Ele chegou ao colégio Santa Cruz, no Alto de Pinheiros, por volta das 10h, acompanhado da mulher e do filho./Alex Almeida/Reuters
Ele almoça com a família e concede entrevista coletiva no fim da tarde. Plínio assiste à apuração em São Paulo.
Irônico, provocador, galhofeiro. Sem ter chegado nem a 1% nas pesquisas, o candidato conseguiu ser uma das sensações da campanha eleitoral.
Movimentou os debates, fez troça de Dilma, Serra e Marina e insistiu sobretudo no mantra de que o Brasil precisa promover a igualdade social e econômica.
Em avaliação de sua participação, se diz feliz por ter dado o recado que queria.
"Acho que consegui mostrar todos os aspectos fundamentais. Foram ditos, e com toda clareza. O problema da desigualdade social, da necessidade de redistribuir terra, de fazer uma reforma agrária. Consegui falar da reforma urbana, da redução da jornada de trabalho sem redução de salário. E consegui falar de dois temas polêmicos que foram a escola pública e a saúde publica".
O candidato socialista aponta duas razões para a baixa intenção de votos: a cobertura da mídia sobre sua campanha e o radicalismo de suas propostas.
"O que eu digo é muito forte pra uma população que foi acostumada à vida como ela é. Ela acha que não é possível além disso. Isso é todo o discurso da direita, fundamentado por um enorme apoio de mídia".
Fonte: FOLHA - TV Globo

Nenhum comentário:
Postar um comentário