Objetivo é aumentar a oferta de dólar para estabilizar cotações.
Medida será publicada no Diário Oficial e vale a partir desta quinta
O governo fechou nesta quarta-feira (22) à noite mais uma medida para enfrentar os efeitos da crise financeira internacional. Decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai zerar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que hoje é cobrado sobre a entrada de investimentos estrangeiros no País.
(A primeira versão desta reportagem informava erroneamente que a isenção era válida para operações na bolsa.)
O objetivo da medida é aumentar a oferta de dólar e, assim, contribuir para estabilizar as cotações da moeda americana. Hoje, a alíquota é de 1,5%. Haverá isenção também para a saída de investimentos que ingressarem no país a partir desta quinta-feira.
Antes dessa medida, Lula já havia editado a MP 442, que permite ao Banco Central comprar as carteiras de crédito de pequenas instituições financeiras em dificuldades.
Nesta quarta, foi anunciada outra medida que permite que a Caixa Econômica Federal (CEF) e ao Banco do Brasil comprem partes das ações de bancos em dificuldades. A Caixa também pode agir no mercado de construção civil, comprando ações de construtoras afetadas pela crise.
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