Cabras malvados ameaçam remexer em um suposto empréstimo que algum Sarney pegou no BNDES

O Alerta Total já avisou que, nos bastidores do Senado, circulam mega-revelações sobre benefícios que Sarney angariou, para sua família, nos tempos em que foi presidente por acidente (1985-90). Os cabras malvados ameaçam remexer em um suposto empréstimo que algum Sarney pegou no BNDES, em nome de alguns empregados. A tal dívida teria acabado perdoada, porque não se tinha de quem cobrar.

Verdade? Mentira? Ou pura intriga da oposição? O fato é que os adversários ameaçam Sarney com tais revelações. Jogam para forçá-lo a renunciar. Acontece que Sarney não pretende largar o osso. Sua resistência é minada. Sarney nunca esteve tão fraco. Por isso, tudo pode acontecer esta semana.

A turma do Sarney foi vítima de um erro estratégico. Arrumaram briga com inimigos sem noção de limite na hora de se vingar. Tudo vazou sobre Sarney graças a uma vingança. Foi atribuído ao pessoal de Sarney – justa ou injustamente – a inconfidência de que o adversário deles na disputa pelo Senado, Tião Viana (PT-AC) emprestou o celular funcional do Senado para a filha viajar, durante 20 dias, pelo México. A conta telefônica foi de R$ 14.758,07 – que o zeloso pai foi obrigado a depositar na conta da administração do Senado, depois que o escandalozinho veio à tona.

Tião foi ríspido em sua reação. Primeiro, verbalmente, fazendo referência ao dinheiro apreendido pela Polícia Federal, que seria usado na pré-campanha presidencial de Roseana Sarney, em 2002: “Se querem me intimidar com isso, quero deixar claro que, pela minha filha, respondo eu. Felizmente, ela não tem sobre a mesa R$ 2 milhões e nem tem a Polícia Federal à sua volta”. Mas a verdadeira reação vingativa de Tião contra o Zé do Sarney teria sido o vazamento, na surdina, de todos os rolos que agora explodem o Senado.

Nada teria vindo à tona se os briguentos tivessem seguido um cuidadoso ensinamento de um influente e falecido membro do parlamento brasileiro. Sempre que algum assessor mais brabo pensava em arrumar uma confusão com algum adversário ou inimigo, o deputado Luiz Eduardo Magalhães (filho do também falecido ACM, que cultivava uma relação de aliança e ódio com Sarney) costumava pontificar um de seus “provérbios” preferidos, para desaconselhar qualquer começo de uma briga sem fim:

“Bronca é ferramenta de otário”...

Eis um conselho útil para o Brasil, um País de tolos e muitos otários - sobretudo na política.

Fonte: Alerta Total( Jorge Serrão )28.06.2009

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