Eleições 2010: Plínio vota em colégio de São Paulo com mulher e filho

O candidato do PSOL à Presidência, Plínio de Arruda Sampaio, saiu há pouco da zona eleitoral onde votou, na capital paulista.

Ele chegou ao colégio Santa Cruz, no Alto de Pinheiros, por volta das 10h, acompanhado da mulher e do filho./Alex Almeida/Reuters

Ele almoça com a família e concede entrevista coletiva no fim da tarde. Plínio assiste à apuração em São Paulo.

Irônico, provocador, galhofeiro. Sem ter chegado nem a 1% nas pesquisas, o candidato conseguiu ser uma das sensações da campanha eleitoral.

Movimentou os debates, fez troça de Dilma, Serra e Marina e insistiu sobretudo no mantra de que o Brasil precisa promover a igualdade social e econômica.

Em avaliação de sua participação, se diz feliz por ter dado o recado que queria.

"Acho que consegui mostrar todos os aspectos fundamentais. Foram ditos, e com toda clareza. O problema da desigualdade social, da necessidade de redistribuir terra, de fazer uma reforma agrária. Consegui falar da reforma urbana, da redução da jornada de trabalho sem redução de salário. E consegui falar de dois temas polêmicos que foram a escola pública e a saúde publica".

O candidato socialista aponta duas razões para a baixa intenção de votos: a cobertura da mídia sobre sua campanha e o radicalismo de suas propostas.

"O que eu digo é muito forte pra uma população que foi acostumada à vida como ela é. Ela acha que não é possível além disso. Isso é todo o discurso da direita, fundamentado por um enorme apoio de mídia". 



Fonte: FOLHA - TV Globo

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