Ação militar israelense: atualização 2

Operation Cast Lead is a Israeli air strike operation launched on December 27 at 11:30 AM (IST), in order to destroy Hamas military capacities.

Using F-16 bombers, Israel launched airstrikes in Gaza that killed at least 205 and wounded around 400 in answer to the Qassam rocket attacks on southern Israel the past days.About 140 of the dead are Hamas militants, according to Hamas officials,including police chief Tawfiq Jabber and the head of Hamas's security and protection unit.

60 Israeli planes targeted Hamas security and training compounds, as well as weapon storage buildings,and dropped more than 100 tons of bombs.

Gaza militants fired 70 rockets and mortars in response of the air offensive. A missile hit the town of Netivot, killing an Israeli man and wounding six other people.

Fotos chocantes ; Shocking footage

Witness describes Gaza attacks








Região dos ataques

No mais violento ataque de Israel contra grupos radicais palestinos ocorrido nos últimos anos, cem bombas, lançadas de 60 aviões de guerra contra 50 alvos, deixaram um saldo de 195 mortos, segundo fontes médicas palestinas, e mais de 200 feridos. As cenas de destruição foram exibidas por redes de TV, assim como imagens de corpos espalhados pelas ruas e sob escombros. Segundo autoridades palestinas, o número de mortos pode aumentar.




Vista aérea de uma das sedes do Hamas destruídas no ataque de Israel, neste sábado

O local mais atingido foi a cidade de Gaza, assim como Jan Younis e Rafah, no sul da faixa de Gaza. A Autoridade Nacional Palestina (ANP) disse que centenas de feridos estão sob escombros. Os mísseis e bombas de Israel destruíram ao menos 30 prédios, a maioria deles ocupados por membros do grupo radical palestino Hamas. Muitos ficaram totalmente destruídos, segundo informações de agências internacionais presentes no local.

De acordo com fontes palestinas, a ação israelense provocou graves danos a estruturas em muitas áreas e deixou dezenas de pessoas soterradas. A Força Aérea de Israel disse que 95% dos objetivos foram atingidos e que maioria das vítimas são membros do Hamas.

A Defesa de Israel alegou que o alvo dos ataques aéreos era a "infra-estrutura terrorista" do grupo radical palestino Hamas, acrescentando que as ações "vão continuar, serão expandidas e ainda mais duras, caso isso seja necessário". Entre os alvos de estariam campos de treinamento, instalações e prédios da polícia do Hamas, alguns deles localizados em edifícios de civis, segundo a Defesa de Israel. "Não será fácil nem será breve... Há um momento para a calma e um para luta, e chegou a a hora de lutar", disse o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak.

Homem ferido pelo bombardeio de Israel sobre Gaza, neste sábado, é levado para hospital; aviões lançaram 100 bombas na região

O comando do Hamas disse que não se renderá aos ataques israelenses na faixa de Gaza, e que Israel não conseguirá quebrar a resistência à ocupação israelense [referindo-se aos territórios palestinos].



Formandos

O porta-voz da polícia do Hamas, Islam Shahwan, informou que um dos locais atingidos pelo bombardeio de Israel foi a sede da polícia na cidade de Gaza, onde ocorria uma cerimônia de graduação de novas equipes. Mohamed Odeh, encarregado para a América Latina do Fatah --facção ligada a Mahmud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP)--, disse que entre os mortos está o responsável da polícia do Hamas na faixa de Gaza, Taufiq Jaber.

Em resposta, o Hamas disse ter lançado dezenas de foguetes Qassam [de fabricação caseira] contra o sul de Israel. Um deles acertou uma casa e matou uma mulher. Outros dois foguetes caíram na cidade de Ashkelon sem provocar vítimas, segundo a polícia de Israel.

A ação deste sábado é mais séria e destruidora desde o fim da trégua entre Israel e Hamas, no último dia 19, e a com maior número de mortos dos últimos anos. Vários avisos na imprensa israelense sinalizavam uma ação por terra e ar de Israel para responder aos ataques do Hamas. Desde o fim da trégua, ao menos 200 foguetes lançados pelo Hamas conseguiram alcançar solo israelense, mas sem deixar vítimas. Um erro do Hamas ainda causou a morte de duas meninas palestinas, que foram atingidas por estilhaços de um foguete que explodiu antes de ser lançado, em Gaza.

Repercussão

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu clemência do movimento radical Hamas para que não aumente a escalada de violência. No entanto, em comunicado emitido pela Casa Branca, o governo chamou os radicais de terroristas.

A Liga Árabe anunciou um encontro de seus ministros das Relações Exteriores para elaborar uma opinião comum sobre a ação israelense. A Rússia se manifestou pedindo que tanto Israel como Hamas encerrem seus ataques. O alto representante para Política Externa e Segurança Comum da União Européia (UE), Javier Solana, pediu neste sábado um cessar-fogo imediato entre israelenses e palestinos na faixa de Gaza, e reivindicou das duas partes a máxima contenção.

Aviso

Militares israelenses disseram ter avisado a população da faixa de Gaza sobre o ataque aéreo que fariam e que o Hamas "é o único responsável" pela ação. O presidente disse hoje ter iniciado contatos urgentes com vários países para deter os bombardeios israelenses que deixaram dezenas de mortos na região.

O Egito abriu hoje a passagem de Rafah, na fronteira com a faixa de Gaza, para permitir a entrada de ajuda humanitária e a retirada de feridos do bombardeio em massa israelense de hoje contra este território palestino. Ainda não foi informado até quando a passagem permanecerá aberta.

Emissoras de TV locais ligadas ao Hamas transmitiram as imagens na manhã deste sábado mostrando prédios totalmente destruídos e pessoas correndo pelas ruas, além de uma gigantesca coluna de fumaça que cobriu a região logo após o bombardeio israelense.



Imagens do Ataque







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