
O contra-almirante Du Jingcheng, encarregado da expedição, destacou a bordo de um dos navios que a tripulação "está totalmente confiante" de que cumprirá sua missão de proteger os navios da crescente atividade de piratas.
A missão foi considerada por parte da imprensa chinesa como "o primeiro desdobramento naval da China em águas internacionais desde o século XV".
A tripulação é composta por 800 pessoas, entre elas 70 soldados das forças especiais da Armada, e os navios estão equipados com mísseis, canhões e armas leves, além de provisões para vários meses, segundo a agência Xinhua.
O primeiro objetivo da missão é "garantir a segurança dos navios que passam pelo Golfo de Áden, principalmente cargueiros chineses de petróleo e outros materiais estratégicos", assinalou o contra-almirante, principal responsável da frota do sul da China.
"Também nos preparamos para lidar com os piratas, apesar de não estarmos familiarizados com essas águas", acrescentou.
O aumento dos ataques de piratas no Golfo de Áden motivou o envio à região de navios de guerra de diversos países além da China, entre eles França, Grécia, Reino Unido, Alemanha e Itália.
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