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YouTube e Google Maps ganham versões instantâneas

Depois do Google Instant, que mostra os resultados das buscas assim que você as digita, dois outros serviços do Google também ganharam versões instantâneas.

O YouTube Instant e o Instant Maps. Eles foram desenvolvidos por programadores independentes (não são projetos oficiais do Google), mas o resultado ficou bacaninha. O próprio Google aprovou – tanto que ofereceu um emprego para o criador do YouTube Instant. Confira também o YouTube Time Machine - uma espécie de máquina do tempo do YouTube.

Fonte: Bruno Garattoni/Super Interessante

YouTube amplia duração de vídeos e promove concurso

Usuário premiado vai ganhar destaque na página principal do site


A restrição tinha como objetivo reduzir a publicação ilegal de trechos de filmes e séries/Foto Getty Images

O YouTube, maior serviço de postagem de vídeos do mundo e que pertence ao Google, anunciou um aumento de 5 minutos na duração máxima dos vídeos publicados em seu site. O tempo limite passou de dez para 15 minutos.

Segundo o YouTube, melhorias técnicas fizeram com que essa capacidade fosse ampliada, o que já era pedido pelos usuários há bastante tempo.

YouTube apresenta novo visual com mais recursos

Site destaca comentários mais bem avaliados e mostra detalhes sobre audiência



O site de vídeos YouTube lançou nesta quarta-feira (31) seu novo modelo de página para facilitar a navegação dos internautas.

Agora, os vídeos não são mais avaliados em cinco estrelas, como antes. Há botões logo abaixo do vídeo com desenhos de dedos polegares que representam“gostei” e “não gostei”.

Ao lado do nome do canal em que o vídeo foi publicado aparece a quantidade total de vídeos desse perfil.

Os comentários mais bem avaliados pelos visitantes aparecem em destaque e com apenas um clique é possível visualizar gráficos que detalham a quantidade de acessos.

Na lateral direita, a lista de vídeos relacionados é agrupada de acordo com suas semelhanças para tornar o acesso menos caótico.

Fonte: R7

YouTube ganha modo experimental “Feather”, muito mais leve que o atual

O Google iniciou hoje no YouTube uma nova fase beta de um experimento chamado “Feather” (em português, “Pluma”), que visa a tornar o carregamento de suas páginas de vídeos mais rápido e leve que antes. A novidade é perfeita para os impacientes, que desistem de conferir alguma coisa por questões de (mili)segundos.

Quando ativado, o experimento carrega páginas de vídeos mais simples, sem todos os recursos nos comentários e nos vídeos relacionados. Além disso, os filmes sempre iniciam-se, por padrão, em qualidade convencional.



O “Feather” Beta está dentro do TestTube — um incubador de ideias para o portal de vídeos do Google. Quem quiser experimentá-lo precisa habilitá-lo manualmente, mas não se preocupe: dá pra sair a qualquer momento, sem estresse. Vale lembrar, ainda, que essa versão ainda não está disponível para todos os vídeos.

Para usuários de netbooks (e de conexões à internet limitadas), o “Feather” certamente será uma mão na roda.

Fonte: UOL

YouTube terá legendas automáticas

Serviço estará disponível inicialmente apenas em inglês e apenas para alguns parceiros do Google. Ferramenta vai aumentar acessibilidade dos vídeos

O Google anunciou nesta quinta-feira (19) que os sites Google Video e YouTube agora terão legendas automáticas geradas por computador. Os sites já possuiam um sistema de legendas ocultas, que podem ser ativadas ou desativadas pelo internauta, que foi introduzido no Google Video em 2006 e depois disponibilizado também no YouTube. Nesse sistema, os textos precisam ser produzidos pelos usuários e isso demanda um certo conhecimento técnico.

"Hoje eu estou mais esperançoso do que nunca de que nós vamos atingir o nosso objetivo de, a longo prazo, tornar os vídeos universalmente acessíveis", escreveu o engenheiro de software Ken Harrenstien, que é surdo, no blog oficial do Google. Um dos principais objetivos de colocar legendas nos vídeos do YouTube é aumentar o acesso de deficientes auditivos a esses conteúdos.

A quantidade de vídeos colocada diariamente no YouTube , entretanto, é muito grande para que usuários consigam produzir legendas para todos eles. Muitos vídeos ainda são inacessíveis para pessoas como Harrenstien. Com a legenda automática, por outro lado, Harrenstien poderá, no futuro, assistir a quase qualquer vídeo que esteja no site.

As legendas também servem para que, com o auxílio de um sistema de tradução automática já disponível, pessoas que não falem determinada língua possam entender um vídeo falado neste idioma. Além disso, as legendas também melhoram o sistema de busca do site, permitindo, por exemplo, que um usuário possa pular exatamente para a parte de um vídeo que lhe interessa.

Segundo Harrenstien, os engenheiros combinaram o sistema de reconhecimento automático de fala do Google (ASR, na sigla em inglês) com o sistema de legendas do YouTube para desenvolver a nova ferramenta. "As legendas nem sempre serão perfeitas, mas mesmo desligadas ainda podem ser úteis - e a tecnologia vai continuar melhorando com o tempo", escreveu Harrenstien.

Junto com as legendas automáticas o Google também está lançando uma ferramenta de sincronia automática, para tornar mais fácil a criação de legendas manualmente. Segundo Harrenstien, com essa ferramenta será necessário criar apenas um arquivo de texto com todas as palavras faladas no vídeo que o sistema ASR descobrirá sozinho quando elas são faladas para produzir legenda.

Ambas as ferramentas só estarão disponíveis em inglês por enquanto, e a de legendas automáticas só poderá ser acessada em alguns canais de parceiros do Google (UC Berkeley, Stanford, MIT, Yale, UCLA, Duke, UCTV, Columbia, PBS, National Geographic, Demand Media, UNSW e nos canais próprios do Google e do YouTube). A ideia é disponibilizar o serviço para um número maior de usuários apenas depois de implementar a ferramenta, que, Harrenstien concorda, não é perfeita.

Confira vídeo (em inglês) com a demonstração da nova ferramenta:



Fonte: ÉPOCA

YouTube agora corteja conteúdo profissional

O Google, dono do portal de vídeos mais acessado do mundo, o YouTube, ainda tenta encontrar uma forma de converter essa popularidade em lucro. O objetivo, agora, é "fazer dinheiro com isso", nas palavras do relações-públicas do site, Ricardo Reyes, apostando em conteúdo profissional, e não nos vídeos amadores que fazem o sucesso do serviço.

"Algumas emissoras pagam fortunas para ter seus shows e eventos [on-line]. Estamos incorporando conteúdo profissionalmente produzido, com a Nike e o Ronaldinho [por exemplo], fazendo as pessoas irem aos jogos", afirmou Reyes, durante evento em São Paulo.

Em abril, a empresa de estatísticas Screen Digest divulgou que o rival do YouTube, o Hulu, atrai um número distante de visitantes mensais em relação ao YouTube (são 8,5 milhões contra 89,5 milhões, respectivamente).

No entanto, em termos financeiros, o Hulu se saía melhor: embora nenhuma das companhias tenha confirmado as estimativas, a Screen Digest diz que o Hulu teve US$ 65 milhões de investimentos com propagandas nos EUA, dos quais US$ 12 milhões se converteram em lucro líquido.

O YouTube gerou US$ 114 milhões --mas sem nenhum lucro.

O enfoque, de acordo com Reyes, é "fazer do YouTube uma forma para nortear a informação". "Isso inclui acordos com emissoras televisivas, estúdios, promoção. É uma mudança de foco, da direção na qual pensamos", afirmou Reyes, após delinear a história do YouTube --cujo enredo inclui a inserção de vídeos sem autorização dos detentores de direitos autorais.

No mês passado, o YouTube fechou um acordo com os estúdios de Hollywood, a fim de criação de canais oficiais das produtoras de cinema norte-americanas.

Reyes afirmou também que o YouTube está desenvolvendo outras formas para buscas, de modo que o internauta possa fazer pesquisas "de nicho", a fim de encontrar propagandas que deseja.

"É um modelo de modernização da propaganda, útil aos usuários, em que você encontra os anúncios exatos que está procurando, não de modo intrusivo", explica.

YouTube tem 20 horas de vídeos inseridos por minuto

da France Presse, em Washington


YouTube informou que chegou à marca de 20 horas de vídeos inseridos por minuto

O popular portal de vídeos YouTube continua crescendo: a cada minuto são disponibilizadas 20 horas de vídeos no portal, segundo o site, que pertence ao gigante da internet Google.

Em meados de 2007, eram seis horas de vídeos por minuto. O tráfego aumentou para 15 horas por minuto em janeiro deste ano --e, agora, chegou a 20 horas por minuto.

"Veremos se vamos chegar a 24 horas --um dia inteiro de vídeos inseridos a cada minuto", escreveu Ryan Junee, gerente de produto do YouTube.

O Google comprou o YouTube em 2006 por US$ 1,65 bilhão, mas, apesar da sua grande popularidade, ainda não conseguiu transformar o site em algo rentável.

O YouTube está inserindo, gradualmente, conteúdo profissional, como episódios integrais de shows televisivos e filmes, a fim de atrair anúncios publicitários.

Recentemente, o portal de vídeos do Google anunciou uma parceria com a Sony e demais estúdios de Hollywood, e que vai desenvolver novas plataformas para shows televisivos e filmes.

Músicos que se conheceram na internet se apresentam nos EUA



Eles se reuniram pela primeira vez para um concerto na maior casa de espetáculos de Nova York. Veja como foi a apresentação da orquestra. São 90 músicos de mais de 30 países. Dois são brasileiros.


"The Internet Symphony" Global Mash Up

YouTube é liberado na China após 4 dias de bloqueio

da Efe, em Pequim

O YouTube está novamente acessível na China, após quatro dias de bloqueio, segundo comprovaram hoje internautas em Pequim e em Xangai.

O Governo chinês não reconheceu ter censurado o portal, mas, durante esta semana, a imprensa oficial e o porta-voz de Assuntos Exteriores lançaram duras críticas contra um vídeo colocado no YouTube mostrando supostas agressões da polícia chinesa contra tibetanos, nas revoltas em Lhasa do ano passado.

O porta-voz do Ministério de Exteriores, Qin Gang, reagiu duramente a este vídeo, afirmando que o círculo próximo ao Dalai Lama "aprendeu técnicas de propaganda de alguns meios de comunicação ocidentais", e afirmou esta mesma semana que o regime comunista"'não tem medo da internet".

A China é o país com mais internautas no mundo (300 milhões de usuários), apesar do controle de conteúdos exercido pelo Governo e das sanções que alguns cidadãos chineses receberam por escrever ideias contrárias ao regime na rede.

O YouTube, um dos sites mais populares do mundo, já teve problemas de acesso na China no passado: em outubro de 2007, durante o Congresso do Partido Comunista, esteve inacessível durante cerca de duas semanas, algo que, como desta vez, foi duramente criticado por alguns internautas chineses.

Adolescente joga vídeo no YouTube promovendo pai desempregado

Um vídeo no YouTube, apresentado por um garoto de 14 anos, mostra os talentos de seu respectivo pai desempregado --um especialista em marketing radicado na Flórida, EUA--, teve milhares de visitas em apenas uma semana no ar, e também o efeito desejado: trouxe diversas entrevistas de trabalho.


"Mark por Ben", vídeo que teve milhares de visitas, inclusive de internautas brasileiros, já rendeu entrevistas de trabalho ao pai

Quando a economia começou a apresentar os sintomas da crise, Mark Gullett tentou preparar seu filho para o pior, explicando que milhares de pessoas estavam perdendo seus trabalhos em todo o país.

Então, em 12 de março, Gullett foi demitido da vice-presidência do departamento de marketing da Liga Nacional de Hóquei (NHL, na sigla em inglês).

Isso não impediu que seu filho, Ben, 14, de fazer um vídeo, com o intuito de ser uma ferramenta promocional para ajudar seu pai a encontrar trabalho.

Ben escreveu o roteiro do vídeo. Seu pai o editou. "Então ele [Ben] trabalhou em seu laptop na mesa da cozinha, colocando a música", disse Mark Gullett.

O resultado foi que o vídeo do YouTube, intitulado "Mark por Ben", teve mais de 59 mil visitas. "Nós tivemos milhares de visitas do Brasil e, por alguma razão, agora temos centenas de visitações provenientes da Suíça", disse o pai, orgulhoso.

Ele disse que, como resultado, foi convidado para algumas entrevistas de trabalho nesta semana.

China bloqueou o YouTube

Desde esta segunda, o site de vídeos não está disponível aos usuários do país, que costuma filtrar conteúdo


Fundadores do YouTube, Chad Hurley e Steve Chen, participam de entrevista em Paris

PEQUIM - A China não tem medo da Internet, disse o ministro das Relações Exteriores nesta terça-feira, mesmo que o acesso ao popular site de compartilhamento de vídeos, YouTube, esteja aparentemente bloqueado.

O YouTube não tem estado disponível desde segunda-feira passada aos usuários na China, que filtra na Internet o conteúdo crítico ao governo do Partido Comunista.

"Muitas pessoas tem a falsa impressão de que o governo chinês teme a Internet. Na verdade é justamente o oposto", disse a repórteres o porta-voz do ministro das Relações Exteriores, Qin Gang.

Qin disse que há 300 milhões de usuários de Internet na China e 100 milhões de blogs, mostrando que "o acesso na China é aberto o suficiente, mas também precisa ser regulado pela lei, a fim de prevenir a expansão de informações prejudiciais e garantir a segurança nacional".

Ele disse não saber a respeito do bloqueio do YouTube.

O acesso ao YouTube foi bloqueado no início de março, mês de aniversário de um ano dos protestos difundidos pelos tibetanos contra o domínio chinês no Tibete.

A China iniciou um cerco à Internet em janeiro, quando o acesso a centenas de sites chineses foi impedido, inclusive um serviço de blog popular pertencente a um famoso site, além de vários outros sites populares de tibetanos.

Essas ações têm sido descritas por analistas como mais um passo da batalha do partido para reprimir os dissidentes em um ano de delicadas comemorações, incluindo o aniversário de 20 anos do massacre sangrento no protesto na Praça da Paz Celestial, em 1989.

Nota do Edtor:

Qin Gang, usa um artifício semântico tentando negar o óbvio: a China tem medo da liberdade de expressão.

YouTube disponibilizará downloads de vídeos e conteúdo offline

O canal de vídeos YouTube está testando um sistema que permita aos usuários acessar o conteúdo quando estiverem offline, e também o download de vídeos para dispositivos móveis. O anúncio foi feito na quinta-feira (12), por meio do blog oficial. No entanto, não foi estabelecida uma data para o início do serviço.

O site, que afirma ter ouvido o pedido de usuários "que nos disseram querer seus vídeos favoritos quando estiverem desconectados", trabalha em conjunto com acadêmicos para ver se o sistema funciona.

Página inicial do YouTube, que dará conteúdo offline e downloads para aparelhos móveis

A permissão de downloads será dada sob licença Creative Commons, ou seja, reproduções e distribuição são permitidas livremente, desde que citada a fonte.

Usuários também poderão habilitar a escolha de oferecer seus vídeos livremente, ou por um preço em associação à Google Checkout. A intenção, de acordo com o blog, é oferecer um incentivo aos produtores de filmes.

O YouTube está testando os downloads offline junto a estudantes em universidades dos EUA. Usuários procuram, offline, por alguma ação do YouTube, e terão um botão de download no canto esquerdo. O usuário poderá baixar o arquivo ou comprá-lo. "Como o iTunes", afirma o site Techradar.

Creative Commons

Registrar uma obra sob Creative Commons não significa tornar seu próprio material algo sem dono. Continuam existindo regras para a utilização.

Normalmente, um conteúdo sob Creative Commons pode ser baixado e distribuído livremente, desde que citada a fonte.

Alguns autores permitem que sua criação seja alterada ou adaptada, outros, não.

O escritor de um livro que o queira licenciar em Creative Commons, no Brasil, tem cinco opções de termos disponíveis, por exemplo.

De acordo com o site internacional da iniciativa, já foram completamente adaptadas licenças Creative Commons para atender à lei de 54 países, como EUA, China e Argentina.

Preencher os dados para a publicação de algo em Creative Commons é rápido. De forma básica, aqui no Brasil, basta responder a duas perguntas com respostas em alternativas.

Sem burocracia

Um dos objetivos por trás desse recurso é a desburocratização dos direitos autorais na internet.

No endereço (creativecommons.org/license/?lang=pt), o usuário encontra os passos para licenciar uma obra.

Depois de completar o cadastro, a pessoa recebe um código para mostrar uma etiqueta representando a licença escolhida por ele em um site. Quem clica nessa etiqueta tem acesso às condições detalhadas dos direitos daquele conteúdo.

YouTube terá nesta sexta-feira primeiro vídeo oficial do papa

Mediante um acordo com o Google, Vaticano postará toda semana mensagens do Pontífice em várias línguas


Papa Bento XVI

CIDADE DO VATICANO - Pela primeira vez na história, o Vaticano veiculará, nesta sexta-feira, 23, uma mensagem do papa Bento XVI no portal de vídeos YouTube, informou o presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, monsenhor Claudio Maria Celli.

A publicação ocorrerá no mesmo dia em que será apresentado oficialmente o acordo firmado no dia 17 de janeiro pelo Google, empresa que administra o site, e pela Santa Sé.

A parceria permitirá criar um canal oficial do Vaticano na web. Participam da cerimônia o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi, e o diretor da Google Henrique de Castro.

A mensagem do Papa que será postada no YouTube é dirigida aos participantes da 43ª Jornada das Comunicações Sociais.

Celli explicou a intenção da iniciativa. "O pontífice é o homem do diálogo, do encontro, e no YouTube se encontram milhões de pessoas, às quais o Papa quer estar próximo", disse.

O religioso admitiu, porém, o risco de que as imagens sejam usadas de maneira imprópria, e lembrou casos de conteúdos "roubados" de sites religiosos ou da página do Vaticano que foram transformados em materiais pornográficos.

"É algo triste e insensato, ao qual reagimos quando é possível por vias legais", observou o presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais.

"Contudo, é necessário aceitar o risco, que leva consigo uma infinita possibilidade de contato com pessoas que esperam somente poder ouvir com o coração as palavras do Santo Padre", disse Celli.

Mediante o acordo com o Google, o Vaticano publicará na internet semanalmente breves discursos do Pontífice em inglês, italiano, alemão e espanhol.

Nota do Editor:

Equeceram da língua portuguêsa, língua do maior pais católico do mundo. Ridículo.

Filha de Benazir Bhutto compõe rap em memória da mãe

'Eu tiraria a dor', diz a música em homenagem a ex-primeira-ministra do Paquistão, assassinada em 2007


I WOULD TAKE THE PAIN AWAYSONG , SONG BAKHTAWAR NOW



ISLAMABAD - Após receber homenagens por ocasião do primeiro aniversário de sua morte, em 27 de dezembro, a ex-primeira-ministra do Paquistão Benazir Bhutto, assassinada em 2007, conta agora com um rap composto pela filha de 18 anos, Bakhtawar.

A música, intitulada "I Would Take the Pain Away" (Eu tiraria a dor, em tradução livre) e de cinco minutos de duração, pode ser encontrada pela internet e está sendo divulgada pela televisão estatal PTV.

Bakhtawar, a mais velha das duas filhas de Bhutto, que também teve um filho, Bilawal, lembra a mãe com ritmos de hip-hop, enquanto no vídeo aparecem fotos e seqüências com momentos da vida da falecida líder do Partido Popular do Paquistão (PPP), como seu último comício na localidade de Rawalpindi, em 27 de dezembro de 2007, durante o qual foi assassinada.

"Querida mãe, tenho algumas coisas a dizer. Coisas que nunca tive a oportunidade de dizer. Mas, se pudesse te ter, eu tiraria a dor", canta Bakhtawar.

A jovem, que conheceu o rapper Diddy pouco antes da morte de Benazir Bhutto, foi encorajada pela mãe em diversas ocasiões a iniciar carreira no mundo da música.

"Assassinada mãe lendária. Tinha beleza e inteligência. Os inimigos temiam sua presença. Disparada atrás da orelha. Tão jovem em seus 54 anos. Assassinada, deixou três filhos para trás. E uma nação sem ti, sem esperança", diz outra passagem da música. Atualmente, Bakhtawar está estudando no Reino Unido.

YouTube aumenta tela de exibição de vídeos

da France Presse, em Washington

Após milhares de reclamações sobre o tamanho de seu reprodutor de vídeos, o site YouTube decidiu expandi-lo, adotando um formato de tela maior.

O portal, pertencente ao Google, divulgou a mudança do formato nesta semana em seu blog oficial.

"Ao longo dos anos, tivemos muitos comentários sobre o que gostariam de mudar no YouTube, e o tamanho do reprodutor é o que lidera a lista de pedidos", afirmou o blog.

"Expandimos a tela para 960 pixels para que reflita melhor a qualidade dos vídeos que vocês criam e das telas que utilizam para visualizá-los", disse.

Essa é uma das últimas mudanças do portal, que foi comprado pelo Google por 1,65 bilhão de dólares em 2006, mas foi incapaz, até agora, de traduzir sua popularidade em benefícios econômicos.

Conheça 20 sites de vídeos online para assistir e partilhar

Lista apresenta alternativas ao popular YouTube

Qual o maior repositório de vídeos amadores da atualidade? Se você pensou em YouTube, errou. É a própria internet. Além do site mantido pela Google, uma infinidade de endereços permite aos usuários publicar e assistir produções amadoras, ou profissionais, gratuitamente. Abaixo, você confere 20 opções deles, incluindo o YouTube.

BigContact: site que permite compartilhar vídeos através da internet, dando a opção de embuti-los em outras páginas, como blogs e sites pessoais.
blinkx: a promessa é de mais de 26 milhões de horas de vídeo de diversas fontes, entre elas, grandes emissoras internacionais.
Castpost: serviço para compartilhamento de áudios e vídeos na internet.
Dailymotion: o Daylimotion permite aos usuários navegar pelas produções inseridas e publicar vídeos na internet.
EyeSpot: serviço similar ao YouTube.
Freevlog: tutorial para criação de vlogs na interent.
MediaTurner: serviço de players para diversos sistemas operacionais.
Mefeedia: o mefeedia agrega vídeos disponíveis na internet de outras fontes, como o hulu.
MetaCafe : site similar ao YouTube, contém 25 milhões de usuários por mês, assistindo filmes amadores e de produções profissionais.
MyVideoKaraoke: internautas publicam vídeos em que cantam suas canções favoritas.
Orb: site de publicação e compartilhamento de vídeos, com a possibilidade de envio e reprodução dos vídeos em outros sites.
Revver: pelo Revver, além de compartilhar os vídeos pela internet, é possível rastreá-los, sabendo quantos acessos recebem.
SelfCastTV: uma das características interessantes do SelfCastTV é que as miniaturas dos vídeos não são estáticas.
ShoZu: o ShoZu é um aplicativo que permite coloar conteúdos multimídia online no celular.
Trueveo: o Truveo é um buscador de vídeos online.
TurnHere: a TurnHere produz e edita filmes ao redor do mundo para empresas. No site, é possível assisti-los por categoria.
Video Bomb: O Video Bomb faz parte da plataforma Miro TV, e agrega várias produções de diversos sites de vídeo.
VideoSift: site semelhante ao YouTube agregando conteúdos na web, inclusive do próprio YouTube.
Vimeo: canal de compartilhamento de vídeos em alta definição.
YouTube: dispensa comentários.

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