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Grupo de físicos captura átomo de antimatéria

Esta parece saída da ficção científica. Um grupo internacional de cientistas, incluindo brasileiros, conseguiu pela primeira vez produzir e capturar átomos inteiros feitos de antimatéria. Local do feito: o Cern (Centro Europeu de Pesquisa Nuclear).

Apenas um punhado de anti-hidrogênio, é verdade, mas o suficiente para entreabrir uma porta que pode levar a resultados um bocado importantes na física.

Antimatéria parece um negócio tão estranho simplesmente porque ela não costuma existir. Por alguma razão bizarra, o Universo é todo feito de matéria convencional, feita de prótons de carga positiva e elétrons negativos.

No começo de tudo, não deve ter sido assim. Acredita-se que o Big Bang tenha criado também muita antimatéria --feita de antiprótons de carga negativa e antielétrons (ou pósitrons) de carga positiva. Mas para onde foram essas antipartículas todas?

Ocorre que, quando partículas e antipartículas se encontram, o resultado é a aniquilação completa de ambas.

Especula-se que, no Big Bang, a criação de matéria tenha sido um pouquinho maior que a de antimatéria. Com isso, as colisões teriam dado cabo de todas as antipartículas, e a "pouca" matéria remanescente é o que vemos hoje na forma de galáxias, planetas e pessoas.


Moral da história: se você quer estudar antimatéria em laboratório, tem de fabricá-la você mesmo. Mas o mais difícil, depois de obter algumas partículas, é guardá-las.

Qualquer recipiente convencional teria de ser feito de matéria, e o mero contato produziria a aniquilação total das antipartículas.

A única maneira de preservar a antimatéria é por meio de campos magnéticos. ""É o que chamamos de armadilha magnética", conta Claudio Lenz Cesar, físico da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Ele e seu ex-aluno de doutorado, Daniel de Miranda Silveira, agora associado ao Laboratório de Física Atômica Riken, no Japão, foram os dois brasileiros do trabalho.

As armadilhas magnéticas são bem eficientes para conter antiprótons ou pósitrons isolados, que têm a mesma carga. Mas, quando você combina um de cada e forma um átomo de anti-hidrogênio, o conjunto é neutro --muito mais difícil de manipular por magnetismo.

A captura de antiátomos exige uma sintonia muito precisa do equipamento. De milhões de partículas que começam o experimento, apenas uma ou duas sobram.

Os resultados estão na última edição do periódico científico "Nature". A ideia, agora, é estudar os antiátomos em busca de pistas sobre propriedades fundamentais das partículas. No futuro, grandes quantidades de antimatéria também poderiam servir como supercombustível. E o grupo espera usar os antiátomos para investigar como a gravidade age sobre a antimatéria. Especula-se que essas partículas possam reagir à gravitação como uma força repulsiva, em vez de atrativa.

"Não é o que esperamos. Mas ainda falta fazer esse experimento", diz Cesar.

Fonte: Salvador Nogueira / FOLHA

Mapa mostra em tempo real países que mais usam Twitter

No histórico do site, criado em 1º de novembro, Brasil aparece em quarto lugar com 6% das mensagens publicadas no microblog

Áreas com cores quentes, como rosa, mostram áreas que mais enviam tweets

Como pingos de chuva, as mensagens postadas pelos habitantes de diversos países do mundo caem sobre um mapa virtual desenvolvido pela Frog Design com a tecnologia HTML5. Ele mostra, em tempo real, quais países do mundo mais publicam mensagens por meio do Twitter.

O internauta pode acompanhar as manchas sobre o mapa (quanto maiores e com cores mais quentes, mais mensagens publicadas no microblog na região) que pode ser mostrado como um mapa comum, mapa de satélite e até uma versão em 3D (que depende do uso de óculos 3D feitos de papel celofane).

Entre as áreas que mostram maior concentração de mensagens publicadas, estão a costa leste dos Estados Unidos (37%), a Indonésia (16%) e o Reino Unido (10%). O Brasil, segundo o histórico do site, aparece em quarto lugar entre os países que mais enviaram mensagens desde que o mapa foi criado, com 6% do total.

De acordo com a equipe que criou o mapa, desde o início de novembro, mais de 2 milhões de mensagens foram publicadas no Twitter a partir de 202 países. Para mostrar os dados no mapa, o site usa informações de geolocalização das mensagens colhidas a partir da interface de programação de aplicativos (API) do Twitter e, em alguns casos, do Yahoo! Placemaker.

Saiba mais: iG mostra em infográfico como funciona a tecnologia 3D

Fonte: Claudia Tozetto/IG Tecnologia

O fim do jornal impresso

Ross Dawon atribui tendência ao avanço de telefones celulares, computadores, tablets, e-readers e a própria ida do conteúdo para a plataforma online

São Paulo – Conhecido como "futurista", o australiano Ross Dawon estima má notícias para os jornais. Ele prevê, por meio de gráfico, que em 2017 os veículos impressos estarão extintos nos EUA, fato que deverá acontecer dois anos depois no Reino Unido, Islândia e Canadá. A informação é do blog The Wall.

Para Dawon, jornais impressos darão lugar às versões digitais das publicações/Divulgação/Amazon

Dawon atribui a previsão negativa ao avanço de telefones celulares, computadores, tablets, leitores digitais e a própria ida do conteúdo para a plataforma online.

Além da tecnologia, o australiano cita também a economia como fator importante no processo de mudança.

Entretanto, a previsão do australiano é menos drástica para mercados menos desenvolvidos. Países como Argentina e Mongólia, por exemplo, devem manter viva a aposta nos impressos até 2040, segundo ele.

Fontes: EXAME - THE WALL

Exoesqueleto permite que cadeirantes voltem a caminhar

Aparelho começará a ser testado em clínicas de reablilitação nos EUA

A empresa Berkeley Bionics anunciou nesta quinta-feira o lançamento do eLEGS, um exoesqueleto criado para permitir que cadeirantes e pessoas com pouca mobilidade nas pernas consigam caminhar.

Inicialmente, o aparelho será oferecido nos centros de reabilitação para uso sob supervisão médica, mas a empresa planeja começar a vender o exoesqueleto para uso caseiro até 2013.

Segundo a empresa, o aparelho pode ser ajustado ao corpo da maioria das pessoas entre 1,60 m e 1,95 m e peso médio de 99 quilos em questão de minutos.

O eLEGS, quando acoplado ao corpo, consegue realizar movimentos de flexão de joelhos. Segundo a empresa, o movimento sem precedentes é traduzido em uma caminhada natural e simples em vários tipos de terreno. A velocidade de caminhada depende da aptidão de cada paciente, mas a Berjeley Bionics afirma que é posível caminhar cerca de 90 centímetros por segundo.

Paciente Ted Kilroy caminha com ajuda do eLEGS

Assista ao vídeo e veja como funciona o eLEGS (em inglês):


O dispositivo é alimentado por bateria e emprega uma interface baseada em sensores que captam os movimentos humanos. O sensor registrar o que o usuário pretende fazer e age em conformidade. Um computador recebe informações dos sensores e calcula, em tempo real, todos os aspectos da passada.

Os primeiros testes clínicos do exoesqueleto começarão no início do próximo ano, em algumas clínicas de reabilitação dos EUA. A Berkeley Bionics é fruto do trabalho acadêmico realizado pelo cientista Homayoon Kazerooni no Laboratório de Robótica e Engenharia da Universidade de Berkeley.

Fonte: Galileu

Iphone 4 chega ao Brasil

Já tem data de lançamento no Brasil, o Iphone 4. Será na virada de quinta (17) para sexta-feira da semana que vem. Como faz no mundo inteiro, a Apple aguardará até meia-noite, com as lojas abertas, para começar a vender.

Fonte: Sonia Racy/Direto da Fonte/O ESTADO DE S PAULO

PM testa segurança no Pacaembu visando Copa de 2014; veja simulação

Na manhã desta terça-feira (24), a Polícia Militar do Estado de São Paulo realizou a primeira simulação de segurança em estádios, visando à preparação de oficiais para receber a Copa das Confederações em 2013 e Mundial de 2014, no Brasil.

A ação, que ocorreu no estádio do Pacaembu, durou cerca de três horas e contou com 200 policiais, além de 150 figurantes. Cães farejadores e até um robô semelhante ao do filme "Guerra ao Terror" (vencedor do Oscar 2010), também fizeram parte da simulação, como mostra a reportagem da TV UOL.


Fontes: FOLHA - TV UOL

A grande aposta da Sony para programas de TV na web

Enquanto a maioria dos estúdios de Hollywood desistiu da produção, a Sony continuou investindo alto

Primeiro Hollywood correu para criar programação original para a web. A NBC Universal trombeteou um site chamado DotComedy; a Walt Disney Co. montou um estúdio digital, o Stage 9; e a Time Warner respaldou o SuperDeluxe, outro site de comédia.

Isso foi há três anos. Quando as vendas substanciais não se materializaram rapidamente, as grandes companhias de entretenimento pisaram no freio e preferiram ficar com o que conheciam bem: a produção e comercialização de filmes e programas de TV.

Houve uma notável exceção. A Sony Pictures Entertainment continuou investindo dinheiro no Crackle.com, produzindo programas para a web a um custo de 1 milhão de dólares cada. Por que a Sony continuou apostando tão alto? Por um lado, ela pensa que passou tempo suficiente para aprender lições importantes sobre a psicologia do consumidor quando se trata de internet. Mas a Sony também tem um potencial trunfo na mão quando se trata de canalizar os vídeos do Crackle para aparelhos de TV.

Analistas afirmam que o Crackle poderá se converter no principal canal de entretenimento da Sony para o PlayStation Network, um serviço de vídeo de rápido crescimento que empurra jogos e conteúdo on-line para a sala de estar via consoles de PlayStation. Para os analistas, seria um ajuste perfeito para o PlayStation Network. O Crackle é destinado a homens com idade entre 18 e 34 anos – a mesma população que devora videogames. Já tem uma presença limitada no PSN, mas os executivos da Sony confirmam que a expansão está caminhando.

Com 50 milhões de contas cadastradas pelo mundo, a rede "oferece uma grande escala, o que é fantástico do ponto de vista publicitário", disse Eric Berger, vice-presidente da Sony Pictures Television para as redes digitais. Como trabalham para tornar o Crackle rentável, Berger e seu chefe, Steve Mosko, presidente da Sony Pictures Television, vêem uma abertura para o Crackle atrair mais dólares de publicidade enquanto outros sites de vídeo – como o Hulu.com – estão inteiramente focados no modelo de assinaturas. Esta á a razão por que a programação original do Crackle é cara para os padrões da web: a Sony sabe que os anunciantes querem mostrar seus produtos junto com programas bem feitos.

Como ter sucesso apenas com publicidade é difícil – basta perguntar ao Hulu – a Sony está usando seu sistema de distribuição, mais amplo, para vender o Crackle em DVD, para serviços sob demanda de cabo e, em alguns casos, para as redes de TV paga. As vendas representam 50% da receita do Crackle.

Na verdade, apesar do rápido crescimento, o Crackle continua a ser um jogador pequeno no campo lotado dos vídeos on-line. Em julho, tinha cerca de 4,1 milhões de visitantes únicos, que assistiram em média 39,4 minutos de vídeo, de acordo com a comScore. Para comparar, o CollegeHumor.com, também voltado aos jovens, tinha 12,6 milhões de visitantes únicos em julho, que assistiram em média 16 minutos de vídeo.

A Sony precisa do Crackle porque, em parte, tem um triste histórico com sites de mídia digital. Foi o principal proponente do Movielink, um fracassado serviço sob demanda. Perdeu novamente com a Sony Connect, serviço de música on-line para competir com o iTunes, da Apple.

Quando a Sony comprou o Crackle, originalmente chamado Grouper, por 65 milhões de dólares, em 2006, a ideia era tornar o site uma versão on-line do que a Sony não tem nos Estados Unidos: seu próprio canal. Mas os problemas brotaram quase imediatamente, incluindo um processo judicial caro e a alta rotatividade de seus executivos. O Crackle só ganhou força recentemente, sob a tutela de Mosko.

Vorhaus salienta que é mais fácil ser notado quando a maioria de seus rivais deixaram o negócio. O mais próximo estúdio remanescente é o TheWB.com, um site da Warner Brothers que oferece um pouco de programação de baixo custo, mas depende principalmente de reprises de Gilmore Girls e Friends.

A maioria dos estúdios de Hollywood falhou com seus "websódios" porque tiraram o aluguel da tomada muito depressa, segundo Mike Hudack, executivo-chefe da Blip.tv, um distribuidor de séries para a web. Na TV, é possível dizer se os consumidores estão respondendo a um novo programa depois de dois ou três episódios. Na web, é preciso mais, como 15 ou 20, disse. "Muitas das primeiras tentativas dos estúdios tradicionais soaram falsas, pois usaram padrões e estilo da TV, mas não estavam dispostos a gastar", disse Hudack.

A Sony teve a mesma abordagem no começo. Mas Berger e Mosko estão confiantes que aprenderam muito sobre o que os consumidores gostam na web para começar a dar passos maiores.

Fontes: Veja - THE NEW YORK TIMES

"Places", do Facebook, permite acompanhar amigos e serviços

Recurso estará disponível inicialmente apenas nos EUA

Os mais de 500 milhões de usuários do Facebook poderão em breve rastrear o paradeiro de seus amigos nos Estados Unidos, com a adoção de tecnologia que permitirá que o maior serviço de redes sociais da Internet vincule seu mundo virtual à vida cotidiana.

O novo recurso "Places" --que foi lançado na quarta-feira para alguns usuários e estará à disposição do público norte-americano em geral dentro de algumas semanas-- é definido como ferramenta que ajudará os usuários a divulgar sua localização, identificar pessoas próximas e acompanhar a agenda e os serviços disponíveis no local.

A adição dos chamados serviços localizados ao Facebook --um avanço sobre o qual os observadores do setor especulavam há meses-- abre novas oportunidades de receita para a companhia, mas também oferece desafios delicados em termos de privacidade.

O "Places" será acessível por meio de um aplicativo para o iPhone da Apple que o Facebook distribuirá a partir de quinta-feira, ou de uma versão móvel criada pela rede social para outros celulares inteligentes dotados de telas de toque.

"O ponto não é que o usuário divulgue ao mundo onde está, mas que revele aos seus amigos o seu paradeiro", disse o gerente de produto do "Places", Michael Sharon.

Os usuários poderão declarar sua localização sempre que desejarem, e portanto se exporão a ofertas, sugestões e publicidade de negócios na área. O Facebook informou na quarta-feira que não tinha planos imediatos, no entanto, de explorar essas oportunidades de faturamento.

Os usuários podem "se registrar" com seus celulares inteligentes, divulgando sua localização --por exemplo em um restaurante ou parque-- à sua lista de amigos no Facebook. A localização será transmitida por meio das populares atualizações de status do serviço.

Os usuários poderão procurar pela localização de amigos igualmente "registrados", quer via atualizações, quer por uma página separada na Web, ou usar um tag para identificar amigos que estejam em sua companhia física, revelando a localização deles.

Mas, tendo em mente a privacidade, o Facebook permitirá que os usuários bloqueiem a função "Places", como parte de um conjunto amplo de controles de privacidade e outras salvaguardas.

Fontes: UOL Tecnologia/Alexei Oreskovic - REUTERS

Resíduo de vaso sanitário vira combustível para carro

O veículo anda 8,5 km por metro cúbico de biogás

Com base em um estudo, a companhia especializada em lançar produtos sustentáveis, diz que o material recolhido de apenas 70 casas é suficiente para que o carro circule pelas ruas por um ano ou aproximadamente 16.000 km/Divulgação

A empresa GENeco desenvolveu uma maneira ecológica de produzir combustível a partir de resíduos deixados no vaso sanitário pelos habitantes de Bristol, no Reino Unido.

O Bio-Bug é um modelo New Beetle conversível projetado para funcionar com gás metano (CH4) liberado pelos dejetos humanos. O desenho do carro foi proposto por estudantes.

Com base em um estudo, a companhia especializada em lançar produtos sustentáveis, diz que o material recolhido de apenas 70 casas é suficiente para que o carro circule pelas ruas por um ano ou aproximadamente 16.000 km. O carro anda 8,5 km por metro cúbico de biogás sem poluir o ambiente.

O composto orgânico presente no esgoto vai para tanques sem oxigênio para que as bactérias presentes nos resíduos se alimentem do material e produzam o biometano. O tratamento envolve a separação do dióxido de carbono do biogás.

Mohammed Saddiq, um dos responsáveis pela empresa, diz que no passado, o uso do gás metano não tinha passado por uma limpeza o suficiente para abastecer veículos motorizados sem que isso afetasse seu desempenho.

- No entanto, por meio do uso da mais recente tecnologia, o Bio-Bug funciona como qualquer outro veículo convencional, com a diferença que usa combustível sustentável.

O Reino Unido tem uma meta de reduzir em 34% as emissões de gases do efeito estufa até 2020 e em 50% até 2050.

Fontes: R7 - Agências

Enfrentar iPhone pode ser tarefa difícil para LG e Nokia

Embora venda treze vezes menos celulares que as rivais, Apple consegue um lucro superior

Lançamento do iPhone fez a Apple entrar no mercado de celulares


Seul/Helsinque - Destronar o iPhone pode ser tarefa difícil demais para alguns dos líderes do setor de celulares, entre os quais a LG Electronics, que estão batalhando por recuperar terreno perdido nos segmentos de celulares e serviços.

Nokia, Samsung Electronics e LG controlam 70 por cento do mercado total de celulares, mas a dificuldade das empresas em deter o avanço acelerado da Apple no mercado de celulares inteligentes prejudicou seus resultados e agora desperta questões sobre as vantagens para as três de prosseguirem essa disputa.

A Apple, que ingressou no mercado de celulares apenas três anos atrás, produz um iPhone para cada 13 celulares vendidos pela Nokia, mas gera lucro total superior, com a venda desse número menor de aparelhos.

Depois dos problemas sofridos por concorrentes menores, como Motorola e Sony Ericsson, a divisão de celulares da LG registrou prejuízo recorde no segundo trimestre.

Além disso, o valor da marca da Nokia, um dos principais ativos da companhia, caiu 58 por cento no ano passado, de acordo com estudo mundial conduzido pelo grupo de pesquisa de mercado Millward Brown. E isso pode ser apenas o começo.


"Nenhuma delas sairá rapidamente desses problemas, e eles podem até piorar antes que melhorem, dentro de um ano ou dois", disse Greg Noh, analista da HMC Securities.


"Enquanto não conseguirem se diferenciar, a disputa será entre a Apple e as outras, e elas enfrentarão novos momentos difíceis, porque a concorrência só vai se acirrar, com novos fabricantes chegando ao mercado", acrescentou.

Os celulares inteligentes respondem por 20 por cento do mercado geral de celulares, mas o crescimento de 56 por cento registrado pelo segmento supera de longe o crescimento setorial de 10 por cento, de acordo com o Goldman Sachs, e esse é um dos principais motivos para que grandes empresas de diversos outros setores estejam sendo atraídas para esse mercado.

No mês passado, a Hewlett-Packard concluiu aquisição da Palm por 1,2 bilhão de dólares, enquanto muitos outros fabricantes de computadores, a exemplo da Acer, estão tentando conquistar uma fatia do mercado de celulares inteligentes.

Fontes: EXAME - REUTERS/Miyoung Kim e Tarmo Virki

'Ônibus-túnel' promete resolver problema de trânsito

Veículo com capacidade para levar 1400 passageiros não obstrui a passagem dos veículos, nem quando está parado no ponto

O “3d Express Coach” (Ônibus Expresso 3D) permite que os veículos trafeguem por baixo e pretende diminuir em até 30% os congestionamentos

Um novo projeto de ônibus promete resolver os problemas de trânsito na China. A empresa de engenharia Shenzhen Huashi Future Parking Equipment está propondo que o governo adote um ônibus que oferece livre passagem para os carros, mesmo quando está parado no ponto para pegar passageiros. É praticamente um "ônibus-túnel".

Batizado de "3D Express Coach" (Ônibus Expresso 3D), o veículo de 4,5 metros de altura tem um design inovador. Como se pode ver no croquis do projeto, os passageiros ficam confortavelmente sentados no nível superior. A capacidade máxima é de 1400 passageiros por vez. O ônibus atinge velocidade de 60 km/hora. Mas o melhor é que o projeto leva em conta a busca por menores índices de poluição: o ônibus elétrico funcionaria a base de energia solar.

Graças à tecnologia de radar aplicada a scanners dentro do ônibus, os carros que “atravessam” o interior do veículo são avisados por um ruído sonoro quando por acaso se aproximam muito das paredes internas. E, no caso de algum acidente, o ônibus conta com uma rampa inflável semelhante a dos aviões, por onde os passageiros poderiam escorregar sem qualquer risco.

O ônibus terá capacidade para transportar até 1.400 passageiros por vez

Pelos cálculos do fabricante, o “3D Express Coach” reduziria em até 30% os congestionamentos nas grandes cidades chinesas.

O investimento para o projeto é de 500 milhões de yuans, ou seja, US$ 4,6 milhões para os ônibus e os trilhos nos quais vão deslizar as composições. O que, segundo a Shenzhen, representa apenas 10% dos custos para construir um sistema equivalente de metrô.

Um esquema piloto para a adoção do novo ônibus vai acontecer no distrito de Mentougou, em Pequim, com a construção dos primeiros 186 km de trilhos iniciando no final do próximo ano.

Fonte: Época Negócios

A primeira câmera 3D amadora do mundo

Aparelho portátil grava imagens com resolução HD e tem tela que dispensa o uso de óculos especiais

Fazer filmes em 3D não será mais exclusividade de diretores de cinema como o canadense James Cameron. Até o fim de agosto, a Aiptek, uma empresa taiwanesa recém-chegada ao Brasil, deve lançar a primeira câmera 3D amadora do mundo, a i2.

A boa notícia é que a Aiptek escolheu o Brasil como um dos países para o lançamento. Fãs brasileiros de Avatar poderão se aventurar no mundo das três dimensões quase ao mesmo tempo que americanos e europeus – algo raro já que os gadgets costumam chegar com atraso ao mercado nacional. A i2 estará disponível nas grandes lojas por 1.799 reais.

Veja testou com exclusividade a câmera da Aiptek e convidou o professor de administração Sergio Seloti, seguidor da revista no Twitter, para participar da avalição. No vídeo abaixo, você pode acompanhar as impressões do professor e saber mais detalhes técnicos da i2.


A i2 tem dois sensores de 5 megapixels – um para cada lente – que gravam vídeos em resolução HD (720 linhas horizontais). Os destaques da câmera, além da possibilidade de gravar em três dimensões, são a portabilidade e a tela de 2,4 polegadas.

A tela da i2 usa auto-estereoscopia, tecnologia que permite ver as imagens em 3D sem a necessidade de óculos especiais. Enquanto grava, a pessoa já tem uma idéia de como o vídeo vai ficar. A i2 pesa 250 gramas e é um pouco maior que um smartphone, ou seja, cabe num bolso largo. Os pontos negativos da câmera são o zoom digital, que causou uma leve distorção nas imagens, e a qualidade do vídeo que poderia ser um pouco melhor.

Existem três maneiras de assistir os vídeos gravados pela i2. A mais simples é ver na própria tela do aparelho. A maneira mais democrática é usar o software que vem com a câmera e converter as imagens para o formato anaglífico. Assim, elas poderão ser assistidas em qualquer tipo de monitor desde que a pessoa esteja usando aqueles óculos com lentes coloridas – uma azul e outra vermelha.

A câmera já vem com um par desses óculos. A terceira opção é usar uma televisão 3D. A tecnologia desses aparelhos aumenta a sensação de realismo e preserva as cores originais da cena, características que ficam prejudicadas quando o vídeo é convertido para o formato anaglífico. O problema é que esses televisores ainda custam caro – não saem por menos de 5 mil reais.

Neste outro vídeo, disponível somente no canal de Veja no YouTube, você pode assistir a um clipe das imagens gravadas pelo Sergio e convertidas para o formato anaglífico. Será que o professor conseguiu fazer um novo Avatar? Só não se esqueça dos óculos coloridos.


Fonte: Veja/Rafael Corrêa - YOUTUBE

Medo de arriscar barra sucesso de pequenas empresas de tecnologia no Brasil

Aposta em modelos estrangeiros impede surgimento de "Google brasileiro"

Se as pequenas empresas de internet – firmas jovens, embrionárias, recém-criadas ou ainda em fase de constituição, implementação e organização de suas operações, apelidadas de startups – ainda não geraram um Google ou um Orkut, a “culpa” não é só de seus empreendedores.

Especialistas ouvidos pelo R7 contaram que se, por um lado, a maioria das startups não possui uma ideia inovadora ou um plano de negócios sólido, capaz de atrair investimentos estrangeiros, por outro, as empresas de investimentos de risco nacionais preferem apostar em adaptações de produtos que já deram certo lá fora do que apostar em projetos ousados que correm o risco de não vingar comercialmente.

Câmera transforma fotos em carimbo

Primeiro o usuário faz o clique usando o modo câmera digital, depois retira a tela LCD e encaixa o acessório de carimbo

 Stamp.y: suas fotos transformadfas em carimbo

Um conceito de câmera foi apresentado pelo site Yanko Design. A Stamp.y captura imagens e as transforma nos velhos e conhecidos carimbos para serem reproduzidas sobre qualquer superfície.

Com o equipamento não é preciso controlar zoom ou ajustar outros detalhes. A única opção é transformar a foto em carimbo. Primeiro o usuário faz o clique usando o modo câmera digital. Depois retira a tela LCD e encaixa o acessório de carimbo. Basta apertar o carimbo sobre um papel ou outra superfície e a imagem monocromática é reproduzida.

Criada pelo designer Jinhee Kim, a câmera-carimbo ainda é um protótipo. Será que a ideia pega?


Fonte: Época

China testa com sucesso reator nuclear de quarta geração

Cientistas chineses testaram com sucesso o primeiro reator nuclear experimental de quarta geração, segundo publicou o jornal oficial "Diário do Povo".

O teste aconteceu no denominado CEFR (Reator Experimental Rápido da China, sigla em inglês), explicou Zhang Donghui, diretor-geral do projeto, e seu êxito faz da China o oitavo país do mundo a conseguir esta façanha.

O gigante asiático investiu no projeto um total de 2,5 bilhões de yuanes (US$ 370 milhões).

A quarta geração da energia nuclear se destaca por utilizar entre 60% e 70% do urânio empregado, uma taxa muito superior ao rendimento de 1% obtido nos reatores convencionais.

No entanto, ainda é desenvolvido mediante protótipos, e os especialistas consideram que não terão aplicação comercial em pelo menos duas décadas.

"O reator rápido ampliará o uso das fontes de urânio existentes na China de 100 anos previstos nos atualidade até mil anos", acrescentou Zhang.

A China extrai de seu território cerca de 750 mil toneladas de urânio, mas a demanda cresce exponencialmente, e estima-se que em 2015 a China requereria dez mil toneladas a mais deste combustível atômico.

O país asiático está imerso em um plano de desenvolvimento de sua energia nuclear, à qual inclui dentro do grupo de energias limpas, em contraposição ao petróleo e ao carvão (esta última fonte ainda supõe mais de dois terços do consumo energético chinês).

Assim, Pequim projeta construir 60 novos reatores nucleares em todo o país e chegar a produzir através deste tipo de centrais 75 milhões de quilowatts em 2020, 5% da energia total.


Fontes: FOLHA - Agências

Cães de três patas participam de pesquisa de robótica na Alemanha

Cientistas alemães tentam fazer robôs que se adaptem tão bem como cachorros.

Cientistas alemães filmaram e estudaram o modo de andar de cães que tem apenas três patas para desenvolver novos robôs. Assista ao vídeo, abaixo


Os pesquisadores da Universidade de Jena, na Alemanha, filmaram os cães em vários ângulos, e com câmeras de alta velocidade, enquanto eles caminhavam em esteiras, para descobrir como os cães compensam a falta de uma das patas.

Com isso, eles esperam desenvolver robôs que consigam não apenas caminhar, mas também se adaptar como os cães no caso de perda de um dos membros.

Cão participa de pesquisa em universidade alemã. (Foto: BBC)

Todos os cães que participaram da pesquisa já tinham perdido uma pata, da frente ou de trás, devido a acidentes ou ferimentos.

Enquanto eram filmados com câmeras de alta velocidade e infravermelhas, os cientistas fixaram pontos reflexivos no pelo dos cães, o que permitiu analisar os movimentos de partes diferentes do corpo do animal.

Inspiração

"No final do projeto, espero que tenhamos alguns robôs que serão bem mais eficientes em ambientes desconhecidos", disse Martin Gross, da Universidade de Jena, que liderou o estudo, à BBC. "Algo pode acontecer com os robôs e eles podem perder um membro."

Gross afirma que se inspirou no cão de estimação de seu irmão, que tem apenas três patas, para usar os animais em sua pesquisa de biomecânica.

"O cão com apenas três patas é ainda mais rápido do que todos os outros cães dele", afirmou.

O estudo foi apresentado na Reunião Anual da Sociedade de Biologia Experimental, em Praga

Fontes: FOLHA -BBC

Nova tecnologia pode acabar com "digitação" de textos no celular

Swype permite ao usuário passar o dedo sobre sequência de letras sem digitar

Uma nova tecnologia chamada Swype permite ao usuário de telefone móvel montar palavras por meio de um movimento fluido. Em vez de digitar letra por letra, o dono de celular só precisa passar o dedo sobre a sequência de letras.

O computador calcula, então, qual palavra era desejada pela combinação das letras já tocadas.

Os movimentos não necessitam ser precisos porque o software consegue entender, revelou o jornal inglês Daily Mail nesta segunda-feira (21).

De acordo com o inventor americano Cliff Kushler, a tecnologia Swype “pode aumentar a velocidade do usuário mais ágil em até 30%".

Kushler disse que a tecnologia pode causar um grande impacto e ser usada em qualquer aparelho que seja necessário usar um teclado, como videogames e aparelhos de GPS.

Nova tecnologia promete tornar a digitação ainda mais rápida do que a T9; letras maiúsculas ou que aparecem repetidas são superadas por uma pausa/ Reprodução

Kushler foi o inventor do software T9, também chamado de texto preditivo, que adivinha a palavra em que as pessoas estão pensando enquanto digitam. O inventor diz que o Swype é o próximo passo.

Nas demonstrações da nova tecnologia, obstáculos como letras maiúsculas ou que aparecem repetidas são superados pela pausa ou por um rabisco, enquanto que o espaçamento e a a pontuação são automáticos.

O Swype está sendo usado em sete smartphones nos Estados Unidos, e, até o final do ano, Kushler diz que deverá estar em mais de 50 modelos em todo o mundo.

As negociações com a Apple estão tão distantes quanto a chegada do novo modelo do iPhone ao Reino Unido.

Fontes: R7- Agências

Empresa sueca cria iate que vem com supercarro

Barco de luxo pode ser personalizado pelo proprietário, vem com um carro na garagem e custa mais de R$ 46 milhões

Iate Strand Craft 122 vem com garagem para guardar o supercarro (ou a Ferrari, Lamborghini, Maserati...)

O conceito “compre um, leve dois” já pode ser aplicado no mercado de luxo. Isso porque a empresa sueca Strand Craft lançou o iate “Strand Craft 122” que vem com um supercarro que pode ser armazenado a bordo.

Saiba Mais

Atingindo uma velocidade máxima de 43 nós, o iate possui quatro quartos de tamanho grande, camas de casal, área para recepção, salão, televisões do tipo LED com tela de 52 polegadas e um sistema de som em cada espaço. Além disso, o interior do barco pode ser personalizado de acordo com o gosto do proprietário.

E o carro que vem com o barco não fica atrás no quesito luxo. Com um motor turbo ele pode atingir uma velocidade máxima de 375 km/h. O modelo conta ainda com janelas a prova de balas.

O interior do iate é decorado em estilo Art Deco, com móveis personalizados

Segundo contou ao jornal "Daily Mail" Kurt Strand, fundador da empresa responsável pelo projeto, o iate foi feito para os “muito ricos” – gente que só busca o melhor em tudo. “Logo na primeira semana tivemos muito interesse de várias partes do mundo, principalmente do Oriente Médio.”

Quem estiver interessado em adquirir essa novidade deve se apressar porque a empresa informou que a produção será limitada. A princípio serão confeccionados apenas seis exemplares e até o momento, a Strand Craft já possui cinco possíveis compradores, restando apenas uma peça. A novidade custa 17 milhões de libras, o equivalente a R$ 46 milhões.

Todos os ambientes contam com uma televisão do tipo LED com tela de 52 polegadas e sistema de som de alta definição


Fonte: Época Negócios

Raio laser pode ser usado para fazer chover

Cientistas descobriram método que pode substituir "sementes" de iodeto de prata

Físicos suíços descobriram que o disparo de rajadas curtas no ar pode desencadear a formação de gotas d’água.

A técnica pode ajudar a estimular a “produção” de chuva no futuro, revelou a revista científica Nature Photonics nesta segunda-feira (3).

O cientista Jerome Kasparian e sua equipe da Universidade de Genebra queriam encontrar uma alternativa à semeadura de nuvens, um processo de 50 anos que tenta induzir pancadas de chuva de forma artificial.

Foguetes com iodeto de prata espalham as partículas no céu, como se fossem sementes. As partículas agem como “núcleos de condensação”, fazendo com que as gotículas de água se formem em volta deles.

Kasparian diz que a semeadura de nuvens não é um método eficiente, apesar de ser usado há décadas.


- Ninguém sabe se é seguro usar partículas de iodeto no ar.

Pulso de laser vermelho ioniza o ar e provoca condensação de gotas d’água para criar uma nuvem, que é iluminada por um laser verde/Reprodução

Os pesquisadores perceberam que a tecnologia laser poderia ser usada para criar uma técnica alternativa.

Eles descobriram que o disparo de um feixe de energia através de uma câmara de nuvem atmosférica criava um canal de moléculas de oxigênio e de nitrogênio ionizados.

Essas moléculas agiram como âncoras de condensação de mesma forma que acontecia com as moléculas de iodeto de prata.

As gotas d’água ao longo do canal úmido quase dobraram de tamanho, de 50 micrômetros para 80 micrômetros ao se fundirem aos íons.

Depois, a equipe de Kasparian testou a mesma técnica em condições reais. Eles dispararam um “laser Teramobile” de alta potência no céu de Berlim, na Alemanha, durante algumas noites.

Eles encontraram gotas de condensação formadas ao longo do trajeto do laser quando a umidade estava alta.

Agora, os pesquisadores pretendem investigar se são capazes de criar condensação em uma área mais ampla, ao varrer o laser no céu.

Embora ainda falte muito para que os cientistas consigam fazer chover por meio do raio laser, eles dizem que a técnica pode ser adaptada para ajudar os meteorologistas a prever uma chuva torrencial a caminho.


Fontes: R7 - Agências

Novos robôs voam e pousam nas paredes

Equipamentos ainda precisam passar por ajustes para funcionar corretamente

Futuros microveículos aéreos capazes de aterrissar em edifícios podem aproveitar a oportunidade para se abrigar do mau tempo

Cientistas do Laboratório de Biomimética da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, fez vídeos de testes com robôs voadores que conseguem pousar em paredes com suas garras, revelou o blog Botjunkie nesta segunda-feira (26).

Futuros microveículos aéreos capazes de aterrissar em edifícios podem aproveitar a oportunidade para recarregar as baterias ou simplesmente se abrigar do mau tempo.

Esses robôs poderiam também aproveitar a aterrissagem vertical e rastejar até uma janela para observar melhor ou para simplesmente esperar e vigiar uma área por dias ou até por semanas.

O robô dos pesquisadores de Stanford se aproxima da parede em velocidade máxima, entre 28,97 km/h a 35,41 km/h. Depois, ele se lança para cima para posicionar sua barriga em direção à parede e diminui sua velocidade de aproximação para menos de 11,27 km/h.

As pernas de aterrissagem do robô consistem em uma espécie de tíbia (o maior e mais interno dos dois ossos da perna) de fibra de carbono de um fêmur de madeira com uma espuma de uretano.

Cada perna possui “dedos” com garras de aço para se segurarem na parede. A suspensão da perna garante que o robô não ricocheteie e que a gravidade ajude as garras de aço a se firmarem na superfície.

A decolagem é mais fácil: é uma questão de acelerar e de retrair as garras. Mas os pesquisadores ainda precisam encarar desafios, como ajustar o sistema de suspensão para que o robô não retorne seus movimentos ao tentar aterrissar na parede.

As garras também podem falhar ao segurar a superfície se o robô calcular mal a aproximação e se for lançado para cima antes da hora ou tarde demais.

Os problemas de controle não são poucos, mas serão os próximos desafios dos pesquisadores de Stanford.


Developed by Alexis Lussier Desbiens at Stanford's Biomimetics and Dexterous Manipulation Laboratory. Read more at http://bdml.stanford.edu/twiki/bin/vi...

Fonte: R7

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