O jornal "Yated Neeman", porém, modificou digitalmente a foto, substituindo as mulheres por outros dois ministros. Já o jornal "Shaa Tova" preferiu escurecer o local onde estavam as mulheres. Outro jornal israelense brincou com a situação publicando as imagens alteradas ao lado da original, com a legenda: "Encontre a mulher".
Publicar fotos de mulheres é visto por muitos judeus ultraortodoxos como uma violação do recato feminino. A comunidade ultraortodoxa, marcada por suas práticas religiosas tradicionais e trajes negros, vive separada do resto da comunidade israelense.
Algumas autoridades ultra-ortodoxas proíbem suas comunidades de assistir TV ou filmes, a leitura de jornais laicos e o uso da internet para outras funções além de negócios.

Acima, a foto original do novo gabinete do governo israelense, com as duas ministras; abaixo, a imagem alterada por meio digital, com as ministras substituídas por membros homens da equipe do premiê Binyamin Netanyahu
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