Marina chama Lula de "general eleitoral", mas minimiza participação do presidente

Marina Silva minimiza importãncia de Lula no processo eleitoral

No dia em o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é esperado em comício da candidata petista Dilma Rousseff à Presidência, no Rio de Janeiro, a candidata do PV, Marina Silva, minimizou o impacto da participação direta do presidente em busca de votos para a ex-ministra da Casa Civil.

"Por mais relevantes que sejam os generais eleitorais, o principal protagonista desse processo se chama sociedade brasileira", afirmou Marina Silva em entrevista à imprensa em Goiânia, onde cumpre agenda nesta sexta-feira (16).

Lula inicia hoje uma série de cinco grandes eventos, onde pedirá votos para a candidata do PT ao Palácio do Planalto. O presidente é esperado em comício na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, após caminhada de Dilma e do candidato ao governo do estado Sérgio Cabral (PMDB).

"É altamente gratificante ver que as pessoas estão (...) mostrando que não basta escolher um candidato e dizer para o povo: 'vote neste'. O povo tem o direito de escolher aquele com quem se identifica com as propostas, com as trajetórias, com o compromisso", afirmou Marina após caminhada pelo centro de Goiânia.

Cerca de cem simpatizantes acompanharam a caminhada de Marina da Praça do Bandeirante até o mercado municipal da capital do Estado. O candidato ao governo do Estado Vanderlan Cardoso (PR), apoiado pelo PV, não compareceu ao evento.

Cardoso recebeu a visita, no início do mês passado, da candidata do PT, que ainda terá no Estado o palanque de Iris Rezende (PMDB). O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) apoia a candidatura do tucano Marconi Perillo.

CARTILHA

Marina Silva preferiu não se manifestar sobre cartilha distribuída pela Secretaria Especial de Políticas para as mulheres que pede voto para as mulheres --o material inclui um discurso de Dilma.

"Desde que a gente aprovou a lei das cotas ficou aprovado que se criaria incentivo de participação das mulheres na política. Eu não sei se [a cartilha] tem alguma tendenciosidade. Eu preciso verificar primeiro antes de acusar", afirmou a senadora licenciada.


Fonte: FOLHA/Flávia Foreque

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