Para Coutinho, a iniciativa que o Brasil e a Turquia "insensatamente arquitetaram" é um escudo que protege e permite ao regime iraniano construir clandestinamente sua bomba nuclear.
"No dia que a aviação de Israel partir para o ataque inevitável, a fotografia do Lula, do turco Erdogan [primeiro-ministro, Recep Tayyip] e do iraniano Amadinejad [presidente, Mahmoud] deve ser lembrada não como o princípio da paz, mas como a contagem decrescente para a guerra", comenta o colunista.
Fonte: FOLHA
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