O motorista passou a pagar pedágio em duas praças a partir da 0h de hoje, na altura dos quilômetros 299 (em Itapecerica da Serra) e 485 (em Cajati), no Estado de São Paulo.
A tarifa é de R$ 1,50 para os carros. Motocicletas pagam metade; caminhões, por eixo. A cobrança será realizada nos dois sentidos da estrada.
As cabines são as primeiras a funcionar na Régis Bittencourt. A inauguração ocorre às vésperas do Réveillon, quando é previsto um tráfego intenso na ligação com a região Sul do país.
Nas próximas semanas a rodovia ainda deverá receber outros quatro pontos de cobrança -três no trecho paulista (km 370, em Miracatu; km 426, em Juquiá; e km 542, em Barra do Turvo) e um no Paraná (km 57, em Campina Grande do Sul).
A Régis Bittencourt é administrada pela concessionária Autopista Régis Bittencourt --braço da espanhola OHL-- desde fevereiro deste ano.
As condições da estrada estão hoje melhores do que no primeiro semestre, mas ainda há muitos problemas --como trechos sem acostamento e desnivelamento de pista.
A região da praça de pedágio do km 299 tem um fluxo médio de 20 mil veículos diariamente. A do km 485, de 16 mil.
Devido ao final do ano, a concessionária da Régis Bittencourt diz esperar uma alta de 30% em relação ao normal.
Por isso, será implantado um plano na serra do Cafezal, no trecho de pista simples do km 336 ao km 367: haverá uma faixa adicional com aproveitamento de trechos de acostamento (lado direito, sentido Curitiba) e de trechos no contra-fluxo (faixa reversível).
O trecho oeste do Rodoanel recebeu neste mês 13 praças de pedágio em suas saídas -paga-se R$ 1,20 a cada viagem.
Na Fernão Dias, já começou a cobrança em dois pontos de Minas, mas outros dois (com tarifa de R$ 1,10) no trecho paulista ainda serão inaugurados.
Nas últimas semanas também passaram a funcionar três pedágios na BR-153 (Transbrasiliana), no interior paulista.
Comentário do Editor:
São três das piores estradas que cruzam o Estado. É uma vergonha que comecem a cobrar pedágio sem antes efetuar obras que as tornem estradas dignas.
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