Explosão na cidade de Gaza causa fumaça e fogo nesta quinta-feira."Trata-se claramente de uma violação da resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que permitiu em 2006 por um fim ao conflito entre Israel e o Hizbollah xiita libanês, apoiado pela Síria e o Irã", disse o porta-voz do departamento de Estado, Robert Wood Wood.
Hoje, quatro foguetes foram atirados do Líbano e se abateram sobre o oeste da Galiléia, ferindo levemente quatro mulheres, segundo o Exército israelense, que respondeu disparando vários obuses na direção do Líbano.
Segundo o porta-voz, a secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, ligou pelo menos sete vezes para a ministra israelense Tzipi Livni nesta quarta-feira para falar sobre o conflito.
Para Wood, Israel demonstrou moderação em sua resposta ao lançamento de foguetes contra o norte de seu território, destacando que o Exército israelense já recorreu a armas mais pesadas no passado. O Hizbollah garantiu não estar envolvido nestes disparos de foguetes.
Senado
Hoje, o AIPAC (Comitê Anual de Assuntos Internos Americano-israelenses) elogiou uma resolução no Senado que expressa o apoio a Israel na luta contra o terrorismo. A informação foi divulgada pelo jornal "Jerusalem Post".
A resolução que foi apresentada pelos líderes das bancadas republicana e democrata no Senado, Mitch McConnell e Harry Reid, respectivamente, mostra que os EUA apoiam firmemente o direito de Israel à autodefesa, segundo o jornal.
"A resolução mostra também que a solução do conflito em Gaza estaria na diplomacia e na proibição do contrabando de armas para colocar fim aos atentados terroristas do [movimento radical islâmico] do Hamas em Israel", informou a AIPAC.
De acordo com o "Jerusalem Post", o líder republicano no Senado se "mostrou uma voz forte em defesa de Israel, ao dizer que o país [Estados Unidos] responderia exatamente da mesma maneira se fosse bombardeada pelo Canadá ou pelo México".
Segundo o jornal, recentemente a AIPAC aplaudiu a decisão do presidente dos EUA, George W. Bush, em apoiar a ofensiva israelense. Na semana passada, Bush condenou os ataques do Hamas como sendo "atos terroristas" e disse que "não acertaria nenhum acordo de paz com um grupo armado terrorista".
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