
British Airways has confirmed it is in merger talks with Australian rival Qantas.
"In response to recent media speculation, British Airways confirms that it is exploring a potential merger with Qantas Airways via a dual-listed company structure," a British Airways spokesman told CNN.
"Talks between BA and Iberia are continuing. There is no guarantee that any transaction will be forthcoming and a further announcement will be made in due course if appropriate."
A companhia aérea britânica British Airways informou nesta terça-feira que mantém negociações com a australiana Qantas Airways sobre uma possível fusão.
Em um comunicado divulgado hoje, a British diz que explora a possibilidade de uma fusão com a Qantas através de uma estrutura em que ambas teriam ações listadas em Bolsa.
O anúncio da British chega no momento em que o governo australiano divulga uma proposta para limitar a participação de grupos estrangeiros no setor a 49% e para manter a Singapore Airlines fora da rota da Austrália para os EUA, destaca o serviço de notícias econômicas e financeiras MarketWatch.
As duas empresas já operam em um sistema de parceria que envolve 10 empresas do setor aéreo do mundo todo, incluindo a Japan Airlines. A British informou que não há garantia, no entanto, de que um acordo venha a ser obtido e que se pronunciará novamente quando for o momento certo.
A British continua a negociar uma fusão com a espanhola Iberia.
A companhia aérea americana Delta anunciou no fim de outubro uma fusão com a Northwest; o negócio criou a maior companhia aérea do mundo.
A nova Delta voará a mais de 375 cidades do mundo --mais que qualquer outra companhia aérea-- e terá mais de 75 mil empregados. O presidente-executivo da empresa, Richard Anderson, disse que a nova empresa "será única e inigualável no que se refere à variedade de oferta e à qualidade de serviço".
O processo completo de fusão se estenderá por entre 12 e 24 meses. Enquanto isso, os clientes de ambas as empresas poderão continuar se dirigindo a cada uma delas de forma independente, como fizeram até agora.
O futuro de Qantas é incerto desde o ano passado, quando seus acionistas rejeitaram uma oferta de compra de US$ 4,8 bilhões da Airline Partners Australia (APA).
Em julho deste ano, a empresa anunciou o corte de 1.500 empregos, de um total de 36 mil funcionários, em uma tentativa de resistir aos problemas financeiros causados à época pelos altos preços do petróleo --o barril naquele mês chegou ao recorde de US$ 147,27 em Nova York.
A situação econômica da British também não é boa; a empresa já anunciou que pode vir a reduzir em 1% suas rotas em 2009 para antecipar a esperada queda no número de passageiros devido à crise.
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