu no hospital.

Neste sábado (24), dez detentos apontados como líderes do tráfico do Rio foram transferidos para a penitenciária federal de segurança máxima de Campo Grande (MS), onde deverão permanecer isolados dos demais presos por 20 dias.

O pedido de transferência foi feito à Justiça pela Secretária Estadual de Segurança Pública em resposta aos confrontos entre traficantes e policiais militares.

Entre os detentos transferidos do Rio para o Mato Grosso do Sul há oito integrantes do Comando Vermelho, um da facção criminosa ADA (Amigos dos Amigos), e um do TCP (Terceiro Comando Puro). Eles foram deslocados em um avião da Polícia Federal.

Neste domingo, porém, a situação na capital e na zona norte da cidade era considerada tranquila, segundo a Polícia Militar.


Fonte: FOLHA

Narcoguerrilha ameaça derrubar aviões comerciais no Rio de Janeiro.


Jorge Serrão

"As Forças Armadas têm um repertório de capacidades muito grande, que pode ser utilizado contra grupos armados, sejam eles do interior da selva amazônica, da área fronteiriça ou de uma área urbana ocupada por alguma facção criminosa". A tese – com base constitucional e operacional - é de um membro das Forças Especiais do Exército Brasileiro.

O Major Alessandro Visacro é autor do livro "Guerra Irregular - Terrorismo, Guerrilha e Movimentos de Resistência ao Longo da História" (Editora Contexto, 2009). Já que os problemas de segurança pública no Rio de Janeiro têm componentes de terrorismo, guerrilha e conflitos assimétricos, as Forças Armadas teriam obrigação de agir – independemente da vontade política do Presidente da República ou do Governador do Estado. Releia, neste Alerta Total, o artigo: Os artigos 142 contra os “171”

Como o Alerta Total já denunciou ontem, os narcoguerrilheiros urbanos do Rio de Janeiro fazem novas ameaças de terror. Em conversas captadas por serviços de inteligência das Forças Armadas e da Secretaria de Segurança do RJ, os marginais já especulam que podem usar armamento terra-ar para atingir aviões em decolagem nos aeroportos Santos Dummont e Internacional Tom Jobim.

Competência do EB

Durante o Seminário de Controle de Armas e Munições, realizado em Brasília, no mês de junho deste ano, o Coronel Engenheiro Militar QEMA Clóvis Eduardo Godoy Ilha apresentou “a contribuição para a Segurança Interna do País” como uma das atividades da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército (DFPC).

A regra é clara: "A competência da União para autorizar e fiscalizar a produção e o comércio de material bélico, prevista no inciso VI do art. 21 da Constituição Federal, é exercida pelo Exército Brasileiro".

O Art . 24 da Lei 10.826/03 também deixa claro: " (...) compete ao Comando do Exército autorizar e fiscalizar a produção, exportação, importação, desembaraço alfandegário e o comércio de armas de fogo e demais produtos controlados (...)".

Conheça mais detalhes em: http://www.dfpc.eb.mil.br/


Armamento pesado


O helicóptero da PM no Rio foi abatido, sábado passado, por um disparo de AT-4, um lança míssil sueco de última geração.

A denúncia é do tenente PM Melquisedec Nascimento.

Mas os bandidos cariocas podem ficar tranqüilos porque o governo Lula já prometeu um novo helicóptero blindado para eles continuarem brincando de tiro ao alvo.

Já o combate efetivo à criminalidade, cortando o mal pela raiz, dificilmente vai acontecer, se depender da vontade política de Stalinácio e seus aliados do Foro de São Paulo – que têm parcerias com a narcoguerrilha carioca publicamente conhecidas, já denunciadas pelo jornalista e filósofo Olavo de Carvalho, em diversos artigos.

Fonte: Alerta Total / Jorge Serrão

Cabral chama de “vagabundos” os policiais que não socorreram coordenador do AfroReggae

Em entrevista exclusiva para ÉPOCA, o governador disse que quer o Rio de Janeiro livre de territórios ocupados por traficantes e milicianos em seis anos e para isso manterá a política de confronto.

Policiais que não socorreram Evandro João da Silva, o coordenador do AfroReggae morto por assaltantes, são uns “vagabundos” e serão expulsos da PM em rito sumário, disse o governador Sérgio Cabral, exclusivo para ÉPOCA. Cabral quer o Rio de Janeiro livre de territórios ocupados por traficantes e milicianos em seis anos e para isso manterá a política de confronto. Além de aprofundar o convênio com o governo federal para equipar melhor seus policiais, o governador insiste em unificar as Polícias Civil e Militar. “Ter duas polícias é uma esquizofrenia brasileira. Isso só existe aqui. É como a jabuticaba e a saúva”.

PM prende 41 após cinco dias de operações contra o tráfico no Rio

A Polícia Militar do Rio divulgou na noite desta quinta-feira um novo balanço sobre as operações realizadas após os confrontos do último fim de semana na zona norte da cidade.


Polícia divulga novo balanço de operações no Rio; 41 foram presos desde o fim de semana/Antonio Lacerda /Efe

Ao todo, segundo o balanço, 41 pessoas foram presas desde o início das operações e 33 pessoas morreram. Dois homens que morreram após serem baleados na favela Vila Cruzeiro, na Penha (zona oeste), não foram incluídos no balanço desta noite.

Com os criminosos, foram apreendidas 31 armas, cinco granadas e cinco carros. A polícia afirma que as operações devem continuar.


Ofensivas em favelas matam mais 8 no Rio; 34 já morreram



Incursões policias contra o tráfico ocorreram em morros de todas as regiões da cidade e em Duque de Caxias


RIO - As ofensivas da Polícia Militar em 10 favelas dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho deixaram oito mortos e dois moradores feridos, nesta quarta-feira, 21, no Rio. As incursões policiais aconteceram em morros de todas as regiões da cidade e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. As operações pela manhã e à tarde provocaram o fechamento de escolas e a prisão de dezessete pessoas. Desde sábado, quando traficantes abateram um helicóptero da Polícia Militar, 34 pessoas já morreram em confrontos armados, de acordo com a PM.

Helicóptero da PM pode ter sido derrubado por disparo de munição antiaérea

O helicóptero Phenix 3, modelo Esquilo AS-350 B2, do Grupamento Aéreo Marítimo (GAM) da PM, pode ter sido derrubado por um disparo de munição antiaérea.

A hipótese foi admitida pelo secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, com a ressalva de que a identificação da arma depende do resultado das análises feitas pelos peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). A aeronave do GAM foi atingida no sábado, quando apoiava uma operação no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, onde facções rivais travavam uma batalha pelo controle dos pontos de venda de drogas.

Helicópteros particulares evitam sobrevoar favelas do tráfico

Marinete Pereira, dona da ATM Helicópteros, afirma que o risco de uma empresa do ramo ter uma de suas aeronaves atingidas por tiros é tão real, que muitas vezes as empresas optam por mudar a rota de seus voos

A queda do helicóptero da Polícia Militar, alvejado por tiros de traficantes do Morro dos Macacos, no sábado, tornou pública uma realidade há anos conhecida pelos pilotos comerciais das empresas de aerotáxi que operam no Rio de Janeiro. Algumas, inclusive, já tiveram aeronaves atingidas por tiros enquanto sobrevoavam determinadas comunidades. Hoje, optam por rotas mais extensas - o que deixa o serviço mais caro - em busca de segurança a tripulantes e passageiros.

Segurança teve só 24% da verba prevista

Dos R$ 421 mihões de dotação neste ano, Estado investiu apenas R$ 102 milhões




O governo do Estado do Rio não consegue realizar os investimentos previstos nos orçamentos para a segurança pública - que reúne ações para as Polícias Militar e Civil, bombeiros e sistema penitenciário, entre outros. Dados do Sistema de Informações Gerenciais (SIG) da Secretaria de Estado de Fazenda mostram que, em 2009, dos R$ 421 milhões de dotação inicial para o setor, o Estado só liquidou R$ 102,1 milhões até ontem - 24,2% do total. Nos três anos da administração Sérgio Cabral, o total previsto em investimentos para segurança pública chegava a R$ 804.818.112, segundo o SIG. Até ontem, a realização dessas ações consumiu apenas R$ 316.102.753,36 - ou 39,2% do total de dotações.

Emprego das Forças Armadas no Rio não traria benefícios

'O soldado sobe e o bandido desce', diz oficial do Exército, hoje na reserva, sobre ocupação dos morros

SÃO PAULO - A derrubada do helicóptero da Polícia Militar do Rio, abatido a tiros pelos traficantes do Morro dos Macacos, há dois dias, não leva a guerra contra o crime organizado a um novo patamar, próximo da intervenção militar. As primeiras informações indicam que a aeronave foi atingida por projéteis leves - nada que tenha saído das metralhadoras .30 ou que possa ter sido causado pelas granadas propelidas do tipo RPG encontradas nos arsenais das gangues.

Copiloto de helicóptero e atirador de elite recebem alta

Outros feridos no sábado (17) já tiveram alta. Três policiais militares morreram no acidente.



A Polícia Militar informou nesta segunda (19) que o capitão Marcelo de Carvalho Mendes, que era o copiloto do helicóptero que explodiu ao fazer um pouso forçado no sábado (17), já recebeu alta. O atirador de elite major Busnello, baleado na perna durante o confronto, também já foi liberado.

Outro ferido no acidente, o cabo da Polícia Militar Anderson dos Santos, permanece internado em estado estável no Hospital da Aeronáutica, na Ilha do Governador, subúrbio do Rio. Ele teve 9,5% do corpo queimado e precisou de cuidados especiais. Além das queimaduras, ele teve fraturas no fêmur provocadas por disparo de arma de fogo. O policial evolui bem e respira sem a ajuda de aparelhos.

Piloto do helicóptero também recebeu alta

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Militar, o capitão Marcelo Vaz de Souza, que estava pilotando o helicóptero, já recebeu alta.

Os soldados Marcos Standler Macedo e Ediney Canazaro morreram na queda do helicóptero. O cabo Izo Gomes Patrício morreu nesta segunda no hospital. Ele estava internado no Hospital da Força Aérea, na Ilha do Governador, em estado gravíssimo, com queimaduras em 96% do corpo.

Operações sem data para terminar

As operações da Polícia Militar não têm data para acabar, e a Zona Norte do Rio permanecerá cercada. As informações são do major Oderlei Santos, relações públicas da PM.

Durante as seis operações realizadas nesta segunda-feira, três suspeitos foram presos no Jacarezinho, subúrbio do Rio. A polícia apreendeu ainda drogas, munições e armamentos pesados. Ao todo, quatro mil policiais foram mobilizados.

“Não tem prazo para término. A Polícia Militar vai atuar incansavelmente na busca e captura desses criminosos. Se eles resistirem, haverá confronto. E a polícia não vai recuar”, afirmou o major.

Os três suspeitos foram presos por policiais do 3º BPM no Jacarezinho, onde também foram apreendidos uma pistola .40, cem papelotes de cocaína e cem trouxinhas de maconha. Na região, também participaram da operação policiais do 14º BPM e da Companhia de Cães. Outras três motos foram apreendidas por policiais do Bope, em Manguinhos, também no subúrbio.

Armamento pode ter sido usado em tiroteio de sábado

Na Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense, policiais do 20 BPM apreenderam grande quantidade de entorpecentes, além de duas carabinas calibre 12, um rifle .30 antiaéreo, um fuzil 762 Madsen, uma submetralhadora URU e munições de diversos calibres. Segundo a polícia, parte do armamento apreendido pode ter sido usado para derrubar o helicóptero da PM, no tiroteio de sábado (17), no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. Essa hipótese será agora investigada pela polícia.

Durante a ação na Chatuba foram apreendidos ainda dois coletes a prova de balas, uma espada de Samurai, sete uniformes falsos do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e dois botijões de gás com fundo falso, que seriam usados para transportar armas e drogas.

Segundo o major Oderlei, policiais estão de prontidão na capital, na Baixada Fluminense, na Zona Oeste e na Grande Niterói, na Região Metropolitana. Nesta segunda, dois mil foram mobilizados na capital e outros dois mil nas demais regiões. De acordo com o major, caso seja necessário, o mesmo efetivo poderá ser usado nesta terça-feira.

Ainda segundo a polícia, o tipo de helicóptero atingido pelos criminosos não possui caixa preta. Os restos da aeronave, no entanto, serão periciados.

Fonte: G1

Após confrontos, governo anuncia R$ 100 mi para equipar forças de segurança do Rio

Mais verbas para a segurança pública


PMs durante operação na favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio; polícia busca traficantes de drogas responsáveis por ataques

O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), afirmou nesta segunda-feira que o Estado vai receber R$ 100 milhões da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) nos próximos seis meses para equipar as forças de segurança e que a polícia vai ganhar novo helicóptero blindado. O anúncio foi feito após os confrontos ocorridos no fim de semana, após traficantes invadirem o morro dos Macacos, na zona norte.

Criminosos comandaram invasão em morro do Rio a partir de presídio no PR, diz polícia

Traficantes queimam veículos na zona norte do Rio e derrubam helicóptero da Polícia Militar; dois policiais militares morreram

As investigações do setor de inteligência da Polícia Civil apontam que a invasão no morro dos Macacos, na zona norte do Rio, foi articulada por chefes da facção CV (Comando Vermelho) que estão no presídio federal de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná.

A ação, na madrugada de sábado (17), resultou em confrontos entre traficantes e com a polícia. Ao menos 14 pessoas morreram e oito ficaram feridas.

Entre os presos em Catanduvas está Márcio dos Santos Nepomucemo, o Marcinho VP --ligado ao CV--, mas a polícia não divulgou os nomes dos criminosos que estariam envolvidos no planejamento do ataque.

Em disputa pelos pontos de venda de drogas, traficantes do morro São João --controlado pelo CV-- e aliados invadiram o morro dos Macacos, controlado pela ADA (Amigos dos Amigos). Após dois dias de confrontos, a madrugada desta segunda-feira foi tranquila no Rio. Não foram registrados novos tiroteios.

Na noite de domingo (18), policiais do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais, da PM) localizaram dois corpos no morro São João. De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública), com esses novos corpos localizados, sobe para 14 o número de vítimas do confronto, entre eles dois policiais militares.

As buscas na mata no morro São João foram interrompidas durante a noite, devido à má visibilidade, e serão retomadas hoje para tentar localizar um terceiro corpo que estaria no local indicado por moradores por meio de denúncia anônima.

Cerco e possíveis invasões

A Polícia Militar mantém os cercos nos morros dos Macacos, Quieto, Matriz e São João. A operação deve continuar por tempo indeterminado para "evitar a fuga de criminosos que poderiam estar no interior dessas comunidades", informou a corporação em nota. No entanto, não estão descartadas operações em outros morros.

O secretário de Segurança Pública José Mariano Beltrame admitiu no domingo que podem ocorrer novas invasões de traficantes em favelas inimigas na região metropolitana do Rio. Embora tenha dito que a secretaria, PM e Polícia Civil estão se dedicando com sucesso a antecipar as incursões do tráfico, Beltrame afirmou que não há como dar garantias à população de que episódios não se repitam.

Durante os confrontos de sábado, um helicóptero da PM foi atingido por tiros; a aeronave explodiu após um pouso forçado, causando a morte de dois policiais.

Familiares de três mortos durante a onda de violência afirmam que eles são inocentes e foram baleados quando voltavam para casa, no morro dos Macacos, após uma festa. O comandante da PM do Rio reconheceu no domingo que pode haver mais inocentes entre as vítimas do confronto. Segundo ele, alguns dos mortos podem ter sido classificados equivocadamente como criminosos.

Recompensa

O Clube de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Rio informou no domingo que será paga recompensa de R$ 2.000 a quem oferecer informações que levem a captura do responsável pela queda do helicóptero da PM sábado (17) durante confronto com traficantes no morro dos Macacos, zona norte do Rio.

Segundo o presidente da associação, Jorge Lobão, o valor da recompensa vem da receita da própria instituição e visa mobilizar a sociedade para reagir contra a violência. As denúncias podem ser feitas pelo telefone do clube --0/xx/21/2117-2000-- ou ainda pelo celular 0/xx/21/8181-7370. Até as 19h de hoje ainda não existia um balanço de denúncias recebidas sobre o caso.

Fonte: FOLHA

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