Presidente Lula durante visita ao Museu do Holocausto (Yad Vashem), em Jerusalém /Ricardo Stuckert /PREm visita ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, nesta terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que ir local era "quase obrigatório para todos que querem dirigir uma nação".
Segundo Clóvis Rossi, colunista da Folha e da Folha Online, a expectativa agora é que Lula leve esse recado ao presidente iraniano Mahmud -- com quem se encontrará daqui a dois meses.
Ahmadinejad já negou a existência do Holocausto e prega constantemente morte a Israel.
O Museu do Holocausto guarda nomes e detalhes de três dos seis milhões de judeus mortos durante a Segunda Guerra (1939-1945).
"Não foi um processo de aniquilação pura e simplesmente -- que já seria bárbaro --, foi também uma tentativa de destruir as identidades e tranformar seres humanos em números despidos de toda e qualquer dignidade", diz o colunista.
Lula terminou a visita dizendo que os que defendem a democracia não podem permitir que algo como o Holocausto se repita.
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Fonte: FOLHA / Clóvis Rossi
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