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Rostos de mulheres-bomba na Rússia podem ser identificados, diz "The Times"

Será possível identificar as mulheres que cometeram os ataques

A suposta mulher-bomba que cometeu o ataque à estação Park Kultury tinha entre 18 e 20 anos e seu rosto permaneceu suficientemente conservado para ser reconhecido pelas investigações policiais, segundo o jornal britânico "Times". Os traços faciais da outra mulher-bomba também estariam visíveis e ambas tinham cabelos escuros e vestiam roupas pretas, informa o jornal.

A polícia obteve imagens do circuito interno de TV das estações de metrô e do interior de pelo menos um dos vagões onde as explosões ocorreram, e autoridades disseram ter imagens claras das supostas mulheres-bombas, informa o jornal.

"Elas estavam acompanhadas por duas mulheres de aparência eslava, e o rosto de todas foi bastante exposto", disse um oficial à agência de notícias russa Interfax, segundo o "Times".

Ainda segundo o jornal, o Serviço Federal de Segurança (FSB) também estaria procurando "um homem com barba, vestindo uma jaqueta azul com apliques brancos, um boné de beisebol escuro e tênis brancos".

A polícia suspeita que o grupo entrou em um trem na estação de Yugo-Zapadnaya, no sudoeste de Moscou, afirma o jornal.

Algumas fontes ouvidas pelo "Times" alertam que as mulheres podem ter sido apenas "mulas", que carregavam involuntariamente os explosivos, detonados por telefone celular. Investigadores tentam verificar as chamadas de celular no momento das explosões.

Uma teoria é de que os atacantes pretendiam explodir as bombas em frente à sede da FSB e do Ministério do Interior, mas se perderam ou se atrasaram. Outra dúvida é porque as bombas foram detonadas em estações, e não nos túneis, de acordo com o jornal britânico.

Ataques

O primeiro atentado desta segunda-feira aconteceu às 7h57 (0h57 no horário de Brasília) em um vagão parado na estação Lubianka. A Praça Lubianka abriga a sede do FSB, sucessor da KGB soviética, que neste edifício interrogava e eliminava os dissidentes durante as punições da então União Soviética.

O segundo atentado foi executado na estação Park Kultury, na mesma linha do metrô, às 8h40 (1h40 no horário de Brasília). A estação fica próxima ao Parque Gorky.

"Eu ouvi uma explosão, virei minha cabeça e havia fumaça em todos os lados. As pessoas correram para as saídas gritando", disse Alexander Vakulov, 24, que estava em um trem na plataforma oposta ao local da explosão em Park Kultury.


"Eu vi uma pessoa morta pela primeira vez na minha vida", disse Valentin Popov, 19, que acabara de chegar na estação.

Em ambos os casos, as bombas foram detonadas quando os trens chegaram na estação e as portas estavam abrindo.

"Em Park Kultury, segundo dados preliminares, foi uma mulher-bomba. Segundo os fragmentos do corpo, que estão sendo examinados, o explosivo estava na altura da cintura. A situação é a a mesma em Lubianka", disse o porta-voz do comitê de investigação do Ministério Público de Moscou, Vladimir Markin.

Histórico

Moscou registrou nos últimos dez anos uma série de explosões reivindicadas por militantes da causa separatista da Tchetchênia, uma república do Cáucaso. Nos últimos anos, contudo, os atentados se tornaram menos frequentes.

O último ataque no metrô de Moscou acontecera em 6 de fevereiro de 2004, entre as estações Avtozavodskaia e Pavelestakia, com um balanço de 41 mortos e 250 feridos.

Em agosto do ano passado, Medvedev anunciou a ampliação da campanha contra o terrorismo no Cáucaso Norte, após outro atentado suicida ter sido perpetrado contra um prédio da polícia na república da Inguchétia, no qual morreram 24 pessoas.

Nos últimos meses, as tropas russas intensificaram as operações militares contra rebeldes islâmicos no Cáucaso Norte e mataram vários dirigentes rebeldes.

Fontes: FOLHA - Agências

Rússia considera 'pista estrangeira' no duplo ataque ao metrô de Moscou

Ação pode ter sido planejada no Afeganistão ou no Cáucaso, diz chanceler. Presidente russo prometeu 'achar e destruir' autores dos atentados.

O chefe da diplomacia da Rússia, Serguei Lavrov, disse na noite desta segunda-feira (29) que está sendo considerada uma "pista estrangeira" na investigação do duplo atentado suicida que matou 38 pessoas no metrô da capital, Moscou. A informação foi divulgada pela agência Interfax.

"Não descarto, não podemos descartar pista nenhuma", disse Lavrov, que está no Canadá. "Todos sabemos muito bem que há terroristas clandestinos muito ativos na fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão."

"Sabemos que vários atentados são preparados ali, para ser cometidos não só no Afeganistão, mas também em outros países. Algumas vezes, esses itinerários vão até o Cáucaso", disse o chanceler.

Mais cedo, o presidente da Rússia, Dimitri Medvedev, prometeu "achar e destruir" os responsáveis pelos ataques. "Eles são simplesmente animais", disse Medvedev, depois de colocar flores na plataforma em uma das estações de metrô atacadas.

Mais cedo, Medvedev havia dito, em comunicado, que tinha "declarado guerra' contra o terrorismo.

O presidente da Rússia, Dimitri Medvedev, deposita flores em homenagem às vítimas dos atentados no metrô nesta segunda-feira (29). (Foto: AFP)

Flores em uma das estações atingidas por explosão nesta segunda-feira (29) em MOscou. (Foto: AFP)

Fontes: G1 Agências

Após atentados em Moscou, metrô de Nova York reforça segurança

Anúncio foi feito pelo Departamento de Polícia da cidade americana. Mas não há ameaça concreta de ataque, segundo as autoridades.

A polícia de Nova York reforçou nesta segunda-feira (29) as medidas de segurança no sistema de metrô da cidade após os atentados no metrô de Moscou, que mataram ao menos 38 pessoas.

Policiais fazem segurança em entrada de estação de metrô em Nova York nesta segunda-feira (29). (Foto: AP)


"Em resposta aos atentados com bomba em Moscou, a polícia de Nova York está aumentando a cobertura policial no sistema de metrôs da cidade", anunciou o porta-voz do Departamento de Polícia de Nova York, o tenente John Grimpel.

Grimpel explicou que não existe uma ameaça concreta contra Nova York e destacou que as medidas adotadas são uma "precaução".

O porta-voz policial não revelou detalhes das novas medidas de segurança, mas no passado representaram mais agentes nas estações, com aumento das revistas e uso de cães farejadores para detectar explosivos.

Na manhã desta segunda-feira, duas mulheres-bomba detonaram explosivos em duas estações do metrô de Moscou e mataram pelo menos 37 pessoas.

No ano passado, as autoridades americanas desbarataram um complô para a execução de atentados no sistema de metrô de Nova York. Um homem que disse ter sido treinado pela rede terrorista da al-Qaeda foi declarado culpado e a sentença deve ser anunciada este ano.


Fontes: G1 -  Agências

Obama condena 'atos cruéis' no metrô de Moscou

Explosões deixaram ao menos 37 mortos em duas estações do metrô. Comunicado distribuído pela Casa Branca repudia 'violência extremista'.


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, condenou nesta segunda-feira (29) os atentados a bomba no metrô de Moscou.

Obama classificou os ataques como "cruéis" e afirmou que os Estados Unidos são solidários ao povo russo no repúdio à violência extremista, segundo um comunicado distribuído pela Casa Branca.

"O povo americano se une ao povo da Rússia em oposição ao extremismo violento e aos ataques terroristas abomináveis que demonstram o descaso com a vida humana, e nós condenamos esses atos chocantes", disse Obama no comunicado.

A Casa Branca divulgou o comunicado durante uma visita surpresa de Obama ao Afeganistão em meio a uma guerra de oito anos entre os militantes islâmicos inclusive a al Qaeda, a rede militante responsabilizada pelos ataques de 11 de setembro, de 2001, em Nova York e Washington.

"Envio minhas mais profundas condolências ao povo da Rússia depois da terrível perda de vidas e pelos feridos causados pelas explosões no metrô em Moscou", disse o presidente.


"Meus pensamentos e orações vão para aqueles que perderam pessoas amadas, e desejo a todos que foram feridos uma recuperação bem-sucedida."

Fontes: G1 - TV Globo

Moscou vive clima de tensão após atentados ao metrô, diz brasileira

Na Rússia há 9 meses, carioca passa diariamente por estação atingida. Duplo atentado a bomba deixou ao menos 38 mortos e mais de 60 feridos.


A brasileira Ana Tereza de Andrade em frente às fontes dançantes do parque de Tsarisino, em Moscou (Foto: Divulgação / Arquivo pessoal)

A carioca Ana Tereza de Andrade, 34 anos, passa diariamente pela estação Park Kultury, um dos alvos dos dois atentados que deixaram ao menos 38 mortos e mais de 60 feridos no metrô de Moscou nesta segunda-feira (29).

No país há apenas nove meses, ela foi alertada por amigos para evitar a estação, atingida por uma explosão suicida por volta das 8h36 (no horário local). “Uma das estações que eu passo para ir para o trabalho é a Parque Kultury. Hoje, fui de bonde. Mas mesmo nos trechos do metrô liberados, estava bem vazio. As pessoas preferiram outros transportes. Há um clima ainda bastante tenso na cidade”, disse ao G1.

Professora de português e literatura brasileira na Universidade Estatal de Moscou, a brasileira disse que a estação, que fica na linha circular do metrô, é uma das mais movimentadas por servir de ponto de baldeação para as outras linhas.

“Agora, as coisas estão mais calmas. Teve muito engarrafamento por causa da quantidade maior de carros nas ruas. Na hora que voltei do trabalho para casa, por volta das 18 horas (11h de Brasília), só as estações depois de Parque Kultury estavam liberadas. Fecharam inclusive ruas próximas das duas estações para socorrer as pessoas”, disse.

Segundo Ana Tereza, este foi o primeiro atentado de que teve notícia desde que chegou ao país e muitos colegas da universidade a aconselharam a não sair de casa. “Felizmente, não conheço ninguém que tenha ficado ferido.”

O ataque desta segunda-feira no metrô de Moscou foi o sexto do tipo nos últimos 12 anos. A polícia de Nova York reforçou as medidas de segurança no sistema de metrô da cidade após os atentados no metrô de Moscou.

Fonte: G1

Presidente da Rússia promete 'achar e destruir' autores de ataque ao metrô

Atentado em Moscou deixou pelo menos 38 mortos nesta segunda (29). Mais de 60 icaram feridos, e governo suspeita de grupos do Cáucaso.


O presidente da Rússia, Dimitri Medvedev, prometeu nesta segunda-feira (29) "achar e destruir" os responsáveis pelos ataques suicidas que mataram 38 pessoas no metrô da capital, Moscou.

"Eles são simplesmente animais", disse Medvedev, depois de colocar flores na plataforma em uma das estações de metrô atacadas.

Mais cedo, Medvedev havia dito, em comunicado, que tinha "declarado guerra' contra o terrorismo.

"A política de esmagamento do terror em nosso país e a luta contra os terroristas continuará. Prosseguiremos as operações contra os terroristas sem vacilações e até o final", disse Medvedev, segundo informou o Kremlin em comunicado.

O presidente russo se mostrou convencido de que os terroristas queriam causar a "desestabilização da situação no país e na sociedade", segundo as agências russas.

"Isto, evidentemente, é a continuação da atividade terrorista", disse Medvedev, que lamentou que as medidas antiterroristas adotadas até agora fossem "obviamente, insuficientes".

O presidente russo ressaltou a importância de "reforçar" a segurança antiterrorismo e aplicar essas medidas não só na escala local mas nacional.

"Prevenir atentados desta classe é um assunto complicado, da mesma forma que garantir a segurança no transporte", disse.

O chefe do Kremlin pediu às forças de segurança para "controlarem com firmeza a situação, mas sem violar os direitos dos cidadãos".

Também pediu às autoridades para oferecer toda a ajuda necessária às vítimas, a seus parentes e a outros afetados pelo pânico causado pelo atentado.

Em agosto do ano passado, Medvedev anunciou a ampliação da campanha contra o terrorismo no Cáucaso Norte, após outro atentado suicida ter sido perpetrado contra um prédio da Polícia na república da Inguchétia, no qual morreram 24 pessoas.

Fontes: G1  - TV Globo

Duplo atentado mata 38 no metrô de Moscou

Mais de 60 ficaram feridos em explosões provocadas por suicidas. Ninguém assumiu, mas autoridades suspeitam de grupos do Cáucaso.


Os atentados suicidas provocados por duas mulheres no metrô de Moscou nesta segunda-feira (29) deixaram ao menos 38 mortos e outros 65 feridos, segundo autoridades do país.

O Serviço Federal de Segurança confirmou que a tragédia vem sendo tratada como ato terrorista. “As explosões foram obras de mulheres suicidas”, diz um comunicado. Uma fonte policial disse às agências internacionais de notícias que parte dos corpos das suicidas foram encontrados nas duas estações atingidas.

O titular do Ministério de Emergências, Sergei Shoigu, chegou a falar em 102 feridos nos atentados, mas as informações não foram confirmadas pelas equipes que trabalham no resgate de vítimas nas duas estações.

O presidente russo, Dmitry Medvedev, declarou que a Rússia agirá "sem concessões" para caçar terroristas.

A primeira explosão ocorreu na estação Lubyanka, no Centro de Moscou, que fica próxima ao Kremlin, pouco antes das 8 horas (horário local). Pelo menos 23 pessoas morreram nesse ataque.

De acordo com um porta-voz do Ministério de Emergências, a explosão ocorreu pouco depois de um trem estacionar. As vítimas foram atingidas num vagão e também na plataforma.

No complexo está baseado Serviço Federal de Segurança da Rússia, instituição que sucedeu a KGB, a antiga agência de inteligência local.

Equipes de resgate carregam vítima no Centro de Moscou, depois que duas explosões atingiram duas estações de metrô, matando ao menos 38 pessoas. (Foto: Sergey Ponomarev/AP Photo)

A segunda explosão atingiu a estação Park Kultury, também localizada no centro da cidade, cerca de 40 minutos depois, matando entre 12 e 14 pessoas, segundo um porta-voz do Ministério de Emergências.

As autoridades fecharam as duas estações e bloquearam o trânsito em várias ruas da região central de Moscou.

Segundo as agências internacionais, o serviço de telefonia na região entrou em colapso e não está funcionando desde as explosões.

Insurgência

Nenhum grupo reivindicou a autoria dos piores ataques na capital russa em seis anos imediatamente, mas o chefe do Serviço Federal de Segurança, Alexander Bortinikov, disse que as agressoras são provavelmente do norte do Cáucaso, onde Moscou enfrenta uma insurgência islâmica que se espalha da Tchetchênia para os vizinhos Daguestão e Inguchétia.

Os líderes russos haviam declarado vitória em sua batalha com separatistas chechenos que lutaram duas guerras com Moscou. Mas, enquanto a violência diminuía na Tchetchênia, ela se espalhou e ganhou força nos vizinhos Daguestão e Inguchétia.

Interpol pode investigar ação

O Ministério de Situações de Emergência da Rússia afirmou nesta segunda-feira que o duplo atentado terrorista contra duas estações de metrô de Moscou deixou ao menos 38 mortos e 64 feridos.

A Interpol (polícia internacional) ofereceu ajuda à Rússia para investigar os responsáveis pelos ataques, perpetrados por duas mulheres-bomba, segundo a agência de notícias russa Ria Novosti. Nenhum grupo assumiu a autoria, mas o governo russo acusa rebeldes ligados a separatistas do Cáucaso Norte.

A Interpol ofereceu "apoio e assistência total" às autoridades russas. "O Centro de Comando e Coordenação da Interpol, em seu secretariado-geral, em Lyon, na França, está trabalhando próximo com o Escritório Nacional Central de Moscou para dar qualquer assistência necessária", disse a Interpol, sem seu site".

Pessoas passam por flores deixadas em memória das 38 vítimas dos ataques a duas estações de metrô/ Alexander Natruskin /Reuters

O ministério russo começou o trabalho de identificação das vítimas dos ataques, os mais violentos em seis anos na capital Moscou.

"Em Park Kultury, segundo dados preliminares, foi uma mulher-bomba. Segundo os fragmentos do corpo, que estão sendo examinados, o explosivo estava na altura da cintura. A situação é a a mesma em Lubianka", disse o porta-voz do comitê de investigação do Ministério Público de Moscou, Vladimir Markin.

As outras linhas do metrô de Moscou, que diariamente transporta 8,5 milhões de pessoas, permaneciam funcionando normalmente.


"Eu ouvi uma explosão, virei minha cabeça e havia fumaça em todos os lados. As pessoas correram para as saídas gritando", disse Alexander Vakulov, 24, que estava em um trem na plataforma oposta ao local da explosão em Park Kultury.

"Eu vi uma pessoa morta pela primeira vez na minha vida", disse Valentin Popov, 19, que acabara de chegar na estação.

Apoio

Moscou registrou nos últimos dez anos uma série de explosões reivindicadas por militantes da causa separatista da Tchetchênia, uma república do Cáucaso. Nos últimos anos, contudo, os atentados se tornaram menos frequentes.

O último ataque no metrô de Moscou acontecera em 6 de fevereiro de 2004, entre as estações Avtozavodskaia e Pavelestakia, com um balanço de 41 mortos e 250 feridos.

Em agosto do ano passado, Medvedev anunciou a ampliação da campanha contra o terrorismo no Cáucaso Norte, após outro atentado suicida ter sido perpetrado contra um prédio da polícia na república da Inguchétia, no qual morreram 24 pessoas.

Nos últimos meses, as tropas russas intensificaram as operações militares contra rebeldes islâmicos no Cáucaso Norte e mataram vários dirigentes rebeldes, incluindo um na semana passada na região de Kabardino-Balkariya, que levou a promessas de retaliação dos militantes.

Algusn dos grupos militantes recebem apoio moral e financeiro da rede terrorista Al Qaeda e dezenas de seguidores de páginas na internet ligadas à Al Qaeda escreveram comentários comemorando os ataques em Moscou.

Um dos sites abriu uma página especial para "receber congratulações" pelos rebeldes da Tchetchênia que "iniciaram uma série de ataques nos países" e todos desejavam que Deus aceite as duas "irmãs", as mulheres-bomba que realizaram os ataques, como mártires.


"Não se esqueçam dos crimes de genocídio da Rússia no Cáucaso e na Tchetchênia", disse um dos autores. "A batalha foi levada ao coração de Moscou", escreveu outro.

Resposta

Pouco após os ataques, as duas maiores autoridades do governo russo declararam guerra ao terrorismo.

O premiê da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta segunda-feira em rede nacional que os terroristas responsáveis pelo duplo atentado serão capturados e aniquilados.


"Tenho certeza de que as agências de segurança farão todo o possível para encontrar e punir os criminosos", afirmou Putin, durante uma videoconferência da cidade siberiana de Krasnoyarsk. "Os terroristas serão aniquilados", completou.

"Somente com os esforços conjuntos poderemos derrotar os grupos clandestinos e vencer este mal", afirmou Putin, que suspendeu sua visita à região e voltará com urgência a Moscou.

Mais cedo, o presidente russo, Dmitri Medvedev, afirmou que o país continuará combatendo o terrorismo sem hesitar e ordenou um reforço da segurança nos transportes de toda a nação.

"A política de repressão do terror e de luta contra o terrorismo continuará. Prosseguiremos com as operações contra os terroristas sem hesitação e até o fim", afirmou Medvedev, durante uma reunião de emergência convocada após os atentados.

O presidente russo se mostrou convencido de que os terroristas queriam causar a "desestabilização da situação no país e na sociedade", segundo as agências russas. "Isto, evidentemente, é a continuação da atividade terrorista", disse Medvedev, que lamentou que as medidas antiterroristas adotadas até agora fossem "obviamente, insuficientes".

Fontes: G1 - FOLHA - TV Globo

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