A Câmara de Representantes (deputados) americana aprovou nesta quarta-feira, por grande maioria, um plano de despesas militares de US$ 630 bilhões para financiar os conflitos no Iraque e no Afeganistão.
O projeto que deverá ser transformado em lei na próxima sexta-feira, dia em que expira a atual atribuição de fundos, foi aprovado por 395 votos a favor e 34 contra.
A iniciativa disponibiliza mais especificamente US$ 128 bilhões para as despesas bélicas no Iraque e no Afeganistão, mas não deve ser suficiente para cobrir o reforço de tropas em solo afegão, ordenado pelo presidente Barack Obama no início do mês.
O projeto de gastos representa uma vitória parcial para Obama e o secretário de Defesa, Robert Gates, que buscaram eliminar programas indesejados de desenvolvimento de armas, sob oposição de parlamentares que representam as áreas onde eles são fabricados.
A medida eliminou a verba para a fabricação do F-22 Raptor, da Lockheed Martin, mas disponibilizou US$ 2,5 bilhões para 10 aviões Boeing Co C-17 encomendados pelo Pentágono
O projeto de lei mantém vivo o conturbado programa de helicóptero VH-71 dá continuidade ao financiamento de um motor alternativo para o caça F-35 Joint Strike Fighter, desenvolvido pela General Electric e pela britânica Rolls-Royce.
Fonte: FOLHA
Nenhum comentário:
Postar um comentário