O Grupo Pão de Açúcar busca ampliar sua participação no segmento de redes de distribuição de combustíveis.
"Com R$ 1,4 bilhão em caixa", o grupo de Abilio Diniz "está olhando com apetite cada vez maior" para esse setor, no qual o Pão de Açúcar já opera 70 postos no país (40 deles em SP) e "no ano passado disputou com a BTG, do banqueiro André Esteves, a aquisição da Via Brasil, maior rede de postos independentes do país".
Na semana passada, Abílio Diniz disse que o susto provocado pela crise econômica internacional já passou e o consumo voltou ao normal, com sinais de expansão em relação ao início do ano passado. "O setor de consumo continua de uma certa forma normal. No início [da crise], houve um certo susto dos consumidores, houve uma certa retração momentânea, no final do ano passado. Eu diria que hoje está absolutamente normal, a níveis inclusive superiores ao início do ano passado", afirmou nesta sexta-feira em evento em São Paulo.
O empresário manifestou apoio às medidas do governo para conter os efeitos da crise, mas reclamou de empresas que utilizaram a crise econômica internacional como desculpa para demitir e ajustar produção superdimensionada. "Temos que separar emprego resultante da crise e o resultante de ajustes. O mundo todo estava vivendo um pouco acima do que seria o ideal ou o desejado, com um pouco de gordura. É natural em momento de crise, que as empresas façam ajustes, mas é preciso separar", disse.
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