EUA e emergentes chegam a acordo climático

Saída antecipada de Lula coloca em dúvida se o País aceitou os termos do acordo entre os países.



Saída de Lula coloca acordo em dúvida. Foto: Staff/Reuters

O oficial do governo caracterizou o acordo, que náo tem força de lei, como um primeiro passo, mas disse que não era o suficiente para combater o aquecimento global.

Detalhes não estão claros, mas as nações devem ter acertado que cada país informe suas emissões por meio de "comunicações nacionais", com possíveis consultas internacionais. Além disso, os líderes também concordaram com a formação de um mecanismo de financiamento e em limitar o aquecimento global a 2º Celsius.

Segundo o jornal The New York Times, a negociação "está aquém das expectativas". O blog do jornal britânico The Guardian também considera que Copenhage aponta para uma solução frágil. O espanhol El País enfatiza: "Estados Unidos e China fecham acordo vago que, ao menos, salva a cara dos mais de 110 chefes de Estado e de Governo que compareceram a Copenhage".

Reação brasileira

A posição brasileira sobre o acordo foi de "decepção", nas palavras de Sérgio Guerra, embaixador da delegação brasileira em Copenhgaue. "Estamos muito decepcionados. Não é o acordo que esperávamos", disse o diplomata.

Mesmo o trato não tendo agradado ao governo brasileiro, Guerra considera que ele possibilita que as negociações prossigam no ano que vem e tragam resultados mais concretos. "Pelo menos é um acordo que nos permitirá salvar algo e seguir negociando no ano que vem os números que não puderam ser fechados."

Comentário do BGN


Estão circulando informes que algum tipo de acordo foi alcançado e que não seria desprezível, apesar das notícias disponíveis até este momento.  Confira mais tarde neste blog.



Fonte: O ESTADO - Reuters - AP

Nenhum comentário:

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails