
Fernando Collor e Renan Calheiros
Armado de um sorriso sempre aberto, cabelos grisalhos meticulosamente penteados e gestos calculados, Collor desempenhou ontem o papel de fiscal do poder público, ressuscitando o jeito "caçador de marajás" que o tornou conhecido nos anos 90. Rebatendo as suspeitas da oposição de que iria presidir a comissão como um "parceiro do governo Lula", Collor vestiu o figurino de fiscal das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e se declarou "parceiro dos interesses nacionais".
No papel de senador/vereador, Collor criticou o Planalto por não renegociar dívidas de municípios e disse que a redução do IPI na venda de carros só favorece os Estados produtores. "Nenhuma política dará resultado, como o pacote habitacional da ministra Dilma, se não for resolvido o problema da inadimplência dos municípios."
Para marcar a estreia na presidência, Collor aprovou um ato que ele propôs: a partir de agora, além da sabatina, quem for indicado para a direção das agências reguladoras terá de provar que não tem dívidas fiscais com a União, os Estados e os municípios.
Algumas opiniões de leitores de jornais
Collor e eu sem casa !!!!
Sex, 13/03/09 16:20 , ruibarbosa@estadao.com.br
Trabalhei duro durante mais de 20 anos juntando dinheiro para comprar uma casa própria e aí vem o plano Collor e bloqueia o meu dinheiro e me deixa sacar o que equivaleria hoje a R$50,00 , resultado estou sem casa.
Collor
Sex, 13/03/09 12:07 , Anônimo
vergonha. sempre diziamos que eramos o país jovem , o país do futuro , a minha geração deveria estar agora mudando este país e isso não acontece. O que temos aqui? uma oligarquia? não. temos sim uma gerontocracia , inclusive este senhor , agora senhor mesmo , até no visual. lamentavel ver que não aparece nenhuma nova liderança , temos que ver um Sarney no controle de muitas coisas , ele com os seus quase 90 anos , o seu romantismo de um passado muito distante , cercado de um mix de cartoriado e coronealismo e agora a volta deste homem que é o icone maior em nossos corações e mentes da decada de 80 , a década perdida... os nossos jovens daquela época se acovardaram , muitos em seguros cargos públicos, muitos em grandes empresas multinacionais , todos querendo somente o crescimento material/financeiro e pouco se importanto com as nescessidades do país, uma absurda alienação que é um verdadeiro convite à volta destes malignos fantasmas do nosso passado. Ainda não vai ser esta geração que vai mudar o país.
VOTO FACULTATIVO
Dom, 08/03/09 11:21 , joaomituca@estadao.com.br
Muito bom o comentario de marcopaulomlessa, e quanto ao anonimo, quero dizer que: Na historia do Brasil, nunca ouve um Presidente tão bandido quanto ao Collor, este ai é de fazer inveja a todo e pretencioso Presidente, O Lula caminha em poeiras mais amarelas, tipica de peões. MAS A SOLUÇÃO PRA O NOSSO PAIS ESTA NO VOTO FACULTATIVO, ESTA IDEIA PRECISA CHEGAR AO NOSSO POVO, QUE PRECISA GANHAR AS RUAS E AVENIDAS DESTE PAIS.
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