Marina Silva questiona metodologia das pesquisas de intenção de voto

Marina expõe fragilidade das pesquisas de intenção de voto

Marina Silva/Foto:Consciência.Net

Apesar de as últimas sondagens indicarem vitória da petista Dilma Rousseff no primeiro turno, a candidata do PV à Presidência, Marina Silva, minimizou neste sábado o resultado das pesquisas e questionou suas metodologias. Diante disso, disse acreditar numa virada na reta final que a leve ao segundo turno.

"O que aparece nas pesquisas não é o que vejo nas ruas. Não sei se elas [as pesquisas] mentem, mas os processos metodológicos são falhos. Já falharam comigo. Eu terminei uma eleição no Acre [seu Estado natal] com 8% nas pesquisas e tive 60% dos votos."

Marina Silva, porém, se recusou a associar a esperada alavancagem na reta final às denúncias que envolvem a ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra, braço-direito da candidata do PT quando Dilma estava no governo.

Para Marina, a divulgação das denúncias, que "devem ter apuração séria pelo ministério público", é uma "politização do processo eleitoral". "O Brasil vive uma triste uma contradição. Vive um avanço na economia e no social e um retrocesso político. Não faço vale-tudo para ganhar eleição".

Guerra deixou o governo na quinta-feira, após denúncias de envolvimento de familiares da ex-ministra relacionadas à prática de lobby dentro da Casa Civil e supostos esquemas de recebimento de propina.

Comentário:

Marina disse que a divulgação das denúncias é uma "politização do processo eleitoral". Ora, todo processo eleitoral é um ato político em si mesmo.

Fonte: FOLHA/FÁBIA PRATES

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