Tchecos assumem presidência da UE e Eslováquia adota o euro

PRAGA - A República Tcheca assumiu nesta quinta-feira, 1, a presidência rotativa da União Europeia para um mandato de seis meses. No período, os principais desafios do bloco serão o combate à crise econômica e a negociação para o fim do conflito entre palestinos e israelenses.

Bandeira da UE marca virada em Praga

Após uma presidência francesa marcada pela pró-atividade, alguns países europeus demonstraram preocupação com a habilidade de liderança dos tchecos. Líderes do país têm tentado contemporizar a pressão, e identificaram a economia, as relações diplomáticas e energia como as prioridades da gestão.

"Sarkozy já telefonou para o primeiro-ministro Topolanek e o congratulou', disse o vice-ministro tcheco para assuntos europeus, Alexandr Vondra.

Euro


Também nesta quinta-feira, a Eslováquia, que se separou dos tchecos após o fim do comunismo na Europa Oriental com a queda do Muro de Berlim, adotou o euro como sua moeda oficial. O país espera que a integração à zona do euro ajude a minimizar os efeitos da crise e traga uma convergência maior com os países mais ricos da UE.

A Eslováquia se junta à Polônia, Hungria e República Tcheca como os únicos países do leste europeu a utilizarem o euro. Novas adoções devem ser adiadas devido à crise.

"Estamos dando adeus à nossa moeda, com a qual desenvolvemos fortes laços emocionais", disse o premiê Robert Fico, ao sacar uma nota de 100 euros de um caixa eletrônico no Parlamento eslovaco.

"Estamos perdendo uma parte de nós, uma parte da nossa identidade, mas neste contexto de crise, o euro é um impulso de autoconfiança para o povo eslovaco", disse.

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