Do inferno ao paraíso



Marcos Guterman

Os EUA conseguiram convencer o governo de Palau a receber 17 prisioneiros muçulmanos chineses que estão em Guantánamo e que a Justiça americana mandou soltar. Como a China os acusa de extremismo e separatismo, os EUA se recusaram a mandá-los para lá, por temer que fossem executados. Washington então consultou cerca de cem países, mas não encontrou ninguém disposto a receber os ex-prisioneiros, entre outras razões porque Pequim fez pressão.

Até que apareceu Palau, “um paraíso”, segundo seu representante na ONU, o americano Stuart Beck. Nada mal para quem viveu os últimos anos no inferno.

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